A (in)segurança comunista

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O governo Flávio Dino (PCdoB) provocou um desmonte nas instituições públicas e nos setores governamentais em todos os níveis. Mas nenhum outro setor vive mais problemas que a Segurança Pública, desde que o aparelhamento comunista se instalou no sistema.

Prefeitos revelam que são eles os responsáveis pela manutenção de todos os aspectos policiais no interior – desde alimentação até combustível para viaturas. O resultado é uma distorção que resultou em casos escabrosos, como a do mecânico Irialdo Batalha, em Arari, ou a do empresário morto após ter sido enjaulado, em Barra do Corda.

Mas para criar uma sensação artificial de segurança, o governo – dizia-se em todas as rodas – teria mantido um pacto de não agressão com facções criminosas: deu a ela o controle absoluto do sistema penitenciário em troca do fim das ações nas ruas das grandes cidades.

Ao que tudo indica, este pacto acabou ou foi precipitado pelas ações recentes de lado a lado.

Desde a morte do criminoso conhecido por Chacal, no fim de semana – executado na Maioba ao lado do padrasto, que era policial militar – uma onda de ações criminosas se espalhou por comunidades da periferia de São Luís, deixando um clima de terror na população assustada com a falta de segurança.

Em alguns bairros – como Bairro de Fátima, Vinhais Velho, Barreto e Liberdade já há até toque de recolher, gerando um clima de favela carioca nas comunidades de São Luís. E o chefe da Segurança comunista Jefferson Portela, parece preferir perseguir delegados que denunciam a falta de estrutura.

Estado Maior

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Fizcalização eletrônica traz maior segurança

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“A fiscalização eletrônica traz maior segurança ao trânsito, dando tranquilidade tanto para o motorista quanto para o passageiro”, ressaltou o taxista William Abreu, 32 anos. A categoria está entre os beneficiados com a implantação do novo sistema de fiscalização eletrônica no trânsito, já que a instalação de fotossensores nas vias permitiu a criação de uma faixa exclusiva para ônibus, ambulâncias, táxis com passageiro e viaturas das polícias e da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT).

Com a fiscalização, que começou a funcionar nesta sexta-feira (10) em caráter definitivo, o poder público municipal monitora o trânsito da cidade através de fotossensores, além de câmeras para detectar, entre outras infrações, o uso de celular na direção, formação de fila dupla, avanço de sinal, estacionamento irregular e o não uso do cinto de segurança. Equipamentos como barreiras eletrônicas, para redução de velocidade em trechos específicos, também estão integrados ao sistema de monitoramento do trânsito da capital.

O secretário municipal de Trânsito e Transporte, Canindé Barros, destacou os benefícios da nova fiscalização eletrônica para a segurança do trânsito. “O cumprimento das leis de trânsito, especialmente a atenção aos limites de velocidade, é uma postura que contribui para a promoção de um trânsito mais seguro para todos. Por isso, estamos estimulando os condutores para esse respeito à sinalização. Essa é uma ação que também faz parte do projeto de reestruturação do sistema de trânsito e transporte da cidade”, afirmou o secretário.

Outras estratégias, como a da faixa exclusiva, que permite que veículos específicos circulem com mais eficiência, também integram essa nova configuração do trânsito da capital. Além de beneficiar os condutores dos veículos específicos, as faixas exclusivas – implantadas nas avenidas Colares Moreira e Castelo Branco e nas ruas Cajazeiras e Rio Branco – favorecem os usuários do transporte coletivo. Para os passageiros, as vantagens incluem a possibilidade de um menor tempo de viagem.

Os fotossesores estão localizados em trechos da Avenida Daniel de La Touche, nas imediações do Colégio Adventista, do Bambuzal e da Avenida Principal do Cohajap; da Avenida Colares Moreira, próximo ao Tropical Shopping e Loja da TAM; da Avenida Castelo Branco, nas imediações da Igreja do São Francisco e do Posto Hélio Viana. Também podem ser encontrados na São Luís Rei de França, na altura da Caixa Econômica e da Extrafarma; na Carlos Cunha, próximo ao Fórum de Justiça; na Jerônimo de Albuquerque, nas proximidades da Forquilha, entre outros pontos da cidade.

