Câmara Municipal abrirá licitação para contratar novo banco

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Astro de Ogum: licitação põe fim a especulações sobre participação da Câmara em fraudes

Astro de Ogum: licitação põe fim a especulações sobre participação da Câmara em fraudes

Ainda na primeira quinzena de maio, a Câmara Municipal de São Luís publicará edital para a licitação pública para contratação de serviços bancários. A modalidade a ser empregada é o pregão o que significa que cada instituição financeira interessada em participar do processo terá que atender os requesitos que serão apontados em edital.

O anúncio sobre a licitação que contratará uma instituição bancária para atender as demandas da Câmara de São Luís foi feito pelo presidente da Casa,vereador Astro de Ogum (PMN). Segundo ele, a licitação é mais uma forma de dá transparência aos trabalhos desenvolvidos no Legislativo municipal.

“Nosso compromisso é com a transparência e por isso vamos abrir essa licitação para contratarmos uma instituição financeira. Queremos firmar contrato com uma instituição financeira que corresponda as nossas expectativas”, afirmou Astro de Ogum.

A licitação para contratar uma instituição financeira é em razão do fim do contrato que existia entre o Legislativo Ludovicense e o Banco Bradesco. O prazo para o término expirou no último dia 31 de março.

“Nós esperamos contar com a participação de instituições que venham atender as necessidades da Câmara, principalmente com atenção aos nossos servidores”, disse o presidente.

O processo de licitação também é uma forma de encerrar as especulações sobre participação da Câmara Municipal em fraudes ocorridas no Banco Bradesco com empréstimos consignados de funcionários sem autorização.

Há cerca de um ano, foi denunciado o esquema com empréstimos consignados e por diversas vezes vereadores da Casa foram citados como participantes.

De acordo com Astro de Ogum, essa é mais uma demonstração de que não há qualquer ligação da Câmara com o esquema de fraudes envolvendo o banco tanto que somente o presidente tem oito ações contra o Bradesco.

“Quem tem oito ações contra esse banco não pode ser considerado como envolvido ou beneficiado por qualquer esquema”, declarou Astro.

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Maioria dos vereadores de São Luís é contra voto distrital

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Plenário da Câmara Municipal de São Luís

Plenário da Câmara Municipal de São Luís: maioria não apoia voto distrital

Se dependesse da avaliação dos 31 parlamentares de São Luís, o projeto de lei que institui o voto distrital para vereadores em cidades com mais de 200 mil habitantes seria vetado. Para 04 dos integrantes da Casa, a ideia é inviável. Um apoia a proposta, aprovada no dia 22 do mês passado, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e vinte e sete não foram localizados para opinar sobre o assunto.

De autoria do senador José Serra (PSDB-SP), a matéria aponta que municípios com mais de 200 mil eleitores devem ser divididos em distritos em número igual ao de vagas na Casa Legislativa, sendo eleito o candidato mais votado em cada distrito por maioria simples. Para começar a vigorar nas eleições de 2016, a aprovação da matéria no Congresso deve ocorrer até outubro deste ano. São Luís seria dividida em 31 distritos.

Francisco Carvalho (PSL) apontou a dificuldade dos candidatos no pleito com a restrição a uma região e classificou a proposta de golpe contra os vereadores.

— Nós não podemos permitir que o cenário que está ruim possa piorar com um golpe contra os vereadores. Quem trabalha diretamente com a população é o vereador. Nós somos os representantes mais próximos da população. De repente, os senadores, em um ato irresponsável, acham que não e decidem mudar as regras eleitorais para pior com uma reforma política que somente serve para maquiar todos os problemas de Brasília — frisou.

De acordo com o vereador Ivaldo Rodrigues (PDT), caso São Luís passe a ser dividida em 31 regiões o parlamento municipal perde o sentido já que a iniciativa significaria a volta das capitanias hereditárias.

— A responsabilidade de ser vereador de São Luís é muito grande para a gente rebaixar o debate e separar por região. Os vereadores não podem ser cobaias dessas mudanças de uma hora para outra. É injusta e antidemocrática com o representante real da população nos municípios — defendeu.

