Leonardo pede conclusão de Centro de Hemodiálise

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No uso da tribuna na sessão ordinária desta quarta-feira (13), o deputado Dr. Leonardo Sá (PR) falou sobre a necessidade da conclusão, com urgência, do Centro de Hemodiálise do município de Pinheiro, que está há mais de um ano sendo construído. O parlamentar também protocolou uma indicação, na Assembleia Legislativa, pedindo a sua conclusão.

O Centro de Hemodiálise atenderá pacientes com doenças renais crônicas e agudas da cidade de Pinheiro e de toda a região da Baixada, oferecendo o tratamento que muitos pacientes buscam na capital, tendo que arcar com despesas de deslocamento e hospedagem.

Em seu discurso, o deputado destacou a importância da conclusão do centro, além dos custos que muitas famílias têm no deslocamento até São Luís para o tratamento.

“A grande maioria das pessoas que necessitam de hemodiálise são de famílias humildes, que acabam tendo que se deslocar até São Luís, enfrentando filas de marcação nos hospitais e o cansaço da viagem, alguns tendo que voltar no mesmo dia por falta de condições e locais de hospedagem aqui na capital. Fazendo uma análise dos pacientes de Pinheiro, vemos que só a passagem para cá custa R$ 50,00 pelo ferry, sendo R$ 100,00 ida e volta, custo altíssimo para alguns pacientes, que fazem esse trajeto três vezes por semana, sendo ainda mais caro para pacientes de outras cidades mais longes”, ressaltou Dr. Leonardo Sá.

Foto: Kristiano Simas e Elias Auê / Agência Assembleia

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Assis Ramos critica governo Flávio Dino

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O prefeito de Imperatriz, Assis Ramos criticou o governador Flávio Dino (PCdoB) pelo atraso na conclusão das obras de um Centro de Hemodiálise que já deveria está em funcionamento na cidade.

Além de Imperatriz, as obras nos Centros de Hemodiálise não foram concluídas em outras seis cidades.

Segundo Assis, o governo anterior deixou o projeto e recursos, mas o atual governo não fez o Centro de Hemodiálise, obra importante para Imperatriz e toda a Região tocantina.

“Roseana deixou projeto e dinheiro para construir o Centro de hemodiálise. O atual governador não fez a obra”, afirmou.

Assis questionou também o fato de Imperatriz ser tratada como “fundo de quintal de “São luís”.

“Ele teve 87% dos votos aqui mas sequer deu para Imperatriz lugar na sua chapa. Será que só servimos para ser fundo de quintal de São Luis?? Claro que não, Roseana nos chamou para sentar na sala do governo. O vice dela é daqui, é o Ribinha. Imperatriz tem é que governar junto com São Luis”, afirmou.

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Justiça sequestra R$ 1 milhão do governo do MA

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A Justiça determinou o sequestro de R$ 1,10 milhão das contas do governo do Maranhão com a finalidade de concluir as obras do Centro de Hemodiálise de Chapadinha, distante 286 km de São Luís. A decisão foi tomada pelo juiz da 1ª Vara da Comarca de Chapadinha, Guilherme Valente Sousa Amorim de Sousa, no dia 16 de maio, pelo fato de o governo não ter cumprido decisão judicial anterior do dia 30 de janeiro de 2018 que determinava a conclusão da obra e o pleno funcionamento do ambiente hospitalar.

A obra tem recursos federais e por meio de um convênio com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o governo do Maranhão já garantiu R$ 2,41 milhões, mesmo assim as obras não foram reiniciadas.

Em trecho do despacho, o juiz diz que são constatados “transtornos absurdos que os pacientes de hemodiálise residentes no município de Chapadinha e entorno têm tido que enfrentar para o tratamento de sua moléstia, viajando três vezes por semana para São Luís, de forma precária, em virtude da ausência de estrutura e equipamentos, o que viola a tutela do mínimo existencial, e, em última análise, a dignidade humana dessas pessoas”.

Em nota emcaminhada ao G1, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou “que se manifestará apenas após intimação oficial da decisão, o que ainda não ocorreu”.

A situação preocupante com pacientes do interior do estado foi mostrada pela TV Mirante em reportagens que revelavam o sofrimento de pessoas que precisam fazer deslocamentos de grandes distâncias de outras cidades até São Luís para os procedimentos.

Leia no G1

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JN mostra obras paradas no Maranhão

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Obras de centros de hemodiálise estão paradas há dois anos no MA

Obras de Centros de Hemodiálise estão paradas há dois anos no Maranhão

Pacientes do Maranhão obrigados a viajar longas distâncias para fazer hemodiálise poderiam fazer o tratamento ao lado de casa, isso se as obras das clínicas em construção em sete cidades não estivessem paradas há dois anos.

O que existe até agora da obra de construção do centro de hemodiálise de Chapadinha é um terreno e algumas marcações. Quase R$ 1 milhão foram liberados para a obra em 2014, mas está tudo parado. O assunto foi destaque na edição desse sábado (3) do Jornal Nacional, na reportagem da Alex Barbosa.

Os pacientes renais de Chapadinha precisam viajar 500 quilômetros três vezes por semana para fazer hemodiálise em São Luís, um desgaste que atrapalha o tratamento. O Maranhão tem 12 centros de hemodiálise distribuídos em seis cidades; os outros 211 municípios não têm equipamentos para o tratamento.

Foram liberados em 2014  R$ 6,8 milhões para a construção de outros sete centros em cidades diferentes, o que evitaria que os pacientes precisassem viajar tanto. A previsão era que começassem a funcionar no ano passado, mas nenhuma obra foi concluída até hoje.

O governo do Maranhão declara que retomou as obras em duas cidades, e que está resolvendo problemas burocráticos em outras quatro.

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Bárbara pede Centro de Hemodiálise em São Luís

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BarbaraSoeiro

A Mesa diretora da Câmara Municipal aprovou requerimento de autoria da vereadora Bárbara Soeiro (PMN) solicitando do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT) a construção de um Centro de Hemodiálise na capital maranhense.

Segundo Bárbara Soeiro, a ampliação desse serviço em caráter público é imprescindível para pacientes com insuficiência renal.

“Nas poucas unidades de saúde onde existe este tipo de atendimento, a estrutura e a quantidade de máquinas dialisadoras ainda não se encontra condizente com a demanda de pacientes necessitados, com vagas bastante limitadas, ficando muitos doentes numa triste espera, com risco até de óbitos”, explicou destacando que atualmente é bastante oneroso este tipo de atendimento em caráter particular.

“O quadro é crítico. A oferta pública desse tipo de serviço, necessita que se dedique uma maior atenção e cuidado nessa causa tão específica no setor de saúde, sabendo que a construção desta referida obra, certamente, consistiria na redução de muito sofrimento”, finalizou.

Foto: Paulo Caruá

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