Wellington cobra de Flávio Dino fornecimento de remédios a pacientes com doenças raras no Maranhão

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Wellington formalizou cobrança feita inicialmente nas redes sociais

O deputado estadual Wellington do Curso cobrou do governador Flávio Dino que volte a fornecer medicamentos específicos para o tratamento de pessoas com doenças raras no Maranhão. A cobrança foi feita por meio das redes sociais e formalizada na Assembleia Legislativa do Maranhão.

De acordo com o parlamentar, familiares de pacientes o procuraram para denunciar que a Secretaria de Estado da Saúde (SES) deixou de fornecer os medicamentos sem qualquer justificativa.

“A solicitação aqui apresentada é de maranhenses que necessitam de tal medicamento. Por exemplo: um paciente, com a doença em estado inicial, consome 90 comprimidos por mês. Cada caixa vem apenas 30. O gasto mensal é de, em média, R$579,00. Imaginem só o que isso signifique para quem tem que sobreviver com apenas um salário mínimo. Nós já havíamos solicitado ao Governo em oportunidades anteriores que desse atenção especial ao fornecimento de medicamentos. Inclusive, fizemos uma representação no Ministério Público para obrigar Flávio Dino a conceder remédios. Para quem não necessita, talvez seja irrelevante a disponibilização ou não de medicamentos. No entanto, para quem precisa é essencial. Sabemos que a saúde nessas unidades é dever do Governo do Estado e é por isso que estamos aqui cobrando a efetividade desse direito”, disse Wellington.

A solicitação partiu de familiares e pacientes de doenças crônicas como Retocolite Ulcerativa ou Crohn, que são dependentes do medicamento Mesacol – mesalazina, que é de uso contínuo para o tratamento, mas ainda assim está em falta e não é disponibilizado pelo Governo do Estado.

1 comentário para "Wellington cobra de Flávio Dino fornecimento de remédios a pacientes com doenças raras no Maranhão"


  1. Glória Moreira

    A Mezalazina é medicamento importante para o tratamento dos portadores de Retocolite e Crohn, ele tá em falta na FEME desde Junho e Por ser uma medicação cara muitos pacientes que não pode tá comprando acaba sendo obrigado a parar de usar e isso interfere muito no tratamento, a pessoa começa a ter com as crises, as dores.

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