Sem rumo

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São cinco advogados e 12 pedidos de impeachment do prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior (PDT). Um destes pedidos já foi negado pela maioria da Câmara Municipal da capital. Mais um foi protocolado ontem. Motivo? O mesmo!

Tudo relacionado ao contrato da limpeza assinado em 2011 pelo então prefeito João Castelo. O primeiro teve o mesmo motivo. Mas tratava, especificamente, do projeto de lei Nº 55/2019, cujo teor pediu reconhecimento de dívida e parcelamento do débito da Prefeitura de São Luís com a empresa Slea, contratada, em 2011, para fazer o serviço de limpeza da capital.

O novo pedido fala de suspeitas de fraudes no processo de licitação para contratar a Slea. Ora, se a maioria dos vereadores decidiu que a renegociação de dívida, ação feita diretamente pela atual gestão, não mostrava qualquer traço de irregularidade e, por isso, o impeachment não foi aceito, como acreditar que um pedido baseado na licitação feita antes da atual gestão poderá ser aceita e gerar o afastamento do prefeito?

Está clara a articulação política para tentar enfraquecer o gestor. Resta saber se os vereadores de São Luís manterão a coerência e não aceitarão os tais pedidos de impeachment contra o pedetista.

Mas se a questão não for de coerência e sim da necessidade constante de articulação, os vereadores terão “capital político” para buscar mais espaços.

O fato é que não há um movimento popular que possa sustentar a tese dos “acusadores” do prefeito e nem de encorajar os vereadores de São Luís a fazer um julgamento meramente político desfavorável a Edivaldo Júnior.

Estado Maior

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Câmara rejeita pedido de impeachment de Edivaldo

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A Câmara de São Luís rejeitou nesta segunda-feira (20) por ampla maioria, a abertura de um processo de impeachment do prefeito, Edivaldo Júnior Holanda (PDT).

Ao todo, 25 vereadores votaram contra o pedido de impeachment. Outros três vereadores votaram pelo recebimento da denúncia: Marcial Lima (PRTB), Cézar Bombeiro (PSD) e Estevão Aragão (PSDB). Os vereadores Chico Carvalho (PSL) e Honorato Fernandes (PT) se abstiveram de votar.

Edivaldo foi alvo de denúncia protocolada na Câmara de São Luís na semana passada pelo advogado Pedro Michel da Silva Serejo.

Segundo a denúncia, Edivaldo teria cometido improbidade administrativa ao manter um contrato em sua gestão com a empresa São Luís Engenharia Ambiental desde 2015. O contrato seria ilegal, apesar de haver uma dívida de R$ 105 milhões do município com a empresa prestadora de serviço na área da limpeza pública.

Foto: Divulgação

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Eliziane muda para tentar reação

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Deputado João Castelo com Eliziane Gama e o vereador José Joaquim

Deputado João Castelo com a candidata a prefeita Eliziane Gama e o vice José Joaquim Ramos

A queda drástica apresentada nas últimas pesquisas de opinião sobre a corrida para a Prefeitura de São Luís levaram a candidata Eliziane Gama (PPS) a mudar o rumo do programa eleitoral no rádio e na televisão.

Na terceira colocação, atrás de Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e Wellington do Curso (PP), Eliziane começou a mostrar o apoio de lideranças nacionais (Marina Silva e Heloísa Helena já participaram até de caminhada), na tentativa de reagir e chegar ao segundo turno. Esta semana, ela deverá explorar bastante a sua postura em relação à cassação de Eduardo Cunha.

Mas a iniciativa poderá ser mais um tiro no pé, uma vez que o descrédito da classe política neste momento é enome.

Até o governador Flávio Dino que “decidiu” ficar neutro no processo em São Luís, embora o vice do PCdoB esteja na chapa de Edivaldo Holanda Júnior já foi mostrado por Eliziane. Diga-se de passagem, Flávio Dino nunca apareceu com Edivaldo e sumiu da campanha em São Luís.

A candidata do PPS que é jornalista esperava dar um “banho” com o início da propaganda eleitoral nos adversários, mas com a mudança na legislação eleitoral e o tempo menor, a candidata não conseguiu decolar no rádio e na TV.

Mas Eliziane espera reagir à queda que pode ter como explicação a postura incisiva contra Dilma Rousseff no impeachment. A população de São Luís parece não ter assimilado a postura da deputada Eliziane Gama na votação, até porque a capital maranhense sempre deu votações expressivas tanto a Dilma como Lula.

Além disso, Eliziane Gama fez aliança com o PSDB de João Castelo que foi derrotado na eleição passada por Edivaldo Holanda Júnior. Se a aliança foi boa por um lado, por outro, Eliziane trata de esconder Castelo na campanha. Tido como maior trunfos dos Tucanos, Eliziane tem dificuldade para explicar a participação de Castelo e até agora não teve a coragem de mostrar o ex-prefeito em seus programas para pedir votos, afinal na Assembleia Legislativa, a deputada sempre o chamava de “Casostelo” e agora tem o deputado federal como aliado.

Além de tentar conter a queda nas pesquisas, Eliziane tenta buscar explicação para a rejeição crescente. Nas últimas pesquisas, os índices de rejeição da candidata oscila entre 21,3% e 26,6%, índice consideraldo altíssimo para alguém que nunca exerceu um cargo público.

Agora ela terá 20 dias para reverter tudo isso….

Foto: Divulgação

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Últimas palavras da presidente Dilma

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DilmaRousseffsai

Presidenta afastada Dilma Rousseff fez um pronunciamento à imprensa no Palácio do Planalto

Cercada por dezenas de ex-ministros, parlamentares e servidores do Palácio do Planalto, a presidenta afastada Dilma Rousseff fez um pronunciamento à imprensa em que classificou o processo contra ela de “impeachment fraudulento”. Ela também falou a apoiadores e disse que a democracia está sendo objeto de golpe.

Dilma Rousseff admitiu que pode ter cometido erros, mas enfatizou que não cometeu crimes e que está sofrendo injustiça, a “maior das brutalidades que pode ser cometida”.

