Roberto Costa e MDB mandam recado…

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O deputado estadual Roberto Costa revelou ontem, em conversa com a coluna, que, caso não viabilize a candidatura de Victor Mendes, o MDB tende a apoiar a candidatura de Neto Evangelista (DEM).

“O Victor Mendes é o nosso candidato a prefeito, mas não sendo ele temos simpatia pelo Neto Evangelista”, disse Costa.

Questionado sobre possível apoio à candidatura de Adriano Sarney (PV), caso Mendes não seja candidato, Roberto Costa foi sucinto.

“Nossa opção é somente o Neto”, concluiu.

Estado Maior

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De olho em 2020

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Não são apenas os partidos ligados ao governador Flávio Dino (PCdoB) que se mobilizam de olho nas eleições municipais de 2020. Na última sexta-feira, 31, o Diretório Estadual do MDB no Maranhão mostrou que também está se articulando para o pleito.

O presidente da Executiva Estadual, ex-senador João Alberto, garantiu, durante reunião do colegiado partidário, que a legenda estará “nos trilhos” tanto pra 2020, quanto para 2022.

E mais: que o objetivo dos emedebistas é ter candidaturas próprias, pelo menos, nos 20 maiores municípios do estado.

“Vamos estar presentes nos 20 maiores municípios maranhenses”, declarou.

O ex-senador conclamou o apoio de todos os emedebistas e confirmou uma informação que já havia sido antecipada pelo deputado estadual Roberto Costa: o lançamento do nome do ex-deputado federal Victor Mendes como pré-candidato a prefeito de São Luís pela sigla.

“Vamos dar a volta por cima e conquistar a confiança da população descrente”, completou.

Estado Maior

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PTB vai se unir ao MDB e PP, diz Pedro Lucas

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A bancada do PTB na Câmara dos Deputados decidiu, nesta quarta-feira (16), que passará a integrar o bloco formado pelo MDB, PP e outros.

O futuro líder do partido, Pedro Lucas Fernandes (MA), informou, após reunião realizada nesta tarde, que, “num futuro próximo”, o PTB vai fechar questão sobre que candidato irá apoiar à Presidência da Câmara.

“A bancada decidiu que vai marchar unida em relação à Presidência. O PTB teve os votos necessários para a sua decisão de formar o bloco neste momento e, num futuro próximo, definir seu candidato à Presidência”, declarou.

Foto: Jotaric

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Hildo reafirma candidatura à presidência do MDB

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Diante da falsa informação de que estaria sendo costurado um acordo para a eleição do diretório estadual do MDB do Maranhão, o deputado federal Hildo Rocha reagiu com firmeza e indignação. “Não existe acordo. Sou candidato à presidência do diretório regional do MDB maranhense. As informações divulgadas por alguns blogs é fantasiosa”, afirmou o parlamentar.

A reação do deputado decorre da publicação de suposto acordão por meio do qual o deputado João Marcelo assumiria o comando da legenda e Hildo Rocha seria o vice-presidente.

“Essa possibilidade nunca chegou a ser cogitada. Quando estivemos reunidos para tratar sobre a eleição, o deputado João Marcelo foi taxativo ao dizer que não pretende concorrer porque, no seu entendimento, caso ele sucedesse o seu pai, o Senador João Alberto, ficaria parecendo continuidade da atual gestão. João Marcelo chegou a afirmar que o MDB não é capitania hereditária. Portanto, a informação é fantasiosa, totalmente mentirosa”, informou Hildo Rocha.

Foto: Agência Câmara

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O poder nas mãos do povo

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Por Hildo Rocha

Os resultados apurados pelas urnas brasileiras nas eleições de 2018 são um convite para que toda a classe política brasileira faça uma profunda autocrítica nesse momento de posses do novo governo e do Congresso Nacional no próximo mês. Não podemos fechar os olhos para o momento que estamos vivendo.

