Feirinha aquece comércio com Copa e São João

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Com números expressivos em geração de renda para os agricultores familiares e também para os comerciantes locais, a Prefeitura de São Luís executa o programa Feirinha São Luís há um ano. Iniciativa coordenada pela Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa), o programa tem contribuído para o escoamento da produção agrícola da capital, bem como revitalização do Centro Histórico da cidade e fortalecimento do comércio no entorno. O evento ocorre sempre aos domingos, das 7h às 15h, na Praça Benedito Leite e este mês está em clima de São João e também da Copa do Mundo.

Neste domingo (17), aproveitando o São João e também a estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo, o setor de artesanato aproveitou para confeccionar produtos com as duas temáticas. As micro empresárias Samira e Carol, proprietárias da Santo Abacaxi são exemplos. “Fundamos a marca há um mês e unimos esses dois períodos festivos em estampas que estão tendo bastante procura por parte do público da Feirinha que está animado com os jogos do Brasil na Copa”, disse Samira Ferreira.

A Feirinha movimentou em um ano mais de 20 toneladas de produtos e subprodutos da agricultura local e recebeu cerca de 240 mil pessoas que geraram um capital circulante de quase R$ 12 milhões, além de gerar renda nos mais de 120 pontos de comercialização dentro e no entorno da Praça. No palco montado em frente à Associação Comercial já foram realizadas cerca de 300 apresentações culturais.

O titular da Semapa, Ivaldo Rodrigues, avalia o crescimento da Feirinha de forma positiva. “Um projeto pensado para a população, aprovado pelo prefeito Edivaldo, no qual São Luís ganha visibilidade nacional, exemplo disto são veículos de comunicação vindo fazer a cobertura do evento, além de instituições de representação nacional dando reconhecimento ao sucesso da Feirinha”, explicou o secretário.

Neste domingo (17), as atividades tiveram início às 8h com a anfitriã Banda da Feirinha. A programação cultural continuou com Quadrilha Mocinha do Sertão, Boi Pirilampo, e finalizando com Show Gargamel na Zabumba. Com participação ainda do Fitdance da Secretaria Municipal de Desportos e Lazer (Semdel), e do Grupo de Capoeira Amarauê.

Foto: Renato Carvalho

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Uma rápida análise

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Por Joaquim Haickel

Colocando o assunto eleitoral em dia, vamos passar em revista os fatos mais recentes dessa conjuntura.

Pesquisas publicadas recentemente demonstram claramente as tendências dos acontecimentos que se avizinham. No cenário nacional as coisas estão bem claras com a pré-disposição dos eleitores buscarem vias extremas para a solução do problema de governabilidade de nosso país.

Candidatos não faltam! Alguns até parecem bem intencionados, como o Amoedo, que tem um discurso de cidadania aflorado e o Meireles, que tem simpatia de parte do empresariado, mas nenhum consegue superar a casa do terceiro numeral na melhor previsão que se possa fazer.

Olhar para Marina enjoa o estômago de algumas pessoas, mesmo ela tendo um desempenho razoável nas pesquisas. Sem Lula o PT não tem a menor chance, até porque ele não consegue transferir seus votos para ninguém. O apoio que ele tem, é dele e é intransferível, fato que demonstra alguma maturidade por parte do eleitor.

Ainda é cedo para, afirmar sem sombra de dúvida, mas pelo que tudo indica, a eleição para presidente da República será polarizada entre candidatos de esquerda e direita, com os de centro querendo arrancar pedaços de um e de outro no decorrer do período.

A previsão é que Ciro Gomes, pela esquerda, e Jair Bolsonaro, pela direita, polarizem a eleição, e que Geraldo Alckmin tente, ora por um lado, ora pelo outro, se viabilizar. Eu particularmente prefiro o candidato do PSDB aos demais…

Imagino que o eleitor brasileiro não terá à sua disposição uma boa lista de opções e acabará tendo que escolher entre um candidato ruim e um pior. Não vejo, no cenário político brasileiro, nenhum candidato que possa nos liderar no sentido de tirar-nos deste caos que o PT nos colocou!…

Quanto ao Maranhão, como não poderia ser diferente, a vantagem segue sendo do ocupante do Palácio dos Leões, mesmo ele demonstrando ser uma grande decepção, uma vez que prometeu mudanças nas práticas políticas de nosso Estado e só conseguiu fazer pior que seus antecessores.

Caso Roseana seja realmente candidata, teremos segundo turno, que será mais garantido, se Eduardo Braide também concorrer e se Maura Jorge e Roberto Rocha absorverem votos de seus candidatos a presidente, Jair Bolsonaro e Geraldo Alckmin, respectivamente. Será também bastante oportuna a candidatura de Ricardo Murad e dos demais partidos de extrema esquerda.

Mesmo com a vantagem do grupo da situação, caso a eleição estadual vá para o segundo turno e sendo ela polarizada pelo reflexo da eleição presidencial, será difícil dizer quem vencerá a disputa pelo governo do Maranhão, principalmente pela enxurrada de perseguidos que aguardam uma oportunidade para uma desforra com Flávio Dino, que é a versão comunista e atualizada do velho coronel, do tempo do “Eu posso, eu faço eu mando”.

No Maranhão, assim como nos demais estados, e também no âmbito federal, comprova-se uma tendência que vinha se consubstanciando nos últimos tempos, que é a de inexistir quadros políticos capazes, sem sombra de dúvida, de empolgar a população e o eleitor a confiar a eles seus destinos. Carecemos de políticos respeitáveis e confiáveis, pessoas nas quais possamos realmente acreditar que farão o melhor a seu alcance para lutar por dias melhores para todos, nos levando para um tempo mais justo e próspero.

Não sou um pessimista, sou um realista, e é por isso que afirmo ao final dessas minhas palavras, que haveremos de conseguir nosso intento.

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