Jornalista discute jornalismo tradicional e digital

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Para se produzir conteúdo de qualidade em veículos de imprensa hoje, o perfil dos profissionais é muito diferente do que foi no passado. O famoso “jornalistão” está sendo forçado a entender de cruzamento de dados, infografia, programação de linguagens tecnológicas, business intelligence, arquitetura da informação, SEO (Search Engine Optimization), entre muitas outras coisas.

Quando Ivy Lee, em 1906, inventou atividade de assessoria de imprensa, não imaginava o quanto esse profissional nos dias de hoje precisaria se adaptar as transformações do dia a dia e ao mesmo tempo, se modernizar com o avanço das tecnologias. Mas existe uma declaração que ele fez naquela época e mesmo um século depois, continua valendo como aprendizado.

“Nosso plano é divulgar, prontamente, para o bem das empresas e das instituições públicas, com absoluta franqueza, à imprensa e ao público dos Estados Unidos, informações relativas a assuntos de valor e de interesse público”, fragmento de uma carta enviada aos editores dos jornais nos EUAU.

Dessa forma, como o tradicional e o digital podem juntos trabalhar? Como os novos alunos de comunicação estão vendo esse caminho? Essa transição? São respostas que podemos encontrar juntos, durante o bate-papo que será realizado no sábado, dia 18 de maio, às 9h, na Savóri Pizza, localizada no Cohajap.

As inscrições estão sendo realizadas através do app e site www.bilheteriadigital.com/ma e custa R$ 30,00 + 1KG de alimento não-perecível. Também será disponibilizado certificado de 3h/aula.

A conversa será ministrada pelo jornalista, Jeferson Lauande. Formado pela Estácio São Luís, com MBA em Jornalismo Empresarial e Assessoria de Imprensa, Editor do Jornal O Imparcial e Gerente de Conteúdo da 4Mãos Entretenimento.

Um evento voltado especialmente para estudantes de comunicação e áreas fins com o propósito de entender como assessoria de imprensa se destaca no mundo digital.

Serviço

Bate-papo com Estudantes
Tema: Como assessoria de imprensa se destaca no mundo digital com Jeferson Lauande
Quando: Sábado, dia 18 de maio
Horário: 9h
Local: Savóri Pizza – (R. Auxiliar II, nº 01 – QD. 07 – Cohajap)
Certificado: 3h/aula
Inscrições: R$ 30 + 1kg de alimento não perecível.
Venda: www.bilheteriadigital.com/ma
Realização: Tudo Comunicação

Foto: Divulgação

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O enterro da verdade

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Falei, na última semana, da questão da verdade. Continuo minhas reflexões. Citei o grande Unamuno — e lembro o mais espanhol dos pintores, Goya.

Goya foi o retratista insuperável da corte espanhola, mas sua obra tem uma vertente de crítica social que cresce a partir da Revolução Francesa. As guerras pela independência e contra o absolutismo no começo do século XIX foram brutais. Ele as comenta em “Los desastres de la guerra”. No fecho da série, depois das violências dilacerantes que mostra, uma gravura se intitula “Murió la verdad”: o corpo de uma jovem de seios nus ilumina a cena, sendo enterrada por figuras grotescas, a Justiça caída ao lado, suas balanças no chão. A jovem é La Pepa, apelido da primeira constituição espanhola, feita em Cádis, que vigeu de 1812 a 1814 e de 1820 a 1823 — e no começo de 1822 foi, por um dia, a primeira constituição do Brasil. Em 2012, na comemoração dos 200 anos de La Pepa — que marcou profundamente o século XIX e foi mais influente na América que a constituição francesa —, fui convidado para fazer a conferência de abertura do grande evento. Foi uma manhã memorável porque a solenidade se realizou no Oratório de São Felipe Néri, a capela barroca onde foi escrita a constituição, tendo ao fundo, ornamentando o altar-mor, lindo quadro da Imaculada Conceição, considerado uma das melhores obras de Murillo.

