Covardia e despreparo de Flávio Dino

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Por Andrea Murad

Amadorismo e incompetência, além de covarde, a explicação de Flávio Dino para o desastre acontecido na ativação da nova adutora da Caema, projetada e construída na gestão do ex-deputado Ricardo Murad, no governo de Roseana.

Culpar as empresas privadas, que ganharam a licitação e construíram a obra com o acompanhamento da equipe técnica da Caema, apenas para se justificar perante a opinião pública, demonstra a falta de caráter e espírito de liderança do governador. Fosse o ex-deputado Ricardo Murad e o engenheiro João Moreira Lima, ex-presidente da Caema, a conduta seria outra. Uma tristeza para o Maranhão ter de aguentar tanta incompetência e cinismo.

Alteraram o projeto, fizeram aditivo de 25%, mudaram o local e a forma de conexão da nova adutora, e deu no que deu. Deveriam ter deixado a mesma equipe técnica, mas a vaidade de Flávio Dino não deixou. Isso é decorrência da gestão criminosa de Davi Teles. Pra este sim deveria chamar a polícia. Mas pra resolver a lambança que provocou, Flávio Dino deveria chamar quem entende, ou seja, a diretoria anterior, a equipe técnica e competente que concebeu o projeto desde o início dessa grande obra que hoje se transformou num verdadeiro pesadelo para milhares de moradores que estão há dias sem água.

A nova adutora, construída para melhorar o abastecimento de água de São Luís, que sofre há anos com a falta de água, agora não tem nem prazo para acontecer. Vamos continuar com a velha adutora. Tristeza.

*Andrea Murad é deputada estadual

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Andrea critica gestão comunista na TV

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Na inserção veiculada pelo PMDB para todo o Maranhão na televisão, a deputada Andrea Murad, líder do Bloco de Oposição, citou os principais escândalos do governo comunista que ganharam manchetes em todo o Brasil e disse que continua vigilante denunciando as injustiças.

“Como líder da oposição, continuo vigilante denunciando as injustiças. Temos um governo na contramão das necessidades do povo. E essa incompetência tem rosto, o de Flávio Dino. Aumento de impostos, aluguéis camaradas, funcionários fantasmas, corrupção, são marcas de um governo onde a prometida mudança serve apenas a eles”, diz Andrea em trecho da propaganda partidária.

A parlamentar encerrou a inserção falando do castigo e da exploração que os maranhenses estão sofrendo nas mãos do governo Flávio Dino.

“Os maranhenses nunca imaginaram que castigar e explorar seriam a solução. O Maranhão quer um novo rumo, um novo governo!”, disse Andrea.

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Andrea questiona nomeação de paranaense

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A deputada estadual, Andrea Murad (PMDB) denunciou, nas redes sociais, a nomeação, pelo governador Flávio Dino (PCdoB) de um comunista do Paraná para comandar o Instituto de Previdência dos Servidores do Estado do Maranhão (IPREV).

Trata-se de Joel Benin. Ele é homem de confiança do ex-ministro do Esporte, Aldo Rabelo e ex-integrante do COmitê Olímpico do Rio de Janeiro.

Segundo Andrea Murad, o “camarada paranaense” veio para cá para tirar o lugar de um maranhense.

“Uma tragédia o governo comunista para os maranhenses. Conhecem esse da foto? Ele é alta patente do do PCdoB do Paraná, tal de Joel Benin, gente de confiança do Aldo Rabelo, ex-ministro dos Esportes e integrou o Comitê Olímpico do Rio de Janeiro. Veio para o Maranhão tirar o lugar de um dos nossos, assumiu a presidência do Instituto de Previdência do Estado, que tem em caixa mais de R$ 1,5 Bilhão de reais que pertencem aos funcionários. Será que aqui no Maranhão não tem um técnico, um profissional para assumir essa função? Precisa trazer gente de fora?”, destacou Andrea Murad.

