Nada definido

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Embora o grupo do governador Flávio Dino (PCdoB) tente forçar a barra de um cenário consolidado a ponto de levá-lo à vitória até em primeiro turno, o fato é que nada no processo eleitoral no Maranhão está definido. Dino não sabe, sequer, que adversários enfrentará. Também não tem garantia alguma de que terá partido X ao seu dispor e enfrentará partido Y.

O cenário ainda é totalmente indefinido, tanto do ponto de vista dos candidatos quanto da arrumação dos partidos. O que se pode dizer, apenas, é que tem Flávio Dino disputando pelo PCdoB, Roseana Sarney cotada pelo MDB e Roberto Rocha (PSDB) convicto de encarar qualquer embate. Quantas legendas estarão com Dino, Roseana, Rocha, ou outro pré-candidato que se apresente é precipitado agora estabelecer.

Rocha, por exemplo, tem hoje o controle do PSDB, o que é um trunfo fundamental em um processo – tanto para si próprio quanto para uma negociação de aliança. O deputado Eduardo Braide, por sua vez, se quiser mesmo ser candidato, não tem como ficar no PMN. E se for para o PT, como fica a aliança do partido com Dino? Se, por outro lado, conseguir apoio de legendas da base dinista – ou roseanista – com tempo suficiente na propaganda?

São questionamentos que precisam ser feitos por qualquer um que tenha o interesse na observação do cenário eleitoral maranhense.

Estabelecer agora – faltando ainda mais de quatro meses para as convenções – o número de partidos que cada candidato tem é discutir o sexo dos anjos. A conjuntura nacional, a cooptação de candidatos, as reformulações nas direções partidárias terão influência direta na montagem das chapas.

E o que se vê agora, fatalmente não será o que se terá ao fim de julho, quando terminará o prazo das convenções. Insistir em cenários consolidados hoje, é não ter a capacidade de ver o amanhã. Coisa para poucos.

Foto: reprodução/ TV Mirante

Estado Maior

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Samba só pelo voto

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O governador Flávio Dino (PCdoB) utilizou-se do período carnavalesco – que nunca foi sua praia, desde que assumiu o governo – com um único objetivo: tornar-se popular exatamente no ano eleitoral. O que se viu nos quatro dias de folia foi um desengonçado comunista tentando ser natural entre os foliões, numa caricatura do Carnaval maranhense.

O comunista aventurou-se num terreno que é próprio de outros personagens dessa disputa eleitoral de 2018, como a ex-governadora Roseana Sarney (MDB), o ex-secretário Ricardo Murad (PRP) e até mesmo o deputado estadual Eduardo Braide (PMN). É sabido no imaginário popular que essas lideranças gostam naturalmente do Carnaval, sem forçar a barra ou produção de imagens medidas milimetricamente para serem vendidas.

E foi exatamente pela necessidade de aparecer na avenida que Flávio Dino fez tanta zoada pela falta de cobertura dos seus passinhos de samba e suas danças meio sem jeito.

Ele pensou em aparecer assim tanto na mídia local quanto nas TVs, jornais e sites Brasil afora. Foi ignorado solenemente, embora a cobertura do Carnaval de São Luís tenha sido ampla e irrestrita em todas as mídias.

Flávio Dino entrou num terreno que não é seu para tirar proveito eleitoral. E só não conseguiu porque a imprensa percebeu claramente o seu objetivo do samba pelo voto.

Outros carnavais

O solo carnavalesco de Flávio Dino encontrou terreno fértil pela ausência das demais lideranças na folia.

Mesmo foliões de peso, como Ricardo Murad e Eduardo Braide, optaram pelo carnaval do interior, onde têm bases consolidadas ou em fase de consolidação.

Quem também desapareceu da folia foi o senador Roberto Rocha (PSDB), outro frequente em carnavais passados.

Naturalmente

A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) teve uma discreta, mas efetiva participação no Carnaval de São Luís.

Sem precisar forçar a barra ou de imagens pré-fabricadas para impressionar, ela optou pelos seus circuitos de costume, ao lado de amigos e familiares.

E não precisou sequer chamar atenção para ser chamada por populares em locais onde a folia seguia.

Estado Maior

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Cenário consolidado

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Quem ainda aguarda situações extras para a tomada de decisão em relação às eleições de outubro pode perder o trem da história no Maranhão. Mesmo com a conjuntura nacional no debate mais intenso, a situação política no estado caminha para uma medição de forças entre dois grupos distintos, com pouca margem para quem ainda espera por palanque.

