TJ tranca ação contra Roseana no caso Sefaz

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A 2ª Câmara do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA), decidiu, por unanimidade, pelo trancamento de ação penal acolhendo pedido de habeas corpus, da ex-governadora Roseana Sarney, no caso Sefaz denunciado pelo Ministério Público do Maranhão (MP-MA).

Por três votos a zero, os desembargadores Antônio Guerreiro Júnior, José Bernardo e José Luís Almeida acolheram os argumentos da defesa e decretaram o trancamento do processo criminal.

A defesa da ex-governadora argumentou ao Tribunal de Justiça que Roseana Sarney não praticou nenhum ato ilícito, apenas se amparou em pareceres da Procuradoria-Geral do Estado.

“Ficou confirmado que a conduta da governadora jamais poderia ser enquadrada como um crime. Ela, apenas e tão somente, atendeu um parecer emitido pelos procuradores do Estado que também já foram excluídos da ação penal em decisão do Superior Tribunal de Justiça”, afirmou Anna Graziella Neiva que defende Roseana Sarney juntamente com o advogado Luís Henrique Machado.

Durante o julgamento, a procuradora de Justiça Themis Pacheco, que representa o Ministério Público no Tribunal, também se manifestou pelo trancamento da ação penal.

Foto: Paulo Soares/ O Estado

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Novos caminhos de Roseana Sarney

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Bastaram duas semanas para que a pré-candidatura da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) ao Governo do Estado passasse a ser ponto de referência para prefeitos, ex-prefeitos e vice-prefeitos no interior maranhense.

Desde que a peemedebista anunciou o desejo de concorrer ao cargo, dezenas de gestores manifestaram interesse em tratar com ela sobre 2018.

O fluxo de liderança em busca de conversa com Roseana se dá por dois motivos. O primeiro é o desprezo do governador Flávio Dino (PCdoB) às ações municipais. O outro é a proximidade da própria Roseana com o Governo Federal, o que abre portas importantes em Brasília.

Gestores de todos os matizes partidários reclamam da incapacidade de diálogo de Flávio Dino, que não pensa duas vezes em perseguir e pressionar quem não segue sua cartilha. E é este temor que faz com que esses gestores recorram à ex-governadora ou a seus aliados mais próximos, em busca de contato ou de sinalização para as eleições.

Roseana ainda não tem previsão de quando seguirá ao interior nesta pré-campanha. Mas o movimento de prefeitos, ex-prefeitos e vice-prefeitos fazem com que, cada vez mais, o seu grupo político tenha a convicção de que é necessário um encontro ainda este ano para debater o cenário de 2018.

Foto: Paulo Soares/ O Estado

Estado Maior

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Roseana com os prefeitos

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A ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) vai iniciar logo no início de 2018 um périplo pelos 216 municípios do interior maranhense.

Ela quer conversar com cada prefeito e com as demais alas municipais, para consolidar-se como opção de voto.

Mas os números que ela tem como parâmetro já lhe dão uma certeza: a maioria dos prefeitos, hoje, não pretende votar no adversário comunista.

Foto: Paulo Soares/ O Estado

Estado Maior

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PT ameaça retirar apoio a Flávio Dino

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e o deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) se posicionaram internamente contra a pré-candidatura de Manuela D’Ávila à presidência pela legenda. Para eles, a prioridade do partido deveria ser a reeleição de Dino, único governador da legenda, que é apoiado pelo PT.

Caso a candidatura de Manuela vá para a frente, o PT já avisou que vai retirar o apoio a Dino, o que pode inviabilizar seu projeto de reeleição. Roseana Sarney anunciou, na sexta (3), que será candidata ao governo do Estado contra ele.

As informações são da coluna da jornalista Mônica Bergamo, na Folha.

Foto: Sérgio Lima/ Folhapress

 

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Palanque esvaziado

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Não bastasse a confirmação da candidatura da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), que deu aos comunistas a indesejável certeza de que haverá segundo turno nas eleições de 2018, o governador Flávio Dino (PCdoB) amarga outro dissabor: a tendência é de que seu palanque esvazie à medida que forem sendo definidos os nomes do pleito presidencial.