“Não cometi crime de responsabilidade. Não tenho contas no exterior, jamais compactuei com a corrupção. Esse processo é frágil, juridicamente inconsistente, injusto, desencadeado contra pessoa honesta e inocente. A maior das brutalidades que pode ser cometida por qualquer ser humano: puni-lo por um crime que não cometeu”, disse.

Em falas interrompidas por aplausos e gritos de apoio, a presidenta lembrou que foi eleita por 54 milhões de brasileiros e disse que o que está em jogo não é somente o seu mandato.

“O que está em jogo não é apenas o meu mandato. É o respeito às urnas. À vontade soberana ao povo brasileiro e à Constituição. São as conquistas dos últimos 13 anos. O que está em jogo é a proteção às crianças, jovens chegando às universidades e escolas técnicas. O que está em jogo é o futuro do país, esperança de avançar cada vez mais. Quero mais uma vez esclarecer fatos e denunciar riscos para país de um impeachment fraudulento. Um verdadeiro golpe”, declarou.

Com relação ao resultado no Senado, ela chamou o impeachment de fraudulento. “Diante da decisão do Senado quero mais uma vez esclarecer os fatos e denunciar os riscos para o paí de um impeachment fraudulento, um verdadeiro golpe, desde que fui eleita parte da oposição inconformada pediu recontagem de votos, tentou anular as eleições depois e passou a conspirar abertamente pelo impeachment, mergulharam o país num ato de instabilidade e impediram a recuperação da economia com tomar na força o que não conquistaram nas urnas”.

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Senado afasta presidente Dilma Rousseff

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Senado

Por 55 votos a favor e 22 contra, o Senado aprovou o prosseguimento do impeachment

Durou mais de 20 horas a sessão do Senado Federal que aprovou a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), que vai ficar afastada do mandato por até 180 dias.

Por volta de 6h30 da manhã, o senador Renan Calheiros abriu a votação. Foram 55 votos a favor e 22 contra.

Com a decisão dos senadores, o vice-presidente Michel Temer assume a Presidência da República após a presidente Dilma Rousseff ser notificada sobre seu afastamento. A posse de Michel Temer está prevista para às 16h.

Dos três senadores maranhenses, apenas dois discursaram: o ex-ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB) e Roberto Rocha (PSB). O senador João Alberto (PMDB) não se manifestou.

No placar da votação no Maranhão, Edison Lobão (PMDB-MA) e Roberto Rocha (PSB) votaram Sim. O senador João Alberto (PMDB) votou não.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Flávio Dino comenta nova decisão de Maranhão

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FlavioDino

O governador Flávio Dino (PCdoB) voltou a se manifestar nas redes sociais sobre a decisão do presidente interino da Câmara dos Deputados Waldir Maranhão (PP) de revogar a sua decisão de ontem (9) que suspendeu a sessão de votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Dino disse que discorda, mas respeita a nova decisão de Waldir Maranhão tomada durante a madrugada.

“Em face da decisão do Senado, o deputado Waldir Maranhão revogou sua decisão sobre o recurso da Advocacia Geral da União. Discordo, mas respeito. O deputado Waldir Maranhão teve a coragem que poucos tiveram: votou não ao golpe e tentou conter a marcha da insensatez. Tem o meu respeito”, destacou.

O governador voltou a criticar o impeachment e disse que a luta pela Democracia continua.

 “Segue a luta em defesa do mais longo ciclo democrático da vida institucional brasileira. Estamos diante de um absurdo político e jurídico”, disse.

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Papelão de Waldir Maranhão

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WaldirMaranhaoO presidente em exercício da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), decidiu na madrugada desta terça-feira (10) revogar a decisão que proferiu pela manhã  para tentar anular a sessão da Câmara que aprovou a abaertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

A Secretaria Geral da Mesa da Câmara recebeu a decisão da revogação por volta de 00h20. Maranhão assinou dois ofícios  – um com a revogação da decisão e outro destinado ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), informando sobre a nova deliberação, que deverá ser publicada nesta terça (10).

O processo de impeachment tramita desde a semana passada no Senado e será votado no plenário nesta quarta-feira (11).

“Revogo a decisão por mim proferida em 9 de maio de 2016 por meio da qual foram anuladas as sessões do plenário da Câmara dos Deputados ocorridas dias 15, 16 e 17 de abril de 2016, nas quais se deliberou sobre a Denúncia por Crime de Responsabilidade n.1/2015”, diz o texto do ofício assinado por Waldir Maranhão.

A decisão de Maranhão de tentar anular a sessão da Câmara que aprovou a abertura do processo de impeachment surpreendeu o meio político pela manhã e provocou grande movimentação durante todo o dia. O partido PHS chegou a protocolar no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que a Corte derrubasse a medida tomada por Maranhão.

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Flávio Dino apoia decisão de Waldir Maranhão

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FlavioDino

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) confirmou nas redes sociais ter conversado com o presidente da Câmara dos Deuptados, Waldir Maranhão (PP) sobre a decisão tomada por ele de anular a sessão de votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

“Natural que o deputado Waldir Maranhão, sendo do meu Estado, peça minha opinião sobre temas relevantes. Como eu peço a ele também. Juridicamente, a decisão do deputado Waldir Maranhão é centenas de vezes mais consistente do que o pedido do tal “impeachment”. Realmente fico perplexo como alguém pode inventar essa tese de “pedaladas” e meia dúzia de decretos orçamentários como causa de impeachment”, disse.

O governador justificou a decisão de Waldir Maranhão.

“Decisão de Waldir Maranhão decorreu de recurso proposto pela AGU há muitas semanas. O Senado perguntou qual a decisão. Waldir respondeu. Em impeachment, é incabível “orientação de bancadas” e partidos “fecharem questão”. Isso viola liberdade dos “julgadores” (parlamentares)”, acrescentou.

Flávio Dino criticou aqueles que se manifestaram contrários à decisão e disse apoiar a decisão de Waldir Maranhão.

