Wellington cobra nomeação de aprovados na PM

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O deputado estadual Wellington do Curso voltou a cobrar que Flávio Dino efetue a nomeação dos 1.760 aprovados no concurso da PM, já que houve a previsão na lei orçamentária de 2019 para a nomeação de 2.000 novos PM’s.

Além disso, também solicitou a retirada da cláusula de barreira no concurso da Polícia Civil, bem como a nomeação dos aprovados no último concurso e, ainda, a valorização dos agentes de segurança em geral.

Ao fazer a solicitação, o deputado Wellington questionou se Flávio Dino irá falar sobre a realidade da segurança pública no Maranhão durante a palestra no exterior.

“Flávio Dino vai palestrar no exterior e fica o questionamento: será se vai falar sobre a realidade dos policiais militares e civis no Maranhão? Será se vai contar que enrolou, enganou os policiais militares formados e, até hoje, não nomeados? Será se vai contar sobre o sucateamento da polícia civil? Sobre a falta de infraestrutura até mesmo das nossas delegacias?”, destacou Wellington.

“É muito fácil dar uma palestra e fazer tudo diferente em seu estado. Governador, efetive a nomeação dos aprovados no concurso da PMMA e retire a cláusula de barreira no concurso da Polícia Civil. Respeite os nossos agentes de segurança”, finalizou.

Foto: Agência Assembleia

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Wellington denuncia descaso no Hospital Geral

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O deputado estadual Wellington do Curso denunciou, nesta terça-feira (7), na Assembleia Legislativa, o descaso do governador Flávio Dino com o Hospital de Câncer do Maranhão – Dr. Tarquínio Lopes Filho. A denúncia foi fundamentada em reclamações de pacientes que padecem com a falta de medicamentos, com atendimento precário feito nos corredores e, até mesmo, com o forro do ambulatório que, recentemente, caiu.

Entre os medicamentos que estão em falta, há o Zometa, que é usado para tratamento de pacientes com tumor maligno avançado com metástases ósseas.

“Com a saúde das pessoas não se brinca. É a vida, é algo único. Os pacientes nos pediram ajuda, socorro, já que não aguentam mais tanto descaso. Os que fazem tratamento de câncer padecem. Há relatos de que estão sendo atendidos na parte em que deveria funcionar a radiologia; há, também, pacientes que aguardam para serem consultados em corredores lotados. Outra parte dos pacientes está sendo atendida em Casa de Apoio. Faltam medicamentos e até o forro do ambulatório desabou. Uma triste situação e que exige uma postura do governador que, infelizmente, só tem ações na propaganda”, afirmou Wellington.

Foto: Divulgação

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2020 começou

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A semana que termina neste sábado foi intensa em termos de movimentações para as eleições de 2020, em São Luís.

Coincidentemente, vários pré-candidatos e partidos expuseram alguns de seus passos rumo à disputa pela sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT).
O DEM largou na frente, ao confirmar durante convenção estadual – o deputado estadual Neto Evangelista como pré-candidato do partido.

Na esteira do debate, o PSL também se posicionou: confirmou convite ao ex-prefeito Tadeu Palácio, enquanto, nos bastidores, ainda trabalha pela filiação do juiz federal Roberto Veloso – que parece mesmo tentado a deixar a magistratura para entrar na política. Aliás, o magistrado é objeto da cobiça, também, do Partido Novo.

O MDB já disse que o ex-deputado federal Victor Mendes está em seus planos e que discute com o ex-parlamentar sua mudança de domicílio eleitoral. E, no PSDB, o deputado Wellington do Curso confirmou sua pré-candidatura.

São movimentos que, à medida em que o pleito se aproxima, tendem a se intensificar.

Falando nisso…

Por falar na sucessão de 2020, quem também decidiu entrar no debate foi o deputado federal Eduardo Braide (PMN).

Até sexta-feira (3), apenas focado em divulgar seu mandato em Brasília, ele usou as redes sociais para tecer duras críticas ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT).

São Luís foi enganada – declarou o parlamentar, referindo-se à eleição de 2016 e à propalada parceria Governo/Prefeitura.

Mais de um

Aliados do governador Flávio Dino (PCdoB) tentam dar ar de estranhamento ao fato de o PV indicar como pré-candidato o deputado Adriano Sarney e o MDB o ex-deputado Victor Mendes, em São Luís.

