Bahia é o novo líder da Série B

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Confira os jogos da 22ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B:

Figueirense-SC 0 x 1 América-MG
Santo André-SP 3 x 1 Paraná-PR
Duque de Caxias-RJ 3 x 0 Brasiliense-DF
Vila Nova-GO 1 x 0 Guaratinguetá-SP
Ipatinga-MG 4 x 1 São Caetano-SP
Coritiba-PR 2 x 0 Portuguesa-SP
Ponte Preta-SP 1 x 2 Bahia-BA
Bragantino-SP 3 x 0 Náutico-PE
Sport-PE 2 x 0 ASA-AL
América-RN 2 x 0 Icasa-CE

Classificação

1 Bahia-BA 40 pontos
2 Coritiba-PR 40 pontos
3 Figueirense-SC 39 pontos
4 América-MG 37 pontos
5 Ponte Preta-SP 37 pontos
6 Sport-PE 36 pontos
7 Guaratinguetá-SP 33 pontos
8 Duque de Caxias-RJ 32 pontos
9 Portuguesa-SP 31 pontos
10 São Caetano-SP 31 pontos
11 Náutico-PE 31 pontos
12 Paraná-PR 28 pontos
13 Icasa-CE 28 pontos
14 Brasiliense-DF 27 pontos
15 ASA-AL 26 pontos
16 Vila Nova-GO 26 pontos
17 Bragantino-SP 25 pontos
18 Santo André-SP 24 pontos
19 América-RN 19 pontos
20 Ipatinga-MG 18 pontos

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“Bruno tentou se matar”, diz Macarrão

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Mesmo tendo se recusado a falar sobre o crime a que respondem pelo seqüestro de Eliza Samudio em juízo, Macarrão, pediu a palavra na audiência desta sexta-feira (17) e disse não estar mais agüentando a situação.

“Estamos presos há 70 dias e Bruno já tentou se matar várias vezes. É só isso o que tenho pra dizer. O que tinha pra falar, eu já disse na delegacia”, resumiu o amigo do goleiro, após a saída do atleta da sala, que também se recusou a falar sobre a acusação em juízo. As informações foram passadas pela assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Rio. A audiência acontece no Fórum de Jacarepaguá, na Zona Oeste.

Os dois respondem por seqüestro e lesão corporal, que teria acontecido em 2009. Na época, ela estava grávida e registrou queixa na delegacia acusando os dois de a terem levado para um apartamento do jogador e a obrigado a ingerir remédios abortivos.

Bruno e Macarrão estão presos desde julho por outro crime. Eles também são réus no processo que investiga a morte de Eliza Samudio na Justiça de Minas Gerais. Eles vão responder na Justiça por homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado, ocultação de cadáver e corrupção de menor. Eles negam o crime. As penas podem ultrapassar 30 anos. A jovem falou pela última vez com parentes e amigas no início de junho.

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