Flávio Dino ataca e critica Jair Bolsonaro

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O governador Flávio Dino (PCdoB) que é um dos apoiadores da campanha de Fernando Haddad (PT) criticou, nas redes sociais o candidato Jair Bolsonaro (PSL).

Flávio Dino disse que quando foi deputado, Bolsonaro era um “parlamentar medíocre, fraco, omisso”.

E afirmou que Bolsonaro “Não tem a mínima condição de dirigir o Brasil”.

“Fui deputado federal e posso afirmar que Bolsonaro era um parlamentar medíocre, fraco, omisso. Fui Relator de leis importantes para Segurança Pública e combate ao crime. Bolsonaro nunca participou, nunca trouxe alguma proposta. Não tem a mínima condição de dirigir o Brasil”, escreveu.

Bolsonaro é crítico severo do comunismo no mundo, mas os “ataques”de Flávio Dino podem prejudicar bastante o Maranhão caso se confirme o favoritismo do candidato do PSL e ele vença realmente a eleição para a presidência da República.

Foto: Reproduçào

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Adriano Sarney defende voto em Bolsonaro

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O deputado Adriano Sarney (PV) reeleito para mais um mandato na Assembleia Legislativa com a 8ª melhor votação (50.679 votos) defendeu, na Tribuna, voto no candidato Jair Bolsonaro (PSL), no 2º turno da eleição para a presidência da República.

Adriano disse não concordar com muitas ideias de Bolsonaro, mas que assim como o candidato do PSL quer barrar o comunismo na América Latina.

“Em primeiro lugar quero agradecer os os 50 votos de confiança do povo do Maranhão, sendo assim, o deputado de Oposição mais votado e isso me trás um senso de responsabilidade muito grande. Como deputado estadual ficarei aqui, por mais quatro anos sendo combatente.Tenho a obrigação de ter um lado na disputa presidencial e esse lado é contra o PCdoB é contra o comunismo, então passo a apoiar a partir de hoje o movimento apartidário pró Bulsonaro juntos com os meus correligionários mesmo sem concordar com todas as ideias do Bolsonaro existe algo em comum entre os nossos projetos que é barrar o comunismo na América Latina, tendo em vista que a candidata a vice presidente do candidato a presidente do governador Flávio Dino é do seu partido, o PCdoB, o Partido Comunista do Brasil. No mais, apoio a proposta do Bolsonaro de ter o 13º salário aos beneficiários do Bolsa Família, de fortalezer a segurança pública, de ter um ensino de qualidade para as nossas crianças, enfim de unir o Brasil novamente”, afirmou.

O parlamentar destacou outras propostas do candidato do PSL que tem o seu apoio e disse que a partir de hoje passa a integrar os movimentos pró Bolsonaro.

Poderia me omitir neste momento. Seria muito fácil ficar em cima do muro, seria muito fácil não ter uma posição, mas como sempre fui combativo nesta casa, com coragem, altivez, com a cabeça erguida, venho aqui dizer que tenho um lado, uma posição e a minha posição é contra o comunismo é a favor do Brasil, a favor do Maranhão. A partid e hoje ntegrarei todas as fileiras em prol do candidato Bolsonaro, lugar este que ele teve uma votação inferior ao seu oponente e necessitará do apoio de um grupo político que é o segundo maior grupo político do Maranhão, a segunda maior força política do estado do Maranhão.

Ao final do seu pronunciamento, Adriano desejou boa sorte ao governador Flávio Dino, aos senadores e deputados que foram eleitos.

“Falo por mim, deputado Adriano Sarney, não pelos nossos candidatos na majoritária, mas falo por mim e pela luta que continuarei a travar no estado do Maranhão. Gostaria de dizer que sempre estarei ao lado do povo do Maranhão. Desejar uma boa sorte ao governador, aos senadores e deputados que foram eleitos e que Deus abençôe o nosso Maranhão, o nosso Brasil”, finalizou.

Foto: Elias Auê

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‘Eu não engulo a palavra comunismo’, diz Bolsonaro

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O pré-candidato a presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, cumpre agenda em São Luís nesta quinta-feira (14), e, como de resto em todo o Brasil, foi recebido por uma multidão no Aeroporto Hugo da Cunha Machado, em plena abertura da Copa do Mundo de 2018.

