Mister erra e Flamengo perde Mundial para o Liverpool

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Os aplausos do torcedor do Flamengo após a derrota para o Liverpool por 1 a 0, justificam a boa partida que o time rubro-negro fez em Doha.

O Liverpool venceu, mas o Flamengo jogou de igual para igual até o mister Jorge Jesus cometer dois erros ao tirar Arrascaeta e Éwerton Ribeiro de campo.

O Flamengo perdeu “inteligência”e o Liverpool soube se aproveitar muito bem. E decidiu o jogo na prorrogação.

Num contra-ataque, Mane recebe a bola livre e acha o brasileiro Firmino que dribla Rodrigo Caio e o goleiro Diego Alves para fazer o gol do time inglês.

O Flamengo ainda teve a grande chance de empatar no fim da prorrogação, mas o garoto Lincoln chutou a bola longe.

Foto: Liverpool

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Flamengo vence e espera o Liverpool na final

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O Flamengo é finalista do Mundial de Clubes da Fifa ao vencer, de virada o Al Hilal, por 3 a 1, em Doha, no Catar, após grande atuação de Bruno Henrique e a entrada decisiva de Diego, no segundo tempo.

O time da Arábia Saudita assustou e até abriu o placar aos 17 minutos do primeiro tempo num chute de Salem Al-Dawsar aproveitando um buraco na defesa do Flamengo.

Na etapa final, o Flamengo foi outra equipe e logo a 3 minutos com Arrascaeta após uma bela assistência de Bruno Henrique.

Com Diego em campo, o Flamengo começa a virar o jogo e o segundo gol saiu aos 32 minutos com Bruno Henrique, de cabeça aproveitando um belo cruzamento de Rafinha que foi lançado livre por Diego.

Ainda teve o terceiro, quando Bruno Henrique cruzou e Al-Bulayhi fez contra.

Na final, o Flamengo vai enfrentar o vencedor do confronto entre Liverpool (Inglaterra) e Monterrey (México) que se enfrentam nesta quarta-feira (18), às 14h30.

Após a conquista da Libertadores e do Campeonato Brasileiro, o Flamengo vai buscar o bi Mundial que conquistou pela primeira vez em 1981.

Foto: Reuters/Kai Pfaffenbach

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‘Fadinha’ Raíssa Leal escreve o nome do MA no Skate

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A maranhense Raissa Leal, a fadinha de Imperatriz, de apenas 11 anos, escreve nome do Maranhão no Campeonato Mundial de Skate.

Raíssa ficou em segundo no Mundial em São Paulo, atrás apenas de outra brasileira, Pamela Rosa, líder do ranking mundial.

Ao comemorar a conquista, Pamela ergueu a nossa fadinha no ômbro como se estivesse exibindo um grande troféu. A imagem marcou o fim de semana no esporte mundial.

O resultado colocou as duas com um pé, ou melhor, com as rodinhas na Olimpíada de Tóquio em 2020.

Parabéns, fadinha – orgulho do esporte maranhense.

Foto: Amanda Perobelli / Reuters

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Maranhenses conquistam penta na areia

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A Seleção Brasileira goleou o Taiti por 6 a 0 com gols de Daniel (2), Mauricinho (2), Catarino e Datinha e conquistou o pentacampeonato mundial no futebol de areia. A competição foi disputada em Nassau (Bahamas).

O Brasil comemorou o 100º título de sua história nas areias de Nassau (o 14º mundial considerando FIFA e o extinto Campeonato Mundial. A vitória selou uma campanha perfeita de 100% de aproveitamento (6 vitórias) e uma trajetória impecável de 35 jogos de invencibilidade (última derrota foi nas quartas de final da Copa do Mundo, em julho de 2015).

Além do camisa 10 da Seleção Brasileira, o maranhense Datinha, outros dois nomes nossos também integram a comissão técnica: o fisioterapeuta Murilo Dias e o assistente técnico Chicão, além do diretor-executivo Eurico Pacífico.

Parabéns!!!!

Foto: CBBS

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Santos ficou olhando o Barcelona ser campeão

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Foi mais um treino do Barcelona, desta vez contra o Santos. O time de Messi fez 4 a 0 com toda facilidade do mundo para conquistar o Mundial de Clubes no Japão.

O torcedor brasileiro tinha certeza que seria muito difícil, só esperava que o Santos de Neymar, Ganso e Muricy oferecesse o mínimo de resistência.

O Barça com sobra e todo merecimento fez a festa. É mais um título mundial que o futebol espanhol conquista.

Foto: Reuters

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Inter perde e está fora do Mundial

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Nem mil e um pesadelos, na terra das mil e uma noites, poderiam prever uma tragédia assim. Acabou. Triste assim, frio assim, duro assim: acabou. Acabou cedo, na precocidade do primeiro jogo, no fiasco da estreia. Acabou quando deveria ter começado. O time gaúcho sangra o vermelho de sua camisa diante de uma eliminação histórica, diante da certeza de que nenhuma lenda árabe poderá recriar. O Inter não será bicampeão do mundo em 2010. O Mazembe, com vitória de 2 a 0 nesta quarta-feira, no estádio Mohammed bin Zayed, em Abu Dhabi, garantiu classificação para a final do Mundial de Clubes da Fifa.

