O pensamento do futuro ministro da Educação

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O futuro ministro da Educação, Ricardo Velez Rodriguez, antes mesmo de ter o seu nome anunciado oficialmente pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) já se manifestava nas redes sociais e anunciava que estava pré-indicado ao cargo. (Clique aqui)

Velez é filósofo. Nascido na Colômbia e naturalizado brasileiro em 1997, ele é autor de mais de 30 obras e atualmente é professor emérito da Escola de Comando do Estado Maior do Exército.

No dia 7 de novembro, o futuro ministro publicou um texto onde manifesta o seu pensamento para a Educação no país.

“Enxergo, para o MEC, uma tarefa essencial: recolocar o sistema de ensino básico e fundamental a serviço das pessoas e não como opção burocrática sobranceira aos interesses dos cidadãos, para perpetuar uma casta que se enquistou no poder e que pretendia fazer, das Instituições Republicanas, instrumentos para a sua hegemonia política. Ora, essa tarefa de refundação passa por um passo muito simples: enquadrar o MEC no contexto da valorização da educação para a vida e a cidadania a partir dos municípios, que é onde os cidadãos realmente vivem”, escreveu.

No artigo, Velez diz ainda que as provas do ENEM são complicadas e entendidas mais como instrumentos de ideologização.

Leia o artigo:

Amigos, escrevo como docente que, através das vozes de algumas pessoas ligadas à educação e à cultura (dentre as quais se destaca o professor e amigo Olavo de Carvalho), fui indicado para a possível escolha, pelo Senhor Presidente eleito Jair Bolsonaro, como ministro da Educação.

Aceitei a indicação movido unicamente por um motivo: tornar realidade, no terreno do MEC, a proposta de governo externada pelo candidato Jair Bolsonaro, de “Mais Brasil, menos Brasília”. Acho que o nosso Presidente eleito ganhou definitivo apoio da sociedade brasileira no pleito eleitoral recente, em decorrência de um fator decisivo: ele foi o único candidato que soube traduzir os anseios da classe média, que externou a insatisfação de todos os brasileiros com os rumos que os governos petistas imprimiram ao país ao ensejar uma tresloucada oposição de raças, credos, nós contra eles, como se não pudêssemos, os habitantes deste país, sedimentar alguns consensos básicos em relação ao nosso futuro. Jair Messias Bolsonaro foi eleito em razão deste fato: traduziu, com coragem e simplicidade, os anseios da maioria dos eleitores. A sua campanha, carente de tempo na mídia e de recursos, ameaçava não decolar. Decolou, e, mais ainda, ganhou as praças e ruas, através de meios singelos de comunicação como o Smartphone e a Internet, coisas que o brasileiro comum utiliza no seu dia a dia desta quadra digital da nossa sociedade tecnológica.

Como professor e intelectual que pensa nos paradoxos estratégicos do Brasil, apostei desde o início no candidato Bolsonaro. Achei a sua proposta de escutar o que as pessoas comuns pensam uma saída real para a insatisfação e a agonia que as sufocavam, nesses tempos difíceis em que se desenhava, ameaçadora, a hegemonia vermelha dos petistas e coligados. Graças a Deus o nosso candidato saiu vencedor, numa campanha agressiva em que foram desfraldadas inúmeras iniciativas de falseamento das propostas e de fake news, e em que pese o fato de que ele próprio tivesse de pagar um preço alto com a facada de que foi vítima em Juiz de Fora, desferida por um complô do crime organizado com os radicais de sempre.

Enxergo, para o MEC, uma tarefa essencial: recolocar o sistema de ensino básico e fundamental a serviço das pessoas e não como opção burocrática sobranceira aos interesses dos cidadãos, para perpetuar uma casta que se enquistou no poder e que pretendia fazer, das Instituições Republicanas, instrumentos para a sua hegemonia política. Ora, essa tarefa de refundação passa por um passo muito simples: enquadrar o MEC no contexto da valorização da educação para a vida e a cidadania a partir dos municípios, que é onde os cidadãos realmente vivem. Acontece que a proliferação de leis e regulamentos sufocou, nas últimas décadas, a vida cidadã, tornando os brasileiros reféns de um sistema de ensino alheio às suas vidas e afinado com a tentativa de impor, à sociedade, uma doutrinação de índole cientificista e enquistada na ideologia marxista, travestida de “revolução cultural gramsciana”, com toda a coorte de invenções deletérias em matéria pedagógica como a educação de gênero, a dialética do “nós contra eles” e uma reescrita da história em função dos interesses dos denominados “intelectuais orgânicos”, destinada a desmontar os valores tradicionais da nossa sociedade, no que tange à preservação da vida, da família, da religião, da cidadania, em soma, do patriotismo.