Na opinião de Pedro Lucas Fernandes (PTB), o sistema eleitoral para escolha de vereadores deveria ser aperfeiçoado dentro do que funciona atualmente que é a proporcionalidade.
— Os deputados e senadores podem trabalhar pelo aperfeiçoamento da proporcionalidade do regime que hoje é executado nas eleições. Com essa formatação, isso possibilitaria maior legitimidade aos representantes das próprias comunidades nos pleitos que virão — sugeriu.

EM DEFESA DA PROPOSTA
Destoando dos discursos sobre voto distrital, o vereador Fábio Câmara (PMDB) apontou benefícios na proposta que tramita no Congresso Nacional.

— Discordo dos colegas parlamentares e alguns cientistas políticos que dizem que o voto distrital vai diminuir as discussões. Nós temos uma Câmara com 31 vereadores e distribuindo em 31 distritos não significa dizer que o distrito a, b, c a discussão sobre o transporte, por exemplo, seja diferente — informa o peemedebista.

Entre os pontos do voto distrital, o qual se manifesta favorável, ele apontou a possibilidade de garantir o mandato ao mais votado a eleição, o que pode não ocorrer com o sistema da proporcionalidade que depende do coeficiente eleitoral para definir quantas vagas terá cada partido ou coligação.

— A lógica do voto distrital é a de garantir não apenas que os mais votados sejam, de fato, os que serão eleitos, o que já representa um grande avanço. Mas o voto distrital fará com que comunidades inteiras, no caso das eleições municipais, e municípios antes esquecidos, no caso das eleições estaduais, ganhem força e representatividade no cenário político — concluiu.

DEBATE DE SUGESTÕES
Mesmo sendo competência do parlamento federal, o presidente da Câmara de São Luís, vereador Astro de Ogum (PMN), defendeu na última quarta-feira (29), um intenso debate na Casa Legislativa dos pontos da reforma política, inclusive da proposta do voto distrital. Segundo ele, para a reforma ter serventia, o Congresso Nacional precisa ouvir a opinião e sugestões dos vereadores.

Ele propôs uma sessão especial [ou um audiência pública] para que os parlamentares municipais discutam as iniciativas analisadas no Congresso. Na opinião do parlamentar, é fundamental que sugestões sejam enviadas aos parlamentares federais através de uma comitiva de líderes das bancadas. Ogum também se manifestou sobre o voto distrital.
—É fundamental que sugestões sejam enviadas aos parlamentares federais através de uma comitiva de líderes das bancadas. Esta Casa não vai se furtar em debater alguns pontos da reforma politica. No entanto, para que a reforma possa ter serventia, o Congresso Nacional precisa ouvir a opinião e sugestões dos vereadores com relação ao voto distrital — pontuou.

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Nair Portela e comunidade da UFMA participam do Dia Nacional de Mobilização pela Educação Pública

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Nair Portela no ato público do professores e membros de entidades que representam educadores da UFMA

Nair Portela no ato público do professores e membros de entidades que representam educadores da UFMA

Muitas bandeiras, discursos, palavras de apoio e até uma pequena banda orquestrada pelos estudantes marcaram o Dia Nacional de Mobilização pela Educação Pública, na última quinta-feira, na Universidade Federal do Maranhão (UFMA). A manifestação foi organizada pelo SINDUFMA, Sintema, DCE UFMA e Assuma com participação de alunos, professores e funcionários que protestaram contra o contingenciamento orçamentário adotado pelo governo federal e a aprovação do PL 4330, que retira direitos de trabalhadores ao permitir a terceirização sem limites, em todas as funções de qualquer empresa e setor.

O contingenciamento orçamentário tem refletido na falta de recursos nas universidades e causado preocupação na comunidade acadêmica. A decisão de congelar um terço das despesas de todo o governo, atingiu majoritariamente a pasta da Educação, com um corte de R$ 600 milhões por mês. Entre as medidas em análise está a suspensão de contratos ou cortes parciais de recursos. A situação financeira da UFMA, como em todas as IFES no país, pode ficar difícil, com o orçamento insuficiente para bancar as despesas da instituição.