Independentemente da conjuntura nacional, o maior grupo de oposição ao governo Flávio Dino (PCdoB), liderado pela ex-governadora Roseana Sarney, deve contar em seu palanque, além do seu MDB, também com forças partidárias do porte de um PV, PSD e de outras legendas de porte médio.

Da mesma forma, o Palácio dos Leões pode contar na mesma chapa com representantes do PT, do DEM, do PPS e do PSB, independentemente da conjuntura nacional a ser desenhada.

Sobra pouca margem, portanto, para que outras forças – a exemplo do senador Roberto Rocha (PSDB), da ex-prefeita Maura Jorge, do ex-secretário Ricardo Murad ou do deputado Eduardo Braide (PMN) – consigam formar palanque consistentes, com candidatos a senador de peso e candidatos a vice que somem.

Apostar na indefinição do cenário nacional para esperar consolidação de sua campanha, a estas alturas da disputa, pode significar a definição da vitória ou da derrota.

Isso porque, tendo ou não o ex-presidente Lula na disputa presidencial, a eleição será polarizada entre as mesmas forças que já se digladiam no cenário. E cada um buscando seus interesses regionais. Sem a interferência esperada por alguns candidatos locais.

Estado Maior

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TJ mantém absolvição de Roseana Sarney

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Os desembargadores da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), rejeitaram na manhã de hoje (1º) um recurso do promotor Lindonjonson Gonçalves, do Ministério Público do Maranhão (MPMA), e mantiveram a absolvição da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) da denúncia de desvios de recursos para a construção de hospitais.

A decisão foi tomada por unanimidade, com os votos dos desembargadores Vicente de Paula Castro, José Luiz Almeida e Guerreiro Júnior.

A sustentação oral da defesa da ex-governadora foi feita pela advogada Anna Graziella Neiva.

Absolvição sumária

Roseana já havia sido sumariamente absolvida das acusações em março do ano passado, por decisão do juiz Clésio Coelho Cunha, então respondendo pela 7ª Vara Criminal de São Luís.

A peemedebista outras 15 pessoas – dentre elas o ex-secretário de Saúde Ricardo Murad (PMDB) –, fora denunciada no início de 2016 pelo promotor Lindonjonson de Sousa por suposta responsabilidade no desvio de R$ 1,95 milhão

O dinheiro, disse ele na peça, teria sido usado na campanha de 2010.

Cunha decidiu pela absolvição sumária “por falta de conduta da acusada para o resultado das ações descritas”.

“[Roseana Sarney] Não era ordenadora de despesas para pagamento das obras e serviços executados na Secretaria de Estado da Saúde, sendo que cabia ao Secretário de Saúde Ricardo Jorge Murad esta atribuição, e no direito financeiro cabe ao ordenador de despesas demostrar a regularidade da sua atuação administrativa”, destacou.

Foto: Paulo Soares/ O Estado

Blog do Gilberto Léda

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Roseana fala sobre disputa da eleição e BR-135

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A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) foi entrevistada nesta quinta-feira (11), no Ponto Final na Rádio Mirante AM apresentado por Jorge Aragão. Ela reafirmou que o seu nome está à disposição do MDB para a disputa da eleição.

Roseana destacou a entrega pelo governo Federal no dia de hoje, da obra de duplicação da BR-135, mais precisamente do segundo trecho.

“Hoje é um dia de festa para o Maranhão, pois a luta pela duplicação da BR-135 é uma reivindicação antiga de todos os maranhenses. Essa é a segunda parte da duplicação, pois a primeira que está dentro da Ilha foi feita no meu governo. A gora teremos mais um trecho até Miranda do Norte e a nossa luta agora vai ser levar essa estrada duplicada até Timon. Essa é uma obra importante não apenas para o Maranhão, mas também para o Brasil. Eu, realmente estou comemorando porque eu me sinto parte dessa obra, entào eu estou aqui agradecendo ao presidente Temer, à presidenta Dilma e a todos os deputados que lutaram por essa duplicação, então parabéns ao povo maranhense”, afirmou.

Roseana falou sobre a disposição de disputar a eleição para o governo e disse que se sente muito feliz ao ter o seu nome novamente lembrado pelo povo do Maranhão.

