Joaquim aponta Assis Filho como saída do MDB

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Por Joaquim Haickel

Em 2010 resolvi deixar a política e não mais me candidatar a mandato eletivo, mas não consegui suportar a pressão dos amigos que me pediam que aceitasse o cargo de secretário de estado de Esporte e Lazer.

De 2015 para cá, política só nas análises que faço, de quando em vez, sobre as conjunturas e os cenários locais e nacionais, ou sobre algum fato específico que eu pense ter relevância.

A mais nova decisão que tomei neste setor foi a de ceder aos insistentes apelos das três mulheres de minha vida, minha mãe, minha filha e minha mulher, e não mais fazer críticas contundentes em relação a ninguém, principalmente ao governador Flávio Dino e a ex-governadora Roseana Sarney…

Prometi a elas que de agora em diante, quando comentar sobre política, vou fazê-lo o mais filosoficamente possível e me limitar a analisar fatos e cenários sem tecer opiniões mais pontuais ou pontiagudas sobre ninguém.

Para inaugurar essa nova fase mais dialética de minha crônica política, eu vou fazer um balanço da eleição de outubro passado.

Devo antes lembrá-los que do ponto de vista das ideias de Platão, filósofo com que mais eu me identifico, a dialética é o processo de debate entre interlocutores comprometidos com a busca da verdade, através da qual a alma se eleva, gradativamente, das aparências sensíveis às realidades inteligíveis ou ideias. Já Aristóteles, em contraponto ao mítico mestre de seu mestre, Sócrates, diz que a dialética consiste no uso do raciocínio lógico que, embora coerente em seu encadeamento interno, está fundamentado em ideias apenas prováveis, e por esta razão traz em seu âmago a possibilidade de ser contradito.

Assim sendo, nada que eu diga aqui são verdades absolutas, que não possam ou não devam ser debatidas, apuradas ou melhoradas. Ressalto que defendo minhas ideias, da mesma forma que respeito e defendo o direito das outras pessoas defenderem as suas.

Mas vamos ao tal balanço!…

Sobre a eleição nacional de outubro passado, penso que ficou clara a escolha feita pelo eleitor brasileiro. Ele disse não à política implementada pelos três últimos presidentes, eleitos que foram para dois mandatos consecutivos cada, totalizando assim 24 anos de gestões com viés esquerdista.

Em outubro passado o povo brasileiro votou por três motivos básicos: contra o PT, seus camaradas e a corrupção generalizada; contra Bolsonaro, os sentimentos e ações que ele fez com que as pessoas acreditassem que ele defende e os aplicará; e contra os políticos de qualquer tonalidade e viés ideológico.

Muito raramente o eleitor votou a favor de alguma coisa. O voto foi contra, o que não é o melhor tipo de voto que se pode dar.

No Maranhão o eleitor deixou claro que desejava virar a última página de um capítulo de nossa história! Porém, não entendo que ele tenha feito algum juízo de valor definitivo sobre o capítulo superado na virada dessas tais páginas, lidas e relidas nos últimos 50 anos de nossa história. Nem vejo que o eleitor maranhense tenha optado por esse novo capítulo pelo fato dele ser melhor ou diferente, mas por ele ser simplesmente outro!

A derrota eleitoral acachapante do grupo Sarney, em minha modesta opinião, não diminui em nada a importância de José Sarney na história do Maranhão, nem as boas coisas realizadas por ele e por seu grupo nos anos em que predominaram em nossa política.

Veja, passei os últimos meses dizendo que Roseana não seria candidata ao governo do estado e no final das contas eu estava certo! Ela não foi realmente candidata, ela só cumpriu tabela! E o fez de uma forma melhor que eu jamais pensei que ela fosse capaz.

Sempre comentei com amigos, jamais em público, que a eleição seria ganha por Flávio Dino! Sempre disse que gostaria que ela acontecesse apenas no segundo turno. Não foi o que aconteceu.