Querem fazer parecer que há algum “racha” na oposição ao Palácio dos Leões.

Esquecem, contudo, que, a se seguir essa tese, a própria base governista estaria estraçalhada, com pelo menos cinco pré-candidaturas, a saber: Neto Evangelista (DEM), Osmar Filho (PDT), Duarte Júnior (PCdoB), Rubens Júnior (PCdoB) e Bira do Pindaré (PSB).

Estado Maior

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Proposta de Wellington pode mudar Pacto Federativo

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O deputado estadual Wellington do Curso apresentou, na Assembleia Legislativa, propostas que objetivam garantir a ampliação da autonomia dos estados e municípios e do poder do cidadão, através do Pacto Federativo. As propostas foram formalizadas por meio de projeto de Decreto Legislativo.

Ao se pronunciar, Wellington fez referência ao deputado de Santa Catarina, Kennedy Nunes (PSD), que já percorreu as assembleias com a proposta, já que é necessário que haja mais da metade das assembleias legislativas das unidades da federação para emendar a Constituição.

“A matéria aqui tratada não é de competência estadual e para que a emenda à Constituição seja aprovada faz-se necessário que haja mais da metade das assembleias legislativas das unidades da federação. Fomos quem introduziu essa discussão aqui no Maranhão. Por isso, apresentamos o projeto de Decreto Legislativo que tem como objetivo implantar as reformas constitucionais previstas no Pacto Federativo a partir dos poderes legislativos estaduais, seguindo o que dita a própria Constituição federal”, disse.

Veja a minuta das quatro propostas apresentadas:

1 – Dar autonomia para os estados legislarem sobre descriminalização, propaganda comercial e agronegócio;

2 – Permitir que eleitores apresentem emendas à Constituição Federal;

3 – Incluir o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o Imposto sobre Importação (IPI), a Contribuição Social sobre o lucro Liquido (CSLL) e o Imposto sobre Grandes Fortunas (que poderá ser criado) na repartição de recursos com estados e municípios, além de aumentar a parcela dos estados no FPE de 21,5% par 31,5% e dos municípios no FPM de 22,5% para 32,5%.

4 – Tornar obrigatória a destinação de 10% da receita corrente bruta da União para investimentos em saúde pública.

Foto: agência Assembleia

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Wellington aponta risco de desabamento na rodoviária

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Para o deputado Wellington do Curso, o (des) governo que Flávio Dino tem prestado ao Estado é constante. O Terminal Rodoviário de São Luís nem parece o de uma capital, sendo do conhecimento de toda a população. E na noite desta terça (12) foi verificado que o teto do local pode desabar a qualquer momento, pelo rompimento de nove nós na estrutura espacial da cobertura.

Entra governo e sai governo e a Rodoviária parece mais uma estrutura amadora de um projeto que não deu certo e, que, continua ainda pior, no Governo Flávio Dino. Que é conhecido por ter a mania apenas de mascarar serviços com uma maquiagem, muitas vezes, até “borrada”.

Se o Governo do Estado e a Secretaria de Infraestrutura tapam os olhos para não diagnosticarem o perigo que milhares de usuários, passageiros e profissionais estão submetidos no Terminal Rodoviário de São Luís, o deputado Wellington alerta a todos.

“Recebemos várias denúncias de pessoas que trabalham na Rodoviária, que o teto pode desabar a qualquer momento sobre a cabeça de milhares de passageiros, devido ao rompimento de nove nós da estrutura espacial da cobertura. Mais um espaço público, com estrutura velha e sem manutenção, que pode vir ao chão a qualquer momento. Como não é realizada recuperação da estrutura, o teto está escorado com andaimes, de improviso, como mostram as imagens. A minha preocupação é porque os perigos só aumentam. E no Maranhão, existem vários prédios e obras que não passam por manutenções há anos. A exemplo de pontes e viadutos, o Castelinho e agora a Rodoviária, todos estes em alerta, pela ausência de manutenção, seja ela preventiva ou corretiva. O governo do ‘mais impostos’ não é o mesmo que tem zelo pelo bem público. Chamo atenção do governo para um imediato plano de recuperação estrutural do Terminal Rodoviário de São Luís, com urgência, antes que a ‘coisa’ pública entre em colapso”, alertou Wellington.