A forma tradicional de se fazer política no Brasil, também chamada por alguns de velha política, foi frontalmente questionada pelo eleitor em 2018. Velhos caciques políticos e partidos tradicionais enfrentaram revezes que surpreenderam todos os cientistas políticos e jornalistas especializados. Todas as previsões eleitorais foram contrariadas.

Os tempos são outros. Muitas vezes já se disse que o Parlamento de um país é um espelho da sociedade que o elege. A partir dessa ideia, podemos concluir que, se o resultado das urnas trouxe surpresas; se tivemos uma das maiores renovações no Congresso; em outras palavras, se o Parlamento brasileiro está mudando é porque o Brasil está mudando.

Estamos vivendo um novo paradigma na forma como o eleitor decide em quem depositar a conança de seu voto. A utilização do Fundo Partidário e do Financiamento Público de Campanha são dois bons exemplos. Essas medidas foram duramente criticadas como sendo tentativas de se garantir a perpetuação no poder dos representantes da velha política.

Contudo, como ficou evidente após as eleições, a democracia brasileira é muito maior do que isso e não aceita mais a manutenção de candidatos ou programas distantes da realidade do País.

No Brasil de 2019 não há mais espaço para o toma lá dá cá, negociações espúrias, favores pessoais, indicação de apadrinhados sem competência técnica ou aptidão para o serviço público. Não ganha mais eleições a partir de agora quem contrata o marqueteiro mais caro ou quem gasta mais em santinhos e anúncios de rádio e TV.

O eleitor brasileiro a partir desse novo momento quer propostas, quer conteúdo, quer políticos com a cha limpa e que estejam dispostos a trabalhar duro por este país. E vai cobrar resultados.

O cidadão nalmente abriu os olhos para acompanhar, no detalhe, o trabalho dos políticos que elege. E já não era sem tempo! Como muito bem sintetizou Thomas Jefferson, “O preço da liberdade é a eterna vigilância”. Mas o Brasil, infelizmente, sempre foi carente dessa vigilância por parte de seus eleitores. Não mais.

O brasileiro parece ter compreendido efetivamente que a irresponsabilidade scal e o populismo foram responsáveis pela inação e desemprego que afundou o país. Ciente disso o eleitor disse não a governantes irresponsáveis na condução das contas públicas. Demonstrou cansaço da política tradicional e da própria forma como as coisas são feitas no país, decidindo buscar o diferente.

Agora é fundamental, no entanto, que esse sentimento de mudança venha acompanhado, cobrando e scalizando os eleitos.

Os nomes escolhidos para compor os Ministérios do governo empossado foram mais discutidos e analisados que os nomes dos jogadores convocados para integrar a seleção brasileira de futebol. E 2018 foi um ano de Copa do Mundo, não podemos nos esquecer. A vigilância do eleitorado sobre o trabalho da classe política já começou, e a tendência é que ela aumente.

A nossa Carta Magna, já em seu primeiro artigo, diz com propriedade que “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente”. Esse comando fundamental, mas muitas vezes esquecido, deverá ser o condutor das ações de todos os Parlamentares que integrarão o Congresso Nacional a partir de fevereiro próximo.

Entendo que Governo e Oposição devem cumprir suas funções, dentro dos limites da lei e zelando pelo respeito à Constituição e as Instituições. Cabe aos Poderes e aos seus integrantes cumprirem suas funções que lhes são reservadas em lei e contribuir para a harmonia entre as diferentes funções do Estado. Somente assim conseguiremos superar esse momento difícil marcado por profunda crise econômica, política e institucional.

Somos os detentores dos mandatos, mas o verdadeiro poder está, e estará sempre, nas mãos do povo. A vontade democrática manifestada nas urnas no ano passado não será subvertida nem esquecida. Teremos muito trabalho ao longo dos próximos quatro anos, mas faremos tudo o que estiver ao nosso alcance na luta por um país melhor.

O futuro do Brasil começa agora!