A polêmica do momento é a disputa pelo comando do MDB maranhense. Penso que Roseana não deva se candidatar. É hora de deixar novas lideranças tocarem o barco e a única genuína nova liderança que eu vejo no MDB hoje, é o Assis Filho, atual secretário nacional de juventude. Os demais são mais do mesmo…

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Roberto quer ‘nova geração’ no comando do MDB

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O deputado estadual Roberto Costa (MDB) foi o entrevistado desta quinta-feira (22), no Ponto Final por Roberto Fernandes, na Rádio Mirante AM. Reeleito para o quarto mandato com 35.214 votos, Roberto Costa disse ter enfrentado a sua eleição mais difícil.

“Essa foi a eleição mais difícil que eu já enfrentei. Além da minha eleição tivemos a questão muito difícil e a luta para que ocorresse nova eleição em Bacabal que me afastou das bases políticas, nós tivemos que reconstruir todo o nosso trabalho em São Luís e em vários municípios do Maranhão. Foi uma eleição complicada, mas tivemos uma luta muito grande e povo reconheceu o nosso trabalho”, afirmou.

Roberto Costa disse que enfrentou muita dificuldade na eleição de Edivan Brandão em Bacabal, mas que a população da cidade escolheu o candidato mais humilde para administrar a cidade.

“Foi uma campanha humilde, limpa e que nosso candidato foi até chamado de liso, mas o povo dizia que queria mesmo era o liso”.

O deputado Roberto costa defendeu uma mudança no comando do MDB e disse que é necessário que o comando do partido venha a ser assumido por uma nova geração.

“Isso é uma discussão que tem sido a pauta principal no Maranhão. eu tenho defendido a tese de que o resultado das urnas foi um recado ao nosso partido que precisa urgentemente e neste processo eu me incluo, de quadros novos no país e no Maranhão não é diferente. O partido precisa fazer urgentemente uma mudança no comando partidário, no comando político e dar oportunidade a uma nova geração política. Eu tenho conversado com o senador João Alberto e nós temos bons nomes como Vitor Mendes, João Marcelo, Assis Júnior e o prefeito de Imperatriz Assis Filho. Eu defendo a renovação, mas também tenho a humildade de reconhecer que o MDB teve um papel fundamental na vida do povo maranhense. A governadora Roseana Sarney tem um papel fundamental no desenvolvimento do Maranhão e eu tenho clareza que ela foi a maior governadora que o estado já teve.”, explicou.

O parlamentar disse que mesmo o MDB sendo oposição ao governo Flávio Dino, disse que manterá uma oposição sem radicalismo na Assembleia.

“Eu tive desde o início da legislatura passada a minha posição e você sabe que o MDB é oposição ao governo Flávio Dino, mas existe a oposição com responsabilidade e sem radicalidade. Algumas propostas interessantes que eu inclusive defendia no governo Roseana eu mantive a minha posição. A nossa posição sempre foi de oposição, mas oposição equilibrada. Os que fizeram Oposição radical, o povo não reconheceu. Eu manterei a posição que o partido assumir. Eu acho que eu sou o único deputado de oposição dessa legislatura que não esteve no Palácio com o governador Flávio Dino”.

Roberto Costa defendeu que o governo Flávio Dino dê uma resposta convincente à população sobre a retirada dos recursos do FEPA. “Eu acho que o governo do Estado precisa dar uma resposta segura não apenas para a Assembleia, mas para a sociedade do Maranhão. O governo precisa dar uma resposta clara à população sobre o que aconteceu com o fundo dos aposentados que para mim é uma questão gravissíma. Eu defendo que a Assembleia Legislativa também apure essa situação porque não estamos falando de recursos do governo, mas sim da própria população”.

O deputado afirmou que a Lava Jato teve uma grande interferência na eleição nacional. “Eu acho que o que interferiu no processo político brasileiro não foi o governo de Temer. para mim o que interferiu foi a Lava Jato. Essa eleição foi feita sob o sentimento do escândalo de corrupção que foi mostrado pela Lava Jato. Não fosse isso o Bolsonaro jamais seria presidente. Eu até diria que se o Haddad não estivesse no PT seria o presidente da República. O Bolsonaro para mim foi resultado da revolta do povo brasileiro. A população achou o seguinte: vamos parar por aqui com quem está e pensar em alguém novo”.