Na linha dos pre-candidatos ao cargo de ministro da Educação foram aparecendo, ao longo das últimas semanas, propostas identificadas, uma delas, com a perpetuação da atual burocracia gramsciana que elaborou, no INEP, as complicadas provas do ENEM, entendidas mais como instrumentos de ideologização do que como meios sensatos para auferir a capacitação dos jovens no sistema de ensino.

Outra proposta apareceu, afinada com as empresas financeiras que, através dos fundos de pensão internacionais, enxergam a educação brasileira como terreno onde se possam cultivar propostas altamente lucrativas para esses fundos, mas que, na realidade, ao longo das últimas décadas, produziram um efeito pernicioso, qual seja o enriquecimento de alguns donos de instituições de ensino, às custas da baixa qualidade em que foram sendo submergidas as instituições docentes, com a perspectiva sombria de esses fundos baterem asas quando o trabalho de enxugamento da máquina lucrativa tiver decaído. Convenhamos que, em termos de patriotismo, essas saídas geram mais problemas do que soluções.

Aposto, para o MEC, numa política que retome as sadias propostas dos educadores da geração de Anísio Teixeira, que enxergavam o sistema de ensino básico e fundamental como um serviço a ser oferecido pelos municípios, que iriam, aos poucos, formulando as leis que tornariam exequíveis as funções docentes. As instâncias federal e estaduais entrariam simplesmente como variáveis auxiliadoras dos municípios que carecessem de recursos e como coadunadoras das políticas que, efetivadas de baixo para cima, revelariam a feição variada do nosso tecido social no terreno da educação, sem soluções mirabolantes pensadas de cima para baixo, mas com os pés bem fincados na realidade dos conglomerados urbanos onde os cidadãos realmente moram.

Essa proposta de uma educação construída de baixo para cima foi simplesmente ignorada pela política estatizante com que Getúlio Vargas, ao ensejo do Estado Novo, pensou as instituições republicanas, incluída nela a educação, no contexto de uma proposta tecnocrática formulada de cima para baixo, alheando os cidadãos, que passaram a desempenhar o papel de fichas de um tabuleiro de xadrez em que quem mandava era a instância da União, sobreposta aos municípios e aos Estados.

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Assembleia aprova projetos de Francisca Primo

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No expediente desta terça-feira (23), na Assembleia Legislativa do Maranhão foram aprovados e encaminhados para sanção governamental, projetos de leis da deputada estadual, Francisca Primo (PCdoB). Sempre focada em um mandato democrático e popular, a parlamentar assegurou a aprovação dos seguintes projetos:

Projetos aprovados – Visando a cidadania no trânsito, Francisca Primo teve aprovado o Projeto de Lei de n° 14/2017 com a instituição do Programa de Educação para a Segurança no Trânsito, no Ensino Médio da Rede Pública de Educação promovendo a redução significativa da violência no trânsito e capacitando os professores para o ensino e aplicação dos princípios da educação.

Ainda no campo da educação escolar, Francisca Primo teve aprovado o Projeto de Lei de n° 209/2016 que dispõe sobre a inclusão da disciplina Introdução ao Estudo do Direito na estrutura curricular do ensino médio da rede pública de ensino, no Estado do Maranhão, fornecendo conhecimentos, gerais e comuns a qualquer área do Direito.

Especificamente no campo da assistência social, foi aprovado o Projeto de Lei de n°015/2018 que institui a Política Estadual de Prevenção Social à Criminalidade promovendo a elaboração e a coordenação de ações, projetos e programas de prevenção social à criminalidade, mediante a construção de novas relações entre a sociedade civil e os órgãos do sistema de defesa social e justiça.

