Roseana faz visita surpresa a três cidades

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A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) surpreendeu os meios políticos na última sexta-feira (15), quando apareceu em imagens de uma reunião no município de Mirinzal, ao lado do deputado e pré-candidato a senador, Sarney Filho (PV). Atendendo a convite do pastor Lázaro, da Igreja Madureira, em Mirinzal, Roseana decidiu-se pela viagem ainda na manhã de sexta. Quando chegou, foi recebida por uma multidão, ao lado do ex-prefeito Amaury Almeida.

De acordo com o que explicou a assessoria da ex-governadora, não se tratou de uma nova caravana ao interior. Ela apenas atendeu a convite do líder religioso e decidiu estender a visita também a Pinheiro e Central do Maranhão.

Ao chegar em Pinheiro, nova multidão a esperava por Roseana.

Ao lado de Sarney Filho, deputados federais e estaduais, prefeitos e ex-prefeitos da região da Baixada, ela reuniu-se com lideranças e conversou sobre a pré-campanha. E atendeu a inúmeros pedidos de selfie de militantes e simpatizantes.

Em Pinheiro, Roseana foi recebida pelo deputado federal Victor Mendes (PV) e pelo ex-prefeito Filuca Mendes, que reuniram seus aliados para uma conversa com a ex-governadora.

Caravana

Roseana estuda fazer uma nova caravana pelo interior ainda antes das convenções estaduais, ocasião em que vai discutir sobre sua formação de chapa, que tem Sarney Filho e Edison Lobão como pré-candidato a senador, mas sem vice ainda definido.

Na primeira incursão pelo interior, ainda no mês de março, Roseana percorreu cerca de 20 municípios em 10 dias, ocasião em que mobilizou diversas lideranças políticas de várias regiões do Maranhão.

Depois disso, em maio, recebeu prefeitos, ex-prefeitos, deputados e ex-deputados em sua casa, quando recebeu manifestações de apoio de todo o Maranhão.

Na semana passada, a ex-governadora recebeu a visita do pastor Pedro Lindoso, líder da Assembleia de Deus, e da vereadora Caçula Muniz (PCdoB), que declaram apoio à sua candidatura ao governo.

O Estado

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Roberto Rocha cumpre agenda em Alcântara

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O pré-candidato ao Governo do Maranhão, senador Roberto Rocha e uma comitiva formada por pré-candidatos do PSDB, estiveram em Alcântara, onde mais de cem lideranças aguardavam, no Sítio do Gomes, entre vereadores, presidentes de associações e comerciantes. Na ocasião foram discutidas as dificuldades, assim como as potencialidades do município.

Após a reunião com as lideranças, os pré-candidatos concederam entrevista a uma Rádio Comunitária de Alcântara e seguiram para a Unidade de Ensino e Formação Rural Nova Alcântara, para conhecer o Projeto Batalhão da Cidadania, que é de iniciativa comunitária e contempla as demandas sociais locais com ações de intervenção na promoção de ressocialização e  desenvolvimento do indivíduo como sujeito de transformação de justiça e cidadania.

O projeto surgiu para resgatar crianças da comunidade em situação de vulnerabilidade social. Só no Batalhão da Cidadania são 91 alunos. A escola também possui uma turma de ensino médio voltada para a educação profissionalizante na área da agropecuária, que atende alunos de 15 a 21 anos. Os alunos usufruem de serviços como Alfabetização, Preparatório do Enem, Serviço Social, Saúde e Prevenção, Meio Ambiente, Informática entre outros.

Na oportunidade, a direção da Unidade de Ensino Nova Alcântara solicitou a cobertura da quadra esportiva. Além de se comprometer com o pleito da direção da escola, o senador assegurou o fornecimento de kits de irrigação para a patrulha-mirim. E garantiu o empenho do seu mandato para conseguir equipamentos odontológicos para complementar o consultório da escola.

De Alcântara, a comitiva de pré-candidatos do PSDB seguiu, ainda, para Bequimão, Peri-mirim, Palmeirândia e Pinheiro.