Em 2014, como novidade da política, Flávio Dino navegou tranquilo por todas as candidaturas presidenciais – de Dilma Rousseff (PT) a Aécio Neves (PSDB), passando por Eduardo Campos (PSB) e até Marina Silva (Rede). A postura furta-cor foi possível, sobretudo, pelo leque de alianças que ele conseguiu no Maranhão, envolvendo direita e esquerda no mesmo balaio ideológico.

Para 2018, o comunista não terá a mesma facilidade. Já perdeu o PSDB, que terá palanque próprio no Maranhão, e tende a perder, também, o PSB, o PPS, e até o PTB e o DEM, que tendem a seguir a coligação com os tucanos em âmbito nacional.

Além disso, Dino terá de se virar para convencer os petistas a estar com ele, sobretudo após decisão do seu PCdoB de lançar a candidatura presidencial da ex-deputada federal Manuela D’Ávila.

O cenário eleitoral para o comunista que ora ocupa o Palácio dos Leões, é, portanto, muito mais obscuro do que aquele que ele planejou a partir de 2015, quando assumiu o governo,furtando sonhos de esperança e mudança nunca concretizados nestes três anos de mandato.

Estado Maior

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Roseana esfria relação entre Lula e Dino

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), fez chegar ao ex-presidente Lula sua insatisfação com acenos que o petista tem dado a uma possível candidatura de Roseana Sarney ao governo do estado em 2018.

Lula respondeu a Dino. Disse estar chateado também. O motivo, no entanto, é outro: trata-se da pretensão do PCdoB de contar com candidato próprio à Presidência da República no ano que vem.

No domingo (5), aliás, o PCdoB anunciou a pré-candidatura da deputada estadual gaúcha Manuela D’Ávila ao Planalto.

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula/Flickr

Época

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Roseana anuncia pré-candidatura no MA

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A ex-governadora Roseana Sarney (PDMB) anunciou, oficialmente, nesta sexta-feira (3), a sua pré-candidatura ao governo do Maranhão. Além dela, são pré-candidatos ao governo do Maranhão, o atual governador Flávio Dino (PCdoB), o senador Roberto Rocha (PSDB), a ex-deputada Maura Jorge (PODEMOS) e o ex-deputado Ricardo Murad (PRP).

Roseana disse que está colocando o seu nome novamente à disposição do povo do Maranhão para que o Estado possa retomar o caminho do trabalho, desenvolvimento, de suas tradições e sem perseguição.

“Após muito refletir sobre o momento político do Brasil e do Maranhão, seus problemas e desafios, e entendendo o desejo dos maranhenses que reconhecem o trabalho que realizei ao longo de inúmeros mandatos que exerci, coloco o meu nome à disposição do meu partido, dos políticos,  correligionários e das lideranças da sociedade civil, para construirmos juntos uma alternativa de poder a fim de disputar as próximas eleições para o governo do Maranhão”, afirmou.

“Não sou de fugir de lutas e embates. Já demonstrei minha honestidade, seriedade, experiência, equilíbrio, capacidade administrativa e liderança política. É urgente recolocar o Maranhão na trilha do desenvolvimento econômico, do emprego, de mais oportunidades e cuidado com os que mais precisam. Não aceito demagogia, oportunismo, prepotência e perseguições. O povo maranhense saberá, no momento certo, nos indicar o melhor caminho a seguir”, finalizou.

Ela adiantou que a sua chapa deverá ter ainda que os seus dois pré-candidatos ao Senado serão o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho e o atual senador Edison Lobão.

Roseana disse ainda que tem recebido lideranças políticas em São Luís e adiantou que nos próximos dias estará visitando diversas cidades no interior do Maranhão.

Foto: Paulo Soares/ O Estado

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Fraude comunista

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Não é mais novidade para nenhum maranhense que o governador Flávio Dino (PCdoB) se apropria das obras do governo Roseana Sarney (PMDB) para ter o que mostrar ao eleitor. Sem projeto, ações e obras autorais para mostrar, o comunista vende como suas tudo o que Roseana deixou praticamente pronto ao fim do seu governo.

Na semana passada, porém, Dino foi além da apropriação indébita. Ele divulgou uma obra que ele mesmo condenava em época de campanha eleitoral, em 2014. Afirmou categoricamente que o governo comunista “criou, em apenas três anos, uma rede de hospitais no Maranhão”.