Sempre levantando a bandeira em defesa das mulheres, a deputada, Francisca Primo garantiu a aprovação do Projeto de Lei de n° 014/2018 que cria a Política Estadual de Empoderamento da Mulher e dá outras providências, estabelecendo diretrizes e normas gerais, bem como os critérios básicos para assegurar, promover e proteger o exercício pleno em condições de igualdade de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais pelas mulheres.

Outro importante Projeto de Lei de n° 075/2017 de com benefícios para as mulheres também foi aprovado, trata- se da criação do Programa Pro-Meninas e dá outras providências que visa dar um suporte ainda maior aos programas sociais implantados pelo governo estadual, onde elas poderão participar de cursos que garantirão renda, qualidade de vida e esperança de dias melhores.

Foto: Agência Assembleia

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Fundef é da Educação

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, na semana passada, que os municípios não podem mesmo pagar advogados com parte das verbas que devem receber da União por complementação ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A sentença foi proferida pela 1ª Seção da Corte, que reúne as duas turmas de Direito Público.

Segundo cálculos da Procuradoria-Geral da República (PGR), a União deve desembolsar ao menos R$ 95 bilhões em repasses a 3.800 municípios localizados em 19 estados a título da complementação. As prefeituras contrataram os advogados para pedir, no Judiciário, que a União pague a verba extra do antigo Fundef.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), os contratos estabeleciam honorários de entre 20% e 30% do valor da causa, o que varia de R$ 19 bilhões a R$ 28,5 bilhões do total. Para exemplificar, a União afirmou que só o repasse a 217 cidades do Maranhão totalizou R$ 7,8 bilhões, e estas prefeituras terão de pagar a escritórios de advocacia cerca de R$ 1,6 bilhão.

– A discussão não é se o pagamento deve ou não ser feito [ao advogado], a questão é saber de onde vai sair esse dinheiro -, resumiu a ministra Regina Helena Costa durante o julgamento.

O relator do caso no STJ, ministro Og Fernandes, defendeu que a Constituição obriga as cidades a destinarem os valores do antigo Fundef apenas ao desenvolvimento da educação. Assim, na visão de Fernandes, os precatórios recebidos da União não poderiam ser fatiados para remunerar os advogados.

Estado Maior

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A situação delicada de Gastão Vieira

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Desde que decidiu romper com o Grupo Sarney, Gastão Vieira (PROS), vez por outra, é acusado publicamente nas redes sociais de traidor, pois foi justamente graças a ex-governadora Roseana e ao ex-presidente Sarney que o político Gastão Vieira conseguiu chegar à secretário de Estado e ministro do Governo Federal.

Entretanto, pelas idas e vindas de boa parte da classe política maranhense, onde alguns sempre acostumados com o poder querem estar sempre onde o poder está, mas esse parece ser o menor dos problemas para Gastão Vieira.

O que deve incomodar, ou pelo menos deixá-lo em uma situação delicada é ver o líder do seu novo grupo político, o governador Flávio Dino (PCdoB), sempre criticar a área da Educação nos governos Roseana.

Nesta semana, Gastão Vieira, em propaganda eleitoral, acabou, mesmo que indiretamente, desmontando as críticas do comunista contra a Educação.  Vieira que foi secretário de Educação do Governo Roseana e garante que construiu 82 novas escolas e reformou 403 unidades de ensino fundamental.

Ou seja, se Gastão Vieira propaga o que fez, juntamente com Roseana, desmente Flávio Dino, mas, por outro lado se não disser o que fez na sua passagem pela Educação aceitará a pecha de incompetente.

Inegavelmente uma situação delicada, mas Gastão não é o único nesse dilema. Vale lembrar que o deputado Pedro Fernandes, o prefeito Luis Fernando (São José de Ribamar) e o próprio Partido dos Trabalhadores, todos agora com Flávio Dino, já comandaram a Educação ao lado de Roseana Sarney.

Só é difícil entender o que Flávio Dino quer com tanta gente que, pelo seu próprio discurso “considera incompetente”.

