Moto vence fora e respira na Série C

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O Moto conquistou uma vitória muito importante na briga contra o rebaixamento para a Série D.

O time rubro-negro venceu o ASA-AL, por 1 a 0, em Arapiraca e além de deixar a zona de rebaixamento ganha fôlego para as três  rodadas que ainda restam para o fim da primeira fase do Campeonato Brasileiro Série C. Foi a primeira vitória do Moto fora de São Luís.

O gol do Moto foi marcado aos 30 minutos do segundo tempo. Alex Henrique avançou pela direita e cruzou para Toni Galego, no meio da zaga mandar para o gol.

Com a vitória, o Moto ocupa a oitava posição com 16 pontos. O Z2 tem o Confiança (12 pontos) e ASA (12 pontos).

O Moto terá pela frente dois jogos em casa contra o remo, no sábado (26), às 17h15, no Castelào e depois contra o Cuiabá, no dia 2 de setembro e precisa vencer os dois para afastar o fantasma do rebaixamento.

Foto: Ailton Cruz/ Gazeta de Alagoas

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Feirinha São Luís celebra Dia do Soldado

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Promovendo a reocupação do Centro Histórico aos domingos, a 11ª edição da Feirinha São Luís, realizada pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa), homenageou, na edição deste domingo (20), os soldados brasileiros, pela celebração do dia 25 de agosto, quando é comemorado o Dia do Soldado. O evento contou com a exposição de diversos materiais utilizados pelo 24º Batalhão de Infantaria Leve (BIL), como kits de sobrevivência em expedição, tanques militares, botes aquáticos, utensílios de primeiros socorros e chamou a atenção dos participantes do evento.

O titular da Semapa, Ivaldo Rodrigues, destacou a importância da homenagem ao Exército Brasileiros e seus soldados. “Celebrar o trabalho desenvolvido pelos soldados do exército maranhense, na Feirinha São Luís, tem grande importância, pois são eles que protegem nossa população em casos extremos de insegurança. Poder aproximar da população os nossos soldados durante esse evento da família maranhense, é humanizar e integrar esses servidores da nação”, disse Ivaldo.

Durante a Feirinha, que é realizado desde junho na Praça Benedito Leite, entre 7h e 15h, existe uma constante integração de amigos e familiares que vêm em busca de produtos agrícolas e lazer, encontrando também no mesmo ambiente gastronomia, artesanato, artes literárias e plásticas, além de uma vasta programação cultural.

A gastronomia é um dos pontos altos do projeto, com 29 barracas de alimentação, além de 11 food trucks, e os restaurantes parceiros no entorno da Praça Benedito Leite. Em cada edição do evento, a Barraca do Chef traz um profissional diferente para comandar o menu, que dessa vez ficou por responsabilidade do Chef Crispim.

Foto: Divulgaçào

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Público melhorou, mas ainda é pequeno

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Foi bom, mas poderia ter sido melhor ainda…

O público pagante de 8.049 torcedores e total de 10 mil 104, como foi divulgado no Estádio Castelão não reflete o tamanho da torcida que o Sampaio possui e mostra que a maioria da torcida não está apoiando o Sampaio, pelo menos no estádio.

Tenho sempre perguntado o que o Sampaio precisa fazer mais para levar o torcedor além da boa campanha?

Com números maravilhosos e mesmo com a possibilidade de assumir a liderança da Série C, ainda assim o torcedor não ocupou nem a metade da capacidade do Castelão.

Não tenho dúvida que se este jogo fosse em Fortaleza, o estádio estaria lotado. Mas porque isso não acontece aqui?

É que o torcedor maranhense adora ficar em casa, ouvindo rádio, vendo TV, nas redes sociais e em sua grande maioria só se manifesta quando o time ganha, mas não vai ao estádio. E só vai quando pinta uma cortesia ou promoção.

Tenho dito aqui que o verdadeiro torcedor do Sampaio é esse que vai ao Castelão e paga o ingresso. Ir ao estádio quando o time só está ganhando é bom, mas o que o time precisa é o apoio permanente do torcedor para que ajude a pagar os salários em dia.

Que pelo menos de agora em diante em que o Sampaio está sobrando na competição que o torcedor apareça. O público de ontem foi bom, mas pode ser quatro vezes maior.

E não me venham com chororô dizendo que não pode dar mais gente, porque pode sim…

Foto: Elias Auê

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Prefeitura nega reocupação de prédio

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A Secretaria de Urbanismo de São Luís (Semurh) negou, neste sábado (19), por meio de nota que o prédio conhecido por “Balança mas não cai” tenha sido ocupado novamente.

Segundo a Semurh, a Blitz Urbana tem feito monitoramento no local para impedir que o prédio seja reocupado irregularmente.