Roberto Costa se disse à favor das emendas impositivas. “Hoje eu defendo as emendas impsitivas. Antes eu era contra, mas hoje eu defendo a necessidade delas para que o Poder Legislativa possa garantir a sua autonomia. Hoje eu sou um defensor e se a Assembleia colocar em pauta eu serei à favor e estou muito seguro quanto a isso”.

O deputado disse que apoia o decreto “Escola Sem Partido” editado pelo governador Flávio Dise. “Eu sou muito tranquilo em relação a isso e eu defendo que a escola seja foco do debate político e eu digo isso que eu sempre fui um militante dentro da escola, mas é necessário garantir a manifestação de opinião a todos. Essas discussões são necessárias e a escola é o caminho inicial para a formação do cidadão. A família é fundamental, mas é na escola que você começa a adquirir conhecimento crítico”.

Roberto Costa disse também que ainda não vê ninguém em condições no momento de fazer o contraponto ao governador Flávio Dino na oposição. Ele apontou o senador eleito Weverton Rocha como eventual substituto do governador Flávio Dino dentro do seu grupo. E finalizou com preocupação ao analisar a postura do governador Flávio Dino em relação ao presidente eleito Jair Bolsonaro.

“O governador Flávio Dino saiu fortalecido da eleição aqui no Maranhão e acho que ele tem a formação necessária para se apresentar como candidado a presidente. a aspiração dele é legítima, mas o momento é inadequado. O acirramento do governador com o presidente eleito não é bom para o Maranhão que depende muito do apoio do governo Federal. Será que esse posicionamento do governador Flávio Dino neste momento será bom para o Maranhão?”, finalizou.,

Foto: Zeca Soares

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Hildo Rocha destaca união da bancada maranhense

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O deputado federal Hildo Rocha (MDB) foi o entrevistado deste sábado, no Ponto Final, com Jorge Aragão, na Rádio Mirante AM. Reeleito com 77.661 votos, Hildo disse que continuará trabalhando nos municípios maranhenses nos próximos quatro anos.

“A população entendeu que aqueles que tiveram mais votos entendeu são os mais preparados para serem os seus representantes e eu me sinto honrado por ter sido reeleito para mais um mandato. Nós agradecemos muito a população por reconhecer o nosso trabalho. Nós não utilizamos o poder econômico para conseguir nenhum voto. Eu vou continuar fazendo o meu trabalho na minha base política nos municípios, pois é lá de fato que o político conhece o desejo e a necessidade da população”.

Hildo Rocha destacou a reunião da bancada maranhense em Brasília que já definiu os recursos que serão destinados ao Maranhão por envio das emendas impositivas. Segundo o parlamentar, a bancada maranhense está unida e amadurecida para trabalhar pelo estado.

“O orçamento de 2019 já está sendo trabalhado e nós nos reunimos, os deputados e os senadores e nós definimos as prioridades. Nós conseguimos recursos para a Polícia Rodoviária Federal comprar novas viaturas. Conseguimos R$ 10 mil reais para a cardiologia do Hospital Dutra, R$ 17 milhões para a Codevasf fomentar a agricultura familiar, R$ 105 milhões para a saúde básica, R$ 31 milhões para a saúde de média e alta complexibilidade, recursos para equipar o Hospital da Criança no município de São Luís e além da compra de ônibus escolares. Garantimos recursos para a Base de Alcântara, IFMA, UFMA, Uema, recursos da ordem de R$ 30 milhões para construção da nova sede do IML. Garantimos recursos para a construção de 4 unidades do Hospital do Câncer de Barretos (Hospital do Amor), no Maranhão que serão construídos em São Luís, Santa Inês, Bacabal e Imperatriz. Colocamos R$ 400 milhões para refazer o trecho da BR-135 entre Miranda e Presidente Dutra. Agora precisamos estar unidos para lutar que os recursos venham para o Maranhão”, destacou.

