Braide reforça Podemos com novas filiações

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O deputado federal Eduardo Braide e pré-candidato a prefeito de São Luís, anunciou, nesta quinta-feira (27), a filiação do médico Érico Cantanhede., Fundador e ex-presidente da Associação dos Médicos dos Socorrões I e II (AMESS).

Segundo Braide, a filiação de Érico Cantanhede ao Podemos reforça que a saúde será uma de suas prioridades.

“É muito importante ouvir os profissionais que atuam nos Socorrões, uma vez que são responsáveis pela maioria dos atendimentos de urgência e emergência da nossa capital. Por isso, a chegada do médico Érico Cantanhede ao Podemos, demonstra que a saúde permanece como uma de nossas prioridades para São Luís”, disse Braide.

Antes do Carnaval, Braide já havia anunciado a filiação no Podemos de Alex Paiva, uma das lideranças políticas da região Itaqui-Bacanga e do delegado Marcos Affonso.

Além disso, Braide confirmou as alianças do Podemos com o PSD e PMN.

Foto: Divulgação

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Flávio Dino vai reduzir salário de médicos

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O médico Érico Cantanhede, presidente da AMESS (Associação dos médicos do Socorrão I e II) divulgou nota na qual critica a decisão do governador Flávio Dino (PCdoB) ao baixar decreto reduzindo o salário dos médicos prestadores de serviços nos hospitais tanto da capital quanto do interior.

Segundo Érico, é necessário um posicionamento das entidades re[resentativas dos médicos CRM-MA, SINDMED e AMB.

Clique aqui e veja o decreto.

Leia a nota na íntegra:

O secretário de saúde do estado Carlos Lula, baixou um decreto no dia 30 de outubro reduzindo o salário dos médicos prestadores de serviços nos hospitais tanto da capital quanto do interior, o que certamente irá causar prejuízos financeiros para esses profissionais que se deslocam pelas estradas desse estado já tão mal conservadas, sem sinalização, correndo inclusive risco de acidentes e mortes e com o preço do combustível cada vez mais caro, e onde a principal vítima dessa medida será certamente a população que pode inclusive perder alguns serviços que poderão não se manter devido a esse posicionamento da SES..

As nossas entidades representativas maiores com o CRM-MA, SINDMED e AMB, junto com a classe médica, têm que se posicionar de forma uníssona e concisa, e se possível sob o nosso vislumbre, após tentadas todas as formas de negociação, envolver o MP e todo o judiciário, iniciando destarte um processo de paralisação de todos os serviços médicos, após se esgotar todas as formas de negociações.

Acho pouco provável o governo do Estado reduzir salários de profissionais tão essências e de máxima importância para a sociedade, como professores, agentes de limpeza, policiais civis e militares, motoristas de ônibus e tantas outras de importância vital e os mesmos não cruzarem os braços, sendo assim, porque como o médico seria diferente?

Particularmente acho pouco provável que a causa seria o fato do governador Flávio Dino por questões pessoais não gostar de médicos ou devido seu candidato a Presidente da República não teve penetrabilidade na classe médica como estão circulando nos blogs, pois caso seja de fato esse motivo seria de muita mesquinhez política não digna de um verdadeiro líder e político.

Enfim, que se chegue a um consenso e que essa medida desmedida seja revista para o bem maior da população e dos pacientes que pelo nosso código de ética médica são os nossos objetivos maiores.

São Luís, 3 de novembro de 2018.”

Érico Cantanhede
Presidente da AMESS (Associação dos médicos do Socorrão I e II

Nota da SES

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) comunica que é equivocada a notícia sobre suposta redução dos valores pagos para plantões médicos, atribuída à Portaria SES nº 1.044/2018.

A SES esclarece que o documento estabelece, pela primeira vez, parâmetros para o teto do valor pago às empresas médicas e garante isonomia a serviços iguais, prestados em diversas unidades.

A Secretaria informa que a medida é uma exigência legal diante da expansão da rede de serviços e das regras da emenda constitucional nº 95, que impactou fortemente o repasse de verbas federais para a saúde.

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Crise no Socorrão

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O diretor-geral do Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I), Érico Cantanhede, inaugurou nova crise com o corpo de funcionários da unidade.

Sob o pretexto de regular os procedimentos de internação de pacientes, ele faz uma ameaça clara: pode suspender o pagamento da “produtividade do SUS” de enfermeiros e fisioterapeutas.

A decisão, truculenta por sinal, do gestor do hospital desagradou os servidores, que já ameaçam nova paralisação em protesto contra a tentativa de intimidação.

portariasocorrao

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