O secretário geral do SINDUFMA, Cristiano Capovilla, justifica o movimento. “Exigimos que parem com os cortes de verbas. Na Ufma foram cortados 10 por cento do orçamento previsto anualmente. O ensino, pesquisa e extensão são diretamente afetados, além da conclusão de obras de infraestrutura e compra de equipamentos que ficam comprometidos”, disse. Para Capovilla o governo pode conseguir “parte desses recursos pela regulamentação da taxação das fortunas que está prevista na Constituição. O cálculo anual dessas taxas corresponde a 14 bilhões de reais”, concluiu.

A diretora do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), professora Nair Portela, acompanhou o movimento ativamente. Ela enfatizou que as universidades já estão deficitárias e que os cortes de recursos podem influenciar na qualidade dos serviços que esses profissionais vão prestar à sociedade. “Estamos aqui em favor da valorização e respeito pela educação e pelos profissionais da educação em todos os níveis. A educação no Brasil deve ser financiada de forma adequada e justa. A aplicação destes cortes provoca queda crescente e rápida na qualidade do ensino. Isto significa a desestruturação de todo o sistema educacional. Temos a preocupação imediata com a manutenção dos hospitais universitários e com investimentos em equipamentos. É um setor de suma importância para atender a população”, completou.

O estudante de filosofia e presidente do DCE, Kleysson Moreira, também participou da manifestação acompanhado de dezenas de colegas. “Temos de entender a importância da nossa unidade pela luta a favor da educação pública, que não é um gasto, é um investimento. A Universidade, junto com as centrais sindicais, está aqui pela pauta do dia, que é lutar pela garantia do melhor para a educação”.

É preciso avançar

É comum entre professores, funcionários e estudantes o comentário sobre o desenvolvimento da UFMA e todos temem uma estagnação. O professor Fábio Palácio do curso de Comunicação Social lembrou que, “a UFMA vem se desenvolvendo nos últimos anos e este crescimento está ameaçado pelo fato de que o governo federal quer jogar cortes dos ajustes fiscais nas costas dos trabalhadores e estudantes, a consequência disso é a descontinuidade em programas de ensino, pesquisa e extensão”, disse.

O professor Alan Kardec Barros do curso de engenharia elétrica defende a organização da luta. “Nossa mobilização é pela defesa da educação e contra o contingenciamento de recursos e a terceirização do trabalho”.

Estudantes do Campus de Pinheiro dos cursos de Enfermagem, Educação Física, Ciências Humanas e Ciências Naturais vieram em caravana para engrossar a manifestação. “Para nós é de suma importância participar da luta pela qualidade do ensino. Queremos mais espaço físico, equipamentos, laboratórios e acervo bibliotecário. Nossos professores estão sobrecarregados. Temos de exigir do governo investimentos na qualidade da educação porque nós vamos devolver em forma de serviços à sociedade”, disse a presidente do Diretório Acadêmico de Enfermagem, Maryjane Cruz.

A presidente da Associação dos Amigos da UFMA, Graça Ferro, participou da manifestação com um discurso de apoio e distribuindo panfletos.

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Vídeo em homenagem ao trabalhador luminense

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Homenagem ao trabalhador luminense

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paço dia do trabalhador

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Proposta de greve tem adesão maciça na Polícia Civil

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Policiais civis votam proposta salarial para apresentar ao governo e indicativo de greve

Policiais civis votam proposta salarial para apresentar ao governo e indicativo de greve (Fotos: Biné Morais)

Policiais civis atenderam maciçamente à convocação feita pelo sindicato da categoria para participar de assembleia geral para discutir uma proposta salarial a ser apresentada ao Governo do Estado e votar indicativo de greve. Centenas de policiais estão presentes à reunião, que acontece desde as 15h30 no auditório da Associação Comercial do Maranhão.

A maioria dos policiais demonstra estar disposta a cruzar os braços em resposta ao descaso do atual governo em relação aos ganhos da classe. Investigadores, escrivães e outros servidores da segurança pública lotam o auditório da ACM e a tendência é que decidam pela greve.

Investigadores,m escrivães e outros servidores da Polícial Civil lotam auditório da ACM

Investigadores,m escrivães e outros servidores da Polícial Civil lotam auditório da ACM, local da assembleia geral

O desfecho deve ser o pior possível para o governo Flávio Dino e para a população, pois os policiais militares também se reúnem em assembleia, na noite desta quinta-feita e assim como os colegas da Civil podem parar e deixar o Maranhão mais uma vez à mercê da bandidagem.

