Escola é reformada após indicação de Umbelino

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O governo do Estado, por meio da Secretaria de Educação, atendeu a indicação n° 216/19 de autoria do vereador Umbelino Junior (Cidadania 23) que solicita a reforma do Centro de Ensino Professora Maria do Socorro Almeida, anexo um, localizado no bairro Quebra Pote, zona rural de São Luís. A Secretaria de Educação recebeu a demanda e encaminhou um ofício ao parlamentar, informando que iria realizar uma visita técnica para verificar a atual situação da unidade e assim tomar as providências cabíveis.

Esta semana, após a vistoria, os serviços foram iniciados na unidade com a reforma das salas, pinturas e outras intervenções necessárias no prédio. De acordo com os moradores, a escola nunca havia sido reformada e os problemas estruturais estavam prejudicando o andamento do ano letivo.

“Tomei conhecimento através dos moradores do Quebra Pote que confiam em nosso trabalho. Esse é o nosso papel como vereador, fiscalizar, solicitar aos órgãos competentes os serviços para as comunidades. Fico feliz em ver que a comunidade está sendo contemplada com essa reforma e assim tendo direito ao acesso à educação”, destacou Umbelino.

Foto: Divulgação

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Umbelino quer discutir Plano Diretor com a população

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As comissões permanentes da Câmara Municipal de São Luís, receberam esta semana o novo Plano Diretor da cidade, instrumento essencial para o desenvolvimento dos centros urbanos brasileiros. O último Plano Diretor da Cidade é de 2006, de acordo com o Estatuto das Cidades, é preciso que seja feita a revisão da lei a cada dez anos, ou seja, o plano está atrasado em três anos.

O vereador Umbelino Junior (Cidadania 23) que preside a Comissão de Mobilidade Urbana da Câmara Municipal de São Luís, conversou com a imprensa sobre o tema. “O Plano Diretor é uma ferramenta essencial para cidade e é importante que a população saiba o que está acontecendo, quais mudanças vão impactar diretamente a vida do ludovicense”, alertou o parlamentar.

Propostas

Na revisão do Plano Diretor, consta a proposta de reduzir a zona rural de São Luís, ou seja, diversos bairros da zona rural passariam a integrar a zona urbana, permitindo assim a implantação de novas empresas em locais que hoje são ocupados por agricultores, por exemplo.

Pela mudança, comunidades como Cajueiro, Pedrinhas, Estiva, Vila Industrial, Vila Esperança, Tibiri e outros, deixariam a zona rural para zona urbana.

“A proposta de redução é um dos pontos mais preocupantes, sabemos dos benefícios que poderão ocorrer com novas empresas na nossa cidade, mas devemos analisar os impactos com essa mudança e se os moradores da região estão cientes”, analisou o vereador.

Além disso, está previsto no novo Plano Diretor, a redução de áreas de dunas e a redução parcial da área protegida no Sítio Santa Eulália.

“Vamos avaliar todas as outras propostas do Plano Diretor e informar a população essas mudanças. Precisamos discutir a cidade com quem faz a cidade”, garantiu Umbelino.

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Umbelino solicita reforma de escola da zona rural

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O Centro de Ensino Professora Maria do Socorro Almeida, anexo um, localizado no bairro Quebra Pote, zona rural de São Luís, vem sofrendo diversos problemas estruturais. Segundo os moradores, a unidade nunca foi reformada, faltam manutenções básicas, além disso, animais e insetos como ratos, baratas e até morcegos invadem a escola, o que vem dificultando o acesso à educação.

Preocupado com a situação, o vereador Umbelino Junior (Cidadania 23) solicitou ao Governo do Estado, por meio de uma indicação, a reforma da unidade escolar. A proposta entrou em votação e foi aprovada em plenário.

Durante a sessão desta terça-feira (13), Umbelino voltou a solicitar os serviços ao Estado.

“Fizemos essa solicitação ao Governo, devido a responsabilidade pertencer à Secretaria Estadual de Educação (Seduc), mas alguns serviços emergenciais já foram realizados pela Secretaria Municipal de Educação (Semed), porque na escola um turno é cedido para os alunos do município. O espaço é fundamental para os alunos da comunidade, por isso, é preciso que seja feita uma grande reforma para o bem dos moradores da zona rural”, argumentou Umbelino.

Foto: Divulgação

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Parceria pretende incentivar o esporte na Zona Rural

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Os secretários de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa) Ivaldo Rodrigues e de Esporte e Lazer (Sedel) Rogério Cafeteira estiveram reunidos nesta quinta-feira (18) para discutir sobre uma parceria que pretende incentivar a prática esportiva na Zona Rural de São Luís.