* Hildo Rocha é deputado federal pelo MDB/MA

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Joaquim aponta Assis Filho como saída do MDB

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Por Joaquim Haickel

Em 2010 resolvi deixar a política e não mais me candidatar a mandato eletivo, mas não consegui suportar a pressão dos amigos que me pediam que aceitasse o cargo de secretário de estado de Esporte e Lazer.

De 2015 para cá, política só nas análises que faço, de quando em vez, sobre as conjunturas e os cenários locais e nacionais, ou sobre algum fato específico que eu pense ter relevância.

A mais nova decisão que tomei neste setor foi a de ceder aos insistentes apelos das três mulheres de minha vida, minha mãe, minha filha e minha mulher, e não mais fazer críticas contundentes em relação a ninguém, principalmente ao governador Flávio Dino e a ex-governadora Roseana Sarney…

Prometi a elas que de agora em diante, quando comentar sobre política, vou fazê-lo o mais filosoficamente possível e me limitar a analisar fatos e cenários sem tecer opiniões mais pontuais ou pontiagudas sobre ninguém.

Para inaugurar essa nova fase mais dialética de minha crônica política, eu vou fazer um balanço da eleição de outubro passado.

Devo antes lembrá-los que do ponto de vista das ideias de Platão, filósofo com que mais eu me identifico, a dialética é o processo de debate entre interlocutores comprometidos com a busca da verdade, através da qual a alma se eleva, gradativamente, das aparências sensíveis às realidades inteligíveis ou ideias. Já Aristóteles, em contraponto ao mítico mestre de seu mestre, Sócrates, diz que a dialética consiste no uso do raciocínio lógico que, embora coerente em seu encadeamento interno, está fundamentado em ideias apenas prováveis, e por esta razão traz em seu âmago a possibilidade de ser contradito.

Assim sendo, nada que eu diga aqui são verdades absolutas, que não possam ou não devam ser debatidas, apuradas ou melhoradas. Ressalto que defendo minhas ideias, da mesma forma que respeito e defendo o direito das outras pessoas defenderem as suas.

Mas vamos ao tal balanço!…

Sobre a eleição nacional de outubro passado, penso que ficou clara a escolha feita pelo eleitor brasileiro. Ele disse não à política implementada pelos três últimos presidentes, eleitos que foram para dois mandatos consecutivos cada, totalizando assim 24 anos de gestões com viés esquerdista.

Em outubro passado o povo brasileiro votou por três motivos básicos: contra o PT, seus camaradas e a corrupção generalizada; contra Bolsonaro, os sentimentos e ações que ele fez com que as pessoas acreditassem que ele defende e os aplicará; e contra os políticos de qualquer tonalidade e viés ideológico.

Muito raramente o eleitor votou a favor de alguma coisa. O voto foi contra, o que não é o melhor tipo de voto que se pode dar.

No Maranhão o eleitor deixou claro que desejava virar a última página de um capítulo de nossa história! Porém, não entendo que ele tenha feito algum juízo de valor definitivo sobre o capítulo superado na virada dessas tais páginas, lidas e relidas nos últimos 50 anos de nossa história. Nem vejo que o eleitor maranhense tenha optado por esse novo capítulo pelo fato dele ser melhor ou diferente, mas por ele ser simplesmente outro!

A derrota eleitoral acachapante do grupo Sarney, em minha modesta opinião, não diminui em nada a importância de José Sarney na história do Maranhão, nem as boas coisas realizadas por ele e por seu grupo nos anos em que predominaram em nossa política.

Veja, passei os últimos meses dizendo que Roseana não seria candidata ao governo do estado e no final das contas eu estava certo! Ela não foi realmente candidata, ela só cumpriu tabela! E o fez de uma forma melhor que eu jamais pensei que ela fosse capaz.

Sempre comentei com amigos, jamais em público, que a eleição seria ganha por Flávio Dino! Sempre disse que gostaria que ela acontecesse apenas no segundo turno. Não foi o que aconteceu.

