Estudantes protestam contra desmonte da escola de tempo integral do governo

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Portando faixas e cartazes, estudantes denunciaram desmonte da escola de tempo integral

Portando faixas e cartazes, estudantes cobraram melhorias para a escola de tempo integral do Estado

Dezenas de estudantes da Escola de Tempo Integral Marcelino Champagnat, que funciona no prédio do antigos Colégio Marista, foram às ruas hoje protestar contra o desmonte da unidade de ensino. Portando faixas e cartazes, os alunos denunciaram a escassez e a má qualidade da alimentação, a falta de infraestrutura e a insegurança.

Após interditarem o trecho da Rua Grande em frente à escola, os estudantes saíram em passeata até o prédio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), no Monte Castelo, para denunciar o descaso e reivindicar melhorias.

Alunos interditaram trecho da Rua Grande em frente à escola e depois saíram em passeata até a Seduc, no Monte Castelo

Alunos interditaram trecho da Rua Grande em frente à escola e depois saíram em passeata até a Seduc, no Monte Castelo

Os estudantes denunciaram que as aulas chegaram a ser suspensas por falta de alimentação. Outro problema é a insegurança. Segundo eles, há apenas dois vigilantes na unidade de ensino, contingente que, segundo eles é insuficiente para garantir a integridade de alunos e professores.

Outro problema apontado é o não funcionamento da maioria dos laboratórios. Apenas o de Informática, que só tem acesso à internet em dois computadores, e o de matemática, onde faltam equipamentos. Sem contar que os livros didáticos ainda foram entregues a algumas turmas.

Com mensagem escrita em faixa, estudantes cobraram infraestrutura e alimentação digna e integral

Com mensagem escrita em faixa, estudantes cobraram infraestrutura e alimentação digna e integral

Em nota, a Seduc informou que já investiu R$ 120 mil este ano na aquisição de mobiliário, manutenção, aquisição de acervo bibliográfico, material de laboratório e didático pedagógico e fomento a projetos da escola.

Sobre a alimentação, a secretaria garante que faltou alimentação em apenas um dia por uma falha administrativa da empresa contratada para preparar a comida e informa que as quatro refeições diárias fornecidas aos estudantes são preparadas sob a supervisão de um nutricionista. Em relação à insegurança, a Seduc prometeu contratar mais dois vigilantes para atuar na escola.

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