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Basta de corrupção e descaso

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Por Andrea Murad

A covardia, o desespero e a mentira são próprios dos fracos, dos que temem a Lei e o implacável julgamento do Povo. Manda a vida e os valores da responsabilidade, que cada um responda pelos atos que pratica. O que ocorreu, desde 2015, em termos de gestão na Secretaria de Estado da Saúde configura crimes graves e mostra de forma clara o estado lamentável e vergonhoso como o dinheiro público é gerido. A corrupção, a incompetência e o descaso têm dois rostos, o do governador Flávio Dino e o do seu alter ego Márcio Jerry, responsáveis por tudo o que ali acontece e para quem o povo do Maranhão exige um castigo exemplar.

Diz a sabedoria popular que “a mentira tem a perna curta”. Não é acusando o governo da ex-governadora Roseana Sarney, não é mentindo a respeito da gestão do ex-deputado Ricardo Murad à frente da SES, que as roubalheiras fruto desse esquema montado pelo governador e por seu braço-direito vão ser jogadas para debaixo do tapete e esquecidas. Não se brinca com a saúde do povo, com a segurança das pessoas, bem como com a educação das crianças e dos jovens.

Na gestão anterior, concorde-se ou não com a política de gestão rigorosa que a SES foi alvo, a equipe que começou o mandato terminou, e nenhum dos que fizeram parte dessa equipe responde ações judiciais decorrentes de operações da Polícia Federal, como sucede com este governo. E mais: o descaramento é de tal ordem que os responsáveis da SES como, por exemplo, a Rosângela, o Luiz Júnior, que alertei para não deixá-lo na Secretaria de Saúde, o Marcos Pacheco, o Mariano, foram afastados na iminência das investigações, mas rapidamente “arrumados” e escondidos em outras áreas do governo, nomeadamente em cargos influentes no gabinete do governador e junto de Márcio Jerry.

Se foram demitidos por ilícitos, por que permanecem ainda na administração? Será por que apenas cumpriam ordens? Por que a secretaria comandada por Rodrigo Lago, até hoje, mesmo após as operações policiais, nunca abriu investigação contra nenhum deles? É medo do quê e de quem? Será que essa gente tem o governador e o seu fiel escudeiro Jerry “na mão”, que estariam dispostos a contar as malfeitorias que protagonizaram e por que as fizeram?

O governador e seu séquito bem podem tentar alijar responsabilidades e inventar fatos e datas, que a própria superintendente da Polícia Federal e o delegado, encarregados dessa operação, foram bem claros e enfáticos ao afirmar que essa investigação se relaciona exclusivamente ao período deste governo, com fatos iniciados em 2015, que permaneceram até agora e com conhecimento do próprio secretário Carlos Lula.

Basta de mentiras, de falsidades e de invenções. A investigação levada a cabo pela Polícia Federal visa a atual gestão do governo de Flávio Dino. É a ele que os maranhenses e a justiça têm de exigir contas, é a ele que, mais cedo ou mais tarde, os eleitores apontarão a porta de saída. E são eles, Flávio Dino e Márcio Jerry, que ficarão na história do Maranhão como protagonistas de uma página negra do nosso estado, marcada pela corrupção, roubo, descaso e irresponsabilidade. Basta!

*Andrea Murad é deputada estadual

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Andrea alertou, mas Dino não quis ouvir

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Um dos presos na Operação Pegadores da Polícia Federal, deflagrada nesta quinta-feira (16), e que atingiu em cheio o Governo Flávio Dino, é Luiz Marques Barbosa Júnior.

O nome pode parecer estranho para alguns, mas quem acompanha os discursos da deputada estadual Andrea Murad, fatalmente lembrará que, por diversas vezes, a parlamentar não só alertou o Governo Flávio Dino para a nomeação dele, como fez o que podia para essa nomeação não acontecer.

Desde o início de 2015, Andrea Murad alertou o Governo Flávio Dino. A parlamentar afirmava que Luiz Júnior, além da péssima fama como gestor, era Ficha Suja e não poderia assumir nenhum cargo público no Governo do Maranhão.

Andrea Murad afirmou, em 25 de março de 2015, que Luiz Junior havia sido condenado pelo Tribunal de Contas do Estado do Maranhão a devolver mais de R$ 7 milhões e ainda a pagar multa de R$ 700 mil por causa das irregularidades constatadas em sua gestão na Secretaria de Saúde municipal de Coroatá.

O Blog do Jorge Aragão, nessa postagem, fez uma afirmação também alertando a gestão comunista.