Foto: Maurício Alexandre

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Alcântara recebe moto para ações da PM

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O município de Alcântara, localizado no litoral ocidental maranhense, e pertencente à Região Metropolitana da Ilha, recebeu nesta quarta-feira (11) do governo do estado, uma motocicleta que vai fortalecer as ações da Polícia Militar na sede e zona rural. A solenidade de entrega dos veículos foi realizada no auditório da Secretaria de Fazenda (Sefaz) e contou com a presença do prefeito Anderson Wilker (PCdoB), que estava acompanhado do vereador Ivan Ferreira.

Para o prefeito de Alcântara, a entrega da nova motocicleta é mais um apoio que o governador Flávio Dino oferece ao município, ampliando a parceria entre estado e município, já que Alcântara foi beneficiado com outras ações, incluindo veículos. “É mais um grande avanço que o governo do estado, na pessoa do governador Flávio Dino delibera aos municípios, no fortalecimento das ações da Polícia Militar. Em Alcântara vamos fazer a parceria entre a PM e a Guarda Municipal, já que 70% de nossa população vive na zona rural e isso vai reforçar nossa segurança juntando com os veículos que já temos nas polícias militar e civil, principalmente no combate ao tráfico de drogas”, destaca Anderson.

Para o governador Flávio Dino (PCdoB), 61 municípios foram beneficiadas com 103 novas motocicletas e o Maranhão já chegou a marca de 833 novos veículos (carros e motos) destinados para as forças policiais do Estado, totalizando 303 motos. “É uma iniciativa de modernização e fortalecimento das polícias para melhorar sua eficiência, e é apenas uma das medidas, pois já fizemos novos batalhões, contratação de policiais e promoções”, afirmou o governador, que destacou o impacto das ações do Programa Pacto pela Paz, desenvolvido pelo Governo do Estado e que reduziu índices de criminalidade em todo o Maranhão.

Foto: Divulgação

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Projeto de Penha visa melhorar segurança

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A Câmara Municipal de São Luís aprovou projeto de lei, de autoria do vereador de São Luís, Raimundo Penha (PDT), que dispõe sobre a obrigatoriedade de contratação de bombeiros civis pelos estabelecimentos comerciais e hospitais, campi universitários, escolas, creches, etc, na capital maranhense. A matéria segue para a sanção do prefeito Edivaldo Holanda Jr (PDT).

O projeto aprovado torna obrigatória a contratação de bombeiros civis, profissão regulamentada nos termos da Lei Federal, número 11.901, de 12 de janeiro de 2009 pelos seguintes estabelecimentos: shoppings centers, hospitais, casas de saúde, locais de show, espetáculos, hipermercados, supermercados, mercados, feiras, grandes lojas de departamento, campi universitários, escolas, creches, cursos profissionalizantes, etc.

Pela lei, ficam ainda obrigados a contratar bombeiros civis quaisquer estabelecimentos de reunião pública educacional ou de eventos em área pública ou privada que receba grande concentração de pessoas, em número acima de 500, ou com circulação média de mil pessoas por dia, conjuntos de lojas, onde se exerçam atividades comerciais localizadas ao longo de ruas e avenidas com grande concentração diária de gente e feiras expositivas ou qualquer outro local que receba grande público, seja população fixa ou móvel.

De acordo com o Artigo terceiro da lei, na prestação de serviços mencionados anteriormente, o número de bombeiros profissionais civis será proporcional ao quantitativo de pessoas existentes no evento ou na entidade.

Por exemplo, de 500 a 1000 pessoas, dois bombeiros civis; De mil até 1.500, três profissionais. E assim, sucessivamente, aumentando-se um bombeiro civil a cada quantitativo adicional de 500 pessoas.

Plano de Emergência

Pela Lei, todos os estabelecimentos citados ficam obrigados a possuir um Plano de Atendimento a Emergência  compatível aos riscos existentes e possíveis no local, mesmo ambientais, e, havendo bombeiros civis na planta, o conhecimento do PAE local lhes é obrigatório.

Os bombeiros terão por incumbência identificar e avaliar riscos nos locais de aglomeração pública, inspecionar, periodicamente, os equipamentos de combate a incêndio, aplicando testes de manutenção básica em mangueiras e acessórios de alarmes, motores, bombas e instrumentos similares, entre outras diversas funções.