“Eu fico muito feliz em ser lembrada pelo povo, pois é um sinal que o meu nome é lembrado pelo trabalho que sempre desenvolvi pelo Maranhão e pela responsabilidade. Eu estou analisando tudo, mas a princípio sim eu serei candidata a governadora do Maranhão. O meu nome está à disposição do meu partido”, afirmou.

Ao ser perguntada sobre os dados do IBGE que apontam para o aumento da pobreza nos ultimos três meses no Maranhão, Roseana preferiu não comentar.

“A vida inteira as pessoas me acusavam sobre essa coisa de pobreza. Agora as pessoas que estão no governo estão aprendendo a governar. Estão sabendo o que é governar. Não é fácil governar. Entào eu me resguardo a não comentar, pois esse nào é o meu estilo. Então eu prefiro não comentar e repasso essa pergunta ao povo do Maranhão… Quem tem que analisar não sou eu. Eu não sou juíza e nem professora de Deus para analisar tudo. Eu sou uma pessoa comum, eu não sei tudo. As pessoas é que vão analisar se o Maranhão cresceu ou nào cresceu… Então eu entrego essa questào ao povo maranhense”, disse Roseana.

Foto: Adriano Soares

Ouça a entrevista

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Fraude eleitoral

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O governador Flávio Dino (PCdoB) e seus aliados na imprensa passaram por um constrangimento desnecessário ao fazer publicidade de algo que não condiz com a realidade do seu governo.

Ao afirmar em suas redes sociais que o Portal G1 havia garantido ter ele cumprido 92% das promessas de campanha, o que não é verdade, Dino abriu a guarda para questionamentos de toda sorte.

E o que estava dormindo nos arquivos da Justiça Eleitoral acabou vindo a público. E revelou-se que o governo comunista só conseguiu cumprir pouco mais de 1/3 das metas encaminhadas ao TRE durante a campanha.

O fracasso do governo comunista – além do constrangimento de ser desmentido publicamente – guarda em si outro problema: o não cumprimento das promessas de campanha pode levar a processos eleitorais, inclusive com possibilidades de inelegibilidade e cassação de mandatos.

Quando decidiu exigir dos candidatos a cargos no Executivo a apresentação de seus planos de governo, com metas a cada ano do eventual mandato, a Justiça Eleitoral tinha o propósito de evitar que aventureiros, capazes das promessas mais mirabolantes possíveis, chegassem a se eleger, iludindo eleitores.

É claro que, como muitos aspectos do sistema eleitoral, adversários não ligam, eleitores pouco se importam e a Justiça Eleitoral também faz vista grossa para esse não cumprimento. Mas quando o próprio infrator se expõe da forma como se expôs Flávio Dino, natural que adversários, observadores e operadores do Direito Eleitoral busquem reparações e sanções. Até porque trata-se de uma fraude eleitoral

Ficção – Mesmo após revelação de que só cumpriu 22 das 65 promessas de campanha, o governador Flávio Dino insiste em outra realidade nas redes sociais.

O comunista chega ao limite de afirmar ter cumprido todas as metas apresentadas à Justiça Eleitoral. Mas nem os números da fantasia comunista conseguem esconder dos eleitores o Maranhão real.

Obra alheia – Das 22 promessas de Flávio Dino dadas como cumpridas pelo G1 Portal, nada menos que 18 ele já encontrou quase prontas quando assumiu. São obras deixadas pelo governo Roseana (PMDB), muitas das quais bastava a ele descerrar a placa de inauguração.

As quatro obras tipicamente comunistas são serviços sem maior relevância no contexto do desenvolvimento do Maranhão.

Estado Maior

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Sobre a não nomeação de Pedro Fernandes

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Por Joaquim Haickel

Pedro Fernandes se elegeu vereador de São Luís em 1992, vaga que antes era ocupada por seu irmão, Manoel Ribeiro, que foi inclusive presidente da Câmara Municipal da capital, e naquele momento era deputado estadual, e iniciava ali sua brilhante trajetória política.

Mas essa história remonta mesmo os idos do ano de 1993! Tudo começou quando impuseram aos deputados e à Assembleia Legislativa do Maranhão, durante 10 anos, o nome de Manoel Ribeiro como presidente do legislativo estadual. Uma hora os nossos erros voltam para nos assombrar!

Em 1998, depois de duas eleições consecutivas de Manoel como presidente da ALM, Pedro disputa e ganha um mandato de deputado federal, cargo que ocupará por cinco mandatos sucessivos, até que, sabiamente, passará o bastão para seu filho, Pedro Lucas, em 2019.