A recepção calorosa que recebeu em São Luís, tem sido uma constante por onde passa Bolsonaro, que lidera, com folga, as pesquisas eleitorais – sem a presença do ex-presidente Lula (PT) . Na capital maranhense, Bolsonaro foi recebido aos gritos de “mito” e “futuro presidente do Brasil”.

Por conta da grande presença de simpatizantes a sua pré-candidatura, Bolsonaro improvisou um palanque do lado de fora do Aeroporto Hugo da Cunha Machado e fez um breve discurso.

Bolsonaro ainda concedeu entrevista coletiva a imprensa e entre outros assuntos, deixou claro que não tem a preocupação de reverter no Maranhão o cenário das últimas eleições, onde os candidatos do PT foram muito bem votados. O pré-candidato do PSL asegurou que pretende vencer a eleição falando sempre a verdade.

“Não estou preocupado em reverter votos, estou apenas me apresentando aos maranhenses. O eleitor se aprimora e o que tira o homem da míseria é o conhecimento, não o governo, esse costuma geralmente escravizar o povo. Se formos ganhar a eleição, vamos ganhar com verdades, não com mentiras”, afirmou.

O pré-candidato pelo PSL reitrou que não suporta o comunismo, pois comunista não quer jamais a democracia e desejou poucos votos para o comunista Flávio Dino nas eleições do Maranhão.

“Onde já se viu comunista falar em democracia? Quando morreu um parente do ditador da Coreia do Norte, Kim Jon-un, o PCdoB fez uma Moção de Pesar, será que nós queremos viver como vive o coitado do povo coreano? Eu não engulo a palavra comunismo, nos evitamos em 64 que o Brasil mergulhasse no comunismo e a saída da Dilma foi mais um golpe neles. Boa sorte ao Flávio Dino e poucos votos a ele nessa eleição”, finalizou Bolsonaro, que no Maranhão apoia a pré-candidatura de Maura Jorge (PSL) ao Governo do Estado.

Blog de Jorge Aragão

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Exemplo de comunismo

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O aluguel de imóveis no Governo Flávio Dino (PCdoB) repercute na mídia nacional.

A coluna de Cláudio Humberto destacou nesta segunda-feira (16), o pagamento de aluguel no valor de R$ 30 mil por imóvel de familiares da cunhada do governador.

Segundo a coluna, o governo Flávio Dino explicou: “A família Sarney fazia o mesmo”.

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Comunismo em queda no Maranhão

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Deputado estadual Adriano Sarney (PV)

Deputado estadual Adriano Sarney (PV)

Por Adriano Sarney

Os comunistas perderam as eleições municipais. Primeiro, porque, mesmo utilizando-se da força da máquina pública, foram derrotados em cidades importantes do interior e, na capital, não conseguiram levar em primeiro turno. Segundo, disputaram em 103 prefeituras e não tiveram êxito na grande maioria delas. Terceiro, fazem a política de sempre, conquistaram as pequenas cidades com os mesmos grupos, compostos por famílias históricas que se revezam no poder.

Nas eleições deste ano, o governo foi desaprovado nos maiores colégios eleitorais do Maranhão. Em Imperatriz, onde Flavio Dino obteve a maioria dos votos em 2014, o povo revoltou-se com a arbitrariedade dos Leões que acabou levando um major da polícia à prisão. Resultado, deu o PMDB do competente Delegado Assis. Caxias elegeu Fábio Gentil contra três poderes: Governo do Estado, Assembleia Legislativa e Prefeitura. Porto Franco preferiu o Dr. Nelson ao invés de um grupo ligado ao governo. Em Barreirinhas, Alberico Filho, sobrinho de José Sarney, ganhou. Em Bacabal, a opção foi Roberto Costa, afilhado de João Alberto. Em Lago da Pedra, mesmo o governo tendo enviado ao seu aliado mais de R$ 2 milhões em convênio duvidoso, triunfou o grupo de Maura Jorge, símbolo da oposição naquela região do Estado. Em Grajaú o povo escolheu Mercial Arruda contra uma protegida do governador. E assim como esses municípios, poderia listar outros.

Das 103 prefeituras almejadas por neocomunistas, apenas 46 foram conquistadas, menos da metade. Dos prefeitos comunistas, 40 são homens e apenas 6 são mulheres. Contudo, levando-se em conta esses números (e números não mentem), o discurso governista torna-se frágil, pois, historicamente, no Maranhão, os partidos que chegam ao poder conseguem eleger em média 50 prefeitos, chamo esse fenômeno de Partido dos Leões. Em 2008, o PDT, do então governador Jackson Lago, era o Partido dos Leões e elegeu 66 prefeitos. Em 2012, período da então governadora Roseana Sarney, o PMDB elegeu 48 prefeitos. O PCdoB, no mesmo período, lançou candidaturas em 25 municípios e conseguiu eleger apenas cinco prefeitos.