Após a implantação do projeto Feirinha São Luís e que deu o ponta pé na reocupação do Centro Histórico, Ivaldo começa a pensar um grande projeto que vai beneficiar a Zona Rural começando pelo esporte.

“Nós iremos realizar um grande torneio, nas comunidades rurais de São Luís, que será viabilizado pela junção de esforços entre a Sedel e a Semapa, beneficiando os nossos produtores e agregando os nossos polos agrícolas, levando entretenimento para a Zona Rural”, explicou Ivaldo Rodrigues.

Ivaldo Rodrigues destacou que a Semapa também pretende buscar parcerias em outras áreas.

“Acho muito importante essas parcerias para poder levar benefícios para a Zona Rural. Nós iremos buscar várias outras parcerias com outras secretárias e entidades não ficaremos somente no esporte, também buscaremos outras ações de entretenimento, de cultura, etc., possibilitando melhorar a vivência das 80 mil pessoas que moram na Zona Rural”, disse.

Iniciativa semelhante já está em andamento entre os secretários Felipe Camarão e Rogério Cafeteira e que vai garantir a recuperação de quadras, campos e espaços espottivos e, prol do fortalecimento do esporte educacional.

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Câmara debate Plano Diretor e moradias na Zona Rural

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A Câmara Municipal de São Luís, por meio de proposição do vereador Honorato Fernandes (PT), realizou uma audiência pública na última sexta-feira (7), que retomou a discussão em torno da Lei do Plano Diretor. Dessa vez, os aspectos abordados no debate foram os Impactos e Desafios dos Empreendimentos Populares de Moradia na Zona Rural.

Compondo a mesa da audiência estavam: o vereador Estevão Aragão (PSDB), como presidente e primeiro secretário; vereador Honorato Fernandes (PT), autor do requerimento que originou a audiência; o secretário de Projetos Especiais e conselheiro da Cidade, Gustavo Marques; José Marcelo do Espírito Santo, presidente do Instituto da Cidade de São Luís (INCID), Beto do Taim, membro da COFREM Brasil; Gabriela Melo, representando o secretário municipal de Urbanismo e Habitação, Mádison Leonardo Andrade; Alessandra Pajama, membro do Fórum Maranhense de Entidades de Pessoas com Deficiência e Patologias.; Ângela Medeirros, conselheira da Cidade, representando os Movimentos de Defesa da Ilha.

Dando início às discussões, o vereador Honorato Fernandes destacou que os empreendimentos populares de moradia situados na zona rural, devido à ausência de políticas de habitação, têm se traduzido em uma política higienista, termo utilizado pela sociologia para se referir a um processo de eliminação de elementos sociais “indesejáveis”.

“Os empreendimentos populares de moradia situados na zona rural de São Luís, que deveriam ser a realização de um sonho, têm se tornado um pesadelo, pois é alarmante a falta de planejamento de políticas e a total desatenção do Poder Público com estas regiões. Estes empreendimentos, devido a negligência do Executivo Municipal, têm se tornado pontos de depósito e abandono da população pobre da ilha de São Luís. Isoladas há quilômetros de distância do centro da cidade, sem infraestrutura, sem iluminação, sem serviços de saúde, segurança e educação, essa população padece diariamente relegadas a falta de assistência do Executivo”, destacou o parlamentar.

O papel da municipalidade no Programa Minha Casa Minha Vida foi destacado pelo presidente do Instituto da Cidade de São Luís (INCID), José Marcelo do Espírito Santo que o apontou como uma fragilidade do programa, uma vez que a proposta pouco de se integra aos desafios impostos pelas realidades dos municípios. Tal fato, segundo o presidente do INCID, abriu margem para atuação da iniciativa privada, que focou tais construções na zona rural, pelo baixo valor de mercado dos terrenos da região.

“Precisamos destacar que o Minha Casa Minha Vida é um programa federal, mas cujo planejamento e gestão da implantação cabe aos municípios, cabendo assim aos entes municipais as concessões fundiárias, ou seja, a oferta dos terrenos para estes empreendimentos. No entanto, eis aí um ponto falho do programa, as prefeituras não dispõem de terrenos para a construção destes empreendimentos. Este fato abriu uma brecha para apresentação de áreas para a construção destes empreendimentos pela iniciativa privada”, explicou.