Até aí tudo está certo, translúcido e completamente bem explicado e entendido.

Os Ribeiros sempre foram aliados do grupo liderado por José Sarney, mesmo que o mando deste grupo tenha sido exercido por sua filha Roseana nos 14 anos em que ela foi governadora do Maranhão.

Para Roseana era muito cômodo que Manoel Ribeiro controlasse a Assembleia Legislativa e os deputados, para isso deu a ele todo o poder necessário para tanto.

Pedro Fernandes sempre foi reconhecidamente um político mais bem preparado que seu irmão mais velho e logo impôs um estilo próprio. Engenheiro, bem versado e mais culto que o irmão, era tecnicamente mais capaz de assumir tarefas burocráticas. Já Manoel, passado na casca do alho, sempre foi um político mais arguto, mais afeito ao jogo dos bastidores da política. Era indiscutivelmente aquilo que se chama de uma raposa felpuda da política maranhense de seu tempo.

Quatro momentos da trajetória de Pedro Fernandes foram os pontos altos de sua vida pública. Quando se elegeu vereador, foi um excelente vereador. Quando se elegeu Deputado e novamente teve boa atuação. Quando foi indicado secretário de Educação por Roseana Sarney e agora quando teve seu nome indicado para ser ministro do trabalho.

A política é um sacerdócio. Uma ocupação parecida com a dos homens que dedicam sua vida a Deus. Os médicos de antigamente tinham essa mesma característica. Dedicavam-se à sua função de corpo e alma. Na política deve ser assim. Se você não se dedicar integralmente a ela, ela lhe falta. Se bem que para ter sucesso em qualquer setor essa máxima se aplica.

Quando a direção nacional do PTB indicou o nome de Pedro Fernandes para ministro do trabalho, o fez por ver nele um quadro capaz de desenvolver o trabalho de sustentação que o partido precisava para suas políticas. Ocorre que Pedro deveria primeiro fazer o dever de casa e ele não fez!

Aprende-se cedo na política que atitudes falam mais alto que o som de nossa voz. Sabendo da amizade de Zé Sarney com o Presidente Temer, Fernandes tinha obrigação de saber que o presidente da República pelo menos consultaria o ex-presidente, líder inconteste do estado do futuro ministro, sobre o fato de indicar um político de seu estado, sabidamente seu amigo, para um cargo tão importante, ainda mais pelo fato desse amigo estar vinculado a um adversário não só do ex-presidente, mas a alguém que recorrentemente chama Temer de golpista e ilegítimo!

Ora bolas, é ter muito pouca capacidade de entendimento do cenário político! Como é possível querermos que as coisas venham a acontecer como se deseja, trabalhando no sentido contrário!?

Já que Fernandes está agora alinhado a um governador, adversário do homem que vai nomeá-lo, o certo a fazer neste caso, deveria ser, de comum acordo com o governador, estabelecer que o mais importante neste momento seria garantir sua nomeação, coisa que seria bom para todo mundo. Todo mundo mesmo! Não dá para apagar incêndio com gasolina. Numa situação dessas o velho Manoel se sairia muitíssimo bem, já Pedro não é tão bom nisso.

Ao tentar demonstrar uma lealdade subserviente ao governador, Pedro pediu para não ser nomeado Ministro. Lealdade é a maior das qualidades de um político, desde que ela não seja capachilda, desde que ela aconteça de maneira livre e independente, caso contrário é pura dependência, imposição.

Tenho certeza que Zé Sarney não foi consultado pelo PTB ou pelo presidente Temer sobre a indicação de Pedro Fernandes para o ministério. Estive com Sarney no dia da indicação e ele comentou comigo que seria uma coisa muito boa para o Maranhão ter dois ministros novamente, ainda mais sendo Pedro.

Tenho certeza que ele não pegou o telefone para vetar o nome de Fernandes. O que ocorreu é que as declarações atabalhoadas de Pedro e as repercussões delas, muitas de forma bastante maldosa, aproveitando-se da inabilidade do deputado neste caso, fizeram não só Temer, mas o próprio PTB nacional repensar a indicação. Dar um ministro para um adversário, em meio a uma batalha política como a das reformas e a condução do país em meio a toda essa crise, é uma temeridade.

Pedro deveria ter ficado calado, consolidado seu nome e esperado ser nomeado. Não precisava trair Flávio Dino, só não podia ser subserviente a ele. Este fato prejudicou inclusive o próprio governador do Maranhão, que acabou não tendo um ministro ligado a si!

