Eudes Sampaio vistoria obras da educação em Ribamar

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O prefeito de São José de Ribamar, Eudes Sampaio, realizou na tarde desta terça-feira (23) vistoria em obras de escolas municipais no bairro Parque Jair que beneficiarão centenas de estudantes da região. O Liceu Ribamarense II e a Escola Municipal Parque Jair estão recebendo melhorias na infraestrutura com o objetivo de dar maior comodidade e um ambiente apropriado para o ensino e aprendizado.

O prefeito Eudes Sampaio ressaltou o compromisso da gestão municipal em garantir equipamentos públicos de educação que favoreçam sempre o conforto e qualidade de ensino aos estudantes ribamarenses.

“Nossa gestão compreende que a educação é muito ampla e perpassa por várias outras políticas públicas, entre elas o acesso ao esporte e lazer. Pensando nisso estamos ampliando a Escola Municipal Parque Jair, melhorando as condições de infraestrutura e ampliando as vagas, além de reforma da quadra do Liceu Ribamarense, que vem para colaborar ainda mais com a qualidade da educação que é desenvolvida aqui, que já é referência para o Maranhão e o Brasil”, enfatizou o gestor.

A Prefeitura de São José de Ribamar continuará investindo na qualidade da educação e conservação dos espaços de ensino. Desta forma, o estudante ribamarense poderá contar sempre com ambientes que exaltem o conhecimento e instrução que colocam os alunos da Rede Municipal de Ensino entre os mais bem assistidos do Estado.

As obras

Na Escola Municipal Parque Jair, os alunos da educação infantil receberão praticamente um prédio novo. A unidade está recebendo reforma com ampliação e construção de um anexo com 383m², que será composta por bloco administrativo com secretaria, diretoria, sala de professores, banheiros, além de salas de aula, biblioteca, multimídia e pátio coberto.

Na parte do prédio que já existia, uma grande reforma está sendo feita com troca de todo o piso, pintura, revisão da cobertura, troca de instalações elétricas e hidráulicas, entre outras coisas. Ao final da obra, orçada em R$ 593.635,89 reais, os alunos terão um espaço novinho e confortável para estudar. A entrega do prédio está prevista para dezembro deste ano.

No Liceu Ribamarense II, os atletas já podem começar a se aquecer, pois ao final das obras de cobertura da quadra e construção do vestiário, as competições esportivas não vão parar, tendo um espaço de ponta e seguro para sua realização. Os serviços estão em fase final e é possível ter uma dimensão de como a quadra poliesportiva ficará após a sua inauguração.

Com a cobertura completa, pensada para favorecer a iluminação natural durante o dia e trazer conforto para os espectadores dos jogos, a quadra de estruturas metálicas possui uma área coberta de 745m² e possibilitará aos alunos da escola receberem qualquer tipo de competição a nível municipal ou até maiores.

Os atletas que participarão destes jogos poderão contar com vestiários equipados com conjunto de banheiros masculinos e femininos e ainda para pessoas com deficiência. A quadra também foi pensada para favorecer a acessibilidade e mobilidade a todas as pessoas, sejam elas atletas ou espectadores. O prazo de entrega desta obra é para o mês de setembro deste ano.

Fotos: Divulgação

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Edivaldo chama aprovados em concurso na Educação

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O prefeito Edivaldo Holanda Junior autorizou a convocação de mais 64 aprovados no concurso para a área da Educação. A convocação beneficia os mais de 100 mil alunos da rede municipal de ensino e integra um conjunto de ações implementadas pelo prefeito Edivaldo, que inclui investimentos tanto em infraestrutura quanto em melhorias na qualidade do ensino. Os editais já foram publicados no Diário Oficial do Município, disponíveis no portal da Prefeitura de São Luís – http://www.saoluis.ma.gov.br/.

“Enquanto outras cidades vivem crise e demitem, a Prefeitura de São Luís segue realizando concursos e convocando novos servidores aprovados. Somente este ano, a nossa gestão já convocou 443 aprovados e classificados em três concursos públicos promovidos para as áreas da Educação, Fazenda e Assistência Social. Isso é valorização do servidor público e melhoria dos serviços prestados à população”, disse o prefeito Edivaldo.