Foto: Divulgação

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Justiça bloqueia bens de secretários de Pinheiro

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A Justiça do Maranhão determinou o bloqueio de bens de dois secretários e outro funcionário da Prefeitura de Pinheiro, da gestão do prefeito Luciano Genésio, distante 88 km de São Luís, com base em investigação do Ministério Público, que aponta superfaturamento e outras irregularidades na aquisição de livros didáticos para o município em contrato firmado no dia 10 de fevereiro de 2017 com a empresa Florescer Distribuidora de Livros Educacionais, no valor de R$ 1.829.467.

A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Pinheiro decidiu de forma liminar a indisponibilidade dos bens do secretário Municipal de Educação, Augusto César Miranda, do secretário Municipal de Administração, Magno Luís Mendes da Silva, e do presidente da Comissão Permanente de Licitação, Thomas Edson de Araújo e Silva Júnior, no valor de até R$ 566,6 mil. A decisão foi da juíza Tereza Cristina Franco Palhares Nina.

A Assessoria Técnica da Procuradoria Geral de Justiça analisou o procedimento e revelou ter observado “indícios de superfaturamento de 40%, além do descumprimento da legislação e a inobservância das jurisprudências dos órgãos de controle”. O levantamento feito aponta falta de informações básicas como a quantidade de alunos por etapa de ensino.

“Os réus, segundo consta, foram responsáveis por levar adiante procedimento licitatório viciado, que não atendeu minimamente aos ditames constitucionais e legais que regem o tema, concorrendo, mediante suas respectivas atuações, para a violação de princípios exigidos no trato da coisa pública bem como na perpetração de grave prejuízo ao erário”, disse o promotor de justiça Frederico Bianchini Joviano dos Santos.

O Ministério Público pediu ainda à Justiça que o contrato entre a prefeitura e a empresa em questão seja cancelado imediatamente.

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Justiça solta médico suspeito de negar socorro

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A Justiça concedeu habeas corpus ao médico Paulo Roberto Penha Costa, de 44 anos, suspeito de negar socorro a um recém-nascido, no hospital Materno Infantil em Pinheiro. O bebê veio a óbito.

Na manhã desta segunda-feira (5), a  Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informou que cumpriu, alvará de soltura mediante monitoração por tornozeleira eletrônica. A decisão é do desembargador Jaime Ferreira de Araújo.

Para o magistrado, a manutenção da prisão preventiva ao caso em apreço “é medida que não expressa justiça, mas coloca o paciente – que é detentor de primariedade, bons antecedentes, residência fixa e labor definido – em situação de extrema ilegalidade, porquanto ausente os requisitos para manutenção do ergástulo”.

Paulo Roberto estava preso desde a semana passada no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

Foto: Reprodução

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Médico tinha orientação para não atender?

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Para que não passe despercebido e que a responsabilidade não caia apenas nos ombros do médico Paulo Roberto Penha Costa é bom que o Ministério Público também apure o motivo que o levou a não atender o recém-nascido que veio a óbito, ontem em Pinheiro.

Nessa história, a direção do hospital e o gestor do município, também devem explicações. Mas uma explicação de fato não algo produzido apenas para a defesa.

O médico disse que não atenderia o recém-nascido porque ele era de outro município e disse que tinha uma ordem da direção do hospital para não atender. Ele, então decidiu cumprir a determinação e deu no que deu.

Em nota divulgada, a direção disse que o hospital recebe pacientes de todos os municípios da região. E responsabilizou também o que chamou de “transporte inadequado” para que o recém-nascido viesse a óbito.

Se é mesmo isso quem está faltando com a verdade: o médico ou o hospital?

O Ministério Público deve ir a fundo nessa história, pois se a versão dada pelo médico for verdadeira, não apenas o hospital, mas o próprio prefeito e o secretário de Saúde de Pinheiro também tem parcela de responsabilidade.

É a declaração do médico que o Ministério Público precisa apurar e saber quem mandou ele cumprir a “possivel” determinação da direção do hospital para não atender pacientes de outros municípios que não fosse de Pinheiro.

Vamos aguardar…

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Justiça decreta prisão preventiva de médico

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Acatando o parecer do Ministério Público do Maranhão (MPMA), a Justiça determinou, nesta quinta, 1º, a prisão preventiva do médico Paulo Roberto Penha Costa, que teria omitido socorro a um recém-nascido que faleceu no Hospital Materno Infantil de Pinheiro, na madrugada do mesmo dia.