Hildo Rocha disse acreditar que Jair Bolsonaro fará um bom governo e destacou como positiva a escolha dos ministros. “Eu acredito que ele fará um governo muito bom. É a primeira vez que a gente tem um líder de direita popular eleito pela população. Eu estou vendo que ele está se cercando de bons auxiliares. Eu tive a oportunidade de participar do anúncio do nome da deputada Teresa Cristina que é uma pessoa preparara, estudiosa do assunto é presidente da Frente Parlamentar do Agro Negócio. Ele escolheu um bom ninistro para o Ministério da Justiça que é o Sérgio Moro. Então estou vendo que ele está escolhendo bons nomes até porque ele não administra sozinho”, disse acrescentando que Onyx Lorenzoni indicado para a Casa Civil não é um bom articulador dentro da Câmara e que o governo pode encontrar dificuldades”, afirmou.

O parlamentar disse não ter entendido a reação do governo cubano com relação ao programa Mais Médicos. “Ora se os brasileiros fazem o revalida, porque os cubanos não podem fazer? O que Cuba está fazendo é uma tentativa de atrapalhar o governo Bolsonaro e criar dificuldade tirando o médico de um local e não repor. Então eles não estão pensando na população brasileira, mas em fazer política, mas o governo brasileiro já vai baixar um decreto para a contratação de novos médicos para o programa e nós temos médicos brasileiros capacitados para ocupar esses postos”.

Ao final da entrevista, Hildo Rocha reafirmou que colocou o seu nome à disposição do MDB para comandar o partido no Maranhão. “Eu estou querendo formar um partido forte e buscar  nomes novos. Você vê São Luís não tem nenhum vereador. Nós elegemos apenas dois deputados federais, nossos senadores não se elegeram e nós tivemos apenas 30% dos votos para o governo, então eu estou colocando o meu nome para oxigenar o partido, apenas pelos próximos 2 anos, eu não quero mais do que 2 anos para buscar noivos caminhos para o partido”, finalizou.

Foto: Zeca Soares

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Hildo Rocha pretende comandar o MDB no Maranhão

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O deputado federal Hildo Rocha anunciou o interesse em disputar o comando do MDB no Maranhão.

O parlamentar reeleito em outubro com 77.661 votos para mais um mandato na Cãmara dos Deputados foi o primeiro a colocar o seu nome à disposição do partido.

“Tenho amplas condições de fazer um MDB melhor. Tenho mandato, tenho articulação com a classe política e disposição para lutar pelo partido”, afirmou à coluna Estado Maior.

Outro nome que pode aparecer na disputa é o do deputado federal João Marcelo que é filho do senador João Alberto e que atualmente comanda o partido.

Foto: Agência Câmara

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A juventude e sua participação nas Eleições

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Por Assis Filho

O descrédito com os políticos e a sensação de que “são todos iguais” fez com que crescesse o desânimo da juventude brasileira com o processo eleitoral e a participação política. Isto se reflete no número proporcional de jovens de 16 e 17 anos que tiraram o título de eleitor para votar nas eleições deste ano. O voto é facultativo para os menores de 18 anos e maiores de 16 desde 1988 e, de acordo com informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o percentual de jovens nessa faixa etária que tirou título para votar nas eleições presidenciais deste ano é de 21,58%, o que representa uma queda de 7,5% em relação às eleições de 2014, quando a proporção de títulos emitidos para essa faixa de idade foi de 23,33%.

O desencanto e o desalento dos jovens com a política se torna mais evidente se levarmos em consideração a queda no número de filiados às legendas partidárias. Nos últimos 8 anos, os 10 partidos que apresentaram candidatos à Presidência da República no primeiro turno sofreram uma redução de 44% em seus quadros jovens, perdendo 168 mil filiados na faixa de 16 a 24 anos, segundo dados do TSE. Não foram computados dados do PPL, da Rede e do Novo, partidos que não tinham registro em 2010.