Para os cargos de magistério estão sendo convocados 35 professores para atuação na zona urbana nas especialidades de Educação Infantil e Suporte Pedagógico. Já para os cargos de Técnico Municipal estão sendo convocados 29 aprovados para vagas de Técnico Municipal de Nível Superior nas especialidades de Engenharia Civil, Fonoaudiologia, Nutrição, Psicologia, Terapia Ocupacional e de Nível Médio para área de Cuidador Escolar.

Em abril deste ano, seguindo com as ações para garantir um ensino público de qualidade, a Prefeitura de São Luís convocou 268 professores, 31 cuidadores para Educação Especial e 10 monitores do transporte escolar aprovados no último concurso público para a área da Educação.

Considerando o Programa de Valorização do Servidor Público, a gestão do prefeito Edivaldo segue conduzindo melhorias na gestão de pessoas através do planejamento e execução de concursos públicos, prorrogação de prazos e convocação de candidatos aprovados para provimento de vagas no município. Entre os concursos realizados, destacam-se ainda convocações para Assistência Social, Controladoria e Procuradoria Geral do Município e a posse recente de novos 18 auditores fiscais de tributos aprovados para Secretaria Municipal da Fazenda.

De acordo com a secretária municipal de Administração, Mittyz Rodrigues, a continuidade das convocações segue o planejamento responsável do município com o reforço do quadro funcional. “O preenchimento das vagas abertas por concurso público representa o compromisso da gestão com a execução do edital, que objetiva incrementar o quadro de servidores com profissionais qualificados em cargos de carreira. A iniciativa certamente contribui para a qualificar ainda mais os serviços públicos oferecidos à população” , destaca a titular da pasta.

Foto: A. Baeta

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Secretários firmam parceria no esporte educacional

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Os secretários Felipe Camarão e Rogério Cafeteira estiveram reunidos na tarde desta terça-feira (9). Em pauta novas parcerias entre as secretarias de Educação e Esporte em prol do desenvolvimento do esporte educacional.

O secretário Felipe Camarão que foi atleta no período em que foi estudante defendeu a prática do esporte na escola e mostrou entusiasmo com a possibilidade de realização de projetos em conjunto com a Sedel.

“Foi um encontro muito proveitoso com o secretário Rogério Cafeteira no qual discutimos temas pertinentes à Educação e ao Esporte, a prática do esporte educacional que é uma base muito importante para os dois segmentos, pois através do esporte educacional descobrimos novos talentos para o esporte profissional, para o esporte competitivo e ao mesmo tempo melhoramos o desempenho escolar dos nossos estudantes com mais foco,mais concentração, mais disciplina”, disse.

“Eu mesmo sou fruto do esporte educacional e disputei vários JEMs, fui da Seleção Maranhense por muito tempo, enfim sou prova viva disso e pratico esporte até hoje. E no encontro, nós debater também assuntos relativo aos JEMs e a construção de equipamentos esportivos como quadras poliesportivas em escolas da nossa rede, notadamente escolas de tempo integral para garantir a prática do esporte”, explicou Felipe Camarão.

O secretário Rogério Cafeteira destacou algumas parcerias já em andamento entre as duas secretarias e reafirmou a importância de ampliá-las a outras escolas.

“Nós discutimos hoje novas parcerias entre a Sedel e a Seduc. Nós estamos construíndo uma quadra na Escola Barjonas Lobam que já está em andamento. Temos uma ação semelhante no Centro de Educação Especial João Mohana, no Vinhais e a partir de agora vamos identificar novas escolas que poderão ser beneficiadas também. Discutimos também maior interação entre as escolas através do JEMs”, disse.

“Alinhamos projetos do Esporte que envolvem a Educação, junto com o amigo-irmão, competente secretário Felipe Camarão. Amigo, obrigado pela parceria! Juntos, faremos mais! Valeu! “, finalizou.

Foto: Divulgação

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Números que animam e desafiam

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Por Felipe Camarão

Uma das frases do combativo líder norte-americano, Martin Luther King, que mais aprecio é: “Suba o primeiro degrau com fé. Não é necessário que você veja toda a escada. Apenas dê o primeiro passo. ” Parafraseando, posso afirmar que o governador Flávio Dino deu o primeiro passo em 2015, quando assumiu o Governo do Estado, em meio a um triste e vergonhoso cenário que colocava o Maranhão nos últimos lugares no quesito educação.