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Zé Inácio defende projeto de lei em benefício da agricultura familiar e reforma agrária

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Zé Inácio frisou que o agricultor familiar precisa de um apoio maior do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Agricultura Familiar

Zé Inácio frisou que agricultor familiar precisa de Governo do Estado, por meio da Secretaria de Agricultura Familiar

O deputado Zé Inácio (PT) usou a tribuna na manhã desta quarta-feira (29), para cobrar do governador Flávio Dino (PC do B) e do secretário de Agricultura Familiar, Adelmo Soares, a criação do Projeto de Lei de Política Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária (PEATER- MA) e o Programa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária (PROATER-MA) no Estado do Maranhão. A indicação do Projeto de Lei foi entregue na Assembleia Legislativa também nesta manhã.

“A presente Indicação objetiva instituir a Política Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária no Estado do Maranhão, e o Programa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e Reforma Agrária no Estado do Maranhão. Os dados do censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística – IBGE mostram que o Maranhão é o Estado que detém o maior percentual da população vivendo em áreas rurais”, destacou o deputado.

Ainda segundo Zé Inácio (PT), o agricultor familiar precisa de um apoio maior do Governo do Estado, principalmente, através da Secretaria de Agricultura Familiar. A Lei Federal nº 11.326/2006 também considera como agricultor familiar: o quilombola, o extrativista, o pescador, o silvicultor e o aquicultor.

“São esses trabalhadores que formam o público da agricultura familiar no nosso Estado. Por isso, apresento Indicação, a esta Casa e que a mesma seja acatada como sugestão pelo chefe do nosso Poder Executivo, como uma importante ferramenta para organizar a Política Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural para Agricultura Familiar e Reforma Agrária do Estado do Maranhão”, ressaltou.

Jornada Fetraf

Ainda na manhãdestaquarta-feira (29), o deputado Zé Inácio participou da 3ª Jornada Estadual de Luta da Agricultura Familiar e Reforma Agrária da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do Estado do Maranhão (FETRAF). A marcha saiu da praça Deodoro em direção ao Palácio dos Leões, onde uma comitiva reuniu-se com o governador Flávio Dino.

Zé Inácio como defensor dos trabalhadores e trabalhadoras rurais acompanhou a comitiva durante o encontro. Além do deputado estadual, estiveram presentes o secretário de Estado da Agricultura Familiar, Adelmo Soares; o secretário de Estado de Articulação Política, Márcio Jerry; o prefeito de Alcântara, Domingos Araken; e o vereador Honorato Fernandes.

Durante a reunião membros da FETRAF entregaram ao governador uma pauta com reivindicações objetivando o compromisso do governador Flávio Dino com o desenvolvimento da Agricultura Familiar.

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Max Barros propõe aperfeiçoamento na regulamentação do transporte alternativo

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Max Barros apresentou projeto de lei que aperfeiçoa a regulamentação do transporte alternativo

Max apresentou projeto que aperfeiçoa regulamentação do transporte alternativo

O deputado Max Barros (PMDB) anunciou, na sessão desta quinta-feira (30), que apresentou projeto de lei aperfeiçoando a regulamentação do transporte alternativo. Barros disse que os trabalhadores atuavam na clandestinidade por anos, com veículos apreendidos, mas com a regulamentação do setor deixaram de ser tratados como marginais.

Max Barros enumerou os problemas enfrentados pela categoria. “As vans eram apreendidas, era uma intranquilidade tremenda. E, em função da organização, da luta, da resistência, eles conseguiram, ao longo desses anos, alguns avanços para regulamentar o seu trabalho, quando, na realidade, eles faziam um trabalho de interesse da população Maranhão”, garantiu.

O deputado citou o Governo Jackson Lago, que fez a primeira regularização no setor, inclusive, identificando as cooperativas e aqueles que operavam e que tinham as vans e que operavam corretamente. Max Barros lembrou que quando foi secretário de Infraestrutura medidas foram adotadas para resolver em definitivo os problemas do setor.