Foto: Reprodução

Blog do Jorge Aragão

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Penha e Camarão discutem melhorias para Educação

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O vereador Raimundo Penha (PDT) recebeu esta semana, em seu gabinete, na Câmara Municipal de São Luís, a visita do secretário estadual de Educação, Felipe Camarão.

Mesmo com a Casa ainda em recesso, Penha aproveitou o encontro com o gestor, que desenvolve um excelente trabalho e se dispôs a ir até o Parlamento, para discutir uma série de temas relacionados ao melhoramento do setor educacional da capital.

O vereador e o secretário combinaram de realizar, em breve, uma visita ao Centro Educacional Nerval Lebre Santiago, localizado no bairro da Camboa, onde conversarão diretamente com estudantes e docentes com objetivo de ouvir suas reivindicações e transformá-las em realidade.

A unidade de ensino, vale destacar, foi a escola pública onde Penha estudou e iniciou a sua trajetória no movimento estudantil.

O vereador também solicitou que a Seduc avalie uma melhor destinação para a escola Joana Batista, também situada na Camboa.

O prédio da unidade de ensino está, neste momento, seu uso.

Outro assunto tratado diz respeito à execução da obra das quadras poliesportivas do Centro de Ensino Almirante Tamandaré, na Cohab, e Centro de Ensino Estado de Alagoas, na Alemanha.

Os serviços estão paralisados devido ao atraso na liberação dos recursos federais oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O vereador e o secretário deverão reunir-se, em breve, com a comunidade para tratar do assunto.

Felipe Camarão fez um balanço positivo das ações desenvolvidas até o momento e informou que na próxima semana, em comemoração ao Dia do Estudante, o governo irá entregar à comunidade da Vila Maranhão e Itaqui-Bacanga duas novas Escolas que foram totalmente reformadas e ampliadas.

“Agradeço o gesto do Felipe Camarão em vir até a Câmara, tanto nos visitar, como também ouvir as demandas. Não poderia deixar de registrar a forma resolutiva como o secretário tem se portado, dando resposta a todas as demandas apresentadas”, destacou Penha.

Foto: Divulgação

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Edivaldo nomeia 143 na área da educação

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O prefeito Edivaldo assinou, esta semana, mais 143 decretos de nomeação relativos ao concurso da Secretaria Municipal de Educação (Semed). Deste total, 125 são professores e os outros 18 são profissionais das áreas de Assistência Social, Cuidador Escolar e Monitor de Transporte Escolar, que vão atuar na rede municipal garantido mais qualidade ao ensino público da capital. A ação reforça o quadro de servidores municipais da Prefeitura de São Luís, que segue realizando concursos públicos e contemplando áreas importantes para a população.

“Estamos ampliamos o quadro de servidores e garantindo mais qualidade ao ensino na rede municipal, uma das prioridades da nossa gestão. Os avanços que temos conquistado vão desde a requalificação de mais de 120 unidades e climatização de cerca de 800 salas de aula, até a modernização da gestão escolar e a qualificação dos professores. São ações em todas as frentes para proporcionar à comunidade escolar um ambiente cada vez mais adequado de aprendizagem”, destacou o prefeito.

Na contramão do cenário de crise nacional, a gestão do prefeito Edivaldo consolida uma forte política de incremento do efetivo e de valorização dos servidores. A iniciativa reflete na melhoria dos serviços ofertados à população e na garantia de novas oportunidades de trabalho em um momento em que há retração da oferta de emprego em todo o país. Os decretos de nomeação serão publicados no Diário Oficial do Município.

Para o secretário de Educação, Moacir Feitosa, a gestão do prefeito Edivaldo comprova, mais uma vez, o compromisso com a educação. “Este concurso, que reflete positivamente para que tenhamos um ensino cada vez mais qualificado, é um marco na educação municipal”, destaca o secretário municipal de Educação (Semed), Moacir Feitosa.

O concurso para a rede municipal de educação foi realizado ano passado, oferecendo 822 vagas nos níveis médio e superior, mais cadastro de reserva. Entre os já empossados estão professores, monitores de transporte escolar, nutricionistas e cuidadores escolares, contemplando, pela primeira vez, a Educação Especial. Com os novos nomeados, já são 564 convocados do concurso da educação desde 2017.