A tragédia está mais na arquibancada do que no campo. Milhares de colorados cruzaram o mundo para ver o Inter campeão nos Emirados Árabes. Acabaram agredidos por um dos maiores desastres dos mais de cem anos de vida do clube gaúcho. No dia em que a torcida fez história, o time pagou mico. Nem mil e um pesadelos poderiam prever.

– Quando tivemos oportunidade de fazer o gol, infelizmente não conseguimos. E eles marcaram em um belo chute na primeira chance. Ficamos muito chateados. Sabemos que decepcionamos muitas pessoas – resumiu Bolívar.

Os dois gols do Mazembe saíram no segundo tempo, com Kabangu e Kaluyituka. Talvez não tenha sido exatamente justo, mas o Inter pouco fez para merecer sorte melhor – o Inter do campo, claro, porque o Inter da arquibancada fez seu papel. Com a vitória, o surpreendente time da República Democrática do Congo duelará com o Inter de Milão ou o Seongwan, da Coreia do Sul, na decisão.

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Brasil faz a final contra Gana

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Mesmo sem ser brilhante e criando pouco, o Brasil conseguiu passar pela Costa Rica por 1 a 0 nesta terça-feira, na semifinal do Mundial Sub-20, e se garantiu pela sétima vez na decisão do torneio. O rival será Gana, sexta-feira, às 15h (de Brasília).

O gol do alívio saiu do pé direito de Alan Kardec, aos 21 minutos do segundo tempo, e deixou a seleção a um passo do pentacampeonato mundial. Para isso, terá que vencer na final novamente Gana, que mais cedo bateu a Hungria por 3 a 2. Em 1993, o Brasil foi campeão sobre os africanos: 2 a 1.
 
É verdade que a Costa Rica, que perdeu no jogo de estreia para o Brasil por 5 a 0, entrou em campo com o intuito de se defender. Mas a seleção também não mostrava qualidade para ultrapassar a barreira de zagueiros. Faltava velocidade tanto na troca de passes quanto no deslocamento em campo. As três maiores fontes de talento do time – Alex Teixeira, Giuliano e Paulo Henrique Ganso – eram facilmente anuladas pelos adversários. Alex jogava muito afastado da área e ao se aproximar não acertava o passe.

Giuliano corria, mas pouco produzia. E Ganso, sumido, só criou um lance de perigo aos 42 minutos. Depois de belo drible em Madrigal, ele tocou para Giuliano na entrada da área. O meia ajeitou de primeira e Souza chutou com perigo à direita do gol.

A rigor, esta foi a melhor chance do Brasil no primeiro tempo. Já a Costa Rica, mesmo com menos posse de bola e chegando só em contra-ataques, quase marcou por duas vezes. Na primeira, aos 15 minutos, Guzman soltou uma bomba em cobrança de falta e Rafael fez uma defesa espetacular, voando no ângulo esquerdo para mandar para escanteio. Na segunda, aos 44, Urena e Martinez foram tabelando em velocidade e, da entrada da área, Urena bateu forte, no canto esquerdo, para outra boa defesa de Rafael.

E fora algumas bolas levantadas na área, nenhuma levando perigo ao gol da Costa Rica, a seleção não fez mais nada. Um 0 a 0 insosso no primeiro tempo, bem do jeito que a Costa Rica queria.
 
Um dos destaques do Brasil no Mundial, Alex Teixeira tenta roubar a bola No segundo tempo, o Brasil permaneceu com dificuldades na criação, mas mesmo assim conseguiu levar mais perigo. Aos 3 minutos, Ganso tabelou com Giuliano no bico da área e chutou forte, mas Alvarado, bem colocado, fez a defesa.

A Costa Rica respondeu aos 7, quando Varela mandou uma bomba que passou bem perto da trave direita de Rafael. No minuto seguinte, a primeira grande chance brasileira. Giuliano brigou, quase caiu, mas conseguiu passar pelo marcador. Avançou pela linha de fundo e cruzou rasteiro para o meio da área. Souza dominou já cortando o zagueiro e bateu cara a cara com Alvarado, mas o goleiro salvou o gol com a mão esquerda.

Aos 18, Giuliano fez ótima invertida de bola para Ganso. O meia carregou e serviu Alan Kardec, que na hora do chute, na meia-lua, foi travado pelo zagueiro.

Finalmente aos 22, saiu o gol brasileiro. Bertucci cruzou da esquerda, a bola raspou na cabeça de Alex Teixeira, quase na pequena área, e encontrou o pé direito de Alan Kardec. No segundo pau, mesmo com pouco ângulo, ele mandou uma bomba de primeira para tirar o Brasil do sufoco: 1 a 0.

O Brasil diminuiu o ritmo e criou poucas chances. A melhor delas, uma falta de longe cobrada por Souza, aos 38, que passou perto do travessão de Alvarado. A Costa Rica, mesmo perdendo, parecia conformada, satisfeita até, pela derrota por apenas um gol e pouco se abriu. Ainda assim, chegou a alguns centímetros do empate em falta cobrada por Guzman que passou rente à trave esquerda do gol brasileiro.

A atuação bem abaixo do que o Brasil pode produzir foi o suficiente para a vitória contra a Costa Rica. E tomara que o bom futebol tenha ficado guardado para sexta-feira, na decisão contra Gana.

Rafael Pirrho, Globoesporte.com

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