“Defensores do “impeachment” não querem aceitar que o presidente da Câmara dos Deputados tome decisões. Só vale quando é para um dos lados? Raiva contra decisão do deputado Waldir Maranhão mostra o que venho apontando: golpistas não aceitam regras do Estado de Direito. Tenho orgulho de defender a Constituição, o Estado de Direito e a Democracia. E por isso apoio a decisão do presidente Waldir Maranhão”, afirmou.

Por fim, o governador Flávio Dino voltou a criticar o impeachment de Dilma Rousseff.

“Questão substantiva e mais importante no debate: há justa causa e respeito ao devido processo legal no tal “impeachment”? Claro que não. Para que serviu esse tal “impeachment” até aqui? Para paralisar o país, fragilizar a imagem do Brasil no mundo e dividir a Nação”.

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Waldir Maranhão decide anular votação

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WaldirMaranhao

O presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), decidiu nesta segunda-feira (9) anular a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, ocorrida no dia 17 de abril. Ele acolheu pedido feito pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo.

O deputado do PP, que substituiu Eduardo Cunha na presidência da Câmara na semana passada depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu afastar o peemedebista do comando da casa legislativa, marcou uma nova votação do pedido impeachment para daqui a 5 sessões do plenário da Câmara.

Em nota divulgada à imprensa, Maranhão diz que a petição da AGU ainda não havia sido analisada pela Casa e que, ao tomar conhecimento dela, resolveu acolher. Na decisão, ele argumenta “ocorreram vícios que tornaram nula de pleno direito a sessão em questão”.

Para Maranhão, os partidos políticos não poderiam ter fechado questão a favor ou contra o impeachment. Quando há o chamado fechamento de questão, os deputados devem seguir a orientação partidária sob pena de punição, como expulsão da legenda.

“Não poderiam os partidos políticos terem fechado questão ou firmado orientação para que os parlamentares votassem de um modo ou de outro, uma vez que, no caso deveriam votar de acordo com as suas convicções pessoais e livremente”, destacou o presidente em exercício da Câmara na decisão.

Maranhão argumenta ainda que os deputados não poderiam ter anunciado suas posições antes da sessão da Câmara que decidiu dar continuidade ao processo de afastamento da presidente Dilma. Ele também afirma que a defesa de Dilma deveria ter tido o direito de falar durante a votação do impeachment.

“Não poderiam os senhores parlamentares antes da conclusão da votação terem anunciado publicamente seus votos, na medida em que isso caracteriza prejulgamento e clara ofensa ao amplo direito de defesa que está consagrado na Constituição. Do mesmo modo, não poderia a defesa da senhora Presidente da República ter deixado de falar por último no momento da votação, como acabou ocorrendo”, afirma.

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Fim da reeleição

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FlavioDino1

Governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB)

O quase consolidado impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT) e a consequente posse do vice-presidente Michel Temer (PMDB) no comando do país encerram em seu contexto uma questão que pode mudar totalmente o cenário das eleições de 2018. Temer tem acordado com os partidos que o apoiam – PSDB, principalmente – que vai trabalhar para acabar com o princípio da reeleição a partir das próximas eleições.

Ocorre que, para acabar com a reeleição de presidente da República, a reeleição de governador e de prefeito também têm que entrar no pacote. E é exatamente aí a questão que mexe com o cenário eleitoral de daqui a dois anos.

Atualmente, presidentes, governadores e prefeitos podem ser reeleitos. Mesmo que o princípio seja derrubado, os atuais chefes dos Executivos municipais podem disputar a reeleição de outubro, já que não haverá mais tempo para impedi-los neste pleito.

Mas os atuais governadores terão que se submeter à nova regra em 2018, o que levará o governador Flávio Dino (PCdoB) a buscar um sucessor entre os seus aliados, num período de dois anos. E ele próprio terá que deixar o mandato, em abril de 2018, para poder disputar outro posto – o Senado, por exemplo.

A cogitação do fim da reeleição abre, portanto, um leque enorme de possibilidades para as próximas eleições de governador do Maranhão, com influência direta, inclusive, nas eleições municipais de São Luís, em outubro.

Mas, óbvio, é preciso deixar claro, tudo isso ainda no campo das especulações, mas com fortes possibilidades de tornar realidade.

Coluna Estado Maior/ O Estado

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Anastasia defende impeachment de Dilma

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Anastasia

Parecer de Anastasia defende a continuidade do processo de impeachment no Senado

Após mais de uma hora do início da sessão da Comissão Especial do Impeachment do Senado desta quarta-feira (4), finalmente o relator do processo, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), começou a apresentar seu parecer de 126 páginas favorável à admissibilidade do processo contra a presidenta Dilma Rousseff.

Sem surpresas e rejeitando as argumentações da defesa e de senadores aliados de Dilma no colegiado, Ansatasia defendeu a continuidade do processo no Senado, mas decidiu não ampliar o espectro da investigação contra a petista, com informações da Operação Lava Jato. Na conclusão do parecer ele concentrou o voto nos temas já analisados pela Câmara dos Deputados.

Com o prazo de 24 horas de vista coletiva, que será concedida depois da leitura, a expectativa é que o parecer seja votado pelo colegiado nesta sexta-feira (6). Antes disso, amanhã (5) o advogado-geral da União, José Eduardo Cardoso, responsável pela defesa da presidenta, terá uma hora para contrapor as observações de Anastasia. Em seguida, os senadores passam a debater o parecer.

Para ser aprovado pelo colegiado, o documento precisa do apoio da maioria simples dos senadores, ou seja, metade mais um dos que estiverem presentes à sessão. Apesar disso, seja qual for o resultado, o texto segue para análise do plenário do Senado. Se admitido, também em votação por maioria simples, Dilma será imediatamente afastada do cargo por até 180 dias. Nesse período, o vice-presidente Michel Temer assumirá a Presidência da República.

Enquanto isso, no Senado a comissão especial retomará o processo para iniciar a fase de instrução e emitir novo parecer. Não há prazo para que o Senado faça o julgamento final sobre o impedimento da presidenta.

Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

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‘Judiciário não é eleito’, diz Flávio Dino

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FlavioDino

Flávio Dino volta a falar sobre impeachment

O governador Flávio Dino (PCdoB) voltou a se manifestar nas redes sociais contra o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Ele tem sido o maior defensor do governo petista, mesmo após a aprovação pela Câmara dos Deputados do afastamento de Dilma Rousseff.

