José Reinaldo Tavares fora

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A cúpula do governo Flávio Dino (PCdoB) já decidiu: não quer mesmo o ex-governador José Reinaldo Tavares (sem partido) como candidato a senador.

E para isso vai usar até o que chama de “uma correção histórica” no discurso de suposto sacrifício, usado por ele para justificar sua unção como candidato.

Os que decidem no grupo dinista entendem que o posicionamento de Tavares nas eleições de 2006, 2008, 2010, 2012 e 2016 não aponta para esse tal “sacrifício”.

Tavares fora II

Outro ponto histórico que a cúpula do Palácio dos Leões usa para desqualificar o discurso de sacrifício de José Reinaldo é a eleição para o Senado, em 2010.

Para eles, não condiz com a verdade o discurso de que o ex-governador abriu mão de duas eleições certas de senador – em 2006 e 2014 – em nome do projeto oposicionista.

– Ele omite que foi candidato a senador em 2010. E se é verdade que tinha eleição garantida, por que não se elegeu em 2010, na chapa do próprio Flávio Dino? – perguntou um dos comunistas que decidem.

Estado Maior

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Projeto de Roberto Rocha beneficia futebol

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Em um ano marcado por importantes eventos esportivos, como a Copa do Mundo na Rússia, o tema estará em destaque também no Senado Federal. Entre as principais iniciativas neste setor a serem examinadas pelos senadores está o Projeto de Lei do senador Lasier Martins (PSD-RS), que estabelece o incentivo ao desporto como um dos princípios da educação nacional.

Na mesma linha, a Comissão de Educação aprovou, ano passado, dois projetos que ampliam o fomento ao esporte. Um deles, PLS 605/2016, de autoria do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), aumenta de 1% para 2% a possibilidade de dedução do Imposto de Renda para empresas do setor e estende outros benefícios a patrocinadores. A matéria está pronta para ser votada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão final.

Se aprovado na CAE e, se não houver recurso, vai direto para o Plenário, e em seguida o texto será encaminhado para a análise da Câmara dos Deputados. De acordo com o relator, senador Paulo Rocha (PT-PA), o projeto multiplicará por oito o atual número de potenciais empresas doadoras ou patrocinadoras e ainda dobrará o valor dos recursos que cada uma delas pode direcionar para o esporte.

O projeto, que prevê também a possibilidade de aporte de recursos públicos para o incentivo à prática do esporte na escola, tem como relator na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) o senador Cristovam Buarque (PPS-DF). Para ele, o estímulo ao desporto educacional deve ocorrer de forma ampla e continuada, incluindo a descoberta, a formação e o incentivo de novos talentos desportivos.

A outra proposta (PLS 278/2016), do senador Romário (Pode-RJ), estende até 2025 o prazo de validade da Lei de Incentivo ao Esporte (Lei 11.438/2006) — hoje o prazo é até 2022.

O projeto também amplia a possibilidade de dedução do Imposto de Renda, de 1% para 4%, para as empresas que patrocinem projetos aprovados pelo Ministério do Esporte. Aprovada em maio na CE, a matéria está em análise na CAE, sob relatoria na senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

Foto: Agência Senado

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PT descarta seguir com Weverton Rocha

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O Partido do Trabalhadores (PT) demonstra união neste momento em torno da candidatura do ex-secretário de Desporto e Lazer (sedel), Márcio Jardim para o Senado.

O PT defende a candidatura de Márcio Jardim na chapa encabeçada pelo governador Flávio Dino (PCdoB).

Ontem à noite, o presidente do PT em São Luís, vereador Honorato Fernandes que é candidato a deputado estadual esteve reunido com Márcio Jardim.

Eles reafirmaram a candidatura de Márcio Jardim e descartaram acompanhar a candidatura de Weverton Rocha (PDT). O nome de Weverton Rocha já foi confirmado pelo governador Flávio Dino como um dos candidatos ao Senado em sua coligação, mas Jardim lembra que o PDT etrá candidato a presidência da República, assim como o PT que terá Lula.