Foto: A. Baeta

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Edivaldo avaça na modernização da educação

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O prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) entregou nesta segunda-feira (7) 300 notebooks e 200 impressoras para 100 escolas municipais.

A chegada dos equipamentos – entregues parte no gabinete do gestor e parte encaminhados diretamente para as escolas – ocorre como etapa da implantação do inovador Sistema Municipal de Administração e Controle Escolar, uma plataforma de acompanhamento e gerenciamento das escolas públicas.

Completando esse importante passo na modernização da educação de São Luís, as unidades escolares também estão recebendo cabeamento de fibra óptica necessário para o acesso à internet.

“Hoje demos mais um importante passo. Entregamos, há pouco, 300 notebooks e 200 impressoras a laser, como parte das ações de reestruturação da rede municipal de ensino. Nesta etapa, serão 100 escolas contempladas com os equipamentos que auxiliarão na informatização da gestão escolar trazendo benefícios não só na parte administrativa, mas principalmente na parte pedagógica. Esta ação é mais uma etapa do trabalho que estamos fazendo por meio do programa Educar Mais. Este avanço seguirá até o fim do nosso mandato”, afirmou Edivaldo.

Com a total reestruturação da rede de ensino, o pedetista vem consolidando em sua gestão um grande legado na área, com escolas reformadas, salas climatizadas, construção de novos espaços educacionais, realização de concurso público, pagamento de piso salarial acima do nacional aos professores, concessão de mais de 13 mil direitos estatutários e ampliação da oferta de formação continuada aos educadores.

Foto: Divulgação

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Jota Pinto aponta avanços na Educação

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Em pronunciamento na sessão plenária desta quinta-feira (3), o deputado Jota Pinto (PEN) destacou avanços na área da educação na gestão do governador Flávio Dino. O parlamentar apresentou dados que demonstram que 203 obras, entre reparos, recuperações e construções de unidades de ensino, foram concluídas pelo atual governo em todo o estado.

Jota Pinto afirmou que outras 40 obras estão previstas para serem entregues ainda este ano, entre elas mais nove unidades do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), nos municípios de Presidente Dutra, Coroatá, São Vicente, São Domingos do Maranhão, Chapadinha, Dom Pedro, São Mateus, Santa Helena e Colinas. “São 40 obras a serem entregues, ainda em 2018, sendo que agora, neste mês, em São Luís, serão entregues sete novas escolas totalmente recuperadas, a exemplo da Escola Estefânia Rosa Silva. São também dez obras concluídas do IEMA, investimento de 21,6 milhões só de IEMA no estado do Maranhão, a exemplo de Matões”, completou.

O parlamentar também chamou atenção para os dados referentes ao Núcleo de Educação Infantil, cuja obra foi totalmente concluída e recebeu investimentos na ordem de R$ 3,6 milhões. “E ainda a exemplo da Escola Professor Raimundo José Pereira da Silva, tem mais oito obras do Núcleo de Educação Integral a serem entregues em 2018 nos municípios de Viana, Zé Doca, Codó, Vargem Grande, Açailândia, Santa Inês, Santa Luzia e Pinheiro”, pontuou.

Jota Pinto destacou ainda quatro obras concluídas na área do esporte e lazer, entre elas a reforma do Ginásio Costa Rodrigues. “Mas, em 2018 ainda, tem mais cinco centro esportivos para ser entregues, a exemplo de João Lisboa, Amarante, o Castelão que estão trabalhando as melhorias do estádio, o reforço estrutural, como no Ginásio Carlos Jansen, em Timon, e o Campo Kricati, em Montes Altos”, assinalou.

Ele encerrou o seu pronunciamento parabenizando o governador Flávio Dino e o secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, pelo o compromisso e investimentos na educação do Maranhão. “São muitas obras que forem entregues neste Governo. Então, eu faço esse relato, para mostrar que o Governo fez muito na área da educação. Eu até digo que é uma grande revolução na área da educação, quando você entrega escolas dignas, escolas de que os pais têm gosto de levar seus filhos. Eu quero mais uma vez parabenizar o secretário Felipe Camarão pela sua competência, pelo seu compromisso com a educação no estado do Maranhão”, finalizou.