Foto: Divulgação

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Wellington aciona MP após ‘tragédia’ no Castelinho

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O deputado estadual Wellington do Curso ofereceu representação a fim de que o Ministério Público do estado apure a responsabilidade do Governo do Maranhão de ao expor a vida de maranhenses a risco pela falta de manutenção no ginásio castelinho, em que o próprio teto desabou no dia 6 de março de 2019.

No momento do desabamento do teto do Ginásio Castelinho desabou, dois funcionários estavam no local, mas ninguém saiu ferido. No momento do desabamento, chovia bastante na região. Um segurança percebeu o início da queda da estrutura e chamou o outro funcionário para sair do local, antes da queda da estrutura.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o desabamento se deu na parte metálica, que compõe a estrutura.

“O entendimento dos Tribunais tem sido no sentido de que cabe ao Estado a responsabilidade do réu pela ocorrência de evento danoso, visto que a ele incumbia manter o ginásio em perfeitas condições para a prática de esportes. No fatídico caso que aconteceu em São Luís, não houve dano a ninguém, mas constata-se o risco, sendo este elemento suficiente para que o Estado seja responsabilizado por não arcar com sua obrigação de fazer, sendo ela a manutenção periódica do estádio”, disse o deputado Wellington.

Foto: Divulgação

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Wellington critica descaso com Complexo Esportivo

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No início da tarde desta quarta-feira de cinzas (6), parte da estrutura do teto do Ginásio Castelinho desabou devido a forte ventania e chuva que caia na capital no momento do incidente.

É claro que o fatídico acontecimento se deu pela força da natureza, mas não é por isso que se pode descartar a omissão, a falta de investimentos, a irresponsabilidade e o descaso do Governo do Estado no que diz respeito ao esporte maranhense.

Há anos o Castelinho vem sendo pauta nos veículos de comunicação, que cedem espaço para lamentar e denunciar o que aquele grande local de lazer e disputa esportiva se transformou: incontáveis problemas estruturais, piscinas cheias e sujas – sem manutenção, arquibancadas com boa parte enferrujada, mato alto e lixo acumulado, entre outras dezenas de problemas estruturais. Resumo de um completo abandono.

Aí alguém sabe como foi a última “reforma” do governo Flávio Dino no local?Mandou pintar toda a parte da grande (de fora) na cor vermelha, cor do seu partido comunista.

O deputado Wellington do Curso, assim que soube do acontecido, se posicionou, mais uma vez, em defesa da população e argumentou que é impossível o governo do Maranhão continuar mascarando serviços públicos para a população, num eterno faz-de-conta que fez, porque “a fatura sempre chega”.
“Quando eu fui informado do que aconteceu hoje à tarde no Castelinho, fiquei muito preocupado e procurei logo saber se tinha alguém no local na hora desse desabamento, afinal, quem sempre paga a conta do desserviço de um governo mascarado e faz-de-conta, é a população, é o povo.

Falta investimento no esporte maranhense! O estado é omisso! A secretaria de Desporto e Lazer é tratada como a cozinha do governo. Os nossos atletas, os nossos esportistas não recebem nenhum tipo de ajuda ou patrocínio. Os que não abrem mão dos seus sonhos, pagam grande preço, tendo que vender água em retornos e semáforos, para arcarem com os campeonatos e disputas que participam”, disparou o deputado que faz oposição declarada ao governo Flávio Dino.

Wellington ainda foi mais enfático quando denunciou que “reforma não é apenas pintar grades de vermelho, na cor do seu partido, governador. É algo muito além disso e que os maranhenses têm direito a uma estrutura que lhes garanta segurança”.

Aqui é assim, “as coisas” só recebem tratamento e atenção adequada (e olhe lá), quando o pior já aconteceu, quando já está no chão, prova disso é que só após o desabamento do teto o governador confirmou que toda a estrutura do teto está comprometida e que já foi determinada a imediata recuperação do Castelinho.

Foto: Divulgação

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Wellington diz que Dino enganou aprovados na PM

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Já no primeiro dia do mês de março, o deputado estadual Wellington do Curso voltou a cobrar que Flávio Dino efetue a nomeação dos 1.800 aprovados no concurso da PM, já que houve a previsão na lei orçamentária de 2019 para a nomeação de 2.000 novos PM’s. A solicitação do deputado Wellington abrange os integrantes do cadastro reserva, as pessoas com deficiência e os subjudice’s.