“Não vamos acompanhar o PDT para o Senado”, disse Honorato.

Na semana passada, em entrevista ao Blog do Zeca Soares, Márcio Jardim disse acreditar que a sua relação histórica com o PT e proximidade com Lula reforçam a importância da sua candidatura ao Senado.

“Comecei minha militância política muito cedo. Entrei no PT antes de ter título de eleitor. Fui vice presidente da UNE e andei pelo Brasil inteiro nas lutas da nossa juventude. Em 1998 fui coordenador nacional da campanha Lula para a juventude. Já viajei para muitos países em representação oficial do PT. Hoje estou como membro do Diretório Nacional. Sou muito grato pelo que o Lula e o PT representam na minha vida. O presidente Lula e a nossa presidenta Gleisi sabem que em mim eles podem confiar”, explicou.

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Madeira quer candidatura de Hilton pelo PSDB

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A nova direção do PSDB tem mostrado que está disposta a apresentar uma chapa qualificada para disputa majoritária e proporcional no Maranhão. Nesta sexta-feira (5), após encontro com o prefeito de Santa Rita, o secretário-geral do partido, Sebastião Madeira, revelou que “seria uma honra, Hilton Gonçalo compor conosco”.

De acordo com Madeira, “Hilton Gonçalo tem todas as condições de ser candidato a senador. É um homem público respeitado em todas as partes do Maranhão. É prefeito de uma cidade pequena, mas tem destaque no estado todo. Um homem público da melhor qualidade”, avaliou.

O encontro entre Hilton Gonçalo e Sebastião Madeira ocorreu na sede do Consórcio Intermodal do Maranhão.

Na oportunidade também estiveram presentes, o senador Roberto Rocha, prefeita de Bacabeira, Fernanda Gonçalo e o presidente da Câmara de Santa Rita, Fredilson Carvalho.

Um convite de filiação a Hilton Gonçalo deve ser apresentado nos próximos dias, assim como a outras lideranças políticas maranhenses.

Foto: Divulgação

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Márcio Jardim mantém foco no Senado

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O ex-secretário de Desporto e Lazer (Sedel), Márcio Jardim (PT) demitido pelo governador Flávio Dino (PCdoB) para que pudesse abrigar o Partido Progressista (PP) em seu governo disse ao Blog do Zeca Soares acreditar que o Partido dos Trabalhadores venha a assegurar espaço na chapa encabeçada pelo comunista na eleição deste ano.

Jardim lembrou que essa posição foi tomada no Congresso Estadual do PT, no sentido de garantir voz em defesa do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.

“Esse é um entendimento de todo o partido que se expressa numa resolução unânime tirada em seu congresso Estadual. 2018 será uma batalha crucial para a defesa do legado do presidente Lula. Nosso desejo é que tenhamos uma voz em defesa do Lula no palanque”, afirmou.

Nesse sentido, Márcio Jardim diz acreditar que a sua aproximação com Lula possa ajudar pela relacão histórica para que o seu nome venha a ser colocado como opção para a chapa do governador Flávio Dino como um dos candidatos ao Senado.

“Comecei minha militância política muito cedo. Entrei no PT antes de ter título de eleitor. Fui vice presidente da UNE e andei pelo Brasil inteiro nas lutas da nossa juventude. Em 1998 fui coordenador nacional da campanha Lula para a juventude. Já viajei para muitos países em representação oficial do PT. Hoje estou como membro do Diretório Nacional. Sou muito grato pelo que o Lula e o PT representam na minha vida. O presidente Lula e a nossa presidenta Gleisi sabem que em mim eles podem confiar”, explicou.

Perguntado sobre como ficaria a sua situação caso a candidatura de Lula não venhar a ser confirmada, Márcio Jardim foi curto e direto: “Lula será candidato”, finalizou.