Para a Justiça, o médico (que estava de plantão na unidade de saúde) “mesmo ciente da situação do recém-nascido assumiu o risco da morte (do bebê) ao negar atendimento ao mesmo sob o argumento de que era paciente de outra cidade”.

A decisão, proferida pela juíza Tereza Cristina Palhares Nina, deferiu o parecer emitido pelo promotor de justiça Frederico Bianchini Joviano dos Santos.

Na visão de Santos, deve ser destacada a rapidez da atuação do Ministério Público e do Poder Judiciário para dar uma resposta ágil à população.

Omissão

Nascida em São Bento, a 40 Km de Pinheiro, a criança necessitava de uma incubadora, inexistente no município de origem, ocasionando a transferência ao hospital. O recém-nascido chegou à unidade de saúde e ficou agonizando na ambulância, à espera do socorro do médico.

Ao vir a criança agonizando, o policial Raimundo Rodrigues Matos foi falar com Paulo Roberto Costa, que se negou a sair do quarto para atender o recém-nascido, que estava em estado crítico.

O relato do policial é reforçado pelos depoimentos das enfermeiras do hospital. As profissionais também foram falar com o médico, que teria omitido socorro à criança, que veio a falecer.

Na decisão, a Justiça indeferiu o pedido da defesa de Paulo Roberto Costa para a redução da fiança de 50 salários-mínimos, inicialmente arbitrada pela Delegacia de Pinheiro.

Foto: Divulgação/Polícia

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Médico é preso por omissão em Pinheiro

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O médico Paulo Roberto Penha Costa foi preso por volta de 3 da manhã, desta quinta-feira (1º), em Pinheiro por omissão de socorro. Ele se negou a atender um recém-nascido em estado grave que chegou ao Hospital Materno Infantil porque era da cidade de São Bento.

A criança acabou vindo a óbito dentro da ambulância que estava estacionada em frente ao frente do hospital. O fato foi denunciado à polícia que se deslocou até o hospital. Além de negar socorro à criança, o médico se recusou a dar explicações aos policiais e acabou sendo conduzido até a Delegacia.

O delegado Carlos Renato, da regional de Pinheiro disse que o médico relatou em seu depoimento que não prestou socorro à criança por conta de uma determinação da direção do hospital que diz que os pacientes devem ser atendidos na cidade de Viana.

O médico foi autuado em flagrante por homicídio culposo e ainda terá que pagar fiança de 50 salários mínimos.  Tentamos contato com o advogado Lincoln Lima Sampaio que defende o médico Paulo Roberto Penha Costa, mas ele não atendeu a ligação.

A direção do hospital se manifestou por meio de nota. Veja a nota:

“Na madrugada do dia 01/02, às 2:05 da manhã, chegou na unidade de saúde Materno Infantil de Pinheiro, uma ambulância de São Bento transportando um Neonato de 01 dia de nascido, grave, em uso de Droga vasoativa (adrenalina) que de forma alguma pode ser ministrado por técnico de enfermagem, em companhia apenas de um técnico de enfermagem, de forma inadequada, sem acompanhamento médico e/ou do enfermeiro e sem ambulância adequadamente equipada para esse transporte de Neonato segundo resolução 1.673/2003 do CFM e resolução 375/2011 do COFEM artigo 1 (em anexos). Na chegada a unidade, o Neonato não foi nem retirado da ambulância e foi comunicado à equipe de plantão, que já constatou que o mesmo já se encontrava em óbito. Visto o caso referido, a responsabilidade é inteiramente do médico responsável pelo transporte do hospital de São Bento.

Informamos ainda que os hospitais do município de Pinheiro sempre prestam atendimento a todos os pacientes de todos os municípios, estando pactuados ou não e que segundo o código de ética profissional, se faz claro que todos pacientes graves sejam atendidos e que dessa forma, visto que o paciente já se encontrava em óbito, não caracteriza o fato acima como omissão de socorro.

O Hospital Nossa Senhora das Mercês (Materno Infantil) lamenta profundamente que vidas ainda sejam perdidas por conta da omissão do cumprimento das normas e leis de saúde; o transporte adequado dos pacientes de outros municípios para nossas unidades pólo podem determinar a vida e a morte da população.