Vida útil

“Eu também tive a oportunidade de apresentar e encaminhar à Assembleia uma lei que aprimorou essa lei já existente. E na legislatura passada, houve um momento grave em que exigia uma vida útil mínima para que essas vans pudessem operar. E se esse parágrafo da lei fosse cumprido, poucas vans poderiam estar trabalhando. Nós também fizemos uma lei que alterou e permitiu que esses trabalhadores pudessem continuar a trabalhar”, revelou.

Max Barros explicou que o setor já está regulamentado, mas precisa ser aprimorado, por isso apresentou o projeto de lei. “Eu apresentei na legislatura passada e voltei a apresentar nesta legislatura, juntamente com o deputado Júnior Verde, que já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça. O que acontece hoje em dia é que a relação entre vans e os ônibus tradicionais está totalmente defasada”, garantiu.

O deputado explicou que existem áreas do transporte alternativo que estão regularizadas, mas, pela demanda da própria sociedade, o número de vans hoje é muito superior àquele que é permitido na lei. “Essa lei que nos propusemos agora vai adequar à realidade de hoje, aumentando o número de vans de acordo com o horário e que os ônibus trafegam. Então, é uma lei que também vai melhorar, vai regularizar ainda mais os operadores de van”, afirmou.

Concorrência pública

Max Barros garantiu que no futuro o caminho será a realização de uma concorrência pública do transporte público intermunicipal e metropolitano, para dar mais segurança aos trabalhadores, como está acontecendo agora em relação ao ferry-boat. “Foi apresentada no governo passado uma lei regulamentando essa questão do ferry boat, que permitiu agora se fazer uma licitação pública, que é o mais correto, que é um avanço e que é um trabalho que às vezes é demorado”, garantiu.

O deputado do PMDB contou que em São Luís, por exemplo, nunca houve uma concorrência para o serviço de transporte urbano, mas o prefeito Edivaldo Holanda (PTC) está adotando medida nesse sentido.

Fonte: Agência Assembleia

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Deputado Wellington defende direitos de donos de bares da Litorânea

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Wellington, que também é empresário, parabenizou a comissão pela iniciativa e reafirmou seu empenho em buscar solução para os donos de bares da Litorânea

Wellington, que também é empresário, parabenizou a comissão pela iniciativa e reafirmou seu empenho em buscar solução 

Na tarde desta quarta-feira (29), o deputado Wellington do Curso (PPS) participou da Audiência Pública realizada pela Comissão de Assuntos Econômicos da Assembleia Legislativa no auditório Neiva Moreira, do Complexo de Comunicação.

A Audiência, que objetivou buscar esclarecimentos sobre a situação dos bares e restaurantes da faixa de areia da Avenida Litorânea, considerada um dos cartões postais de São Luís,foi presidida pelo deputado Adriano Sarney (PV), presidente da Comissão, e contou ainda com as participações do deputado Júnior Verde (PRB); do secretário municipal de Governo da Prefeitura de São Luís, Lula Filho e do presidente da Associação de Microempresários do ramo de Bares e Restaurantes da Avenida Litorânea, Walternor Silva.
O deputado Wellington, que também é empresário, parabenizou a Comissão pela iniciativa e reafirmou seu empenho na busca por uma solução para os empresários da Litorânea.
“A todos vocês, empresários, declaro o meu apoio de forma responsável e parabenizo a comissão pelo importante trabalho. Somo minha voz à de vocês na luta por esta causa em defesa dos trabalhadores da Litorânea, que há mais de 20 anos lutam pela conquista deste direito”, ressaltou.

Encaminhamentos

Deputados se reunirão com Prefeitura, MP, Corpo de Bombeiros, SPU e Segep para discutir licenças e contratos

Deputados se reunirão com Prefeitura, MP, Corpo de Bombeiros, SPU e Segep para discutir licenças e contratos

Após a reunião, foram dados os encaminhamentos. O primeiro deles será uma reunião a ser realizada com a Prefeitura de São Luís, Associação de Bares, Assembleia Legislativa e o promotor Cláudio Cabral para discutir a cassação das licenças. Em seguida, serão solicitadas ao SPU todas as documentações relativas às barracas, e ao SEGEP as documentações relativas aos contratos, se houver.