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Tecnologia garante segurança

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Tecnologia a serviço da saúde. Eis um dos pilares que devem ser seguidos quando se trata de otimização e segurança no atendimento a beneficiários do sistema de saúde. Não à toa que o Hapvida investe cada vez mais em plataformas que viabilizem suas unidades à prestação de serviços de qualidade, garantindo a satisfação, inclusive, dos profissionais médicos. A exemplo do sistema de biometria, presente em todas as unidades, que garante o monitoramento do paciente quanto ao tempo de atendimento. Desde a chegada à unidade, com registro de sua biometria, até a entrada na sala do médico, não pode ultrapassar os 15 minutos de espera.

“O foco é na segurança de pacientes e profissionais e na otimização do tempo de atendimento. O processo começa com a chegada do paciente que na urgência, por exemplo, pode registrar sua biometria e nem passar pela recepção, seguindo diretamente para ser atendido pelo médico, em alguns casos. Tudo isso é acompanhado por uma central de monitoramento. Já os profissionais podem fazer as evoluções e outras ações no sistema, garantindo mais segurança a todos os envolvidos”, comenta Igor Seni, gerente de Tecnologia da Informação da Rede Hapvida de Pernambuco e da Paraíba.

Em paralelo ao sistema de biometria, o Hapvida também se utiliza do uso de pulseiras de identificação, distribuídas aos pacientes que são atendidos nas unidades de urgência. O procedimento inclui o uso de tecnologia que pode ser acessada pelos profissionais da enfermagem através de ‘mobiles’ como o celular, por exemplo. “O paciente recebe a pulseira, segue para o consultório e quando é encaminhado para medicação, a mesma só é administrada depois que auxiliares ou enfermeiros conferem pela leitura do código de barras da pulseira, que o medicamento é, de fato, aquele recomendado pelo médico e para aquele determinado paciente”, comenta Igor.

Profissionais de saúde aprovam a biometria

A tecnologia utilizada pelo Hapvida favorece não só aos usuários da rede, mas também a médicos e especialistas que atendem pacientes com mais segurança e garantia de qualidade. Que o diga a psicóloga Sílvia Regina, do setor de Medicina Preventiva do Hapvida. Ela reconhece o uso da biometria como um meio de melhorar o seu atendimento e a satisfação de pacientes que a utilizam.

“A biometria proporciona benefícios de segurança tanto pra os profissionais quanto pra os pacientes porque traz, entre outras coisas, a tranquilidade de que o paciente será atendido por um profissional devidamente alocado naquela unidade, ao mesmo tempo em que garante assiduidade e pontualidade no atendimento” ressalta Sílvia.

De fato. Uma das premissas para o uso da tecnologia aliado à saúde é assegurar tanto a médicos quanto a pacientes, satisfação no atendimento no que diz respeito, principalmente, à segurança.

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Sousa Neto cobra explicações do Governo

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Sousa Neto cobra explicações do Governo Flávio Dino para a crise no Sistema Prisional do MA

O deputado estadual Sousa Neto (PROS) falou, nesta quarta-feira (24), sobre a insegurança e a crise no Sistema Penitenciário do Maranhão. O Governo Flávio Dino (PCdoB) é acusado pelo parlamentar de usar a situação para promover a privatização de Pedrinhas.

“Essa fuga de presos, ocorrida no último domingo (21), vem eclodir a crise nos presídios maranhenses, que o governo Flávio Dino tenta esconder com falsas propagandas. Enquanto isso, os Comunistas trabalham para privatizar Pedrinhas. Logo eles, que eram contra a privatização, agora ficam maquiando, elogiando que é a melhor penitenciária, é a que mais humaniza, que é o melhor lugar do mundo. Vamos cobrar explicações para esse caso”, anunciou o deputado.

O governador Flávio Dino iniciou, no mês de fevereiro, o processo de privatização dos presídios no Maranhão. A ação está sob a coordenação da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), que publicou a abertura de ‘Procedimento de Manifestação de Interesse’, cujo intuito é obter dados e estudos técnicos para a formalização de uma parceria público-privada para a administração de quatro unidades, com total de 2 mil vagas.

“Conversei com o deputado Raimundo Cutrim, especialista no assunto, ele que foi secretário de Segurança Pública durante 12 anos, e me disse que isso é uma aberração. O Secretário Murilo Andrade pode ano que vem sair da Secretaria ou esse ano, mas com certeza ele quer fazer uma aposentadoria para ele, dependendo de quem ganhar essa licitação para privatização”, apontou.