Nos solidarizamos profundamente com a dor da família em luto e afirmamos que nunca omitimos ou omitiremos socorro e que lamentamos imensamente não poder salvar as vidas que chegam até nós de forma irremediável.”

Foto: Divulgação/Polícia

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Uma triste realidade no Maranhão

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Morreu, na madrugada desta sexta-feira (26), o aposentado Raimundo Borges no Hospital Socorrão 2, em São Luís. Ele era morador da cidade de Pinheiro e dependia do tratamento de hemodiálise na capital do Maranhão, distante 341 quilômetros de onde ele vivia. Desde 2017 Raimundo falava que estava cansado do sofrimento pra conseguir se tratar. Veja a reportagem de Alex Barbosa.

“Você não descansa nada e no dia seguinte já tem que voltar novamente. É uma maratona mesmo, mas a gente tem que lutar pela vida”, afirmou o aposentado no ano passado.

Durante três anos, Raimundo e outros pacientes faziam uma jornada até uma clínica em São Luís para fazer hemodiálise três vezes por semana. A viagem de Pinheiro até a capital dura até dez horas por dia dentro de uma van.

O trajeto inclui um viagem de ferry boat de quase uma hora e meia, em que a van tem que ficar desligada e os pacientes sem ar-condicionado no interior do veículo. Como resultado, os pacientes chegam à clínica exaustos. As longas viagens também contribuíram para que Raimundo ficasse cada vez mais debilitado.

Segundo o nefrologista Alex do Vale, o tratamento de hemodiálise deveria dar mais qualidade de vida para pacientes renais crônicos enquanto aguardam transplante de rim. Mas após as sessões – que duram três horas em uma máquina – os pacientes deveriam manter pelo menos algumas horas de repouso.

“É essencial isso para ter adequação dos níveis de pressão, batimento cardíaco… então o paciente que não tem esse tempo de repouso e já tem uma maratona para viagens de deslocamento longo, ele vai ter uma perda na qualidade do tratamento e uma diminuição da expectativa de vida”, explicou o médico.

Em Pinheiro deveria ter uma clínica de hemodiálise funcionando desde 2015, mas as obras estão a passos lentos, assim como as outras clínicas que também já deveriam ter sido inauguradas em outras seis cidades do Maranhão.

Em 2014, sete milhões e meio de reais foram liberados para essas obras. Em Chapadinha, localizado a 247 Km de São Luís, as obras não começaram, apesar dos quase dois milhões e meio de reais liberados.

O problema das longas viagens enfrentadas pelos pacientes que precisam fazer hemodiálise no Maranhão vem sendo acompanhado desde agosto de 2016, quando o Jornal Nacional apresentou a matéria sobre a realidade dos pacientes que acordavam às 4h da manhã e viajavam 500 quilômetros de Chapadinha até São Luís para conseguir fazer o tratamento, três vezes por semana.

Na época, o Governo do Maranhão anunciou, sem informar prazo para conclusão das obras, que construiria uma unidade de hemodiálise na cidade e em mais cinco municípios. Até hoje o centro não ficou pronto.

Um mês depois, o Jornal Nacional mostrou que, em 2014, quase R$ 1 milhão foram liberados para a obra do centro de hemodiálise de Chapadinha, mas no local haviam apenas alguns materiais de construção desgastando com o tempo.

Em maio de 2017, mesmo com uma portaria do Ministério da Saúde que determinava a implantação de centros de hemodiálise no estado, o Ministério Público do Maranhão acionou a Justiça para cobrar agilidade na entrega dos centros. Já em Janeiro deste ano, o JMTV mostrou famílias que tiveram que se mudar para São Luís para fazer o tratamento, mesmo sem condições financeiras.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que realizou convênios com um município do Piauí e com uma empresa privada para atender pacientes e passou a gerenciar centros de hemodiálise no interior do Maranhão. Veja a nota na íntegra.