Ficou marcada também uma reunião para discussão sobre o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) a ser discutido entre Prefeitura, Assembleia e Corpo de Bombeiros, juntamente com Ministério Público Federal, Governo Federal, Estado e Associação de Bares.

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Adriano Sarney quer debater conta de energia elétrica

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Para Adriano Sarney, maranhenses pagam valores absurdos na conta de energia elétrica

Para Adriano, maranhenses pagam valores absurdos na conta de energia elétrica

O deputado Adriano Sarney (PV-MA) considera um absurdo o valor da conta de energia elétrica no Maranhão. O parlamentar fez ontem (29/04) uso da tribuna para ressaltar os valores cobrados aos consumidores.

“A economia de energia elétrica é uma bandeira minha aqui nesta Assembleia, é um absurdo a conta de energia elétrica que nós pagamos, principalmente no Maranhão. No Brasil, já é muito caro, mas, no Maranhão, esta conta de energia elétrica está passando de todos os limites. Pessoas que têm pouca capacidade financeira pagam contas de luz de 100, 200, 300, 400. Então, quero trazer essa discussão, nós vamos ampliar ainda mais, vamos fazer uma audiência pública que, inclusive já até convoquei, chamando representantes da ANEEL, do Ministério Público, representantes do Governo do Estado, representantes da Prefeitura, para que a gente possa analisar essa conta da CEMAR e saber onde que está onerando. Porque o valor está demais, tanto para a pessoa física, que é o nosso caso aqui como consumidor, pessoa física, quanto para pessoa jurídica. Vai ser outra audiência pública que nós vamos fazer para discutir a questão dos empresários e discutir a questão da conta de energia para as empresas. É importante porque a energia hoje em dia é um insumo da produção do empresário. Então, se você tem uma conta de energia alta, você se torna menos competitivo na economia”, ressaltou o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos.

Riachão

O deputado verde também prestou sua homenagem ao município de Riachão e ao prefeito Crisógono Vieira que completou 180 anos de emancipação politica. “Hoje, subo a esta tribuna, primeiramente para parabenizar o município de Riachão, que hoje faz 180 anos de emancipação política. Município que o prefeito Crisógono, grande prefeito Crisógono, tem belezas naturais únicas, cachoeiras maravilhosas que fazem parte das Chapadas das Mesas ali na região de Riachão e Carolina. Então, parabenizo a cidade de Riachão. Essa cidade que tem o meu total apoio. Quero dizer que, aqui nesta Casa, na Comissão de Assuntos Econômicos, eu também vou trazer, vou levar várias ideias para que a gente possa incentivar o município de Riachão, incentivar o turismo na região, para que a região como um todo tenha a sua independência, para que a gente não tenha essa dependência tão grande do Governo Estadual, do Governo Federal e até do Municipal. Vamos incentivar isso, vamos fazer com que os empresários locais, com que os arranjos produtivos locais possam a se desenvolver sem ficar dependendo do Governo o tempo todo e é esse o futuro que eu quero para o Maranhão, é esse o futuro que eu estou aqui trabalhando para que a gente possa avançar.”

Barraqueiros da Litorânea

Objetivo da audiência foi esclarecer situação de bares e restaurantes da faixa de areia da Avenida Litorânea

Objetivo da audiência foi esclarecer situação de bares e restaurantes da faixa de areia da Avenida Litorânea

A Comissão de Assuntos Econômicos da Assembleia Legislativa do Maranhão, realizou na tarde desta quarta (29/4), no auditório Neiva Moreira, do Complexo de Comunicação, uma audiência pública com o objetivo de esclarecer a situação dos bares e restaurantes da faixa de areia da Avenida Litorânea, considerado um dos cartões postais de São Luis.

A audiência foi presidida pelo deputado Adriano Sarney, presidente da Comissão de Assuntos Econômicos, numa iniciativa do deputado Junior Verde, e contou ainda com a participação do deputado Welligton do Curso, do secretário municipal de Governo da Prefeitura de São Luís, Lula Filho, e do presidente da Associação de Microempresários do Ramo de Bares Restaurantes da Avenida Litorânea, Walternor Silva.

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