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Escutec aponta equilíbrio na disputa do governo

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A Escutec divulgou nesta sexta-feira (22), os números da pesquisa de intenções de votos para as eleições de 2018 no Maranhão.

Os números da pesquisa estimulada apontam equilíbrio na disputa para o  governo. O governador Flávio Dino tem 36%, enquanto a ex-governadora Roseana Sarney aparece com 32,4%.

Mesmo sem confirmar a sua pré-candidatura, o deputado estadual Eduardo Braide é o terceiro com 9,8%. O senador Roberto Rocha 5,2%, a ex-prefeita de Lago da Pedra Maura Jorge 3,2% e o ex-deputado estadual Ricardo Murad 3%. Disseram não votar em nenhum deles 4,1% e não souberam ou não responderam em quem irão votar 6,2%.

Na disputa para o Senado, o ministro do Meio-AmbienteSarney Filho tem 17,8%, o senador Edison Lobão 14,4%, a deputada Eliziane Gama tem 12,6%, Zé Reinaldo Tavares aparece com 11,2%, Waldir Maranhão 6,6% e Weverton Rocha com 5,4%. Nenhum deles 7,6% e não souberam ou não responderam foram 24,4%..

A pesquisa Escutec foi contratada por Cordeiro Filho Consultoria e realizada entre os dias 9 e 13 de dezembro. Foram entrevistados 2 mil eleitores e a margem de erro é de 2% para mais ou para menos.

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Desprezo e humilhação

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O governador comunista Flávio Dino mostra, a cada movimentação ou discurso político, um distanciamento cada vez maior do ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB), atual deputado federal que sonha ser o seu candidato a senador.

As declarações de Dino sobre o assunto – ele já escolheu o também deputado Weverton Rocha (PDT) para a primeira vaga – mostram que Tavares não é, nem de longe, o preferido para a segunda vaga.

A postura de desprezo de Dino em relação ao ex-governador – que foi o responsável pela inserção do comunista na vida pública, ao bancar sua eleição a deputado federal em 2006 – chega a ser até humilhante.

Na lista de candidatos de Dino há outros dois deputados federais postulantes à vaga de senador: Eliziane Gama (PPS) e Waldir Maranhão (Avante).

Em condições normais de gratidão e articulação, natural que o governador já tivesse se posicionado favorável ao seu padrinho, com maior cabedal eleitoral do que os dois. Mas Dino prefere silenciar, alimentando o sonho de todos, num processo de humilhação que nem o maior inimigo do governador mereceria.

Diante do desprezo de Flávio Dino, José Reinaldo apelou para o DEM, que chegou a trazer seu presidente nacional, Rodrigo Maia, para dizer ao governador que a legenda só coligaria com o PCdoB com a condição de ter Tavares – que ainda continua no PSB – na chapa senatorial.

Mesmo diante da pressão do DEM o comunista manteve-se calado em relação à vaga. Mas, sem ter para onde ir, José Reinaldo prefere manter-se à espera de uma decisão.

Estado Maior

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Todos odeiam todos

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Chantagens, ameaças, traições, negociatas e troca de favores formam os aspectos que marcam a disputa pelas duas vagas de senador na chapa do governador Flávio Dino (PCdoB). A guerra renhida e “fratricida” mostra também que, na base do governo comunista, ninguém gosta de ninguém e tudo se resolve com pressão e opressão de lado a lado.

A manifestação pública de Flávio Dino em favor da candidatura senatorial do pedetista Weverton Rocha, por exemplo, se deu em meio às ameaças do PDT, de retirar o apoio ao PCdoB. Sabendo da própria fragilidade em compor um palanque com tempo de televisão, os comunistas não tiveram alternativas a não ser ceder às chantagens do presidente nacional pedetista Carlos Lupi e companhia.