A polêmica do momento é a disputa pelo comando do MDB maranhense. Penso que Roseana não deva se candidatar. É hora de deixar novas lideranças tocarem o barco e a única genuína nova liderança que eu vejo no MDB hoje, é o Assis Filho, atual secretário nacional de juventude. Os demais são mais do mesmo…

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Roberto quer ‘nova geração’ no comando do MDB

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O deputado estadual Roberto Costa (MDB) foi o entrevistado desta quinta-feira (22), no Ponto Final por Roberto Fernandes, na Rádio Mirante AM. Reeleito para o quarto mandato com 35.214 votos, Roberto Costa disse ter enfrentado a sua eleição mais difícil.

“Essa foi a eleição mais difícil que eu já enfrentei. Além da minha eleição tivemos a questão muito difícil e a luta para que ocorresse nova eleição em Bacabal que me afastou das bases políticas, nós tivemos que reconstruir todo o nosso trabalho em São Luís e em vários municípios do Maranhão. Foi uma eleição complicada, mas tivemos uma luta muito grande e povo reconheceu o nosso trabalho”, afirmou.

Roberto Costa disse que enfrentou muita dificuldade na eleição de Edivan Brandão em Bacabal, mas que a população da cidade escolheu o candidato mais humilde para administrar a cidade.

“Foi uma campanha humilde, limpa e que nosso candidato foi até chamado de liso, mas o povo dizia que queria mesmo era o liso”.

O deputado Roberto costa defendeu uma mudança no comando do MDB e disse que é necessário que o comando do partido venha a ser assumido por uma nova geração.

“Isso é uma discussão que tem sido a pauta principal no Maranhão. eu tenho defendido a tese de que o resultado das urnas foi um recado ao nosso partido que precisa urgentemente e neste processo eu me incluo, de quadros novos no país e no Maranhão não é diferente. O partido precisa fazer urgentemente uma mudança no comando partidário, no comando político e dar oportunidade a uma nova geração política. Eu tenho conversado com o senador João Alberto e nós temos bons nomes como Vitor Mendes, João Marcelo, Assis Júnior e o prefeito de Imperatriz Assis Filho. Eu defendo a renovação, mas também tenho a humildade de reconhecer que o MDB teve um papel fundamental na vida do povo maranhense. A governadora Roseana Sarney tem um papel fundamental no desenvolvimento do Maranhão e eu tenho clareza que ela foi a maior governadora que o estado já teve.”, explicou.

O parlamentar disse que mesmo o MDB sendo oposição ao governo Flávio Dino, disse que manterá uma oposição sem radicalismo na Assembleia.

“Eu tive desde o início da legislatura passada a minha posição e você sabe que o MDB é oposição ao governo Flávio Dino, mas existe a oposição com responsabilidade e sem radicalidade. Algumas propostas interessantes que eu inclusive defendia no governo Roseana eu mantive a minha posição. A nossa posição sempre foi de oposição, mas oposição equilibrada. Os que fizeram Oposição radical, o povo não reconheceu. Eu manterei a posição que o partido assumir. Eu acho que eu sou o único deputado de oposição dessa legislatura que não esteve no Palácio com o governador Flávio Dino”.

Roberto Costa defendeu que o governo Flávio Dino dê uma resposta convincente à população sobre a retirada dos recursos do FEPA. “Eu acho que o governo do Estado precisa dar uma resposta segura não apenas para a Assembleia, mas para a sociedade do Maranhão. O governo precisa dar uma resposta clara à população sobre o que aconteceu com o fundo dos aposentados que para mim é uma questão gravissíma. Eu defendo que a Assembleia Legislativa também apure essa situação porque não estamos falando de recursos do governo, mas sim da própria população”.