O Anuário Brasileiro da Educação Básica 2019, divulgado pela ONG Todos pela Educação, na última semana, demonstrou, através de dados e evidências, que a educação do Maranhão avançou muitos degraus na escada da dignidade. Os números nos animam bastante – citarei alguns deles aqui – e também nos desafiam a lutar implacavelmente por essa causa que move nossa alma, que é a educação, como enfatiza o governador Flávio Dino.

No quadro de avanços, destaco a inclusão de crianças e adolescentes, com algum tipo de deficiência, em classes comuns. Do total de 40.162 matrículas desse público, no Maranhão, 37.305 estão em classes comuns e apenas 2.857, em classes especiais e escolas especializadas, de acordo com o Anuário.  Isso significa que demos um passo significativo rumo à inclusão, ou seja, mais de 90% dos estudantes frequentam uma escola regular, parte delas já atendidas pelo Programa Escola Digna, com acessibilidade (rampas, banheiros adaptados), uniformes com inscrição em Braille, formação docente, além dos profissionais para o atendimento educacional especializado, admitidos no concurso realizado no atual governo.

Os números da Educação Integral, no Maranhão, também são relevantes. Até 2014, não havia oferta de ensino integral na rede pública estadual. Ao assumir a gestão, o governador Flávio Dino determinou a implantação do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema) e dos Centros Educa Mais (escolas de ensino integral) que, juntos, somam 49 escolas em pleno funcionamento, com uma matrícula de mais de 15 mil estudantes, que ampliaremos no próximo ano.

Melhoramos a distorção idade-série (proporção de alunos com atraso escolar de 2 anos ou mais). Em 2014, o percentual era de 40,9%; em 2018, houve um decréscimo de 6,8%. O Maranhão foi bem avaliado nesse ponto, tanto para o Ensino Fundamental quanto para o Médio, acima da média nacional e a tendência é  reduzir mais ainda esse percentual.

O documento do ‘Todos pela Educação’, também, ratifica a elevação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), com um salto de 2,8 em 2013 para 3,4 em 2017. No ranking dos estados do Nordeste, o ensino médio público estadual do Maranhão saiu do 5º lugar para o 3º, entre os 9 estados, ficando atrás apenas de Pernambuco e Ceará; melhoramos o rendimento dos estudantes (aprovação, reprovação e abandono), com taxas superiores à média do nordeste, entre outros indicadores que demandariam mais laudas para registrar.

Por outro lado, há muitos desafios e degraus para subir. Um deles é elevar a proficiência dos estudantes em Língua Portuguesa e Matemática, ainda abaixo da média nacional, mas que está sendo enfrentada com o Pacto pela Aprendizagem, com os municípios maranhenses, cujo foco está na Educação Infantil e Ensino Fundamental, onde se fazem necessários reforços na leitura, escrita e Matemática.

No Ensino Médio, priorizamos, como meta a curto prazo, fazer com que o estudante aprenda mais. Para isso, o governador Flávio Dino já determinou a garantia das condições necessárias à aprendizagem e ao bom desempenho no chão das escolas.

A melhoria nos indicadores, apontada pelo anuário, corresponde ao volume de investimentos do Programa Escola Digna, que visa transformar a vida dos maranhenses, com a oferta da educação pública de qualidade, em todos os níveis e modalidades de ensino.

Desde 2015, o governo vem empreendendo ações que passam pela requalificação dos espaços escolares, valorização do magistério, formação continuada de professores, alinhamento da proposta curricular da rede estadual, acompanhamento dos indicadores, implantação do Sistema Estadual de Avaliação do Maranhão (Seama) e outras medidas importantes.

Indubitavelmente, os números divulgados pelo anuário mostram que esse é o caminho para a transformação social; é a maior obra do governador Flávio Dino, que não é feita de asfalto ou concreto e, sim, de gente com mais dignidade, através da educação. Os números nos alegram, mas, também, incentivam-nos a trabalhar por mais avanços e combate às desigualdades sociais!