Sousa apresentou relatório divulgado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que constata que o Governo do Maranhão não vem cumprindo com as medidas cautelares solicitadas para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas. “O relatório da CIDH desmonta a tese do Governador Flávio Dino, que afirma houve melhorias no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, como eles sempre fazem pela mídia governista. Agora, eles estão sendo responsabilizados pela superlotação, o risco de violência, a insalubridade e a insegurança no presidio maranhense”.

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Sousa Neto mostra déficit na Polícia Militar

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Sousa Neto mostra déficit na PM e cobra do Governo a convocação dos candidatos sub judice

O deputado estadual Sousa Neto (PROS) apresentou, nesta quinta-feira (20), na Assembleia Legislativa, levantamento que mostra um déficit de quase duas mil vagas nos quadros da Polícia Militar do Maranhão. Os números representam o quantitativo de militares que estão indo para a reforma, na Corporação.

O assunto ganhou destaque na reunião da Comissão de Segurança Pública, que teve como pauta a convocação, por parte do Governo do Estado, dos 1.432 sub judice do concurso da Polícia Militar do Maranhão. Participaram das discussões, o deputado Júnior Verde (presidente), coronel Odair dos Santos e os sargentos Jean Marry e Ebnilson, ambos das associações de militares.

“Estão saindo mais de 1.900 homens este ano, do efetivo da PM. É inaceitável que a Corporação abrirá todas essas vagas e o governador Flávio Dino não chama os 1.432 candidatos aptos para entrar. Porque não se chama antes de fazer um novo concurso público? Já se passaram três anos de governo, será que eles vão empurrar até ano que vem, que é eleição?”, criticou o parlamentar.

Segundo dados mostrados pelo deputado Sousa Neto, entre 2015 e 2017, foram 877 militares reformados dos quadros da PM. “Números estes que saltam para mais de 1.900 se somarmos os barra 87, mais de 1.100 homens e mulheres, que, ainda este ano, completam 30 anos de serviços prestados à sociedade”, destacou.

Proposta – Aprovada pelos dezenas de sub judice presentes na plateia, a proposta do deputado Sousa Neto, que prevê uma agenda de reuniões da Comissão com diversos órgãos públicos, entre eles, a Procuradoria do Estado, Tribunal de Justiça, Ministério Público, OAB, com calendário e prazos estabelecidos, objetivando, entre outras questões, garantir a chamada do total de sub judice aptos, como também para dar segurança jurídica dos excedentes já nomeados. “Vamos estabelecer datas e limites de tolerância para que os sub judice sejam chamados para a Polícia Militar. A sociedade precisa de vocês. Estamos juntos nesta causa”.

O parlamentar questionou a omissão, a falta de sensibilidade e de diálogo do governador Flávio Dino. “Já são três anos como parlamentar. Quero fincar meu nome de forma positiva, nesta Assembleia, lutando por causas justas em favor do povo maranhense. Os comunistas diziam que este seria o governo do diálogo, mas com eles não há conversa. Estou aqui, cobrando as promessas feitas, e que não estão sendo cumpridas. Hoje, no Maranhão, a violência desandou. A segurança pública clama mais que a saúde”, completou.

Foto: Agência Assembleia

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Deputada quer dircutir segurança na UFMA

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Deputada Andrea Murad (PMDB) quer audiência pública para tratar de segurança na UFMA

A deputada Andrea Murad em entrevista à Rádio Assembleia anunciou que vai solicitar audiência pública para discutir a questão da segurança na UFMA. Ela quer reunir a reitoria, órgãos do estado e representantes da comunidade acadêmica para ouvir as demandas e propor soluções que visem garantir a segurança dos alunos, professores e funcionários da cidade universitária.

