Escândalo nos bastidores do futebol do Sampaio

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Um verdadeiro escândalo tomou conta dos bastidores do Sampaio por meio dos grupos de whatsapp em meio à boa campanha da equipe neste início de Campeonato Brasileiro Série C.

Uma troca de acusações sem fim entre o presidente Sérgio Frota e o ex-diretor de futebol Edivaldo Coelho circula por tudo que é canto da cidade e é um dos assuntos mais comentados.

Nos áudios, Edivaldo diz ter tomado conhecimento de que Sérgio Frota teria vendido mais uma parte do terreno que é do clube. A venda teria ocorrido há 3 meses.

Frota parte prá cima e acusa Edivaldo de ter recebido dinheiro de patrocínios de camisa e não repassou ao Sampaio.

A lavação de roupa suja é longa e cheia de ameaças e xingamentos dos dois lados.

Onde isso vai dar ninguém sabe…

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Flávio Dino quer abafar escândalo, diz Sousa Neto

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O deputado estadual Sousa Neto (PRP) cobrou, na sessão plenária desta terça-feira (5), na Assembleia Legislativa, os resultados da Sindicância instaurada pela Polícia Militar para apontar os responsáveis pela ordem de espionagem a adversários políticos ao governo Flávio Dino, em todo o estado.

Segundo o parlamentar, já findou o prazo de trinta dias para a conclusão dos trabalhos, e até agora o governo não deu respostas ao povo do Maranhão. “Após trinta dias do escândalo da Polícia Política ao qual denunciamos aqui nesta Casa, o Governo Flávio Dino ainda não deu respostas sobre a sindicância instaurada pela Polícia Militar, para esclarecer de onde partiu a circular que dava ordem para espionar a oposição. Flávio Dino, que se dizia transparente, colocou uma cortina de fumaça para encobrir mais um crime. A sociedade espera uma resposta, governador ditador. Não vamos nos calar diante de um fato grave e que já começou a fazer vítimas no Maranhão”.

Sousa Neto citou, na oportunidade, o episódio ocorrido recentemente com o prefeito de São Bernardo, João Igor Carvalho (MDB), que foi abordado por policiais militares, armados com fuzis, enquanto vistoriava obras naquele município, acompanhado de secretários e assessores. “Quero chamar a atenção dos meus colegas que fazem oposição, temos que tomar cuidado. A ordem já começou a ser executada. Prova disso, foi o que fizeram com o prefeito João Igor, que, mesmo tendo se identificado, foi abordado, revistado e intimidado por duas viaturas da PM, por fazer oposição ao governador”.

Ele falou, ainda, sobre a manobra para recusar as convocações do secretário de Segurança e do comando da PM, na Comissão de Segurança da AL. “Nós não temos acesso ao andamento dessas investigações. Apresentei, juntamente com o deputado Cutrim, proposta de instalação de uma CPI para apurar os fatos e não tivemos as assinaturas necessárias. Além disso, outros deputados oposicionistas também tiveram seus requerimentos recusados por esta Casa. A Secretaria de Segurança e o Alto Comando da Polícia Militar não respondem nada, mas não vou me calar diante de mais um fato grave desse governo intransigente, que se cair no esquecimento, vai comprometer às eleições deste ano”.

O parlamentar alertou, por fim, para a perseguição à Polícia Civil. “Até a Polícia Civil, que vive dias de angústia e falência, Flávio Dino mandou retirar o outdoor do Sindicato dos Policiais Civis que o chamava de ditador. Tudo isso por que não aceita ser criticado e achincalhado pelo desrespeito e o descaso com a categoria e com todos os policiais”.

Foto: JR Lisboa / Agência Assembleia

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Sérgio Frota nega participação em escândalo na PB

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O presidente do Sampaio, Sérgio Frota se manifestou no programa Ponto Final, na Rádio Mirante AM, sobre a reportagem publicada no portal Correio da Paraíba, na qual aparece o seu nome nas conversas com dirigentes do Botafogo-PB que estariam envolvidos no escândalo no futebol paraibano denunciado pelo Fantástico, da Rede Globo.

Segundo o Correio da Paraíba, Zezinho do Botafogo liga para o deputado estadual Sérgio Frota para articular sobre a arbitragem do jogo entre Botafogo e Altos-PI, pela última rodada da fase de grupos da Copa do Nordeste. Zezinho pede ao deputado o nome do juiz, que seria do Maranhão.

