Diversidade de comida e cultura marcam Feirinha

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Diversidade de comidas e uma cultura rica podem ser encontrados na Feirinha São Luís, realizada pela gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior, na Praça Benedito Leite, Centro, aos domingos, das 8h às 15h. O programa, que deu mais oportunidade para agricultores familiares comercializarem frutas, verduras, legumes e pratos típicos elaborados com aquilo que eles próprios cultivam, tem sido ponto de encontro de famílias ludovicenses e turistas que visitam São Luís.

Neste domingo (19) não será diferente e a programação está voltada para a culinária, artesanato e valorização de artistas locais. A Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa) é a responsável pela coordenação da Feirinha São Luís.

A programação cultural inicia às 9h com apresentação do tambor de crioula Milagre de São Benedito, seguida do grupo Capoeira Aruandê. O Trio Encaixotada pretende fazer todos dançarem ao som do forró pé de serra. A programação segue ainda com o grupo Lamparina e Ronald Pinheiro.

“A gestão do prefeito Edivaldo tem trabalhado no sentido de levar à população um programa como a Feirinha São Luís que reúne, num mesmo espaço, coisas nossas como a música, gastronomia, cultura e ainda abre espaço para que nossos produtores rurais possam comercializar seus produtos. O melhor de tudo é ver que as famílias aprovaram e comparecem à Praça Benedito Leite todos os domingos”, ressaltou o titular da Semapa, Ivaldo Rodrigues.

Uma das agricultoras que vendem seus produtos na Feirinha é Conceição de Maria Santos, de 55 anos. Ela planta macaxeira e uma variedade de frutas em sua propriedade no bairro Mata e comercializa no evento. “Já provou massa d’água? Eu quem faço. Extraio a macaxeira, amasso, boto para secar até ficar no ponto e trago para cá. Com ela você pode fazer bolo ou a receita que quiser”, contou, animada, a produtor rural destacando que a massa faz sucesso na Feirinha.

Foto: Renato Carvalho

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Flávio Dino distorce dados sobre gastos de comida

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Além de ter inventado dados sobre a realização de um concurso público para a área da Saúde durante o debate da TV Mirante, realizado na última terça-feira, o governador Flávio Dino (PCdoB), candidato da coligação “Todos pelo Maranhão”, faltou com a verdade em relação à licitação de mais de R$ 40 milhões para a aquisição de comida para o Palácio dos Leões.

Durante o debate a ex-governadora Roseana Sarney (MDB), da coligação “Maranhão quer Mais” confrontou o comunista com a informação de que a Comissão Central de Licitação (CCL) abriu concorrência pública milionária para gastos com alimentação.

Visivelmente constrangido, Flávio Dino mentiu, ao afirmar que não havia licitação para o objeto especificado pela adversária. Ele afirmou que tratava-se apenas de uma ata de registro de preço, com validade de 5 anos e que poderia, ou não, se tornar gasto efetivo.

Ocorre que documentos oficiais do Governo do Estado atestam que há sim, edital de licitação com previsão de gastos de exatos R$ 46.666,25 milhões para a compra de comida.

A informação consta no caderno Terceiros, do Diário Oficial do Estado do dia 10 de julho e diz respeito ao processo nº 0047924/2018 – CCL.

No documento há a descrição de abertura, por exemplo, de aquisição de até 1.819.018 produtos alimentícios distribuídos em 15 itens, até para lanches como refrigerantes, coquetéis, chás, achocolatados, sucos, sorvetes, doces, gelatinas, frutas da estação, tábuas de frios, patês, bolos, crepes, coquetel de frutas, tortas, café com leite, mini-pizzas, canapés, quiches, tarteletes, mousses e outras.

Alguns itens despertam curiosidade por conta do elevado valor que pode ser gasto. Para adquirir um total de 518.440 lanches descritos no item 5 do Anexo I-A, do edital, cada um a R$ 30,00, o Governo pode desembolsar R$ 15,5 milhões.

No item 04, outros 518.440 lanches devem custar mais R$ 9,5 milhões. São um milhão e trinta e sete mil lanches descritos.

Há também a descrição para refeições de 3 categorias, cujo algumas das guarnições tem custo estimado aos cofres públicos de até R$ R$ 63,75, por cabeça.

Flávio Dino, portanto, distorceu dados ao afirmar que não há licitação sobre o tema.

O Estado

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