O desânimo acontece não apenas entre os jovens brasileiros. Dados do cômputo geral após o primeiro turno, revelam que a abstenção foi de mais de 29,9 milhões e alcançou 20,33% do total de eleitores, o maior índice desde as eleições de 1998. Do total de brasileiros que fizeram questão de exercer sua cidadania e comparecerem às urnas, quase 10% votaram branco (2,65%) ou nulo (6,14%) para Presidente da República. Deixar de comparecer às urnas e votar branco ou nulo podem até ser formas de manifestação política, mas se você não escolhe, alguém decidirá por você.

Geração de emprego e formas de combater e reduzir a criminalidade são os assuntos que estão dominando o centro do debate político atual e a preocupação dos brasileiros. A juventude é a parcela da população mais atingida pelo desemprego e pela violência, de acordo com estudos do IPEA e do Índice de Vulnerabilidade Juvenil (IVJ), respectivamente, e não deve se abster dessa discussão.
Para tentar combater essa realidade, a Secretaria Nacional de Juventude criou o Inova Jovem e lança o Novo Plano Juventude Viva. O primeiro oferece cursos para quem pretende empreender, dando orientação para que a juventude possa gerir e administrar seu próprio negócio e sustento. E o segundo pretende reduzir os números de homicídios com ações de enfrentamento ao racismo institucional e à cultura de violência. Os números são ainda mais assustadores se levarmos em consideração o público LGBT: relatório do Grupo Gay da Bahia (GGB), entidade que levanta dados sobre assassinatos da população LGBT no Brasil há 38 anos, registrou 445 homicídios desse tipo em 2017, número 30% maior em relação ao ano anterior, que teve 343 casos.

Diante de todo esse quadro, é importante que os jovens participem na formulação e se engajem na fiscalização das políticas públicas. O Estatuto da Juventude, promulgado em 5 de agosto de 2013, garante aos jovens de 15 a 29 anos o direito à participação social e na formulação, execução e avaliação das políticas públicas para juventude. Desde janeiro de 2017 à frente da Secretaria Nacional de Juventude, tenho buscado ouvir os jovens por meio de rodas de conversa, da caravana da juventude com o lançamento do ID Jovem em todos os estados e da construção colaborativa dos Diagnósticos da Juventude Rural e da Juventude LGBT e tentado estimular os jovens a debater assuntos de seu interesse promovendo encontros e reuniões do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) descentralizados nos estados e incentivando a criação de conselhos estaduais e municipais de juventude, com o objetivo de criar uma cultura de participação.

Mudar a realidade do país só é possível por meio do exercício pleno da cidadania. O voto é um importante instrumento de mudança coletiva e a participação no processo eleitoral oferece os instrumentos para que quem se envolve no pleito tenha mais legitimidade para cobrar de seus governantes. A distância dos processos que envolvem a coisa pública e a falta de engajamento no exercício da cidadania, na prática, não ajudam em nada para que as transformações aconteçam. É necessário que haja uma mudança de cultura, tanto na ocupação dos espaços de participação da juventude, como dos próprios jovens em reconhecer seu papel e transformar essa realidade. Não ofereçam carta branca ao futuro presidente do País. Votem, exerçam sua cidadania e cobrem políticas públicas para a juventude do Brasil. Quanto maior participação popular, maior a legitimidade na hora da cobrança.

*Assis Filho é Advogado, especialista em Direito Administrativo, professor universitário e Secretário Nacional de Juventude da Presidência da República

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O destacado papel da Juventude do MDB

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Se por um lado o MDB se entristeceu pela não eleição de Roseana Sarney para governadora pelo Maranhão, a mobilização de campanha, protagonizada pela Juventude do MDB (JMDB), merece destaque. Foram mais de 100 municípios visitados pela caravana liderada pela ex-governadora, onde a JMDB esteve presente em todos os eventos. Coordenada pelo secretário nacional de juventude e presidente da JMDB Assis Filho, com o auxílio de Hyago Andrade e Gleicy Teles, presidentes da JMDB do Maranhão e São Luís, respectivamente, foi de longe, umas das campanhas mais animadas e diferentes.