O Palácio começou a atuar em favor do PCdoB e de outros partidos próximos ao comunismo ainda na pré-campanha. A ordem era forçar prefeitos eleitos de partidos de oposição como o PMDB e o PV a trocarem de legenda e engordar os partidos da base. O prefeito era chamado por pessoas influentes do governo. O mensageiro prometia recompensas em forma de convênios e influencias no Palácio caso o gestor mudasse de legenda. Esse método de cooptação deixava os gestores coagidos e muitos, infelizmente, foram praticamente obrigados a mudar de partido. Com efeito, dos 20 prefeitos que o PV tinha no começo de 2015, os Leões conseguiram levar 12. Contudo, o PV conseguiu eleger neste ano 7 prefeitos, sendo a maioria mulheres, 4, com a força do voto consciente. O mesmo aconteceu com o PMDB que teve parte de seu quadro cooptado para partidos da base comunista mas, mesmo assim, fez 22 prefeitos este ano. Quando o PCdoB estava fora do Palácio, conseguiu eleger apenas 5 prefeitos.

O governo também diz que seus aliados ganharam em outras 100 prefeituras. A conta não fecha. Não podem levar em consideração todas as eleições ganhas por partidos independentes ou que tenham disputas internas. Considero o PP (que conquistou 15 prefeituras) e o PSB (13), por exemplo, partidos rachados. Quem comanda o PP é o Deputado Federal André Fufuca que é independente, apesar do Deputado Waldir Maranhão, aliado do Flavio Dino, estar no partido, embora de saída. Luciano Leitoa comanda o PSB, no entanto, o Senador Roberto Rocha parece independente das amarras do governo estadual. O PRB (que fez 14) do Deputado Federal Kleber Verde é aparentemente um partido independente, apoiou e deu legenda ao Fabio Gentil de Caxias.

Bastou um ciclo eleitoral para comprovar a queda do comunismo no Maranhão. Fica a clara mensagem do povo contra o estilo perseguidor de governar, aliado a falsas propagandas e a desculpas esfarrapadas. Tudo que vai mal é culpa da “oligarquia.” O Maranhão não quer competir com a China em números de prefeituras como o governador tenta passar para a imprensa nacional. As prefeituras do PCdoB são do Partido dos Leões, seus prefeitos não conhecem, não são e nunca foram de esquerda. As mudanças que foram tão bem “vendidas” nas propagandas eleitorais em 2014 se tornaram ilusões recheadas de desculpas. O resto é retórica.

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Adriano prevê fim do comunismo

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"Daqui a dois anos o comunismo no Maranhão chegará ao fim", dispara Adriano

“Daqui a dois anos o comunismo no Maranhão chegará ao fim”, dispara Adriano Sarney

O deputado estadual Adriano Sarney (PV) profetizou, na sessão desta terça-feira 4, o fim do comunismo no Maranhão, ao apontar o governador Flávio Dino, que é do PCdoB, como o grande derrotado nas eleições municipais realizadas no último domingo 2.

Num duro discurso, Adriano afirmou que “daqui a dois anos o comunismo no Maranhão chegará ao fim”, ao citar municípios em Dino recebeu a resposta da população nas urnas, como Imperatriz, Barreirinhas, Caxias, Grajaú Codó, Lago da Pedra, Presidente Dutra e Bacabal, onde aliados do Palácio dos Leões foram derrotados.

“Vamos dar um basta à tirania, às garras do felino, do leão, que tanto o governador disse que não ia mostrar o seu rugir para a população, mas mostrou mais do que nunca nessas eleições ferozes em que o uso da polícia, em que o uso do poder econômico e do poder político foi maior do que qualquer força que a gente viu por aí”, disparou.

O parlamentar criticou a prisão do prefeito de Mirinzal, Amaury Santos Almeida, que disputava a reeleição, mas acabou sendo preso na madrugada do dia da eleição e acabou sendo derrotado pelo adversário devido ao episódio. Adriano Sarney informou que ingressará com um requerimento na Comissão de Segurança da Assembleia Legislativa para que o delegado que prendeu Amaury preste esclarecimentos sobre o ocorrido.

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