“O neoconstitucionalismo, tão em moda no Brasil, não é compatível com o controle judicial restrito aos ritos do processo de impeachment. Se uma maioria ocasional aprovar uma emenda constitucional violando cláusulas petreas? Controle judicial será restrito aos ritos? Entre o controle judicial restrito aos ritos e a incursão no mérito do ato político, há uma imensa área em que controle judicial é legítimo”, disse.

Flávio Dino voltou a defender que a Justiça tenha postura de imparcial.

“Judiciário não é eleito e tem prerrogativas próprias exatamente para poder ser imparcial e contramajoritário, quando necessário. Se maiorias políticas ocasionais puderem fazer tudo que desejam, por mais absurdo que seja, não precisamos de Constituição nem de Tribunais”, disse.

“Alguns me cobram que eu, por ser político, me esqueça de alguns conceitos de Direito que aprendi na vida. Não consigo. E não quero”, finalizou.

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Até aliados criticam postura de Flávio Dino

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FlavioDino1

Jornal Pequeno critica governador Flávio Dino

Até mesmo aliados do governador Flávio Dino (PCdoB) já cansaram da defesa permanente que o chefe do executivo no Maranhão tem feito da presidenta Dilma Rousseff (PT) que luta para se livrar do impeachment.

O Jornal Pequeno, na Coluna do Dr. Pêta, na edição deste domingo classifica a postura “guerrilheira” do governador de “insana, suicída e egoísta”.

“Que ele tenha suas ideologias e convicções, até dá para entender!!! Mas o Estado não tem ideologia; o Estado é pragmático, e, como tal, precisa do Governo Federal; seja esse governo de Dilma, de Lula, de Cunha, de Temer, de quem for…!!!”, diz a coluna.

Para o JP, o governador Flávio Dino está pensando mais nele do que no Maranhão.

Veja na íntegra:

…O Flávio Dino tem um plano em mente…, só pode ter!!! E se tem tá pensando mais nele do que no Maranhão!!! Não vamos falar em “se”, em “pode ser”; tratemos do que está aí, na nossa cara…, palpável, real…! E o que temos aí é a presidente Dilma fora do governo e o vice Michel Temer como novo presidente do Brasil!!! Ou não é???!!! E o governador de todos nós ´birrando` e ´batendo de frente` como o governo que está prestes a se instalar no país!!! Que ele tenha suas ideologias e convicções, até dá para entender!!! Mas o Estado não tem ideologia; o Estado é pragmático, e, como tal, precisa do Governo Federal; seja esse governo de Dilma, de Lula, de Cunha, de Temer, de quem for…!!! O Governo Dilma Rousseff acabou, e quem vem aí e o Governo Temer!!! Se ele vai se sustentar é outra história!!! O governador Flávio Dino precisa, no mínimo, ficar quieto; e, no mínimo também, procurar uma interlocução com um futuro governo que se mostra aberto ao diálogo, procurando conversar com todas as correntes políticas, que está pensando num pacto de governabilidade!!! Insistir nessa postura guerrilheira é insanidade, é suicídio político e administrativo!!! Ainda mais com o ´imorrível` José Sarney ´rodeando`!!! A não ser que ele tenha um plano!!! E olha que tem que ser um plano bem amplo, que extrapole as fronteiras maranhenses!!! E, se tiver esse plano, o nome já é outtro: egoísmo!!!

 

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Roberto Rocha deve votar pró-impeachment

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RobertoRochasenadorO senador Roberto Rocha (PSB-MA) que ainda não se posicionou publicamente a respeito do seu voto no processo de impeachment da presidente Dilma Roussef (PT), mas tudo leva a crer que o seu voto será a favor do afastamento da petista.

“O Maranhão, pela quantidade de votos que despejou nos governos do PT, é credor de uma dívida que não pode ser paga em poucos anos. Somos o único estado  da federação que não teve uma única obra estruturante em mais de uma década. Fomos vítima do conto do vigário da Refinaria”, disse nas redes sociais.

Embora possa ter deixado claro o seu voto nas entrelinhas, o senador maranhense diz que não pode pré-julgar,  mas adianta que julgamento no Senado será político.

“Por respeito aos princípios básicos do Direito e da Constituição que jurei defender, não me posicionei publicamente sobre o meu voto. Não posso pré-julgar, sob o risco de ferir um principio básico do direito, embora o julgamento, no Senado, seja também de caráter político”, disse.

O Partido Socialista Brasileiro, na votação do impeachment na Câmara dos Deputados determinou posição a favor do afastamento (29 a favor e 3 contra), posição mantida em relação ao Senado.

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Vergonha durante votação do impeachment

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joaquimhaickel

Joaquim Haickel é ex-deputado estadual

Por Joaquim Haickel

Não me lembro de alguma ocasião em que eu tenha sentido mais vergonha do que no último domingo, 17 de abril de 2016, quando no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, os representantes do povo brasileiro votaram o parecer aprovado na comissão especial destinada a apreciar a autorização para que se instaurasse no Senado, processo de perda de mandato da presidente Dilma.

Ocorre que aquela vergonha nada tinha de minha. Ela não era resultante de ato praticado por mim. Ela era consequência do pavoroso espetáculo que foi assistir quase a totalidade dos parlamentares que lá estavam exercendo seu direito e sua obrigação ao voto, proveniente do mandato outorgado pelo povo brasileiro, justificarem seus posicionamentos das maneiras mais esdrúxulas e bizarras que qualquer ser humano com um mínimo de bom senso poderia imaginar.

Não quero julgar aqui o mérito do voto de cada um dos deputados. Se eles votaram sim ou votaram não, é uma mera questão de posicionamento de cada um, do ponto de vista jurídico-político, sobre a admissibilidade da abertura do processo. Gostaria de analisar nesse caso, não o principal, mas o acessório que acabou por desqualificar o principal de maneira tão contundente, que os comentários sobre os efeitos da votação foram quase que totalmente encobertos pela forma tresloucada como os votos foram declarados.