É importante ressaltar o trabalho de militância da juventude em uma campanha tão importante para a política, como foi a de Roseana neste pleito de 2018. A JMDB se comprometeu e esteve presente em vários momentos, participando de comícios, panfletando nas escolas, universidades, feiras, shoppings, bairros.

Um dos marcos da campanha foi quando Roseana, ao lado da JMDB, do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) e outros movimentos de juventude, assinou o Pacto pela Juventude, um documento para que os governos se comprometam com as políticas públicas para a juventude de forma concreta e efetiva. Na ocasião, a ex-governadora se comprometeu a implantar em seu governo 15 propostas para os jovens. Entre elas, a ampliação do programa Inova Jovem no Estado, o “Viva Meu Primeiro Emprego”, que tem como objetivo garantir a entrada do jovem no mercado de trabalho, auxílio para mobilidade urbana de estudantes e outras de capacitação profissional e empreendedorismo.

Foi uma campanha alegre e inovadora, que contribuiu imensamente para os mais de 947 mil votos recebidos por Roseana, que teria sido eleita em 31 municípios maranhenses, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral. Para a presidente Nacional da Juventude do MDB, Assis Filho, a campanha com Roseana superou as expectativas. “Ela sempre valorizou os jovens, sempre fomos protagonistas em seus governos, por isso queremos a sua vitória”, disse.

Se por um lado o MDB sofre derrotas históricas no Maranhão e nacionalmente, JMDB tem buscado e ampliado sua atuação nos principais setores sociais. Com essa visão social e inovadora, a nova geração que chega ao MDB pode ter um papel fundamental na reconstrução do partido e das bases, uma necessidade urgente do MDB, sob pena de se findar no ostracismo político e arcaico.

Foto: Divulgação

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Roseana firma pacto em favor da juventude

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A candidata ao Governo do Maranhão, Roseana Sarney, assinou na tarde desta segunda-feira (01) o “Pacto pela Juventude” e um incentivo extra na reta final de campanha: o compromisso de total empenho dos jovens do MDB para a virada das eleições.

“O futuro do Maranhão sempre esteve nas mães dos jovens. Por isso criei o Primeiro Emprego e a juventude pode contar comigo. Agradeço por essa energia que é tão valiosa nessa reta final. Vamos à vitória!”, afirmou Roseana, no encontro com a juventude.

Entre os presentes ao ato, estavam lideranças jovens de vários municípios do estado. O presidente da J-MDB, Hyago Andrade; o presidente da Comissão Nacional da Juventude, Nelson Marques; o secretário Nacional da Juventude, Assis Filho; e demais representantes do movimento.

“Roseana sobre teve diálogo e respeito pelos jovens, por isso vamos em todos os cantos do Maranhão e São Luís lutar por cada voto”, disse Ribamarzinho Barros, liderança juvenil.

Entoando gritos de guerras, incentivando a candidata da coligação “Maranhão quer mais”, os jovens participaram do evento animado pela Charanga do 15. “Chegou o momento da juventude arregaçar as mangas e fazer de Roseana de novo governadora. Todos vamos com garra incentivar a nossa guerreira”, disse Hyago. “Esse governador não respeita os movimentos sociais e a juventude. É um enganador que prometeu uma falsa mudança”, criticou Assis Filho.

Foto: Divulgação

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MDB aponta possível fraude na TV Difusora

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Um parecer da assessoria especial da presidência do TRE-MA, emitido ontem (28), opina pela viabilidade de um pedido feito no início da semana pela coligação “Maranhão quer mais”, da ex-governadora Roseana Sarney (MDB).

Os emedebistas solicitaram que, além da TV Difusora – geradora oficial da propaganda eleitoral no Maranhão -, os programas de Rádio e TV sejam depositados diariamente no Tribunal.

Motivo: há suspeitas de que peças produzidas pela campanha de Roseana tenha sido violados antes de ir ao ar.