O outro candidato a senador mais próximo de Dino apela para o emocional e joga na cara do comunista “tudo o que José Reinaldo já fez por ele”. Tavares espera a retribuição do governador ao gesto que ele fez em 2006 e 2010. E se isso não ocorrer, seus aliados tratarão de espalhar a traição do comunista.

Traição é o que já vê o deputado federal Waldir Maranhão (Avante). Ele garante ter um acordo com Flávio Dino para ser o candidato a senador, com aval do próprio ex-presidente Lula. Ocorre que Dino demonstra cada vez mais o desinteresse em cumprir tal acordo.

A troca de favores foi a opção encontrada por Eliziane Gama e sua igreja, a Assembleia de Deus. Os evangélicos até estariam dispostos a fechar questão em torno do comunista para o Governo do Estado, desde que este abra espaço para sua deputada na chapa senatorial. E assim vai se construindo a chapa do comunista Flávio Dino. Onde todos odeiam todos.

Estado Maior

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Senado aprova pleito da Famem

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O plenário do Senado Federal aprovou, na última quarta-feira (6), Proposta de Emenda à Constituição nº 29/17 que garante as prefeituras brasileiras aumento do valor do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

A PEC, de autoria do senador Raimundo Lira, foi aprovada em primeiro e segundo turnos e já seguiu para apreciação da Câmara Federal, que também deverá aprova-la de maneira unânime.

A votação da proposta foi uma das reivindicações feitas pelo prefeito e presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), Cleomar Tema, em recente agenda de trabalho realizada em Brasília, este mês.

Tema e outros prefeitos estiveram, inclusive, com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o maranhense Edison Lobão, pleiteando a aprovação do dispositivo.

A PEC 29 garante as prefeituras o aumento em 1% do valor do FPM, passando dos atuais 24,5% para 25,5% a partir de setembro do ano que vem.

Este reajuste oferecerá aos 217 municípios do Maranhão, que enfrentam forte crise financeira ocasionada pela queda de recursos e de transferências constitucionais, um incremento de recursos superior a R$ 157 milhões.

“Trata-se de uma grande vitória para o movimento municipalista no país, em especial no Maranhão. O aumento destes recursos beneficiará, e muito, as prefeituras de nosso estado, que operam praticamente no vermelho e ainda convivem com o corte permanente de recursos”, avaliou Cleomar Tema.

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CCJ do Senado atende pleito da Famem

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A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, nesta quarta-feira (29), Proposta de Emenda à Constituição nº 29/17, que garante as prefeituras brasileiras aumento do valor do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

A colocação da PEC na ordem do dia para votação foi um pedido feito pelo presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Fam,em), prefeito Cleomar Tema, ao senador maranhense Edison Lobão, presidente da CCJ.

Tema e outros gestores públicos municipais estiveram reunidos com o parlamentar em Brasília na semana passada.

A PEC 29 garante as prefeituras o aumento em 1% do valor do FPM, passando dos atuais 24,5% para 25,5% a partir de setembro do ano que vem.

Este reajuste oferecerá aos 217 municípios do Maranhão, que enfrentam forte crise financeira ocasionada pela queda de recursos e de transferências constitucionais, um incremento de recursos superior a R$ 157 milhões.

A Proposta seguirá, agora, para apreciação dos plenários do Senado e Câmara, onde deverá ser aprovada sem maiores dificuldades.

Cleomar Tema embarcou nesta quarta-feira para a capital federal onde terá reuniões com a Bancada Maranhense e acompanhará a votação da matéria.

Mais conquistas – O presidente da Famem obteve outras conquistas para o movimento municipalista durante sua estadia na capital federal na semana passada.

O presidente Michel Temer garantiu o repasse de R$ 2 bilhões, oriundos do Auxílio Financeiro aos Municípios (AFM), para as prefeituras de todo o país.

No Maranhão, os municípios serão beneficiados com um aporte da ordem de mais de R$ 83 milhões, segundo levantamento divulgado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), cuja transferência será feita neste próximo mês de dezembro.

Foto: Divulgação

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