O deputado afirmou que a Lava Jato teve uma grande interferência na eleição nacional. “Eu acho que o que interferiu no processo político brasileiro não foi o governo de Temer. para mim o que interferiu foi a Lava Jato. Essa eleição foi feita sob o sentimento do escândalo de corrupção que foi mostrado pela Lava Jato. Não fosse isso o Bolsonaro jamais seria presidente. Eu até diria que se o Haddad não estivesse no PT seria o presidente da República. O Bolsonaro para mim foi resultado da revolta do povo brasileiro. A população achou o seguinte: vamos parar por aqui com quem está e pensar em alguém novo”.

Roberto Costa se disse à favor das emendas impositivas. “Hoje eu defendo as emendas impsitivas. Antes eu era contra, mas hoje eu defendo a necessidade delas para que o Poder Legislativa possa garantir a sua autonomia. Hoje eu sou um defensor e se a Assembleia colocar em pauta eu serei à favor e estou muito seguro quanto a isso”.

O deputado disse que apoia o decreto “Escola Sem Partido” editado pelo governador Flávio Dise. “Eu sou muito tranquilo em relação a isso e eu defendo que a escola seja foco do debate político e eu digo isso que eu sempre fui um militante dentro da escola, mas é necessário garantir a manifestação de opinião a todos. Essas discussões são necessárias e a escola é o caminho inicial para a formação do cidadão. A família é fundamental, mas é na escola que você começa a adquirir conhecimento crítico”.

Roberto Costa disse também que ainda não vê ninguém em condições no momento de fazer o contraponto ao governador Flávio Dino na oposição. Ele apontou o senador eleito Weverton Rocha como eventual substituto do governador Flávio Dino dentro do seu grupo. E finalizou com preocupação ao analisar a postura do governador Flávio Dino em relação ao presidente eleito Jair Bolsonaro.

“O governador Flávio Dino saiu fortalecido da eleição aqui no Maranhão e acho que ele tem a formação necessária para se apresentar como candidado a presidente. a aspiração dele é legítima, mas o momento é inadequado. O acirramento do governador com o presidente eleito não é bom para o Maranhão que depende muito do apoio do governo Federal. Será que esse posicionamento do governador Flávio Dino neste momento será bom para o Maranhão?”, finalizou.,

Foto: Zeca Soares

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Hildo Rocha destaca união da bancada maranhense

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O deputado federal Hildo Rocha (MDB) foi o entrevistado deste sábado, no Ponto Final, com Jorge Aragão, na Rádio Mirante AM. Reeleito com 77.661 votos, Hildo disse que continuará trabalhando nos municípios maranhenses nos próximos quatro anos.

“A população entendeu que aqueles que tiveram mais votos entendeu são os mais preparados para serem os seus representantes e eu me sinto honrado por ter sido reeleito para mais um mandato. Nós agradecemos muito a população por reconhecer o nosso trabalho. Nós não utilizamos o poder econômico para conseguir nenhum voto. Eu vou continuar fazendo o meu trabalho na minha base política nos municípios, pois é lá de fato que o político conhece o desejo e a necessidade da população”.

Hildo Rocha destacou a reunião da bancada maranhense em Brasília que já definiu os recursos que serão destinados ao Maranhão por envio das emendas impositivas. Segundo o parlamentar, a bancada maranhense está unida e amadurecida para trabalhar pelo estado.

“O orçamento de 2019 já está sendo trabalhado e nós nos reunimos, os deputados e os senadores e nós definimos as prioridades. Nós conseguimos recursos para a Polícia Rodoviária Federal comprar novas viaturas. Conseguimos R$ 10 mil reais para a cardiologia do Hospital Dutra, R$ 17 milhões para a Codevasf fomentar a agricultura familiar, R$ 105 milhões para a saúde básica, R$ 31 milhões para a saúde de média e alta complexibilidade, recursos para equipar o Hospital da Criança no município de São Luís e além da compra de ônibus escolares. Garantimos recursos para a Base de Alcântara, IFMA, UFMA, Uema, recursos da ordem de R$ 30 milhões para construção da nova sede do IML. Garantimos recursos para a construção de 4 unidades do Hospital do Câncer de Barretos (Hospital do Amor), no Maranhão que serão construídos em São Luís, Santa Inês, Bacabal e Imperatriz. Colocamos R$ 400 milhões para refazer o trecho da BR-135 entre Miranda e Presidente Dutra. Agora precisamos estar unidos para lutar que os recursos venham para o Maranhão”, destacou.