Em um determinado momento, Zezinho passa o telefone para Breno e eles conversam rapidamente. O deputado pede que a conversa continue de noite e diz que vai resolver o problema. A partida em questão foi vencida pelo Belo pelo placar de 1 a 0. O árbitro do jogo foi o maranhense, da cidade de Imperatriz, como o próprio deputado fala no telefonema, Ranilton Oliveira.

Frota revelou ter conversado com dirigentes do time paraibano, mas descartou qualquer tipo de participação nesse escândalo que tomou conta do futebol da Paraína e disse ainda nunca ter conversado com o árbitro maranhense citado pela reportagem.

“Ele [Zezinho] me ligou e eu falei que era um árbitro sério. Eu estava no plenário e eu disse que à noite eu retornaria. Eu não tenho contato e nunca falei com o Ranilton. Vocês podem ligar para ele e saber se eu liguei um dia. Não, eu não tenho o telefone do Ranilton. Qual o interesse de Sérgio Frota num jogo entre Botafogo e Altos? Eu tenho a ver é com o Sampaio.. Eu não tenho nada com o Zezinho [vice do Botafogo], eu apenas falei com ele e ele foi me visitar depois em um jogo do Sampaio em João Pessoa, apenas isso”, explicou.

Sérgio Frota disse não ter qualquer influência sob os árbitros e negou qualquer responsabilidade em relação ao rebaixamento do Moto para a Série D com a derrota do Sampaio, no Castelão, por 3 a 2, para o Botafogo-PB.

“O pessoal do Moto está fazendo conjectura por conta do jogo com o Botafogo na Série C, mas o Moto não caiu por conta desse resultado porque se tivesse empatado com o Fortaleza teria permanecido, mas me coloco à disposição para qualquer esclarecimento. Se eu tivesse influência em arbitragem você acha que o Sampaio teria ficado fora do Campeonato Maranhense num jogo em que o árbitro errou, assim como errou no jogo com o Maranhão e eu não reclamei nada”, finalizou.

Foto: Agência Assembleia

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Inércia do MP

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É impressionante a inércia do Ministério Público diante dessa “farra” de aluguel de imóveis de políticos por órgãos públicos no Maranhão.

O assunto veio à tona há duas semanas com o aluguel pelo Governo do Maranhão de um imóvel de um filiado do PCdoB para instalação da Unidade de Ressocialização da Funac. O dono do imóvel é até colaborador da Emap.

Uma casa no Calhau, onde funcionou o comitê de campanha dos comunistas também foi alugada para a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh).

Ontem, o governador Flávio Dino publicou que o Governo do Maranhão alugou um imóvel do ex-presidente José Sarney (no shopping Jaracati onde funcionava o Viva Cidadão). Na verdade, o prédio foi alugado inicialmente pelo ex-governador Jackson Lago e o contrato mantido na gestão de Roseana Sarney.

Na semana passada, a deputada Andrea Murad disse que são seis imóveis alugados com contratos suspeitos.

Hoje, a mídia governista contra-ataca com imóveis que seriam de propriedade do deputado federal Hildo Rocha e familiares e que estariam alugados pelo governo Flávio Dino.

Viram só quantos imóveis de políticos são alugados pelo Governo? Estes são apenas alguns exemplos. Será que as licitações ocorreram normalmente? Os contratos podem até ser legais, mas ao que parece tem “privilégios” na jogada.

A impressão que passa é que estão brigando para mostrar quem fez pior ou quem alugou mais. Tudo isso bem na cara dos nossos promotores que nem precisam mais ser provocados.

Isso é trabalho para o Ministério Público apurar, mas infelizmente nossos promotores assistem a tudo passivamente.

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Exoneração e silêncio

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Por Marco D’Eça

Assessora especial de Flávio Dino foi exonerada após denúncia de que teria recebido R$ 8 mil em propina; antes dela, um auxiliar de Márcio Jerry caiu sob acusação de envolvimento com agiotagem.

Dinoesimone

A exoneração de Simone Limeira – três dias depois de ser denunciada por suposto recebimento de propina para liberação de pagamentos do transporte escolar indígena – é a segunda registrada em seis meses de governo Flávio Dino.

Antes dela, o superintendente da Secretaria de Articulação Política, José Wellington da Silva Leite, caiu após ter sido descoberto um cheque em seu nome no cofre do agiota Josival Cavalcanti, o Pacovan.

Wellington

O fato comum: ambos decidiram, sozinhos, entregar o cargo para se defender, argumento-padrão nestas situações.

E assim o governo segue em frente.

Como se nada tivesse acontecido…

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