Revista Veja aponta fracasso do governo Dino

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Enquanto os comunistas e seus asseclas comemoram números falsos, os números reais, mais uma vez, comprovam o fracasso do Governo Flávio Dino no Maranhão.

A Revista Veja apresenta, nesta semana, a matéria “Lições para driblar a crise”, onde ficou demonstrada algumas maneiras de driblar a crise, conseguir avançar e melhorar os serviços à população.

Na matéria foi feito um Ranking de Competitividade dos Estados, que foi organizado pelo Centro de Lideranças Públicas em parceria com a Tendências Consultoria e a Economist Intelligence Unit, instituto que faz análises econômicas para a revista inglesa The Economist.

A nota do Ranking dos Estados é calculada com base na média ponderada obtida em dez pilares, entre solidez fiscal, educação e segurança pública, variando em pontos de 0 a 100.

De acordo com o Ranking, São Paulo segue em primeiro lugar com 89,1% e o destaque positivo ficou com Alagoas, o Estado administrado por um emedebista, Renan Filho, saltou oito posições e ocupa a 16º colocação com 42,5 pontos.

Já o Maranhão, na gestão fracassada de Flávio Dino, ocupa a vergonhosa penúltima colocação. Isso mesmo, o Maranhão é apenas 26º colocado, ficando somente na frente do Acre. Para piorar, o Maranhão com 32,6%, ainda acabou caindo uma colocação, com relação ao levantamento anterior.

Ou seja, o Ranking dos Estados é mais um levantamento nacional que demonstra em números o fracasso do Governo Flávio Dino (reveja aqui), que além de não conseguir manter o que encontrou, teve a proeza de conseguir piorar, afinal contra fatos e números, não existem argumentos.

Blog do Jorge Aragão

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Feirinha movimenta economia em São Luís

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Um domingo com atrações para todos os públicos e gostos. Foi assim a 63ª edição da Feirinha São Luís, projeto idealizado na gestão do prefeito Edivaldo e que acontece todo domingo na Praça Benedito Leite, das 7h às 15h. No local, espaço para atrações culturais, venda de produtos da agricultura familiar e artesanato, além de culinária local e regional.  Rock, samba, música popular e cultura maranhense disponíveis em um só local. Neste domingo, a variedade de ritmos do evento agradou quem esteve na Feirinha, espaço que tem se consagrado como ponto de encontro das famílias na capital.

Nessa edição da Feirinha, o público prestigiou as apresentações da banda de pop rock Drosera, do cantor Glad Azevedo, Boi de Nina Rodrigues, Pagode Retrô, e a Banda da Feirinha, que animou o local durante os intervalos. O grupo de capoeira Angoleiras de Upaon Açu e os motociclistas da Haley Club, também foram atrações neste domingo.

Para a psicopedagoga Joelma Vaz, que garante sempre estar presente na Feirinha, a diversidade de atrações é um diferencial que une as pessoas e faz com que valorizem e conheçam o que é da cidade. “Está maravilhoso, estamos amando. Espero que continue assim, o prefeito Edivaldo está de parabéns”, pontuou.

Além da variedade de atrações que subiram ao palco, o publicou também conferiu muita gastronomia, cultura, literatura, turismo, artesanato e artes plásticas oferecidos na Feirinha, que tem como objetivo promover a agricultura familiar e já está no calendário da cidade como opção de lazer e cultura.

Vindo de Minas Gerais, Renata Dias se disse encantada com o projeto. Segundo ela, a possibilidade de encontrar um pouco de tudo foi maravilhosa. “Vou poder conhecer a cultura e comprar artesanatos sem me deslocar muito. Agora mesmo consegui comprar uma renda que estava procurando”, comemorou.

O coordenador do programa Feirinha São Luís, Ivaldo Rodrigues, reafirmou os esforços feitos pela gestão do prefeito Edivaldo para que o público e os turistas que frequentam a Feirinha tenham sempre grandes apresentações e produtos de qualidade para comprar. “A ideia é oferecer sempre o que há de melhor para quem valoriza nossa Feirinha”, frisou.