Hildo Rocha disse acreditar que Jair Bolsonaro fará um bom governo e destacou como positiva a escolha dos ministros. “Eu acredito que ele fará um governo muito bom. É a primeira vez que a gente tem um líder de direita popular eleito pela população. Eu estou vendo que ele está se cercando de bons auxiliares. Eu tive a oportunidade de participar do anúncio do nome da deputada Teresa Cristina que é uma pessoa preparara, estudiosa do assunto é presidente da Frente Parlamentar do Agro Negócio. Ele escolheu um bom ninistro para o Ministério da Justiça que é o Sérgio Moro. Então estou vendo que ele está escolhendo bons nomes até porque ele não administra sozinho”, disse acrescentando que Onyx Lorenzoni indicado para a Casa Civil não é um bom articulador dentro da Câmara e que o governo pode encontrar dificuldades”, afirmou.

O parlamentar disse não ter entendido a reação do governo cubano com relação ao programa Mais Médicos. “Ora se os brasileiros fazem o revalida, porque os cubanos não podem fazer? O que Cuba está fazendo é uma tentativa de atrapalhar o governo Bolsonaro e criar dificuldade tirando o médico de um local e não repor. Então eles não estão pensando na população brasileira, mas em fazer política, mas o governo brasileiro já vai baixar um decreto para a contratação de novos médicos para o programa e nós temos médicos brasileiros capacitados para ocupar esses postos”.

Ao final da entrevista, Hildo Rocha reafirmou que colocou o seu nome à disposição do MDB para comandar o partido no Maranhão. “Eu estou querendo formar um partido forte e buscar  nomes novos. Você vê São Luís não tem nenhum vereador. Nós elegemos apenas dois deputados federais, nossos senadores não se elegeram e nós tivemos apenas 30% dos votos para o governo, então eu estou colocando o meu nome para oxigenar o partido, apenas pelos próximos 2 anos, eu não quero mais do que 2 anos para buscar noivos caminhos para o partido”, finalizou.

Foto: Zeca Soares

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Hildo Rocha pretende comandar o MDB no Maranhão

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O deputado federal Hildo Rocha anunciou o interesse em disputar o comando do MDB no Maranhão.

O parlamentar reeleito em outubro com 77.661 votos para mais um mandato na Cãmara dos Deputados foi o primeiro a colocar o seu nome à disposição do partido.

“Tenho amplas condições de fazer um MDB melhor. Tenho mandato, tenho articulação com a classe política e disposição para lutar pelo partido”, afirmou à coluna Estado Maior.

Outro nome que pode aparecer na disputa é o do deputado federal João Marcelo que é filho do senador João Alberto e que atualmente comanda o partido.

Foto: Agência Câmara

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A juventude e sua participação nas Eleições

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Por Assis Filho

O descrédito com os políticos e a sensação de que “são todos iguais” fez com que crescesse o desânimo da juventude brasileira com o processo eleitoral e a participação política. Isto se reflete no número proporcional de jovens de 16 e 17 anos que tiraram o título de eleitor para votar nas eleições deste ano. O voto é facultativo para os menores de 18 anos e maiores de 16 desde 1988 e, de acordo com informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o percentual de jovens nessa faixa etária que tirou título para votar nas eleições presidenciais deste ano é de 21,58%, o que representa uma queda de 7,5% em relação às eleições de 2014, quando a proporção de títulos emitidos para essa faixa de idade foi de 23,33%.