“Nós não somos o que gostaríamos de ser. Nós não somos o que ainda iremos ser.  Mas, graças a Deus, não somos mais quem nós éramos. ” Martin Luther King.

*Felipe Camarão é secretário de Educação do Maranhão

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Gastão critica gestão dos repasses para Educação

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O deputado federal Gastão Vieira (PROS-MA) registrou a sua insatisfação com a gestão dos repasses de recursos para a Educação pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL). (Clique aqui e veja o vídeo).

EM discurso nesta quarta (26) no Plenário da Câmara dos Deputados, Gastão Vieira defendeu que a Casa discuta o assunto.

Gastão Vieira destacpu que o Plano Nacional de educação não vem sendo cumprido e que as suas metas tanto na esfera Federal como estadual estão longe de serem alcançadas.

“Infelizmente as notícias nesta semana não foram agradáveis. Li um estudo que mostra que o Brasil paga menos e não há uma estrutura de carreiras para os professores. Cito como exemplo, o município maranhense de Buriti. Enquanto São Paulo recebe 6 mil reais por aluno, Buriti tem menos de 3 mil. É preciso discutir esse repasse, isso não nos permite avançar na qualidade de educação. É lamentável festejar o Plano Nacional de Educação sendo que ele não é cumprido, não alcançam as suas metas e nem a sua execução na esfera federal e estadual. Quando vamos tomar esse desafio? Compete a esta Casa, a todos nós, fazer tudo aquilo que for necessário para que a Educação brasileira tome o espaço e tome o seu lugar no processo de desenvolvimento que todos nós sonhamos”, disse Gastão.

Foto: Agência Câmara

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Felipe Camarão comemora números da Educação

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Desde 2015, o Maranhão melhorou todos os indicadores avaliados do Ensino Médio e do Fundamental. Os dados são do Anuário Brasileiro da Educação Básica, divulgado nesta terça-feira (25) pela ONG Todos Pela Educação.

A melhora se deu ao mesmo tempo em que o Programa Escola Digna se espalhou pelo Estado, com a entrega de mais de 850 colégios construídos ou reformados desde então.

O Ensino Médio foi um dos que mais avançaram. Na rede pública, essa fase é de responsabilidade do Estado. As demais estão na esfera municipal. A taxa de matrículas no Ensino Médio era de 59,1% em 2014. Em 2018, subiu para 63,5%. O desempenho é melhor que a média do Nordeste, que ficou em 60,4%.

Considerando os jovens de 19 anos que concluíram o Ensino Médio, a taxa passou de 45,2% para 52% no período. Ainda de acordo com a pesquisa, a escolaridade média da população entre 18 e 29 anos subiu de 9 anos de estudo para 10,5 anos de estudo de 2014 a 2018.

Ideb – Outro índice mencionado pelo estudo do Todos pela Educação – e que já era conhecido – é o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que passou de 2,8 para 3,4 entre 2013 e 2017. Essa nota mede a qualidade das escolas públicas do Ensino Médio.

“Os dados apresentados pelo relatório do Todos pela Educação só reforçam nossa certeza de que a educação é um investimento extremamente importante. A ascensão dos índices maranhenses apresentados no documento coincide com os esforços envidados pelo governador Flávio Dino, que com o Programa Escola Digna tem tentado corrigir muitos déficits que o Maranhão acumulou ao longo de décadas”, diz o secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão.

“Esses resultados só nos engrandecem e motivam para continuarmos nesse caminho da transformação social, que passa pela educação”, acrescenta.

Ensino Fundamental e creches – O Anuário também mostra que o Maranhão aumentou as matrículas no Ensino Fundamental de alunos entre 6 e 14 anos de 96,5% para 97% entre 2014 e 2018. Nas creches, o índice de frequência de crianças até 3 anos subiu de 26% para 29,6% entre 2014 e 2017. Os dados de 2018 não foram incluídos.

Na pré-escola, com crianças de 4 e 5 anos, o índice cresceu de 93,8% para 97,2% entre 2014 e 2017.

Blog do Jorge Aragão

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Gastão Vieira se diz incomodado com dados do Pnad

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Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (19) revela que o País não atingiu meta de alfabetização. Além do mais, aponta para problemas antigos como a evasão e o atraso escolar. (Clique aqui e veja o vídeo).