Foto: Divulgação

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Hora de agir

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O relatório de gestão fiscal do governo Flávio Dino, publicado no Diário Oficial de 24 de janeiro, revela que o comunista já sabia que as contas públicas não fechariam em 2017. Pelos dados do próprio governo, disponibilizados também no portal da Secretaria Estadual de Planejamento (Seplan), o déficit primário da gestão de Dino ficou negativo em junho do ano passado.

A meta de endividamento era de pouco mais R$ 277 milhões. Em junho, o déficit já era de R$ 166 milhões. No bimestre seguinte, dobrou esse valor negativo e no quinto bimestre dobrou de novo, chegando a mais de R$ 1 bilhão.

Mesmo com o aumento do saldo negativo nas contas do Estado, o governador – por desconhecimento ou mesmo irresponsabilidade – deixou o barco correr. O resultado poderá ser devastador para o cidadão, que, no fim de tudo, é quem vai pagar a conta negativa da atual gestão.

O aumento de impostos é uma opção do governo para reduzir esse déficit. Se reajustar os tributos, isso não será novidade, pois Dino já aumentou por duas vezes os impostos pagos pelos cidadãos.

Outra saída é cortar gastos e, de forma geral, ocorre na área de investimentos e serviços que devem ser prestados à população. Outra alternativa seria reduzir o tamanho da máquina, o que em ano eleitoral é bem difícil de acontecer.

O fato é que algo precisa ser feito para evitar que num futuro bem próximo o Maranhão não passe a viver uma realidade que já vem ocorrendo em alguns estados brasileiros, como o Rio de Janeiro.

Estado Maior

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Adriano diz que Flávio Dino deixará rombo

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O deputado estadual Adriano Sarney (PV) revelou que a economia do Maranhão apresentou déficit de R$ 1,1 bilhão em 2017, o que representa uma baixa de 311% em relação a 2016.

“São dados da Secretaria do Tesouro Nacional e das Secretarias de Fazenda estaduais, que contradizem a propaganda do governo comunista e revelam que o Maranhão está quebrado. Flávio Dino (PCdoB) quer deixar esse rombo para a próxima governadora”, declarou em discurso na tribuna da Assembleia, nesta terça-feira (20).

De acordo com o deputado, os dados econômicos constam em reportagem do Valor Econômico, publicada no início desta semana, que refletem a situação de todos os estados brasileiros. Neste contexto, o Maranhão apresenta o pior desempenho do país, ficando atrás de estados como Acre, Alagoas, Piaui, Pará e Tocantins.

Foto: JR Lisboa/Agência AL

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PIB do MA cresceu 3,9% entre 2013 e 2014

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Dos 27 estados brasileiros, quatro tiveram recuo no Produto Interno Bruto (PIB) em 2014 na comparação com 2013. É o que mostra a pesquisa Contas Regionais 2014 divulgada nesta segunda-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Veja a reportagem do G1.

Os estados que apresentaram as maiores quedas foram Paraná (-1,5%), São Paulo (-1,4%). Os outros dois que tiveram resultado negativo foram Minas Gerais (-0,7%) e Rio Grande do Sul (-0,3%). Dentre os outros 23 estados, os que apresentaram maior crescimento do PIB foram Tocantins (6,2%), Piauí (5,3%), Alagoas (4,8%), Acre e Mato Grosso (ambos 4,4%). Veja a situação em cada estado.

PIBSegundo Frederico Cunha, coordenador de Contas Nacionais do IBGE, todas as atividades industriais perderam participação no PIB regional em 2014, o que explica o resultado negativo para os quatro estados.

“Esse resultado de 2014 é a menor participação da indústria de transformação desde 2002. Em compensação, o comércio foi a que mais ganhou participação na série histórica”.

A indústria de transformação perdeu 2,6% da participação em relação a 2002, enquanto o comércio ganhou 5,9%.
Cunha aponta que foram os estados do Norte e Nordeste do país que mais contribuíram para o crescimento de 0,5% do PIB brasileiro em 2014, em função do bom desempenho na agropecuária e na indústria de transformação.