Foram poucos… Foram pouquíssimos os deputados que se restringiram a dizer simplesmente que votavam assim ou assado! Tanto os que se manifestavam favoráveis a que o Senado instaurasse o processo que poderia culminar com a perda de mandato da presidente, quanto os que rejeitavam essa ideia, portaram-se de maneira abjeta, asquerosa, imbecil, inaceitável para pessoas que representam todo o povo de uma nação!

Os absurdos não foram privilégio de quem se opunha à permanência de Dilma. Seus defensores foram tão ridículos em sua defesa quanto aqueles que a atacavam.

Nem vou aqui comentar os insultos que alguns parlamentares proferiram contra o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, acusado de inúmeras irregularidades e de crimes graves, até porque sou dos que acredita que ele já deveria ter sido afastado do cargo… Mas no meio daquilo tudo ali, lembrei-me do dia 5 de outubro de 1988, quando eu e meus colegas constituintes, comandados por Ulisses Guimarães, naquele mesmo templo sagrado da liberdade e dos direitos e garantias do povo brasileiro, cantamos o hino nacional… E aqueles sujeitos ali, maculando de forma absurda a confiança que a eles havia sido confiada pelo povo brasileiro.

Havia certo temor de um possível “efeito manada” quanto àquela votação. O tal efeito manada aconteceu, não no que dissesse respeito ao conteúdo do voto, mas quanto ao seu invólucro, as justificativas que cada parlamentar tinha o direito de fazer quando fosse proferir o seu posicionamento. Alguém começou a falar bobagem e os seguintes o acompanharam tal qual gado rumo ao abate.

Naquela votação foram vistas coisas inacreditáveis. Além do ridículo de citações a familiares, a profissões, a motivos que nada tinham com aquele ato, usou-se muitas vezes o nome de Deus de maneira completamente inapropriada.

Foi um espetáculo digno de um circo de horrores!

Por falar em circo, há um parlamentar que tem como profissão a atividade circense. Um homem de conhecimento formal limitado, de poucas luzes e quase nenhuma letra. Mas esse palhaço por profissão portou-se mais corretamente do que políticos experientes e tarimbados. Em horas como essa, apenas uma fala simples e bem colocada pode ganhar a cena. Era só dizer “voto sim” ou dizer “voto não”!

Aconteceu ainda um caso realmente lastimável. O deputado Jair Bolsonaro, não satisfeito por ser simplesmente um político de extrema direita, resolveu se perpetuar como um burro radical de extrema direita ao elogiar em sua declaração de voto um torturador do tempo do regime militar.

Se aquilo foi marketing, surtiu efeito! Mas o efeito contrário foi infinitamente maior, devastador, comprometendo inclusive, em parte, o resultado da votação.

Apenas para que não passe em branco: a cusparada que o deputado Jean Willys deu em Bolsonaro é outra coisa completamente injustificável, a menos que eles estivessem em um bordel disputando um acompanhante, e ainda assim, acredito que as pessoas que frequentam um bordel teriam melhores modos!…

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André Fufuca defende união no país

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AndreFufuca

André Fufuca comenta sobre impeachment

O deputado federal André Fufuca (PEN) disse em entrevista ao Panorama, com Jorge Aragão, na Rádio Mirante AM que o momento no país é de união após a aprovação do impeachment pela Câmara dos Deputados. Ele falou também sobre o processo no Senado, da relação do Maranhão com o Governo Federal e sobre a sua ascenção na política nacional.

André Fufuca foi um dos dez deputados maranhenses que votaram a favor do impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT).

“A questão do impeachmente criou tentáculos nas ruas. Você é cobrado em qualquer lugar que você vá na rua. O clima é de instabilidade e ruim para a nação. O que a gente torce é para que os partidos que fizeram parte deste processo possam se unir o quanto antes. O momento para o país é de união, até porque o está em jogo é o país e não um partido político”, disse.

O parlamentar disse acreditar que o Senado confirme a decisão tomada pela Câmara dos Deputados.

“Eu acho que o Senado vai desempenhar o seu papel e um papel cujo a população já está cobrando da mesma forma que cobrou a Câmara dos Deputados”, explicou.

André Fufuca que é coordenador da bancada maranhense na Câmara dos Deputados defendeu mudança de postura junto ao Governo Federal.

“O Estado do Maranhão sempre corresponde em sua ampla maioria e o Governo Federal não retribui. Ou nós mudamos de postura em relação às cobranças junto ao Governo Federal ou o Maranhão não vai ser respeitado. Temos a questão da Refinaria Premium que é um grande buraco em Bacabeira e a obra da BR-135 que nunca termina”, lembrou.

André Fufuca também comentou sobre a sua carreira meteórica na política. Ele há quatro anos era apenas o deputado estadual mais jovem do país e agora desponta como coordenador da bancada maranhense no Congresso e presidente estadual do PP.

“Tudo na minha vida eu só agradeço a Deus. Tudo que acontece comigo é benção divina. Eu fui escolhido por unaminidade coordenador e sou grato aos meus colegas por terem me escolhido e terem me dado essa oportunidade, por isso tenho um débito de gratidão com eles. Quanto ao comando do PP eu não fiz movimentação nenhuma. Eu fui escolhido para essa missão que foi dada pela direção nacional e esperamos fazer do PP o maior partido do país”, afirmou.

Foto: Clarissa Carramilo

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Flávio Dino homenageia deputados

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HomenagemFlavioDino

Waldir Maranhão, Weverton Rocha, Júnior Marreca, Zé Carlos e Rubens Jr com Flávio Dino

O governador Flávio Dino (PCdoB) voltou a fazer a defesa da presidenteDilma Rousseff, às vésperas da apreciação do processo de impeachment no Senado Federal.

Se­gundo ele, a “cultura machista” é um dos fatores apontados para justificar a tentativa da oposição de uma “eleição indireta” no país.

A declaração foi dada ontem, em ato organizado por partidos políticos e movimentos sociais na sede da Assembleia Legislativa.