A possibilidade foi levantada na semana passada, quando um programa do PCdoB, veiculado na sequência de um de Roseana, aparentemente já respondia às críticas da ex-governadora.

Todas mídias com o material são entregues na TV Difusora horas antes da veiculação.

Ao sugerir que os programas sejam entregues também ao TRE-MA, o MDB pretende garantir um meio de confirmar se o material que vai ao ar, é o mesmo que está sendo levado para a emissora de TV.

Depois do parecer da assessoria da presidência da corte, o caso agora deve ser decidido pelo juiz federal Clodomir Reis.

Vale lembrar que a TV Difusora está arrendada ao deputado federal e candidato ao Senado, Weverton Rocha (PDT) que é aliado político do governador Flávio Dino (PCdoB).

Leia mais no Gilberto Léda

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Roseana participa de caminhada em Santa Luzia

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Em mais uma grande demonstração de carinho da população, a candidata a governadora pela coligação “Maranhão Quer Mais”, Roseana Sarney, foi recebida na manhã desta quinta-feira (27), em Santa Luzia, com um super “café da manhã do 15” com lideranças e depois liderou mais um “Arrastão do 15” com a multidão e o candidato à reeleição no Senado, Edison
Lobão, na Rua do Comércio.

O ex-prefeito de Santa Luzia, Antônio Braide, e o ex-deputado Oséas Rodrigues; os candidatos a deputados Luana Costa e Netinho do Pindaré; o ex-prefeito de Santa Inês, Valdivino Cabral; Paruru, Vasty, Xikim e demais lideranças acolheram Roseana com entusiasmo. “Roseana merece uma recepção calorosa, empolgante como esta, porque sempre governou para os mais carentes. Será a nossa próxima governadora”, enfatizou Oséas Rodrigues.

O “Arrastão do 15” percorreu as principais ruas do comércio de Santa Luzia, e por onde passava Roseana era carinhosamente cumprimentada pelas pessoas. “Este governo só fez perseguir o povo do Maranhão, mas eleita trarei de volta a esperança, a dignidade e os programas sociais. Colocaremos o Maranhão de volta nos trilhos do desenvolvimento”, discursou Roseana, sob os gritos de “volta guerreira”.

Foto: Divulgação

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Juventude entrega propostas a Roseana

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A juventude do MDB organizará no final deste mês, em São Luís, um grande ato público em apoio à candidatura de Roseana Sarney ao governo do Maranhão. No evento, ela assinará o Pacto pela Juventude, um conjunto de propostas com o qual já se comprometeu em reunião ocorrida nesta segunda-feira (10), na sede do partido na capital maranhense.

“Tivemos a honra de receber Roseana em nosso partido para que os jovens de vários municípios pudessem entregar as propostas da juventude para diversas áreas, desde a educação até a cultura, o esporte e a geração de emprego. E ela já assumiu o compromisso de incluí-las em seu programa de governo”, informou Assis Filho, presidente nacional da Juventude do MDB.

Roseana disse que, ao receber o documento, renovava o compromisso com a juventude do Maranhão. “Para todos eles, vamos retomar o programa Primeiro Emprego e investir em cursos de economia digital com inovação, programação, webdesigner e todos aqueles que atendam a necessidade do mercado de trabalho”, anunciou. Ela acrescentou, ainda, que se eleita investirá na formação de jovens do ensino médio para serem instrutores remunerados para dar aulas no ensino fundamental. “Os jovens terão papel importante na melhoria da educação no Maranhão”, garantiu.

O jovem Dayvid William, do MDB de Rosário, disse que a juventude está com Roseana por acreditar no seu compromisso em atender às necessidades dos jovens, como já demonstrou em seus governos. “Para nós, Roseana é a melhor opção para governar o Maranhão, e vamos mostrar a força da juventude em sua campanha”, afirmou.

Para a presidente da Juventude do MDB em São Luís, Gleicy Teles, o encontro com Roseana superou as expectativas: “ela sempre valorizou os jovens, sempre fomos protagonistas em seus governos, por isso queremos a sua vitória”.

Foto: Divulgação

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