Ao falar sobre a necessidade de nomeação imediata de mais policiais militares, Wellington lembrou que já estamos no terceiro mês do ano e, até o presente momento, o Governo permanece omisso.

“Não estamos aqui pedindo um favor a Flávio Dino. Aprovamos na Assembleia Legislativa a previsão para nomeação de 2.000 novos policiais militares. Temos cerca de 1.800 homens e mulheres aptos a servirem nosso Estado. Já estamos no terceiro mês do ano e Flávio Dino não nomeou os aprovados no concurso da PMMA. Essa não é a primeira vez em que solicitamos a imediata nomeação dos aprovados no concurso da Polícia Militar e Polícia Civil. Existe previsão orçamentária, por exemplo, para a nomeação imediata de 2.000 novos policiais. Falta é competência! Flávio Dino enganou os aprovados na PM e não nomeia porque não quer”, disse o deputado Wellington.

Foto: Divulgação

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Wellington aponta caos na Saúde no Maranhão

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O deputado estadual Wellington do Curso, por meio do Requerimento 53/2019, solicitou ao governador Flávio Dino informações sobre todas as empresas, Organizações Sociais (OS) e Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que tem vínculo com a Secretaria de Saúde. O objetivo da solicitação é fiscalizar a relação entre gastos e serviços ofertados à população, já que o Governo do estado tem anunciado “investimentos” na saúde, mas isso fica apenas na propaganda, pois, na realidade, a população tem padecido com a falta de atendimento e hospitais sendo fechados.

Apesar de ser de grande relevância, o requerimento do deputado Wellington foi indeferido pela mesa diretora. No entanto, o parlamentar recorreu da decisão ao plenário para que possa apreciar a solicitação, mesmo sabendo que são 39 deputados da base governista de Flávio Dino, na Assembleia.

“Falta de transparência do governo que usa a Assembleia! Um simples pedido de informações é negado pelo simples motivo: o governador sabe que, na prática, ele não investe assim como diz na propaganda. Enquanto Flávio Dino nega informações, maranhenses padecem em hospitais. Há duas semanas, estive em Matões do Norte e o Hospital de lá estava fechado. Agora, o governador vem falar em uma ‘reforma’, querendo transformar um hospital que fazia até cirurgia em uma policlínica que realizará apenas exames. A população quer saber onde é que tá todo esse investimento que Flávio Dino diz que faz. Ao que parece, o medo dele de ser desmentido fez com que indeferisse nosso requerimento, por meio da mesa diretora da Assembleia. Mas, recorremos ao plenário e será apreciado na próxima sessão legislativa. Vamos aguardar para ver como vais se comportar a base governista, muito embora as possibilidades sejam meninas, tendo em vista que a base governista é maioria esmagadora, ”, afirmou o deputado Wellington.

O caos na saúde tem sido um ponto já abordado pelo deputado Wellington, que tem denunciado a superlotação dos hospitais e com pacientes até nos corredores; a demora excessiva para marcação de consultas e realização de cirurgia e, ainda, a comum falta de medicamentos. Foi por tudo isso que o parlamentar sugeriu a instauração da CPI da Saúde a fim de garantir melhorias em São Luís e, assim, no Maranhão.

Foto: Agência Assembleia

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Wellington propõe alteração em MP de Flávio Dino

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O deputado estadual Wellington do Curso apresentou, na Assembleia Legislativa do Maranhão,  emenda à Medida Provisória nº290/2019, do governador Flávio Dino, que institui a Política Educacional “Escola Digna”. A alteração dá maior autonomia aos professores do Maranhão, permitindo que escolham, entre si, os gestores para os Centros de Educação Integra, caso não haja a possibilidade de seletivo. 

O objetivo é que os gestores, quando não aprovados no seletivo, sejam indicados pelos próprios professores, ao invés de serem pela Secretaria de Educação, como propõe Flávio Dino. 

“O ideal é que haja o seletivo para a escolha dos gestores. A Medida Provisória de Flávio Dino propõe que na ausência ou impossibilidade do processo seletivo, os gestores para os Centros de Educação Integral sejam indicados pelo Governo. Os professores não concordam com isso, razão pela qual propomos que os gestores sejam indicados pelos próprios professores. Nosso compromisso é com a educação”, disse o professor e deputado estadual Wellington do Curso.

Foto: JR Lisboa e Elias Auê / Agência Assembleia

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