Em entrevista, o deputado federal Gastão Vieira (PROS-MA), membro da Comissão de Educação, disse que os números incomodam. “40% da população acima de 25 anos não têm sequer o ensino fundamental. Isso é terrível. Não saiu da primeira etapa da educação, só a outra metade está concluindo o ensino médio. Vamos ter melhoras apenas no ensino superior. Isso é terrível”.

Segundo o relatório do IBGE, permanecem os problemas do atraso escolar e da evasão, mais característicos do ensino médio (15 a 17 anos), onde foi registrada, em 2018, taxa de frequência líquida de 69,3%, ou seja, 30,7% dos alunos estavam atrasados ou tinham deixado a escola. Em 2018, cerca de 17,6% dos homens e 28,4% das mulheres não trabalham, nem estudavam ou se qualificavam.

“Nós temos mais de 11 milhões de analfabetos entre os adultos brasileiros. Nós já temos um ensino em que a qualidade do ensino é extremamente duvidosa e cada vez mais os alunos passam menos tempo na escola. Dados que incomodam, principalmente o jovem nem-nem. Que nem estuda e nem trabalha, ou seja, aquele que a qualquer momento poderá ser recolhido pelo tráfico. Esses dados nos deixam extremamente tristes”.

O seminário

A Comissão de Educação da Câmara aprovou o Requerimento 168/19 de autoria de Gastão Vieira (MA) que propõe a realização do seminário “O Futuro do Financiamento da Educação” (PEC 15/15, do Fundeb), a ser realizado no dia 28 de agosto, a partir das 9h, na Câmara dos Deputados.

Foto: Divulgação

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Cadê o Fundeb que tava aqui?

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Por Felipe Camarão

O escritor colombiano Gabriel García Márquez, Nobel de Literatura (1982) e um dos criadores da corrente literária conhecida como realismo mágico, declarou certa vez que: “sempre acreditei que o poder absoluto é a realização mais alta e mais complexa do ser humano e que por isso resume ao mesmo tempo toda a sua grandeza e toda a sua miséria”. Essa é, indubitavelmente, a frase que melhor caracteriza o atual cenário de crise política e financeira no país.

Estamos a menos de um ano do encerramento da vigência do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e, sob as mãos daqueles que têm a investidura dos mais altos cargos eletivos, urge a necessidade de recriar o Fundo.

Permita-me, leitor, explanar sobre o Fundeb. Foi criado em 2006 por uma emenda à Constituição e regulamentado em 2007 por lei e decretos federais. Substituiu o antigo Fundef – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério, que vigorou oito anos e redistribuía, entre Estados e municípios, parte dos recursos constitucionalmente vinculados à educação para financiamento do Ensino Fundamental. Já o Fundeb, mais robusto, com vigência de 14 anos, redistribui uma parcela maior dos recursos vinculados à educação e contempla todas as etapas e modalidades da educação básica, da creche ao ensino médio.

Vale destacar que esse “bravo” Fundo, objetivando a universalização do ensino, precedeu o processo de municipalização do Ensino Fundamental, com transferência desse nível às prefeituras, ficando o Estado responsável, exclusivamente, pela oferta do Ensino Médio.

O Fundeb repassado aos entes federados é o montante arrecadado com os impostos, portanto, há variação no valor dos repasses, de acordo com o comportamento da atividade econômica; o total arrecadado é multiplicado por um coeficiente de distribuição, a cada ano, obtendo-se, assim, o valor que será repassado. O Fundo é constituído pela contribuição dos estados, DF e municípios, correspondente a uma parte dos recursos constitucionalmente vinculados a despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino (MDE), conforme o art. 212 da Constituição Federal.

Resulta da receita de impostos e transferências de estados e municípios, na proporção de 20%. Compõem, também, o fundo as receitas da dívida ativa de juros e multas, incidentes sobre estas fontes. A União complementa com 10% do total de recursos do Fundeb, para os Estados e Municípios que não atingiram o valor mínimo anual por aluno, estabelecido nacionalmente.