“Os estados que tiveram os piores resultados foram, justamente, os mais industrializados, sendo o pior deles o Paraná, muito em função de ter sido um ano muito difícil para a agropecuária no estado, além da indústria de transformação”, diz Cunha.

Participação dos estados no PIB do Brasil

“Se a gente dividir o pais em três partes para mostrar o nível de participação no PIB, tem São Paulo, com um terço, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná, juntos, com outro um terço, e os outros 22 estados fazendo mais um grupo de um terço. Se você olhar na série histórica, foi esse grupo dos 22 estados que avançou na participação”, afirma Cunha.

No entanto, ele aponta que não é possível falar em redução da desiguadade entre os estados. “Desigualdade já é uma coisa mais complicada de você falar. O que houve foi um crescimento fora desses estados maiores”, explica, destacando que, ao olhar a série histórica, percebemos que caminha para um maior equilíbrio da participação.

Em 2014, cinco estados concentravam 64,9% da economia do país – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná.

No ranking dos estados com maior participação no PIB nacional, São Paulo (32,2%), Rio de Janeiro (11,6%) e Minas Gerais (8,9%) se mantiveram, respectivamente, na 1ª, 2ª e 3ª posição. Rio Grande do Sul (6,2%) passou o Paraná (6%), assumindo a quarta colocação.

Espírito Santo (2,2%) caiu uma posição, passando para a 11ª, sendo ultrapassado pelo Ceará (2,2%), que subiu uma posição, assumindo a 12ª colocação. Já o estado que teve a maior queda no ranking foi o Pará (2,2%), que passou da 11ª posição para a 13ª.

O Piauí (0,7%), um dos cinco estados que apresentaram maior crescimento, subiu uma posição no ranking, assumindo a 21ª posição, ficando à frente do Sergipe (0,6%), que caiu para a 22ª.

Os outros dois estados que se moveram no ranking foram Acre (0,2%) e Amapá (0,2%), que trocaram de colocação em relação a 2013, ficando, respectivamente, na 25ª e 26ª posições.
Veja abaixo a situação em cada estado:

Posição no ranking de participação na economia nacionaL

São Paulo:
Crescimento do PIB em 2014: 1,4%
Em 2014: 1º
Em 2013: 1º

Rio de Janeiro
Crescimento do PIB em 2014: 1,5%
Em 2014: 2º
Em 2013: 2º

Minas Gerais:
Crescimento do PIB em 2014: -0,7%
Em 2014: 3º
Em 2013: 3º

Rio Grande do Sul:
Crescimento do PIB em 2014: -0,3%
Em 2014: 4º
Em 2013: 5º

Paraná:
Crescimento do PIB em 2014: -1,5%
Em 2014: 5º
Em 2013: 4º

Santa Catarina
Crescimento do PIB em 2014: 2,4%
Em 2014: 6º
Em 2013: 6º

Bahia
Crescimento do PIB em 2014: 2,3%
Em 2014: 7º
Em 2013: 7º

Distrito Federal
Crescimento do PIB em 2014: 2%
Em 2014: 8º
Em 2013: 8º

Goiás
Crescimento do PIB em 2014: 1,9%
Em 2014: 9º
Em 2013: 9º

Pernambuco
Crescimento do PIB em 2014: 1,9%
Em 2014: 10º
Em 2013: 10º

Espírito Santo
Crescimento do PIB em 2014: 3,3%
Em 2014: 11º
Em 2013: 12º

Ceará
Crescimento do PIB em 2014: 4,2%
Em 2014: 12º
Em 2013: 13º

Pará
Crescimento do PIB em 2014: 4,1%
Em 2014: 13º
Em 2013: 11º

Mato Grosso
Crescimento do PIB em 2014: 4,4%
Em 2014: 14º
Em 2013: 14º

Amazonas
Crescimento do PIB em 2014: 0,2%
Em 2014: 15º
Em 2013: 15º

Mato Grosso do Sul
Crescimento do PIB em 2014: 2,6%
Em 2014: 16º
Em 2013: 16º

Maranhão
Crescimento do PIB em 2014: 3,9%
Em 2014: 17º
Em 2013: 17º

Rio Grande do Norte
Crescimento do PIB em 2014: 1,6%
Em 2014: 18º
Em 2013: 18º

Paraíba
Crescimento do PIB em 2014: 2,9%
Em 2014: 19º
Em 2013: 19º

Alagoas
Crescimento do PIB em 2014: 4,8%
Em 2014: 20º
Em 2013: 20º

Piauí
Crescimento do PIB em 2014: 5,3%
Em 2014: 21º
Em 2013: 22º

Sergipe
Crescimento do PIB em 2014: 0,4%
Em 2014: 22º
Em 2013: 21º

Rondônia
Crescimento do PIB em 2014: 2,5%
Em 2014: 23º
Em 2013: 23º

Tocantins
Crescimento do PIB em 2014: 6,2%
Em 2014: 24º
Em 2013: 24º

Acre
Crescimento do PIB em 2014: 3,7%
Em 2014: 25º
Em 2013: 26º

Amapá
Crescimento do PIB em 2014: 1,7%
Em 2014: 26º
Em 2013: 25º

Roraima
Crescimento do PIB em 2014: 2,5%
Em 2014: 27º
Em 2013: 27º

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Flávio Dino diz que Trump é obstáculo ao Brasil

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FladioDInocomentaEUA

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) utilizou o Tweeter para comentar a vitória do republicano Donald Trump, na eleição para presidente dos Estados Unidos.

Para Dino, a vitória de Trump será mais um obstáculo para a recuperação econômica do Brasil. “Vitória de Trump. com sua política protecionista e autocentrada, constitui mais um obstáculo à recuperação econômica do Brasil”, afirmou.

Além disso, segundo Flávio Dino a vitória do bilionário americano que surpreendeu o mundo é um risco para a paz mundial. “Com a vitória de um político instável e impulsivo na maior potência bélica, mais riscos e problema para a paz Mundial”, escreveu.

Foto: Twetter

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Programa movimenta a economia em Ribamar

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CaminhaodoPeixe

Horário de funcionamento do Caminhão do Peixe em todos os locais será das 16h às 20h30

O Caminhão do Peixe, projeto itinerante implantado pelo prefeito Gil Cutrim (PDT), continua percorrendo os bairros de São José de Ribamar beneficiando pescadores e consumidores; gerando novos empregos e renda; e movimentando a economia da cidade.

Esta semana, o veículo estará na chamada região limítrofe com a capital São Luís, nos bairros Parque Jair (segunda-feira), Parque Vitória (terça), Alto do Turu (quarta) e Parque São José (sexta). A exemplo do que vem ocorrendo desde o ano passado, na quinta-feira (14) o Caminhão participará de mais uma edição da Feira do Agricultor Familiar, promovida pela prefeitura no Viva Outeiro, na região da sede. O horário de funcionamento em todos os locais será das 16h às 20h30.

O Caminhão do Peixe de São José de Ribamar funciona como uma feira itinerante que leva aos consumidores produtos variados a preços bem abaixo dos praticados nos mercados e feiras da Grande Ilha.

É uma iniciativa que beneficia o consumidor e centenas de profissionais da cidade que vivem da pesca, uma vez que eles têm a oportunidade de comercializar seus produtos diretamente com o cliente, afastando a figura do atravessador.

O veículo, adquirido através de parceria com o Governo Federal, é totalmente adaptado para transportar, armazenar e comercializar até 3,5 toneladas de pescado e mariscos por dia.

Em uma semana de atividades, o Caminhão comercializa, de acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura, Pesca e Abastecimento, cerca de três toneladas de alimentos.

De 2011 até o momento, o projeto itinerante da prefeitura já comercializou em toda cidade mais de 530 toneladas de pescados e mariscos.

Foto: Divulgação/ Prefeitura de São José de Ribamar

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Festejo movimenta economia em Ribamar

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RibamarSaoJoao

Organizado pela prefeitura municipal e contando com uma programação composta por brincadeiras da terra, o São João 2016 da cidade de São José de Ribamar está sendo sucesso de público e está contribuindo com a movimentação da economia em vários bairros. A programação está disponível no www.sjr.ma.gov.br. A festança, é importante destacar, conta com o apoio do governo do estado.