O evento, que homenageou deputados federais contrários ao impeachment, foi criticado pela oposição, segundo a qual Dino não po­deria usar estruturas públicas para projetos político-partidários.

O governo rebateu dizendo que o evento “foi organizado pelo PCdoB e movimentos contra o golpe”, com a presença do cidadão Flávio Dino “enquanto militante do PCdoB”.

Dos oito deputados que votaram contra o processo, apenas cinco – Júnior Marreca (PEN); Rubens Pereira Jr. (PC do B); Waldir Maranhão (PP); Weverton Rocha (PDT) e Zé Carlos (PT) – paticiparam.

A organização não explicou a ausência de Aluisio Mendes (PTN), João Marcelo Sousa (PMDB) e Pedro Fernandes (PTB). Os presentes receberam placas, simbolizando a homenagem.

(mais…)

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Edilázio reage a Flávio Dino na AL

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EdilazioJunior

Edilázio propõe homenagem a deputados na AL

Sem mais ter o que inventar, o governador Flávio Dino resolveu adotar para si a prática da cortesia com chapéu alheio. Ele anunciou no último domingo, uma “homenagem” aos deputados que votaram contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff na Assembleia Legislativa.

Nada contra os deputados federais que se opuseram ao impeachment, me dou bem com todos. Mas rechaço veementemente esse evento político partidário na Assembleia.

Se o governador quer chamar mais atenção da presidente Dilma e busca holofotes da mídia nacional, que realize essa “homenagem” em sua Casa. Que use as dependências do Palácio dos Leões. Ou retome o trabalho para o qual foi eleito.

Mas, como isso não irá acontecer, coloco a Assembleia Legislativa desde já, à disposição também dos deputados federais que votaram pró-impeachment. Vou entrar em contato com o coordenador da bancada maranhense, e colocar o espaço à disposição.

No mais, espero que Flávio Dino volte a governar. Até porque, o Maranhão precisa caminhar.”, Edilázio Júnior, deputado estadual pelo PV.

Foto: Agência Assembleia

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Senadores do MA discutem voto unificado

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SenadoresMA

Senadores João Alberto de Sousa (PMDB), Edison Lobão (PMDB) e Roberto Rocha (PSB) 

Com a decisão por maioria da Câmara Federal em dá prosseguimento ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), as atenções se voltaram para os senadores da República. A bancada do Maranhão na Casa formada, por João Alberto de Sousa (PMDB), Roberto Rocha (PSB) e Edison Lobão (PMDB), já articula e deve votar unidos favor do impedimento da chefe do Executivo Federal.

No fim de semana, enquanto ocorriam as discussões e a votação do processo de impeachment da presidente Dilma, os senadores do Maranhão – diante do quadro que se configurava – se reuniram para debater a posição que a bancada deverá tomar a partir do momento que o processo começar a tramitar no Senado.

De acordo com o senador João Alberto, ele já conversou com o senador Roberto Rocha e o caminho a seguir será uma votação da bancada que una os três maranhenses na Casa.

“Ainda vamos aguardar o processo ser admitido no Senado. Mas mesmo assim, em uma discussão inicial, já estamos articulando uma votação juntos. O mesmo voto”, afirmou João Alberto.

Sobre qual será a posição, o peemedebista não confirmou se será a favor ou contra o impeachment. Segundo ele, é necessário esperar o processo tramitar no Senado para depois ele e os demais senadores maranhenses analisarem a situação e as denúncias para depois tomarem uma decisão.

Lembrando que o senador do PMDB, até semana passada, se posicionava contra o impeachment da presidente da República e também contra qualquer possibilidade de nova eleição presidente.

O senador Roberto Rocha, que já havia se posicionado a favor de uma nova eleição presidencial alegando que o impedimento não seria a melhor opção para tirar o Brasil da crise política e econômica, deverá seguir a ideia de união da bancada na votação.

O Estado

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Andrea Murad repudia Flávio Dino

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AndreaMurad

Andrea Murad questiona governador Flávio Dino

A deputada Andrea Murad repercutiu o texto publicado pelo governador Flávio Dino nas redes sociais, anunciando que fará homenagem aos deputados que votaram contra o impeachment da presidente Dilma. A parlamentar considerou uma imoralidade às custas do Estado.

“Com o dinheiro de quem ele vai fazer homenagem aqui no Maranhão, é com o dele? Ou é com o do povo? Não, daqui da Assembleia, Isso é um verdadeiro absurdo. Deve está achando que não tem o que fazer e com o que gastar.”

A parlamentar questionou ainda a liderança do governo sobre os gastos com viagens para Brasília, onde o governador Flávio Dino e sua equipe dedicaram esforços por votos contra impeachment, considerados um verdadeiro fracasso.

“Eu e o povo maranhense queremos saber se Flávio Dino fez essas viagens a Brasília em avião de carreira ou no  jatinho alugado tbm pelo governo. Se for em avião de carreira, se foi pago pelo governo, se pagou hotel para ele e equipe do bolso ou se foram recursos nossos, do estado do Maranhão para bancar. Se ele usou jatinho e hotel com dinheiro do Estado, ele vai ter que devolver o dinheiro. Se Márcio Jerry também fez a mesma coisa, se foi dinheiro dele ou se foi dinheiro do governo e dos demais da equipe, irão ter que devolver. Essas respostas nós vamos querer. Fez tudo isso e sua passagem por Brasília ainda foi um fiasco assim como é a administração do seu governo aqui”, discursou.

Foto: Nestor Bezerra

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Flávio Dino mostra solidariedade a Dilma

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FlavioDInoDIlma

O governador Flávio Dino (PCdoB) disse nas redes sociais que conversou nesta segunda-feira (17) com a presidente Dilma Rousseff (PT), um dia após a aprovação do impeachment na Câmara dos Deputados por 367 votos a favor, 137 contra, 7 abstenções e 2 ausências.

Dino foi sem dúvida alguma um dos maiores defensores da presidente antes da votação histórica deste domingo. Durante todo o processo, o governador dizia que não teríamos golpe.

Por telefone, Flávio Dino manifestou solidariedade a Dilma Rousseff.