Cada fundo estadual distribui seus recursos de acordo com o número de estudantes que estão matriculados em sua rede de Educação Básica. Na soma de estudantes matriculados de cada rede de ensino, é atribuído um peso diferente a cada matrícula, considerando suas especificidades (da pré-escola integral e no Ensino Fundamental II parcial).

Em 2018, o Estado do Maranhão recebeu do Fundeb o montante R$1.382.219.125,15, considerando as 357 mil matrículas (Censo Escolar). Como vem ocorrendo nos últimos anos, 100% desse recurso foi destinado ao pagamento de professores efetivos e o Estado ainda precisou aportar R$ 11.700,000,00 para o fechamento total da folha do magistério. Para se ter ideia, de 2015 até o ano passado, foram aportados cerca de R$ 452.852.000,00 à folha de professores efetivos.

Faz-necessário, portanto, frisar que estamos na “última hora” para a (re) criação do Fundeb e, caso isso não ocorra urgentemente, já a partir do ano que vem, poderá haver consequências reais e nefastas para a educação brasileira.  Salvo alguns poucos estados, a maioria das Unidades Federativas não poderá manter a folha da educação em dia, diante da baixa arrecadação própria de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). E, em se tratando dos municípios maranhenses, os mesmos não terão condições, nem mesmo, de arcar com suas folhas. Será o sepultamento da educação básica brasileira.

Defendo, assim como o governador Flávio Dino, que o Fundeb precisa ser (re) criado, a partir de um modelo que atenda a atual conjuntura econômica dos entes e que seja estabelecido um novo pacto e repartição dentro da cooperação federativa. E, em vez de ser extinto, incrementado, ampliado e aprimorado. São necessários mais recursos para o Fundeb, a fim de garantir, de uma vez por todas, a universalização tão almejada por todos nós, gestores educacionais e, sobretudo, a qualidade da educação pública.

Finalizo com mais uma de Márquez, ao definir bem o processo de (re) criação, tão necessário neste momento. “Mas se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão a luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.”

*Felipe Costa Camarão é professor, secretário de Estado da Educação e membro da Academia Ludovicense de Letras e Sócio do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão

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Gestores escolares debatem educação em Santa Rita

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Gestores escolares das mais diferentes instituições de ensino da Rede Municipal de Santa Rita, juntamente com Equipe Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, se reuniram com poder executivo para debater questões da educação municipal, encontro centralizado em dois importantes Programas Federais: PAA – Programa de Aquisição de Alimentos e PDDE – Programa Dinheiro Direto na Escola.

O PDDE é destinado anualmente, em caráter suplementar, as escolas públicas, onde busca contribuir com a infraestrutura física e pedagógica das escolas. Já o PAA é um programa de compras de alimentos do governo federal que incentiva a agricultura familiar.

A ideia é que esses alimentos sejam usados não só na merenda escolar, como também em outros órgãos municipais. O intuito é distribuir renda, além de combater a desnutrição, foi o que definiu o prefeito do município, Dr Hilton Gonçalo.

Para o Secretário Municipal de Educação, Paullo Márcio, o momento serviu para troca de idéias entre gestões., o que deve melhorar a qualidade do ensino no município.

Foto: Divulgação

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Gastão Vieira diz que Fies e Enem estão parados

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O deputado federal Gastão Vieira (PROS-MA) concedeu entrevista em que comenta a participação do ministro da Educação nesta quarta-feira (22) na Câmara dos Deputados. 

A Comissão de Educação da Câmara recebeu nesta quarta-feira (22) o ministro da Educação Abraham Weintraub. Gastão Vieira comentou sobre o futuro de programas como o Fies e Enem cuja gestão está sob responsabilidade do órgão.

“O Fies e o Enem estão parados. Há uma enorme interrogação: como enfrentaremos o grande desafio dos problemas enfrentados pelo ministério da Educação. É preciso eficácia e eficiência para avaliar o que vale a pena receber verba, mas não vamos pensar que apenas as verbas vão melhorar o ensino brasileiro, é preciso organização”, afirma Gastão Vieira.

O parlamentar comentou que o ministro veio preparado para a reunião com apresentação e diagnóstico, mas que “infelizmente não demonstrou como vai solucionar os problemas”.

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