Foto: Kristiano Simas/ Agência Assembleia

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Braide critica falta de diálogo com professores

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O deputado Eduardo Braide defendeu nesta terça-feira (24), durante a reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), a emenda de sua autoria à MP 272/2018, que garante o cumprimento do Estatuto do Magistério.

“O Estatuto do Magistério é claro ao estabelecer que os reajustes dos vencimentos dos professores devem acontecer no mês de janeiro. Por outro lado, o STF já decidiu que o índice de reajuste dos vencimentos deve ser o mesmo para todos da categoria e a MP do Governo estabelece o contrário: datas e percentuais diferentes para os reajustes na mesma categoria. É justamente isso que a emenda que apresentamos visa corrigir, assegurando o cumprimento de uma lei, que é o Estatuto (Lei n° 9.860/2013)”, afirmou o parlamentar.

Na ocasião, Eduardo Braide criticou a falta de diálogo com os professores antes da edição da Medida Provisória.

“Os professores não foram ouvidos em nenhum momento pelo Governo sobre essa Medida Provisória. Isso é um relato dos próprios professores. Um verdadeiro absurdo. São eles que estão nas salas de aula, vivendo a realidade da educação, que é bem diferente do que as propagandas mostradas pelo Governo do Estado”, assegurou.

Ao final da reunião da CCJ, a MP 272/2018 foi retirada de pauta e, a pedido do deputado Eduardo Braide, firmado o compromisso de ouvir os professores para as devidas correções na medida antes da votação.

“É importante garantir que os professores sejam ouvidos e todas as propostas analisadas antes de votar essa Medida Provisória. O Governo do Estado precisa entender que as injustiças dessa Medida Provisória prejudicam de forma grave os professores do nosso Estado. Vamos continuar lutando para que o Estatuto do Magistério seja cumprido e os professores, que vivem a realidade da educação, devidamente respeitados”, concluiu o parlamentar.

Foto: Agência Assembleia

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Juscelino busca recursos para Educação

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Com a presença do secretário estadual de educação, Felipe Camarão e do adjunto de suporte ao sistema educacional, Anderson Lindoso, em Brasília, na última terça-feira (13), o deputado federal Juscelino Filho (DEM) cumpriu agendas relacionadas ao setor. Os democratas estiveram no Ministério da Educação (MEC) e no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) com pleitos para o sistema de ensino do Maranhão.

No FNDE, se reuniram com o presidente do órgão, Silvio Pinheiro, com o secretário adjunto de educação profissional, tecnológica e inclusão social e coordenador do IEMA (Instituto Estadual do Maranhão) Vocacional, André Bello e sua equipe, para tratar de demandas do Instituto, como alterações de campus, investimentos, aquisição de equipamentos, e também sobre a liberação de R$ 15 milhões para equipar diversas unidades pelo estado. As obras, já em andamento, de 60 quadras poliesportivas também foram abordadas. No MEC falaram sobre o Programa Escola Digna e presentearam o ministro com a camisa do programa.

“Tratamos no FNDE sobre obras importantes que estamos realizando para melhorar as condições e a qualidade do ensino que é oferecido no nosso estado, com esporte e lazer também. No MEC tratamos sobre o Escola Digna, que tem revolucionado e melhorado significativamente o sistema educacional maranhense. Meus parabéns pelo trabalho que esta gestão está fazendo, pois como um dos defensores da educação, também tenho me empenhado pela causa”, destacou Juscelino.

De acordo com o secretário Felipe Camarão, pelo Escola Digna, “no Maranhão já foram construídas, reformadas e revitalizadas mais de 730 escolas, e mais de 100 estão previstas para este ano”. O programa também inclui a capacitação dos profissionais, assessoria técnico-pedagógica a professores e gestores escolares, entre outras ações de sucesso.

No final das agendas, Juscelino, Felipe e Anderson estiveram com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e com o líder do partido Democratas na Câmara, Rodrigo Garcia (DEM-SP) para formalizar a filiação de ambos na legenda.

Foto:

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