“Hoje falei com a presidenta Dilma por telefone. Manifestei a minha solidariedade à vista da violência inconstitucional perpetrada ontem”, escreveu.

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Dilma se diz indignada após impeachment

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DIlmaRousseff

Dilma Rousseff faz pronunciamento em Brasília

Um dia após a Câmara dos Deputados aprovar a abertura do seu processo de impeachment, a presidenta Dilma Rousseff disse que se sentiu indignada e injustiçada com a decisão.

Ela reafirmou que o processo não tem base de sustentação, repetindo que não cometeu crime de responsabilidade. Dilma contou que assistiu a todas as intervenções dos deputados durante a votação e não viu “uma discussão sobre o crime de responsabilidade, que é a única maneira de se julgar um presidente no Brasil”.

“Injustiça sempre ocorre quando se esmaga o processo de defesa, mas também quando, de uma forma absurda, se acusa alguém por algo, primeiro, que não é crime, e segundo, acusa e ninguém se refere a qual é o problema”, disse.

Recorrendo à Constituição, a presidenta disse que o impeachment está previsto, mas “é necessária existência de crime de responsabilidade, para que a pessoa possa ser afastada da Presidência da República”.

Ao repetir várias vezes a palavra injustiça, Dilma disse que poderia bater em apenas uma tecla, de que não há crime, mas afirmou que é importante porque “é a tecla da democracia”.

“Os atos pelos quais me acusam foram praticados por outros presidentes antes de mim e não foram considerados atos ilegais ou criminosos. Portanto, quando me sinto indignada e injustiçada, é porque a mim se reserva um tratamento que não se reservou a ninguém. Atos baseados em pareceres técnicos. Nenhum deles beneficia a mim diretamente. Não são atos praticados para que eu enriquecesse indevidamente”, afirmou.

Fazendo menção indireta ao presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, ela afirmou que “aqueles que têm conta no exterior” presidiram o processo. Ela declarou que possui a “consciência” que não há ilegalidade nos atos que assinou e motivaram o pedido de impeachment.

“Não os fiz ilegalmente e baseado em nenhuma ilegalidade. Tenho certeza que sabem que é assim. Todos sabem que é assim”, disse.

Está é a primeira declaração pública de Dilma após os deputados aprovarem nesse domingo (17), por 367 votos, o prosseguimento do processo contra ela. Se a admissibilidade do afastamento for aprovada também pelos senadores, como foi na Câmara, a presidenta será afastada por até 180 dias, enquanto o Senado analisa o processo em si, e define se Dilma terá o mandato cassado.

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

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Flávio Dino convoca maranhenses para ato

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Flávio Dino convoca ato no Dia de Tiradentes

Antes mesmo de terminar a votação do processo de impeachment na Câmara dos Deputados, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) utilizou as redes sociais para convocar os maranhenses para um ato em defesa da Constituição e da Democracia.

O governador disse que o evento servirá para homenagear os deputados maranhenses que votaram contra o que ele classifica de “golpe”.

Dos 18 deputados maranhenses, oito votaram contra o impeachment: Aluísio Mendes (PTN),  Júnior Marreca (PEN), João Marcelo Sousa (PMDB), Pedro Fernandes (PTB), Rubens Jr. (PCdoB),Waldir Maranhão (PP), Weverton Rocha (PDT) e Zé Carlos (PT).

“Ainda nesta semana, faremos evento no Maranhão para homenagear deputados que votaram contra o golpe. Viva a Constituição. A luta continua”, disse.

O ato, segundo Flávio Dino será na quinta-feira, dia de Tiradentes. “Todos estão convidados para esse ato em defesa da Constituição e da Democracia. Quinta, dia de Tiradentes, em São Luís. Golpe Nunca Mais”, conclamou.

Dino comentou também a decisão da Câmara dos deputados. “Respeito opinião de todos que, de boa fé, acreditam que a Câmara acertou. Contudo, logo vai ficar evidente o erro. O tribunal da história…”, finalizou.

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Veja a votação do impeachment por partidos

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Votopartidos

A Câmara dos Deputados aprovou o andamento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

A votação terminou com o placar de 367 votos a favor, 137 votos contra, 7 abstenções e 2 ausências.

Apenas 11 dos 25 partidos tiveram votação fechada a favor ou contra o impeachment.

Os partidos tiveram votação em 100% a favor foram: DEM, PPS, PRB, PSC, PSDB, PSL, PV e Solidariedade, num total de sete.

Entre os que votaram contra foram: PCdoB, PMB, Psol e PT, apenas quatro.

Veja como ficou a votação por partidos:

DEM – 28 a favor
PcdoB – 10 contra
PDT – 6 contra – 12 a favor – 1 abstenção
PEN – 1 contra – 1 a favor
PHS – 6 a favor – 1 contra
PMB – 1 contra
PMDB – 59 a favor – 7 contra – 1 ausência
PP – 38 a favor – 4 contra – 3 abstenções
PPS – 8 a favor
PR – 26 a favor – 10 contra – 3 abstenções – 1 ausência
PRB – 22 a favor
Pros – 4 a favor – 2 contra
PSB – 29 a favor – 3 contra
PSC – 10 a favor
PSD – 29 a favor – 8 contra
PSDB – 52 a favor
PSL – 2 a favor
Psol – 6 contra
PT – 60 contra
PTB – 14 a favor – 6 contra
PTdoB – 1 a favor – 1 contra
PTN – 8 a favor – 4 contra
PV – 6 a favor
Rede – 2 a favor – 2 contra
Solidariedade – 14 a favor

Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

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Câmara aprova impeachment de Dilma

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votacao

A Câmara dos Deputados aprovou o andamento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

Após cinco horas e meia de sessão, a votação terminou com o placar de 367 votos a favor, 137 votos contra, 7 abstenções e 2 ausências.

A grande maioria dos deputados aproveitou para dedicar o voto aos seus familiares. Também a maioria dos deputados que votou contra o impeachment aproveitou para hostilizar o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha.

Com o voto do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), a Câmara dos Deputados alcançou às 23h08, os 342 votos necessários.