A Prefeitura de São Luís, afirma, ainda que as famílias que foram retiradas do prédio estão recebendo atendimento social e que está em fase final de conclusão o processo licitatório para contratação da empresa responsável pela demolição do prédio.

Leia a nota:

“A Secretaria Municipal de Urbanismo e Habitação informa que por meio da Blitz Urbana tem realizado periodicamente vistorias no prédio notoriamente conhecido como “Balança, mas não cai” para impedir que este seja reocupado irregularmente. Mais uma vez, na sexta-feira, 18, uma equipe do órgão esteve no local e não foi encontrado nenhuma pessoa ocupando a área.

Das 40 famílias remanejadas, todas estão recebendo o devido atendimento social, sendo que: 12 famílias já assinaram contrato de moradia permanente; 8 famílias aguardam para assinatura de contrato; e as demais estão em fase de regularização de documentação pessoal necessárias para inclusão na política habitacional.

Em relação a demolição do referido prédio, as vistorias e orçamentos necessários para subsidiar o processo de contratação de empresa especializada já foram realizados e encaminhados para a instrução de processo licitatório, o que irá acontecer dentro dos tramites legais”.

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Chororô de Flávio Dino

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Por Andrea Murad

Quando a governadora Roseana Sarney convidou o ex-secretário Ricardo Murad para a Secretaria de Saúde do Estado em 2009, as unidades públicas da Rede Estadual de Saúde eram antigas, deterioradas, em péssimo estado, baixíssimo atendimento e nenhuma complexidade. Faziam o feijão com arroz como diz o ditado. Os governos priorizavam as clínicas particulares, contratadas para prestar serviços básicos, insuficientes. Gastava-se os recursos da saúde em serviços privados ou se repassava a prefeitos sem preocupação com o atendimento à população.

Era preciso mudar e a mudança veio com o Programa Saúde é Vida, que deu aos maranhenses um atendimento integral e universal em unidades públicas equiparadas às melhores do país, permitindo acesso e assistência para milhões de maranhenses. Um programa com objetivos e metas definidos que previa a implantação de pequenos hospitais municipais, — onde as pessoas viviam sem atendimento, verdadeiros vazios assistenciais —, passando pelas UPAS, os hospitais gerais regionais, as maternidades, os macrorregionais e os de alta complexidade, inclusive, o de câncer. Uma atenção toda especial foi direcionada para ofertar leitos de terapia intensiva, as UTIs, ativando 236 novos leitos e requalificando os 96 existentes sem condições de uso.

Iniciou-se a rede de hemodiálise, de consultas e exames especializados, a reestruturação do Laboratório Central do Estado e do Hemomar. A ampliação da assistência odontológica com a oferta de serviços nas UPAS e um centro de referência no CEMESP e em parceria com os municípios. O programa tinha recurso assegurado para construção, reforma e equipamentos, e para o custeio, tudo provisionado, porque o Saúde é Vida foi absorvido pelo Viva Maranhão, o grande projeto de desenvolvimento do governo passado, com aprovação no PPA, na LDO e nas LOAS daqueles anos, coordenado pela Secretaria de Planejamento.

É triste o que vem ocorrendo desde a posse do governador Flávio Dino. Assiste-se ao desmonte e o abandono de um programa que tem previsão legal, de execução obrigatória seja qual for o governador eleito. Além de dezenas de obras paralisadas, lentas ou inauguradas fora do perfil, o governador ainda resolve gastar milhões e milhões de reais com aluguéis milionários, que consomem sem necessidade boa parte do orçamento da saúde a exemplo da Clínica Eldorado, usurpando dos cofres públicos R$ 90 mil por mês durante um ano sem nunca ter atendido um paciente. Na mesma linha irresponsável, gasta mais de R$ 903 mil para reformar o prédio dessa mesma clínica particular sem licitação. Enquanto isso, a obra de ampliação do Hospital Carlos Macieira se arrasta sem previsão de inauguração. É o único hospital de alta complexidade do Estado que iria incorporar mais 204 leitos aos 222 existentes. Era lá que deveria funcionar o atendimento de trauma e ortopedia de alta complexidade e não em clínica particular inapropriada.

Desde que foi pego na propina da Odebrecht, Flávio Dino, a cada novo escândalo, se apega no ataque aos governos anteriores. Um chato esse Flávio. Quem não lembra de sua empáfia ao apregoar que era diferente de todos os outros governadores? Lembram quando bateu no peito e gritou que iria recuperar os 400 anos de atraso do Maranhão? Quem te viu, quem te vê, o rei está nu e, o pior, sem um tostão como disse em Caxias, num chororô chato onde só comprovou o que já sabíamos, sua incompetência à frente do governo. A chatice dele nas redes sociais tem recebido a resposta dos maranhenses, especialmente daqueles que votaram confiando no discurso da mudança. O que mais se lê é “votei, mas não voto mais”.

O chororô vai aumentar. Aguentem!

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