“Vou propor que esta casa realize uma audiência pública com a presença da reitoria da UFMA, a Polícia Militar, a Delegacia da Mulher, a Secretaria de Estado da Mulher, representantes da comunidade acadêmica, entre outras instituições e organizações para que juntos possamos ouvir as necessidades de todos e colocar a Assembleia à disposição para qualquer medida que precisarem a curto e médio prazo. Quero parabenizar o pronunciamento da Deputada Valéria Macedo, a nossa Procuradora da Mulher aqui na Assembleia, que tão bem representa as mulheres aqui na casa. Acho que o Poder Legislativo pode contribuir muito e pra isso precisa ouvir as demandas e essa audiência que irei propor será uma ótima oportunidade. Isso não pode continuar acontecendo, é gravíssimo”, explicou Andrea Murad.

Andrea Murad considera graves as ocorrências no interior do campus da UFMA, em menos de uma semana 2 casos de estupros foram registrados. Em seu discurso nesta quarta-feira (30), a parlamentar chamou a atenção também para a prática de assédios às mulheres, uma discussão que vem tomando as redes sociais e a imprensa nacional.

“Eu queria ressaltar também sobre este caso que está chamando a atenção do Brasil inteiro, sobre o assédio às mulheres, e dizer que realmente nós temos que nos revoltar contra esse tipo de situação. Em nome de todas as deputadas aqui da Assembleia, Deputada Nina, Deputada Ana, Deputada Francisca, Deputada Graça, Deputada Valéria, dizemos não à cultura do machismo, cultura esta impregnada na sociedade, que leva ao assédio, ao estupro e até a morte. Isso precisa ter fim. Precisamos dar um basta!”, disse Andrea.

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STF proíbe todas as greves na polícia

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Por 7 votos a 3, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) declararam nesta quarta-feira (5) inconstitucional o direito de greve de servidores públicos de órgãos de segurança e decidiram proibir qualquer forma de paralisação nas carreiras policiais.

Embora tenha proibido as greves nas polícias, a Suprema Corte também decidiu, por maioria, que o poder público terá, a partir de agora, a obrigação de participar de mediações criadas por entidades que representam servidores das carreiras de segurança pública para negociar interesses da categoria.

A decisão do STF terá a chamada repercussão geral, ou seja, deverá ser seguida por todas as instâncias da Justiça.

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Deputado cobra segurança em escolas

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Deputado Alexandre Almeida (PSD) cobra segurança para as escolas públicas de Timon

Em pronunciamento feito na sessão legislativa desta terça-feira (7), o deputado Alexandre Almeida (PSD) cobrou segurança para as escolas públicas de Timon.

A fala do deputado foi motivada por um apelo feito pela presidente do Grêmio Estudantil do Colégio Aluízio Azevedo. Em nota pública, a estudante denunciou o furto dos ventiladores e de todas as lâmpadas das salas de aula da escola, ocorrido durante o período de carnaval. Ainda segundo a nota, o furto aconteceu pela falta de vigilantes. Diante da situação, os estudantes decidiram paralisar as aulas até que a Secretaria de Estado da Educação faça a reposição dos itens furtados e designe vigilantes para garantir a segurança no local.

“Esse apelo reflete a situação precária vivida por estudantes e professores das nossas escolas públicas, a realidade é triste, professores sem condições mínimas de dar aula e, consequentemente, alunos sem condições de aprender”, ressaltou Alexandre Almeida.

Durante o pronunciamento, o deputado fez questão de mostrar em plenário a foto da entrada do colégio Aluízio de Azevedo, aonde foi fixada uma faixa com o apelo: “Senhor ladrão, não roube nossa escola. Queremos estudar”. “É uma faixa que retrata a tristeza, a indignação de jovens que querem um futuro melhor, mas estão tendo o seu direito frustrado porque a Secretaria de Educação não está tendo condições de garantir segurança nas unidades escolares do estado do Maranhão”, enfatizou Almeida.

Finalizando o seu pronunciamento, Alexandre Almeida disse: “Eu queria hoje estar aqui nesta tribuna comemorando, agradecendo ao governador pela mudança que ele podia ter feito, queria estar aqui agradecendo os avanços na educação que o Governador podia ter feito. E o tempo do verbo é podia, pois, infelizmente, o tempo está passando. Três anos é exatamente o tempo que o atual Governador está conduzindo os destinos do nosso Estado. E a realidade que nós vemos é um governo que não tem competência de garantir segurança para os estudantes timonenses e, seguramente, em muitos outros municípios deste Estado também. Não é assim que o Maranhão será de todos nós. Não é essa a mudança que o Maranhão tanto acreditou”.

Foto: Divulgação

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