A maioria da bancada do Maranhão votou a favor do impeachment. Foram 10 votos contra oito.

Os senadores podem agora manter a decisão dos deputados e instaurar o processo ou arquivar as investigações, sem analisar o mérito das denúncias.

Foto: Reprocução/ TV Câmara

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Maioria dos maranhenses vota contra Dilma

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Votoafavor

Os dezoito deputados maranhenses estiveram presentes na votação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT), na Câmara dos Deputados.

A votação dos maranhenses ficou 10 a 8 a favor do impeachment. Chamou atenção o voto do deputado José Reinaldo Tavares (PSB) que pediu desculpas ao governador Flávio Dino (PcdoB), mas decidiu votar contra a sua orientação.

O vice-presidente Waldir Maranhão (PP) que decidiu mudar de opinião na sexta-feira foi bastante vaiado no momento do voto. Ele votou contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

Na lista dos que votram pelo impeachment: André Fufuca (PP), Alberto Filho (PMDB), Cléber Verde (PRB), Eliziane Gama (PPS), Hildo Rocha (PMDB), Juscelino Filho (DEM), José Reinaldo Tavares (PSB), João Castelo (PSDB), Sarney Filho (PV) e Victor Mendes (PSD)

Votaram contra o impeachment, os deputados: Aluísio Mendes (PTN),  Júnior Marreca (PEN), João Marcelo Sousa (PMDB), Pedro Fernandes (PTB), Rubens Jr. (PCdoB),Waldir Maranhão (PP), Weverton Rocha (PDT) e Zé Carlos (PT).

Votocontra

Fotos: Artes/Zeca Soares

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Acompanhe ao vivo a votação do impeachment

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Dino e Maranhão negam boatos

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FlavioDino

O governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB) classificou como boato uma possível mudança de voto por parte do deputado Waldir Maranhão (PP) que na sexta-feira decidiu mudar de opinião e votar contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

“Se golpistas tivessem a maioria que dizem, não precisariam ficar espalhando boatos, tentando criar “fato consumado””, escreveu nas redes sociais.

WaldirMaranhao

O próprio deputado Waldir Maranhão que é vice-presidente da Câmara dos Deputados se manifestou nas resdes sociais, também negando ter mudado de opinião.

“Não vou recuar. Não ao Impeachment!”, disse Maranhão.

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Deputados decidem destino de Dilma

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DIlmaRousseff

Votação do impeachment da presidenta Dilma Rousseff começa às 14h, na Câmara dos Deputados

Domingo, 17 de abril de 2016. A data é histórica para o Brasil. Todas as atenções do povo brasileiro estarão voltadas para a Câmara dos Deputados, em Brasília para a votação do impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT).

São necessários, no mínimo, 342 votos dos 513 deputados para que o relatório do impeachment seja aprovado, e o processo siga para o Senado.

No Maranhão, 18 deputados federais vão votar. A bancada está dividida e a previsão é de empate em 9 a 9.

Devem votar contra o impeachment, os deputados: Weverton Rocha (PDT), Júnior Marreca (PEN), João Marcelo Sousa (PMDB), Pedro Fernandes (PTB), Zé Carlos (PT), Rubens Jr. (PCdoB), Aluísio Mendes (PTN), José Reinaldo Tavares (PSB) e Waldir Maranhão (PP).

Na lista dos que devem votar pelo impeachment estão: André Fufuca (PP), Sarney Filho (PV), Eliziane Gama (PPS), Juscelino FIlho (DEM), João Castelo (PSDB), Victor Mendes (PSD), Cléber Verde (PRB), Alberto Filho (PMDB) e Hildo Rocha (PMDB).

A sessão que definirá a abertura ou não do processo de impeachment está marcada para começar às 14h. O relator do parecer, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), terá 25 minutos para falar.

Em seguida, os líderes poderão falar entre 3 e 10 minutos, de acordo com o tamanho da bancada, além de mais um minuto para orientar suas bancadas para a votação.

Por volta das 15h, deve começar a votação, que será nominal. Os deputados serão chamados um a um ao microfone para declarar seu voto de “sim” ou “não” pela aprovação do parecer do relator de impeachment. Os deputados também podem se abster. A previsão é que cada deputado leve 30 segundos, em média, para votar.

A ordem da votação alternará deputados do Norte e do Sul, começando pelo Norte. Dentro de cada estado, a chamada terá ordem alfabética. Cunha poderá votar dentro da chamada dos deputados do Rio de Janeiro ou assim que todos os parlamentares da Casa tiverem se manifestado.

Ao fim da chamada dos 513 deputados, será realizada uma segunda chamada para os que estavam ausentes na primeira possam se manifestar.

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Impeachment divide bancada do Maranhão

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bancadamaranhense

A bancada maranhense está totalmente dividida para a votação do impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT) neste domingo (17), a partir de de 14h, na Câmara dos Deputados.

Até ontem (15), a maioria dos deputados estava decidida a votar pró-impeachment de Dilma, mas com a definição do deputado José Reinaldo Tavares (PSB) e a mudança de voto do vice-presidente da Câmara, deputado Waldir Maranhão, o placar da votação deverá ser 9 a 9, mas não será nenhuma surpresa se ele for alterado no momento da votação.

São contrários ao afastamento de Dilma Rousseff, os três deputados titulares da Comissão Especial do Impeachment, Weverton Rocha (PDT), Júnior Marreca (PEN) e João Marcelo Sousa (PMDB), além dos deputados Pedro Fernandes (PTB), Zé Carlos (PT), Rubens Jr. (PCdoB), Aluísio Mendes (PTN), José Reinaldo Tavares (PSB) e Waldir Maranhão (PP).

Os nove parlamentares que anunciaram voto pró-impeachment são: André Fufuca (PP), Sarney Filho (PV), Eliziane Gama (PPS), Juscelino FIlho (DEM), João Castelo (PSDB), Victor Mendes (PSD), Cléber Verde (PRB), Alberto Filho (PMDB) e Hildo Rocha (PMDB).

A votação será por ordem alfabética e a bancada do Maranhão será a 16ª bancada a votar.

Foto: Agência Câmara

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