Cruzeiro é rebaixado e será adversário do Sampaio

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O Cruzeiro perdeu para o Palmeiras por 2 a 0, no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte e foi rebaixado pela primeira vez para a segunda divisão e será um dos adversários do Sampaio em 2020.

A partida foi encerrada pelo árbitro Marcelo de Lima Henrique aos 41 minutos do segundo tempo por falta de segurança.

No Estádio Newton Santos, o Ceará arrancou o empate com o Botafogo em 1 a 1, e o resultado era o que o time cearense precisava para se garantir na primeira divisão.

A Segundona terá as seguintes equipes em 2020: Sampaio-MA, Cruzeiro-MG, Chapeconse-SC, Avaí-SC, CSA-AL, Náutico-PE, Juventude-RS, Confiança-SE, Figueirense-SC, Oeste-SP, Ponte Preta-SP, Brasil-RS. Guarani-SP. Vitória-BA, Botafogo-SP, Operário-PR, Cuiabá-MT, CRB-AL, Paraná-PR e América-MG.

Foto: Frederico Ribeiro

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São Luís sedia seminário ‘Taxação do Sol Não’

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Conforme anunciado pelo deputado estadual Duarte Jr, São Luís irá sediar o seminário “Taxação do Sol Não”, na próxima segunda-feira (9), às 9 horas, no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Maranhão.

O evento foi anunciado por Duarte Jr no começo de novembro, quando o deputado do PCdoB participou de audiência em Brasília que discutiu a proposta da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) de tributar consumidores de energia solar e cobrar até 63% do que pagam os consumidores da rede elétrica tradicional. Na ocasião, Duarte Jr, que é advogado especialista em Direitos do Consumidor, afirmou que a proposta é “completamente irracional”.

O seminário “Taxação do Sol Não” é organizado pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado federal Zé Carlos (PT-MA), da bancada maranhense, e pela Frente Parlamentar de Defesa da Energia Limpa da Assembleia Legislativa do Maranhão, presidida por Duarte Jr.

Foto: Divulgação

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Eudes intensifica obras em São José de Ribamar

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A intensificação de obras de infraestrutura nos quatro cantos do município chegou definitivamente à Avenida Mascarenhas de Morais, importante via metropolitana que atende diretamente aos três municípios da grande Ilha: São Luís, Paço do Lumiar e, claro, São José de Ribamar. Na manhã da última sexta-feira (06), o prefeito Eudes Sampaio fez questão de vistoriar a obra, aguardada ansiosamente pela população da região.

O trecho que precisava de manutenção e há alguns anos foi sendo esfacelada pela ação da natureza e pela falta de preservação, agora passa por uma obra de revitalização que possibilitará o trânsito com muito mais qualidade, facilitando a mobilidade da população de pelo menos cinco bairros na região.

A obra, que compreende serviços em 3,2 quilômetros, é fruto de um convênio entre Governo do Estado e Prefeitura. Bairros como Vila Sarney I e II, Jardim Tropical, Matinha e Tijupá Queimado serão diretamente beneficiados com a obra que se estende da MA 201 até a Matinha. Ruas como a R. 14 no Sarney Filho II também estão recebendo serviços para garantir a fluidez entre os bairros.

O prefeito Eudes Sampaio andou por vários trechos onde os serviços já estão em curso e conversou com moradores, ouviu demandas e atestou a qualidade dos materiais e equipamentos empregados no trabalho. Ele garantiu aos moradores a ininterrupção dos serviços e a entrega da obra nos próximos dias.

Da Avenida Mascarenhas de Moraes, o prefeito aproveitou para visitar o bairro Nova Terra, que também receberá, a partir da próxima semana, recuperação asfáltica das vias que contemplam o corredor de ônibus. Na Avenida Era de Aquários ele comunicou diretamente aos moradores o início das obras e ouviu apelos para realização de outros serviços na região.

Outras Obras

Além da Mascarenhas de Moraes, a Prefeitura mantém frentes de trabalho no Jardim Tropical, Vila Sarney Filho II, Vila Operária, Turiuba, Mestre Antônio, Vila Roseana, Sede, entre outros. As ações estão sendo possíveis graças à administração eficiente e responsável dos recursos municipais, em que pese a escassez dos recursos e falta de verbas específicas para a infraestrtutra, como acontece com a saúde e educação, por exemplo, além das parcerias com os governos estadual e federal.

Foto: Divulgação

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São Luís em Dezembro

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Por José Sarney

O sinos do Natal já podem ser ouvidos nos seus sons distantes.

Quando eu era menino e começava, em São Bento, a descobrir o mundo com suas belezas, a primeira coisa que me encantava era o campo verde, lindo tapete de capins: andrequicé, arroz brabo, canarana, capim de marreca. Depois eram os passarinhos que via pousados no fio de telégrafo que atravessava o campo e perdia-se no infinito.

As garças elegantes e brancas olhavam desconfiadas para os lados, sempre atentas a qualquer peixinho que passava nas águas rasas e não escapava de seus bicos. As plantas aquáticas, o mururu, o água-pé, o algodão bravo soltando suas plumas ao vento e os lagos com suas águas de espelho só perturbadas pelas canoas de varas e de remos.

Depois descobri as cores e guardei para sempre na memória os sinos da igreja, tristes no toque de anunciar os que morriam e alegres ao comemorar as festas e aleluias.

A palavra felicidade, disse, está associada à infância. Que encantamento o carinho de nossos pais, a descoberta das cores e o milagre dos arco-íris.

E aí surge o Natal, surge a missa do galo, a espera de Papai Noel, que era pobre como nós e trazia cavalos de vassoura e latas velhas pintadas para improvisados tambores.

Depois começo a conhecer a vida. Vim para São Luís e me apaixonei pela cidade, pelos bondes, pelas ruas, pelos sobrados, que não existiam no interior.

O Natal já era diferente. Tinha bandeirinhas nas ruas e lindos presépios nas igrejas. Os sinos eram de sons fortes, carrilhões que nos sugeriam as alegrias do nascimento do Menino Jesus.

O Natal de hoje vem chegando. É um Natal de Jesus dos comerciantes, vestido de rico, com luzes feéricas em todas as praças e ruas, com festas de amigo invisível, e presentes e mais presentes e as ceias com os perus de granja, sem o gosto dos da minha infância nem a farofa do peito disputada com meus irmãos.

E um mundo em que só se fala em protestos, agitações, greves, assaltos, violência contra as mulheres e em que, mais que a vinda do Redentor, conta a Black Friday com ofertas mirabolantes que despertam fantasias, criam sonhos e geram frustrações.

Mas não quero ser saudosista. Vamos agradecer a Deus a graça da vida, viver Dezembro, com luzes, enfeites e festas, esquecendo o que passa e acreditando que vamos sempre melhorar com o milagre do Nascimento de Deus, ressurreição da esperança.

Jesus Cristinho, como canta o Boi Barrica, será sempre, na palavra de Fernando Pessoa, o menino que “vive na minha aldeia comigo”. De São Bento, de Pinheiro, de São Luís — do Largo do Carmo, do Portinho, da Praia Grande, do Calhau, de Ribamar, do Panaquatira e de Curupu.

Coluna do Sarney

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