“A Secretaria de Estado da Saúde (SES) lamenta as mortes e reitera o compromisso com os pacientes do Maranhão, por meio da ampliação da oferta do serviço de hemodiálise. A SES esclarece que, entre 2015 e 2017, realizou convênios com o município de Floriano (Piauí) e empresa privada para atendimento aos pacientes da região de Açailândia, além disso implementou o terceiro turno do setor de hemodiálise do Hospital Carlos Macieira, em São Luís, e passou a gerenciar os centros de hemodiálise de Caxias e Bacabal. Sobre os novos centros, a Secretaria informa que o contrato com a empresa responsável pela obra é anterior à atual gestão, cuja execução do projeto depende, exclusivamente, de material e de mão de obra importados do Rio Grande do Sul.

A Secretaria comunica que o atraso das obras se deve, principalmente, à inadequação do serviço realizado pela empresa às regulamentações da Anvisa. A Secretaria comunica que, após nova reunião com a empresa no mês de dezembro de 2017, os novos centros passam por readequação.

Por fim, a SES informa que apesar da falta de avanços na descentralização dos serviços de hemodiálise no Maranhão, entre 2012 e 2014, a atual gestão tem adotado todas as medidas legais para garantir a entrega de novas unidades em diferentes regiões do estado, que fortalecerão a rede de atendimento formada, atualmente, por 12 centros localizados na capital e em outras seis cidades do interior do Maranhão”

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Handebol perde talento do professor Pinheiro

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Dois grandes nomes do handebol no Maranhão lamentaram a morte do técnico Pinheiro – um dos ícones do handebol maranhense.

José Pinheiro Silva morreu na tarde desta terça-feira (2), após sofrer duas paradas cardíacas, na UTI do Hospital São Domingos. Muito conhecido em meio à comunidade esportiva, Pinheiro foi professor e técnico no Alberto Pinheiro, Luís Viana e Dom Bosco. Era funcionário da Secretaria de Desporto e Lazer (Sedel). Foi técnico de handebol do Moto Club e por mais de 12 anos dirigiu a Federação Maranhense de Handebol.

O ex-jogador da Seleção Brasileira, China lamentou a morte de Pinheiro – um dos maiores incentivadores do handebol no Maranhão.

“Descansou o trabalhador e grande incentivador do handebol no estado do Maranhão durante décadas, José Pinheiro Silva. Descanse em paz, Pinheiro. Que Deus dê à família a força necessária neste momento de dor”, afirmou China.

O técnico e professor Eduardo Teles disse que Pinheiro deixa uma marca no handebol maranhense.

“Foi um grande incentivador do handebol na área educacional. Teve a honra de trabalhar com uma série de seleções maranhenses. Ele deixa uma lacuna grande. A comunidade do handebol lamenta a morte do professor. Deixou sua marca com uma grande professor do handebol do Maranhão”, destacou Eduardo Teles.

A Secretaria de Desporto e Lazer (Sedel), também se manifestou sobre a morte de Pinheiro. “Ex- presidente da Federação Maranhense de Handebol (FMAH), “Pinheirinho”, como era conhecido entre os atletas, alunos e técnicos da modalidade, desempenhou um grande trabalho na história do handebol maranhense. Neste momento de dor, o secretário de Esporte e Lazer Hewerton Pereira solidariza-se com familiares e amigos”.

Foto: Arquivo pessoal

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Moto vence jogo treino em Pinheiro

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O Moto venceu o time sub-20 do Pinheiro, por 2 a 0, no Estádio Costa Rodrigues, em Pinheiro, no primeiro teste nesta fase de preparação para o Campeonato Maranhense.

Os gols da partida foram marcados no primeiro tempo por Jaílson e Wanderson.

Dos novos contratados, os destaques foram o lateral-esquerdo Guilherme, o meia Jaílson e o atacante Ricardo Maranhão.

O time do Moto jogou com Rodrigo Ramos, Diego Renan, Wesley, Wanderson e Guilherme; Bruno Menezes, Rafael Santos. Jaílson e Everlan; Ricardo Maranhão e Lucas Bacelar.

A delegação do Moto encerrou a pré-temporada em Pinheiro e a partir de amanhã retoma os treinamentos no CT Pereira do Santos. A estreia do Moto no Campeonato Maranhense será no dia 20 de janeiro, contra o Imperatriz, no estádio Frei Epifânio D” Abadia.

Foto: Divulgação/ MotoClub

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