A obra não é dele. Ainda por cima, tenta diminuí-la a todo momento. A tal rede de hospitais que Flávio Dino toma como sua foi toda concebida e construída pelo então secretário de Saúde, Ricardo Murad – também no governo Roseana Sarney – e deixada em pleno funcionamento, pelo programa “Saúde é Vida”, o maior do gênero já lançado no país.

O que Dino fez pela saúde do Maranhão foi o sucateamento das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e a implantação de um sistema de favorecimento nunca visto no estado, com pagamentos a apaniguados e alugueis camaradas indicados a dedo em São Luís e no interior.

A usurpação de obras adotada por Dino já está sendo analisada sob os aspectos legais e políticos. E será uma das principais peças da oposição para desmascarar o comunista na campanha de 2018.

Fracasso – Um dos maiores fracassos da gestão comunista no setor de Saúde é representado pelas UPAs de São Luís. Até dezembro de 2014, as UPAs eram tidas como referência no atendimento na capital maranhense, chegando a polarizar até com sistemas privados de hospitais.

Três anos depois, sob o controle de Flávio Dino e companhia, essas unidades estão longe de ser como eram.

Estado Maior

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Mordendo a língua

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Em público, o governador Flávio Dino (PCdoB) e os seus aliados pregam o discurso da vitória assegurada em 2018 e da força política do seu governo para subjugar os adversários. Nos bastidores, o governador comunista usa todo o aparelho estatal para lotear o governo, negociando cargos em troca de apoios, num claro abuso de poder político a um ano do pleito.

E Flávio Dino negocia apoios porque não tem segurança no próprio discurso de vitória; porque sabe que a população já percebeu o fracasso do seu projeto de mudança e convive diariamente com as concupiscências de sua gestão. E para sobreviver vem mordendo a língua, agindo da forma que dizia condenar.

Há dois problemas claros enfrentados pelo governador comunista a influenciar o seu trabalho de cooptação partidária, em troca de espaço no governo: o primeiro é o tamanho do seu próprio partido, o PCdoB. Sem tempo na propaganda eleitoral e sem força popular capaz de mobilizar massas, o PCdoB depende do tempo e da militância de outros partidos para sobreviver numa campanha. PT, PDT, DEM, PTB, PP e PR têm exatamente isso que os comunistas precisam, daí a “venda” de cargos na estrutura do governo.

O segundo ponto é a força partidária que a oposição em suas várias vertentes começa a mostrar ao comunista: Roseana Sarney tem o PMDB, deve reunir o PSD e mais o PV, para ficar apenas nos três mais consolidados. Só eles já garantem praticamente o mesmo tempo que Dino terá com o ônus de vender o governo.

Além de Roseana, Roberto Rocha, com o seu PSDB, tem também tempo para fazer frente ao comunista. E se conseguir atrair PSB, DEM e PPS, como se discute nacionalmente, aí terá à disposição uma força na propaganda significativa para enfrentar o ex-aliado.

É por tudo isso que Flávio Dino se movimenta em busca da salvação do mandato e da reeleição. Lamentável que, para isso, faça tudo o que sempre disse condenar.

Estado Maior

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Adriano revela farsa do governo Flávio Dino

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O deputado estadual Adriano Sarney (PV) revelou, nesta quarta-feira (20), ofício do Ministério da Integração Nacional que desmente acusações feitas por veículos de imprensa, páginas de redes sociais e blogues alinhados ao governo Flávio Dino (PCdoB), contra a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB).

“Isso é uma mentira do governo comunista que inventou uma denúncia contra a ex-governadora Roseana, e o ofício do Ministério da Integração repõe a verdade”, disse Adriano, desmontando a farsa que vem sendo alimentada pelo governo comunista acerca de recursos utilizados em ações contra enchentes em 2009, durante a gestão Roseana.

Segundo Adriano, em discurso na tribuna da Assembleia, desde a divulgação recente de pesquisas de intenção de voto que colocaram Roseana à frente da eventual disputa ao Governo do Estado, diversos veículos alinhados ao Palácio dos Leões vêm difundindo factoides, a exemplo da falsa denúncia que foi desmentida pelo Ministério da Integração, numa clara tentativa de estancar o avanço da ex-governadora na preferência do eleitorado maranhense.

Foto: Agência Assembleia

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