O desencanto e o desalento dos jovens com a política se torna mais evidente se levarmos em consideração a queda no número de filiados às legendas partidárias. Nos últimos 8 anos, os 10 partidos que apresentaram candidatos à Presidência da República no primeiro turno sofreram uma redução de 44% em seus quadros jovens, perdendo 168 mil filiados na faixa de 16 a 24 anos, segundo dados do TSE. Não foram computados dados do PPL, da Rede e do Novo, partidos que não tinham registro em 2010.

O desânimo acontece não apenas entre os jovens brasileiros. Dados do cômputo geral após o primeiro turno, revelam que a abstenção foi de mais de 29,9 milhões e alcançou 20,33% do total de eleitores, o maior índice desde as eleições de 1998. Do total de brasileiros que fizeram questão de exercer sua cidadania e comparecerem às urnas, quase 10% votaram branco (2,65%) ou nulo (6,14%) para Presidente da República. Deixar de comparecer às urnas e votar branco ou nulo podem até ser formas de manifestação política, mas se você não escolhe, alguém decidirá por você.

Geração de emprego e formas de combater e reduzir a criminalidade são os assuntos que estão dominando o centro do debate político atual e a preocupação dos brasileiros. A juventude é a parcela da população mais atingida pelo desemprego e pela violência, de acordo com estudos do IPEA e do Índice de Vulnerabilidade Juvenil (IVJ), respectivamente, e não deve se abster dessa discussão.
Para tentar combater essa realidade, a Secretaria Nacional de Juventude criou o Inova Jovem e lança o Novo Plano Juventude Viva. O primeiro oferece cursos para quem pretende empreender, dando orientação para que a juventude possa gerir e administrar seu próprio negócio e sustento. E o segundo pretende reduzir os números de homicídios com ações de enfrentamento ao racismo institucional e à cultura de violência. Os números são ainda mais assustadores se levarmos em consideração o público LGBT: relatório do Grupo Gay da Bahia (GGB), entidade que levanta dados sobre assassinatos da população LGBT no Brasil há 38 anos, registrou 445 homicídios desse tipo em 2017, número 30% maior em relação ao ano anterior, que teve 343 casos.

Diante de todo esse quadro, é importante que os jovens participem na formulação e se engajem na fiscalização das políticas públicas. O Estatuto da Juventude, promulgado em 5 de agosto de 2013, garante aos jovens de 15 a 29 anos o direito à participação social e na formulação, execução e avaliação das políticas públicas para juventude. Desde janeiro de 2017 à frente da Secretaria Nacional de Juventude, tenho buscado ouvir os jovens por meio de rodas de conversa, da caravana da juventude com o lançamento do ID Jovem em todos os estados e da construção colaborativa dos Diagnósticos da Juventude Rural e da Juventude LGBT e tentado estimular os jovens a debater assuntos de seu interesse promovendo encontros e reuniões do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) descentralizados nos estados e incentivando a criação de conselhos estaduais e municipais de juventude, com o objetivo de criar uma cultura de participação.

Mudar a realidade do país só é possível por meio do exercício pleno da cidadania. O voto é um importante instrumento de mudança coletiva e a participação no processo eleitoral oferece os instrumentos para que quem se envolve no pleito tenha mais legitimidade para cobrar de seus governantes. A distância dos processos que envolvem a coisa pública e a falta de engajamento no exercício da cidadania, na prática, não ajudam em nada para que as transformações aconteçam. É necessário que haja uma mudança de cultura, tanto na ocupação dos espaços de participação da juventude, como dos próprios jovens em reconhecer seu papel e transformar essa realidade. Não ofereçam carta branca ao futuro presidente do País. Votem, exerçam sua cidadania e cobrem políticas públicas para a juventude do Brasil. Quanto maior participação popular, maior a legitimidade na hora da cobrança.

*Assis Filho é Advogado, especialista em Direito Administrativo, professor universitário e Secretário Nacional de Juventude da Presidência da República

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