Fracasso: números escancaram desastre administrativo, social e financeiro do governo Flávio Dino

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Números evidenciam fracasso do governo Flávio Dino em diferentes áreas

Uma sucessão de números e indicadores divulgados nas últimas semanas escancaram a verdade escabrosa sobre o período de pouco mais de quatro anos e meio do governo Flávio Dino (PCdoB), em diferentes áreas. Todos os dados revelam cenários desfavoráveis, tais como avanço do desemprego, extrapolação do limite legal de gastos com folha de pagamento, superlotação do sistema penitenciário, feminicídio em alta e ataques explosivos frequentes a caixas eletrônicos.

No tocante ao desemprego, o cenário é alarmante. Dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que o Maranhão é o estado brasileiro com maior número de desalentados, que são as pessoas que desistiram de procurar emprego após dois anos de tentativas frustradas. De acordo com o levantamento, nada menos do que 560 mil pessoas enquadraram-se nesse perfil no estado no primeiro trimestre deste ano. É um quadro que revela, além de baixa capacidade do mercado de trabalho local de absorver mão de obra, uma profunda e crescente desesperança daqueles que precisam de uma ocupação para sobreviver.

Os números também mostram que o governo comunista gasta mal com folha de pagamento. A mais recente versão do Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais 2019, produzido pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), revela que o Maranhão extrapolou, pela primeira vez, o limite de despesas com pessoal previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que é de 60%. Detalhe: Flávio Dino herdou do governo anterior um percentual de gastos com funcionalismo de apenas 38,7%. Nesse quesito específico, o desempenho comunista indica não apenas incompetência, mas também irresponsabilidade e má fé no trato com a coisa pública, uma vez que o inchaço da folha se dá, principalmente, por causa das incontáveis nomeações de aliados e apaniguados para cargos no governo, distribuídos em uma máquina pesada, formada por um número excessivo de secretarias.

Sistema prisional

Apresentado por Flávio Dino como modelo de avanço em relação ao período pré-comunismo, marcado por sucessivas rebeliões com mortes e decapitações de detentos, o sistema penitenciário nem de longe é a maravilha que o atual governo tenta exibir. Como se não bastasse a versão cada vez mais plausível de que há um acordo com facções criminosas para a manutenção da paz nas cadeias, um levantamento divulgado em abril pelo Poder Judiciário, repercutido pela Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), revela um déficit de mais de 3.300 vagas nos presídios do estado. De acordo com os números, o Maranhão tem uma população carcerária de 11.756 detentos para apenas 8.531 vagas, ou seja, há uma defasagem de quase 40% da capacidade das unidades prisionais.

O governo Flávio Dino vangloria-se de ter reduzido os índices de violência no Maranhão e gasta fortunas em propaganda para tentar transformar em verdade algo facilmente questionável. Algumas estatísticas não deixam dúvida de que há controvérsia na informação oficial de que houve recuo na criminalidade. Uma delas refere-se aos casos de feminicídio, que aumentam assustadoramente, a cada dia, sob os olhos impotentes das autoridades de segurança pública, e que até o momento somam 32 registros. Sem conseguir dar cumprimento pleno à Lei Maria da Penha, a polícia maranhense, usada em outras circunstâncias para chancelar pela força o poder político comunista, é incapaz de prevenir a série macabra de assassinatos de mulheres por companheiros, ex-companheiros e por outras motivações relacionadas à sua condição feminina.

Ainda no quesito violência, outra estatística assustadora vem à tona: as sucessivos ataques a caixas eletrônicos, principalmente em São Luís. Até agora, foram 15 em todo em todo o estado, seis só na capital. Nesse crime específico, o que chama atenção é audácia dos bandidos, que em duas ocasiões explodiram terminais de autoatendimento bancário instalados há menos de dois quilômetros do quartel do Comando Geral da Polícia Militar, no retorno do Calhau.

Somados a outros números nada favoráveis, a exemplo do déficit nas contas do Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (Fepa), que, segundo já alertou o Ministério Público de Contas (MPC), só terá recursos para pagar os proventos até outubro deste ano, os dados expõem o desastre administrativo, social e financeiro que marca o governo comunista e sinalizam um futuro ainda mais sinistro.

5 comentários para "Fracasso: números escancaram desastre administrativo, social e financeiro do governo Flávio Dino"


  1. VINÓLIA

    Recebeu Estado falido! Mas, tá melhor q a época da Roseana.

  2. Marcleyton Cantanhede

    Ainda bem que o Maranhão é auto suficiente uma (naçãokkk)independente. Sem noção

  3. Marcleyton Cantanhede

    Ainda bem que o Maranhão é auto suficiente uma (naçãokkk)independente. Sem noção não dependemos da federação.

  4. Marcleyton Cantanhede

    Vc quer quer o meu apoio a esta reportagem? Você esta de brincadeira

  5. MARIA SELMA COSTA DA LUZ

    Gostaria de saber do melhor Governador do Maranhão,porque Não está pegando os Abonos de Permanência dos Servidores Públicos e Aposentados do estado??? Centenas de
    estão aguardando há mais de dois anos anos. SERVIDORES

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