Para Goya a verdade era o símbolo dos grandes princípios políticos da Revolução Americana, cristalizados por Jefferson como direito a vida, liberdade e busca da felicidade, e da Revolução Francesa, liberdade, igualdade, fraternidade.

Dois professores de Harvard, Levitsky e Ziblatt, estudaram Como as Democracias Morrem. Identificaram alguns padrões: a rejeição pelos políticos das regras democráticas do jogo, a negação da legitimidade aos oponentes políticos, o encorajamento à violência e as restrições às liberdades, inclusive de imprensa. Cada um deles, por si, atestaria que a democracia está em risco. No cenário norte-americano, no último século, só Nixon se enquadrara num deles — e, agora, Trump se encaixa nos quatro. E um dos seus principais instrumentos seriam as fake news.

Dizia eu, falando sobre a comunicação no mundo digital, que nele “as fronteiras entre o original e suas cópias parecem ter desaparecido. Ao não distinguirmos mais os originais das cópias, todo o problema da alteridade parece se complicar. O que era antes verdadeiro, vaga hoje na incerteza. As informações ganham valor de verdade simplesmente por estarem na internet.”

É a antiga brincadeira do telefone sem fio, em que uma frase é repetida ao longo de uma roda e, ao chegar ao primeiro autor, já é outra. Na internet, uma informação alcança milhões de pessoas num instante, sem exame crítico, aceita por vir da pessoa ao lado, diante da qual desarmamos os filtros do senso crítico. A verdade é atestada pela proximidade.

A interferência russa na eleição americana, que é fake news, segundo Trump, mas não é fake news, é verdade, foi feita não com uma grande mentira, mas com milhares de pequenos incentivos nas redes sociais aos preconceitos de grupos: aos carvoeiros desempregados, aos criacionistas desconfiados da ciência, aos brancos que têm medo de pretos, aos pretos com medo dos imigrantes… As fake news são pedrinhas lançadas morro abaixo que levam de roldão pedras, matos, florestas inteiras.

Mas nós devemos também meditar sobre que dizia o Padre António Vieira: que o Maranhão era a terra da mentira — e como tem mentira!

Coluna do Sarney

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Inspire-se: o digital conecta negócios

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A estratégia digital das empresas é mais necessária do que nunca, principalmente diante da atual mudança de hábitos de consumo que tendem a se acelerar nos próximos anos: tanto que as previsões apontam que em 2025, mais de 40% das empresas deixarão de existir porque não se adaptaram aos novos tempos.

Onde você quer estar com seu negócio neste futuro tão próximo?

O “Inspire-se” terá foco nas tecnologias que estão influenciando ou sendo influenciadas por empresas e suas relações, já que a busca pelos matches e conexões tem proporcionado prospecção de mercados e maximização de lucros.

Acompanhe a programação:

17h – Abertura

17h15 – Palestra Como criar sua própria criptomoeda e alavancar seus negócios – Vô Epaminondas – YouTuber

18h15 – Apresentação Trilha Influencers Digitais do Maranhão – Keila Pontes – Analista Sebrae

18h35 – Intervalo

19h0 – Palestra Marketing Digital – Patri Brazil – influenciadora digital

19h40 – Palestra O digital fala – Thaynara OG – inlfuenciadora digital

20h20 – Palestra Empoderamento digital – Rhafisa Sekeff

20h50 – Painel Matches: Thayanara OG, Patri Brazil e Rhafisa Sekeff – mediadora: Raquel Araujo – analista Sebrae

21h20 – Encerramento

1º lote de ingressos disponível até o dia 06 de novembro

R$ 80 (inteira)
R$ 40 (meia entrada)

Inscrições online: http://bit.ly/inspiresesebrae

Esta é mais uma ação da Semana Global de Empreendedorismo no Maranhão.  #SebraeRealiza #SGE18

Foto: Divulgação

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