Depois do caldo derramado resolveram fazer o que os políticos fazem toda vez que não têm coragem de reconhecer seus erros: “Isso é coisa do Sarney!”

Não meto a minha mão no fogo por Zé Sarney, exatamente por saber que ele é o maior e o melhor político, mesmo sem mandato eletivo, ainda em plena atividade no Brasil, mas posso garantir que a maioria das coisas que as pessoas atribuem a ele, é obra da incapacidade das próprias pessoas de fazerem o que devem ou pelo fato de terem feito o que não deveriam.

Com perdão da má comparação, acontece em relação a Sarney a mesma coisa que acontece em relação a Deus e ao Diabo. Grande parte dos milagres creditados a Deus e dos flagelos debitados ao Diabo, ocorrem por obra e graça da nossa incapacidade de fazer o que deveríamos.

PS1: Depois de reler e revisar o texto acima, cheguei a conclusão que não vai adiantar que se diga e até mesmo que se prove que Sarney não vetou o nome de Pedro Fernandes, pois muitas pessoas não vão acreditar nisso. Porém uma coisa é certa, se Pedro Fernandes tivesse agido de outra maneira, da forma politicamente correta, uma hora dessas, ele seria ministro do trabalho.

PS2: Já imaginaram se o PTB nacional, comandado por Roberto Jeferson, que detesta Flávio Dino e o PC do B, obrigasse o partido no Maranhão a não se coligar com o governador!? Pedro Fernandes estaria no mato sem cachorro, pois a uma altura dessas o grupo Sarney não o receberia de volta!

PS3: A sobrevivência política de Pedro Fernandes e a eleição de seu filho, o promissor Pedro Lucas, independe de sua vinculação com esse ou aquele grupo político, comandado por este ou aquele cacique, seja ele detentor efetivo do poder formal ou não.

PS4: Acabei de lembrar do que minha mãe me dizia, quando eu era ainda bem pequeno: “Dizes com quem andas, que te direi quem és”.

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Roseana lamenta morte de Humberto

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A ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney (MDB) lamentou a morte do presidente da Assembleia Legislativa, Humberto Coutinho e disse que o Maranhão perdeu uma de suas lideranças políticas.

Leia a nota na íntegra:

“O Maranhão perde uma liderança política e um homem que lutou fortemente durante os últimos anos pelo restabelecimento de sua saúde.

Ao longo de minha trajetória política, eu e Humberto Coutinho mantivemos uma relação de muito respeito, buscando o melhor para o Maranhão e para a região dos Cocais, onde ele manteve sua base, tendo sido eleito prefeito de Caxias e também Deputado Estadual.

Que Humberto descanse e que Deus conforte Cleide, sua esposa e companheira, os filhos e toda a família. A todos eles, os meus sinceros sentimentos.”

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Roseana Sarney espera ano de trabalho

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A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) divulgou nas redes sociais um vídeo com sua mensagem de ano novo aos maranhenses

No vídeo que tem a duração de 30 segundos, Rosenaa deseja aos maranhenses um ano de muito trabalho, sem ódio, medo e violência.

“Ano novo, sempre esperança. Tenhamos um 2018 de trabalho. Sem ódio, sem medo e sem violência. Uma vida melhor para todos de nossas famílias. Paz, prosperidade e muitas oportunidades de emprego. Amor fraterno! São os votos de coração de sua amiga Roseana”, diz a mensagem.

Foto: Reprodução

Clique aqui e veja o vídeo

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Roseana prega união dos maranhenses

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A ex-governadora Roseana Sarney será destaque da propaganda eleitoral obrigatório do PMDB que vai ao ar a parir desta quinta-feira (21), no rádio e na televisão.

Na inserção que terá a duração de 30 seguntos, Roseana Sarney prega a união e solidariedade dos maranhenses e diz que é hora de abrir novos caminhos em 2018.

“2018 está chegando. É hora de abrir novos caminhos. Olhar as nossas crianças e prepará-las para o futuro. Hora de dar aos jovens as oportunidades que eles tanto querem. Melhorar a vida dos mais pobres. É hora de nos unirmos, todos juntos e solidários em busca de paz e crescimento”, diz a ex-governadora.

Além da inserção de fim de ano, Roseana também gravou uma mensagem de natal ao lado dos netos e que também será veiculada na TV.

Clique aqui e veja o vídeo de 2018

Clique aqui e veja a mensagem com os netos

Foto: Reprodução

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