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Umbelino prioriza sustentabilidade na zona rural

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Durante a sessão plenária desta terça-feira (14), o vereador Umbelino Junior (Cidadania 23) usou a tribuna, para alertar a possível redução da zona rural de São Luís, prevista no novo plano diretor, instrumento básico da política de desenvolvimento do município que organiza a ocupação do solo urbano e rural.

Na revisão do plano diretor, consta a proposta de reduzir em 8.643 hectares na zona rural do município, que passaria de 20.820 hectares para 12.177 hectares.

“Durante todo meu mandato, nunca abandonei a zona rural, sempre visito às comunidades, ouço diversas sugestões e reivindicações. É uma área muito importante da nossa cidade, onde vários produtores precisam das suas terras para trabalhar. Precisamos debater essa proposta de redução e ver outras alternativas para que os moradores da zona rural não sejam prejudicados”, declarou Umbelino.

Além da zona rural, está previsto no novo plano diretor, a redução de áreas de dunas, a redução parcial da área protegida no Sítio Santa Eulália, dentre outras mudanças.

O parlamentar ainda solicitou ao município, o projeto com o detalhamento de todas as propostas de revisão do plano diretor que até o momento ainda não foi encaminhado aos vereadores.

Foto: Divulgação

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Umbelino cita Castelinho e pede quadra da zona rural

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Durante a sessão plenária desta terça (12), o vereador Umbelino Junior (PPS), usou a tribuna para relembrar o acidente registrado na última quarta-feira (6), quando parte do teto do ginásio Castelinho desabou, após as fortes chuvas registradas na capital.

Durante o pronunciamento, Umbelino ressaltou que após o acidente, o governo do Estado iniciou os serviços no local e pediu uma atenção maior para outros espaços esportivos que também necessitam de investimentos do poder público.

Através do requerimento N° 059/19 e da indicação N° 060/19, o líder do PPS solicitou a Prefeitura de São Luís e ao Governo do Estado, respectivamente, a cobertura da quadra localizada na Vila Esperança, zona rural de São Luís. O espaço foi construído e inaugurado no ano passado, após indicação do parlamentar.

Em sua justificativa, Umbelino destacou que o espaço vem colaborando para o desenvolvimento do bairro. “A comunidade recebeu um grande presente, hoje o espaço é utilizado por jovens, adultos e mulheres para praticarem exercícios físicos e aulas de Zumba, o espaço ficou totalmente diferente, o que estamos pedindo é a cobertura de um espaço muito importante para a zona rural, por isso acreditamos que nossa proposta será atendida”, pediu o parlamentar.

O requerimento e a indicação foram aprovados, após votação em plenário, o que garante o encaminhamento de ofícios para a Secretaria de Obras e Serviços Públicos, Prefeitura de São Luís, a Secretaria Estadual de Esportes e ao Governo do Estado.

Foto: Divulgação

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Prefeitura debate Plano Diretor na zona rural

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O povoado de Andirobas, localizado na zona rural de São Luís, recebeu, no ultimo sábado (26), a sexta audiência pública para apresentação da proposta de revisão do Plano Diretor do Município de São Luís, promovida pela Prefeitura e coordenada pela Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento (Seplan). Dos nove encontros que estão sendo realizados pelo poder público municipal, este foi o primeiro na zona rural da capital.  O próximo será terça-feira (29), no auditório Central da Universidade Federal do Maranhão (UFMA – Cidade Universitária Dom Delgado – Avenida dos Portugueses, 1966 – Campus do Bacanga), das 19h às 22h.

A audiência no povoado Andirobas teve a participação de entidades representativas de classe e da população e ocorreu na sede da Associação de Moradores do Povoado de Andirobas, zona rural de São Luís. O secretário municipal de Projetos Especiais e presidente do Conselho das Cidades (Concid), Gustavo Marques, presidiu a mesa dos trabalhos, composta ainda pelos presidentes do Instituto da Cidade (Incid), Marcelo do Espírito Santo, e o representante do Sinduscon, Hermes da Fonseca Neto.

Gustavo Marques falou sobre a realização da sexta audiência na zona rural de São Luís. “Demonstra a disposição do poder público municipal em debater e discutir com os mais diversos segmentos da sociedade, nas mais variadas localidades, de maneira que estamos mais uma vez cumprindo a nossa obrigação e cumprindo o planejado anteriormente”, afirma o secretário.

A série de audiências tem como finalidade debater a reordenação de políticas voltadas para áreas urbana e rural da cidade, além de garantir acessibilidade, mobilidade, uso racional e ocupação do solo, habitação, meio ambiente, saneamento básico, entre outras questões que envolvem o planejamento estratégico do município. De maneira concreta, o Plano Diretor é que delimita as áreas do território municipal, classificando-as como sendo rural ou urbana.

