Wellington alerta para perigo de rejeitos da Alumar

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Desde 2015, o deputado estadual Wellington do Curso tem alertado para o perigo oriundo dos lagos vermelhos da Alumar, onde são despejados os rejeitos da bauxita, substância nociva tanto ao ser humano quanto aos animais e vegetação. Sobre o assunto, o deputado Wellington deixou claro que não se pode falar em desastre, quando é possível evitar. A título de exemplo, o parlamentar mencionou o que aconteceu em Minas Gerais, nas tragédias de Mariana e Brumadinho.

Os lagos vermelhos são de responsabilidade da Alumar, pertencente ao consórcio Alcoa, Billiton Shel e Rio Tinto Alcan, que tem como um dos seus objetos o refino da bauxita para transformação da alumina e lingotes de alumínio.

“Não é desastre quando se pode evitar. É crime ambiental! Desde 2015, temos alertado para isso aqui no Maranhão. Continuaremos a fiscalizar as operações da Alumar, que tem grande possibilidade de impacto ambiental como os lagos de resíduos de bauxita e o restante das instalações da empresa, como lago de resfriamento, o lago de água contaminada e o aterro sanitário industrial. Solicitamos informações ao Ibama e às secretarias, tanto estadual quanto municipal, do meio ambiente quanto à fiscalização e monitoramento das atividades desenvolvidas pela Alumar, bem como de seus impactos ambientais”, afirmou o deputado Wellington.

Wellington do Curso já solicitou, inclusive, visita da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa às lagoas vermelhas da Alumar, para que constatasse in loco a real situação.

Foto: Divulgação

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Sinal de alerta no Sampaio

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É preocupante a campanha do Sampaio no Campeonato Brasileiro Série B.

O time parece que ainda não desligou a chave após a conquista da Copa do Nordeste e segue dentro da zona de rebaixamento.

O Sampaio não vence na Série B, desde o dia 9 de junho quando fez 2 a 0 contra o Oeste, no Castelão. De lá para cá são seis rodadas sem vencer. Neste período foram quatro derrotas e apenas dois empates.

Tudo isso se reflete em uma crise, provocando a ausência do torcedor do estádio, que a cada rodada se afasta mais do time e, principalmente começa a onda de cobranças por um time com qualidade.

Isto, de fato é visível. O Sampaio precisa qualificar melhor o elenco. Mas onde encontrar bons jogadores agora? Esse é o dilema de sua diretoria, pois o time não pode continuar como está.

Os três próximos jogos serão confrontos diretos na luta contra o rebaixamento: São Bento, Boa Esporte e Criciúma e o Sampaio vai ter que vencer com o que tem se quiser diminuir a tensão.

O sinal vermelho está ligado. O Sampaio já viu esse filme e não acredito que vai querer ver novamente.

Foto: Lucas Almeida

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Nagib alerta contra ‘jogo sujo’ em Codó

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AlertaNagib

O candidato a prefeito de Codó, Francisco Nagib (PDT) divulgou nota nas redes sociais onde chama atenção de suas lideranças nesta reta final de campanha.

O alerta de Nagib é oportuno, afinal na medida em que se aproxima a eleição de domingo muitos candidatos se utilizam de todos os meios para “jogar sujo, difamar e criar situações para desgastar a imagem do candidato a prefeito de Codó”, diz a nota.

“Precisamos continuar divulgando sua propostas na internet, conversar nas ruas com o povo, familiares, mostrar a verdade e como será boa a gestão de Nagib. Não vamos achar que está ganho”, reforça Nagib.

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Marcial Lima faz alerta a eleitores

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O radialista e jornalista Marcial Lima, candidato a vereador de São Luís pelo Partido Ecológico Nacional (PEN), faz uma campanha política orientando o eleitor a votar com consciência no dia 2 de outubro. Tem sido assim em todas as reuniões nos bairros da capital.

Por meio das redes sociais, o candidato apresenta uma campanha, intitulada “Cuidado com a Lista”, em que ele tenta conscientizar o eleitor durante o período eleitoral

Segundo Marcial Lima, “o eleitor não deve informar para ninguém o número do título eleitoral e nem liberar o documento”.

O candidato a vereador pelo PEN alerta para as práticas feitas por alguns políticos e seus auxiliares que tentam conquistar o mandato por meio da compra de votos, garantia de dinheiro na véspera da eleição, etc. Em troca, anotam em uma lista o número do documento do eleitor, como forma de pressão no dia do pleito.

Preocupado com tal situação, Marcial Lima gravou um vídeo de, aproximadamente, um minuto para chamar a atenção do eleitorado.

“Ninguém sabe em quem você votou no dia da eleição, nem o juiz eleitoral consegue identificar. No Brasil, o voto é secreto, o eleitor vota em quem desejar”, diz o candidato.

A campanha tem conseguido boas adesões nas redes sociais. Marcial recomenda que o eleitor aponte, divulgue. O candidato avalia que a campanha está muito boa e voltou a falar “que não precisa gastar milhões para ser vereador de São Luís”.

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Prefeitura em alerta no Centro Histórico

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CentroHistoricoRisco

Defesa Civil orienta sobre os procedimentos que devem ser adotados pelos moradores

A Prefeitura de São Luís, por meio da Defesa Civil Municipal, realizou nesta quinta-feira (5), no Centro Histórico, mais uma etapa da “Campanha de Prevenção de Riscos e Desastres”, voltada à população moradora de áreas de risco de desabamento e deslizamento na capital. Com esta ação, a Prefeitura reforça o trabalho de orientação aos moradores que residem nos 60 pontos mapeados pela Defesa Civil classificados em risco iminente de deslizamentos ou desabamentos.

No Centro Histórico, a campanha se concentrou nos 29 casarões ocupados e que estão incluídos na situação de alto risco de desabamento, catalogados pela Defesa Civil. Os trabalhos iniciaram pelos casarões das ruas Afonso Pena e da Palma, estendendo-se às demais ruas do Centro Histórico.

A ação, de caráter educativo e de sensibilização, consiste no trabalho de orientação e conscientização das famílias e comerciantes da área sobre os riscos de habitarem nos prédios já condenados pela Defesa Civil. As orientações são repassadas por meio da distribuição de material informativo e abordagem direta dos moradores dos casarões. Além do trabalho educativo, a Defesa Civil também identifica pontos vulneráveis e avalia a necessidade de intervenção.

Durante a ação, as equipes da Defesa Civil orientam também sobre os procedimentos que devem ser adotados pelos moradores ao observarem sinais que indicam um possível deslizamento ou desabamento, como rachaduras em terrenos, muros, paredes e pisos; desprendimentos e quedas de solos; afundamento e deformação no leito das ruas; árvores e postes inclinados, entre outros indícios que predispõem a área a possíveis desabamentos.

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