Além do Parque Municipal do Folclore Therezinha Jansen, localizado na orla marítima da sede do município, a programação acontece em vários outros arraiais oficiais – Vilas (Vila Flamengo), Matinha (sede do Bumba-Boi), Parque Vitória (Praça do Rodão), Panaquatira (Viva), Rio São João (Viva), Piçarreira (Viva), Nova Terra, Turiúba, Laranjal, Miritiua, Parque Araçagi, Parque Jair, Vila Sarney Filho – e outros terreiros que também estão recebendo o apoio da prefeitura.

“A programação está muito boa e diversificada. Além disso, há muita segurança nos arraiais, o que nos oferece a oportunidade de levar a família para festejar. Sem dúvida nenhuma, está sendo o maior e melhor São João de todos os tempos em Ribamar”, comentou a turista carioca, Ana Maria Oliveira, que está passando férias na cidade balneária.

Entre as centenas de comerciantes que estão trabalhando nos arraiais, o clima também é de alegria. Com uma barraca no arraial das Vilas, a cozinheira Judite Sousa, moradora da Vila Flamengo, conseguiu, somente em uma semana, aumentar consideravelmente a sua renda mensal. Ela está comercializando bebidas e gênero alimentícios, dentre elas comidas tradicionais do período junino.

“Estamos tendo lucro porque os arraiais de Ribamar estão bem organizados, com uma boa programação e com preços acessíveis. O ribamarense, diante disso, prefere ficar na cidade, brincar com a família perto de casa e não mais sair para ir para festas em outros municípios, como São Luís”, avaliou.

Acompanhando a festa de perto, o prefeito Gil Cutrim (PDT) disse estar satisfeito com o resultado do São João 2016. De acordo com ele, o período junino, além de valorizar a cultura genuinamente ribamarense, deve ser trabalhado como um mecanismo fomentador de geração de emprego e renda.

Foto: Divulgação

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Decadência da economia

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HildoRocha

Em pronunciamento no plenário da Câmara, esta semana (16), o deputado Hildo Rocha citou um levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento, que prevê forte redução na produção agrícola do Maranhão. O fraco desempenho do estado no setor do turismo também alvo de críticas do parlamentar. Rocha lamentou a inoperância do governo no combate à criminalidade; e, enfatizou a decadência da economia maranhense.

Rocha ponderou que, em parte, a decadência econômica do Estado decorre da grave crise nacional, mas, ressaltou que a inércia do governo e o aparelhamento da máquina administrativa são os fatores determinantes para o encolhimento da economia estadual. “Estamos atravessando um dos piores momentos da economia maranhense. Flávio Dino aparelhou da máquina administrativa do Estado com pessoas despreparadas para o exercício de cargos importantes. O governo tem como missão distribuir cargos para filiados ao partido político do governador”, declarou.

O levantamento da Conab, citado por Hildo Rocha, indica que o setor primário irá decrescer. “A produção de arroz será 14.4% menor; feijão 5%, Milho 13,7%. Isso é uma péssima notícia. Com menor oferta de produtos a inflação tende a subir provocando o encolhimento da economia”, declarou.

O setor de serviços também está em queda, segundo o deputado. Encolheu 4,9% enquanto que o vizinho estado do Pará registrou um crescimento de 6.4%. Rocha disse que o setor hoteleiro também está em crise. “O percentual de ocupação dos hotéis de São Luis, que atingia a média de 70% agora não passa de 46%. A pessoa que está à cuidando do Turismo não conhece o Maranhão. Nós temos grande potencial. Os lençóis, a chapada das mesas, o delta das américas. Atrativos não faltam, mas, falta responsabilidade competência pra administra um setor importante da economia”, criticou.

O parlamentar disse que, por causa da crise no setor do turismo, quatro grandes hotéis estão à venda e outros sendo transformados em salas comerciais. “A consequência é o aumento do desemprego, aprofundamento da pobreza”, advertiu.

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Economia em baixa

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HildoRocha

* Hildo Rocha é deputado federal.

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