De acordo com Márcio Vaz, consultor ambiental, a importância das audiências é que elas legitimam o processo democrático. “A função da audiência é permitir que diferentes segmentos da sociedade participem e façam observações, contribuindo com o aperfeiçoamento da proposta técnica que está sendo feita pela Prefeitura de São Luis”.

Calendário de audiências públicas:

Dia 29 de janeiro (terça-feira) – Auditório Central da Universidade Federal do Maranhão – UFMA (Cidade Universitária Dom Delgado – Avenida dos Portugueses, 1966 – Campus do Bacanga), das 19h às 22h.

Dia 31 de janeiro (quinta-feira) – Auditório da Federação das Industria do Maranhão – FIEMA – Avenida Jerônimo de Albuquerque – Cohama), das 19h às 22h.
Dia 2 de fevereiro (sábado) – Associação de Moradores de Pedrinhas (Rua da Paz, 1 – Pedrinhas), das 16h às 19h.

Dia 2 de fevereiro (sábado) – Associação de Moradores de Pedrinhas (Rua da Paz, 1 – Pedrinhas), das 16h às 19h.

Foto: Agência São Luís

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Flávio Dino mantém silêncio sobre chacina em SL

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O governador Flávio Dino (PCdoB) mantém silêncio sobre a chacina de jovens da zona rural de São Luís, que a abalou a população na última semana.

Os jovens, que tinham entre 14 e 17 anos, foram encontrados mortos na região do Coquilho, nas proximidades de uma obra de construção de um residencial do programa Minha Casa Minha Vida.

Todos tinham perfurações de arma de fogo nas mãos e na nuca. O crime, que pode envolver agente de segurança pública, chocou a população.

Na semana passada vigilantes da empresa que faz a segurança da obra e dois policiais militares foram ouvidos pela Superintendência de Homicídio e Proteção à Pessoa (SHPP) da Polícia Civil.

“As armas dos policiais e do agente penitenciário que estavam realizando serviços de vigilância, pessoais ou da corporação, serão apreendidas, para serem periciadas”, disse na ocasião, Lúcio Reis, titular da SHPP.

Apesar de o crime bárbaro ter abalado a população da capital e ter chamado a atenção da imprensa nacional, o governador Flávio Dino ignorou o tema.

Ele havia dito, duas semanas antes da chacina, em seu perfil em rede social, que os índices de violência em São Luís haviam diminuído em sua gestão.

Na publicação, o chefe do Executivo pediu para que o internauta fizesse uma comparação nos gráficos, dos dados referentes ao seu governo em relação à gestão passada.

Depois da chacina, contudo, não voltou a falar no assunto.

O Estado

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Chacina e horror

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A chacina registrada na última sexta-feira no povoado Mato Grosso, Zona Rural de São Luís, atesta a incompetência e a falta de comando da Segurança Pública no estado.

Enquanto gestores da SSP se preocupam em atacar a imprensa, criminosos andam sem destemor, unidos até a gente da própria Segurança Pública, para espalhar terror e dor à população.

Uma lamentável e triste situação.

Violência

E não se passaram sequer duas semanas, depois de o governador Flávio Dino armar nas redes sociais que houve redução no índice de criminalidade na capital.

Não se sabe da credibilidade dos dados que a própria SSP apresenta. O que se enxerga nas ruas é uma violência desenfreada.

Assaltos a ônibus, assassinatos de jovens e trabalhadores e a população com medo de sair de suas próprias casas. Isso parece não ocorrer no mundo virtual de Flávio Dino…

Mais violência

Profissionais que atuam com o serviço de transporte de passageiros por meio do aplicativo Uber realizaram uma manifestação ontem, na capital.

O protesto, contra a Segurança Pública do estado, se deu em decorrência do assassinato de Edmilson Azevedo no bairro da Liberdade, durante uma tentativa de assalto.

Edmilson era motorista credenciado pelo aplicativo e estava trabalhando, quando foi surpreendido pelos bandidos.

Silêncio

Em gozo de férias, com todos os privilégios disponíveis ao chefe do Poder Executivo, o governador Flávio Dino silencia sobre os casos.

Depois de armar nas redes sociais que houve a redução no índice de criminalidade na capital, Dino não comenta a chacina dos jovens na Zona Rural e o assassinato do trabalhador de Uber.

Mas o silêncio do comunista não apaga as marcas deixadas pela violência no estado. É preciso agir de forma enérgica, trabalhar e combater a criminalidade.

Estado Maior

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