“Ou seja, o governador Flávio Dino irá manter um gestor para comandar a rede de Saúde do Maranhão, mesmo sabendo que ele foi condenado pelo TCE a devolver R$ 7 milhões aos cofres públicos por irregularidades justamente na área da Saúde. Curioso não?”, questionava o Blog do Jorge Aragão, clique aqui e reveja a matéria na íntegra.

A deputada Andrea Murad não ficou apenas nas palavras, a parlamentar ainda protocolou, no início de abril, uma representação na Procuradoria Geral de Justiça contra o governador Flávio Dino. A deputada pediu que à PGJ apurasse a conduta qualificada como improbidade administrativa praticada por Flávio Dino, referindo-se à nomeação de Luiz Júnior.

Segundo a Polícia Federal, Luiz Júnior era o “braço direito” da ex-secretaria adjunta da Secretaria de Saúde, Rosângela Curado, também presa na Operação Pegadores.

Mesmo com o currículo invejável e o alerta de Andrea Murad, Luiz Junior ainda foi no Governo Flávio Dino, o Chefe da Superintendência de Acompanhamento a Rede de Serviço, divisão da Secretaria de Saúde do Maranhão, responsável pelas tratativas com as entidades do Terceiro Setor e responsável pela gestão das Unidades Hospitalares.

O resultado não podia ser outro, mas bem que Andrea Murad avisou, só que Flávio Dino insistiu em não ouvir.

Foto: Nestor Bezerra

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Após denúncia, governo pagará vigilantes

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Depois da denúncia da deputada Andrea Murad no sábado, o governo do estado correu para contatar os vigilantes que trabalham no Hospital Carlos Macieira na tentativa de resolver o atraso de 3 meses de salário, motivo que fez boa parte deles parar as atividades.

Para garantir a guarda no hospital, a SES também teve que recrutar vigilantes de outras unidades para cobrirem o HCM, segundo informações que chegaram até a deputada. A medida veio com a promessa da secretaria resolver o problema nesta segunda-feira e garantir o retorno dos vigilantes. Poucos voltaram de fato, sábado apenas 6 compareceram para cumprir o expediente e no domingo, três fizeram a vigilância de todo o Hospital Carlos Macieira.

Enquanto isso, o HCM segue desfalcado na área da vigilância. Após essa denúncia, a parlamentar vem recebendo relatos de vários outros atrasos nos salários de funcionários da área da saúde.

Foto: Nestor Bezerra

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Flávio Dino paga R$ 20 milhões para MST

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A denúncia foi feita nesta terça-feira (7) pela deputada Andrea Murad, que verificou ainda superfaturamento no processo de contratação da Fundação Sousândrade, cujo objeto é implementar a Jornada de Alfabetização no Maranhão – “Sim, Eu Posso!”, pedagogia que aplicada pelo MST. A parlamentar alertou sobre o uso do método pedagógico utilizado pelo Movimento Sem Terra para doutrinar politicamente os maranhenses.

“Não posso deixar de chamar atenção para o risco do uso dessa metodologia como pretexto para doutrinar jovens, adultos e idosos, já que o MST é um movimento responsável por esse ensino, com apoio da Fundação Sousândrade, dando aula aplicando método pedagógico cubano. Flávio Dino simplesmente decidiu entregar a educação do estado para o MST aplicar um plano pedagógico que, com a metodologia Cubana que vai resultar em um monte de militante doutrinado tanto do MST, como do PCdoB. Esse programa ‘Sim, Eu Posso!’ foi criado em Cuba, utilizado na década de 60 em tropas cubanas para erradicar o analfabetismo, idealizado dentro de um contexto de luta pelo poder político em Cuba, e agora em 2017 está sendo utilizado por Flávio Dino para iniciar sua doutrinação política e formar futuros militantes aqui no Maranhão”, alertou Andrea.

O contrato feito por dispensa de licitação inclui o fornecimento de serviços de infraestrutura e apoio logístico a 15 municípios que vão receber o projeto, custando mais de R$ 20 milhões de reais, com fortes indícios de superfaturamento.

“A licitação apresenta vários itens com valores acima dos preços praticados no mercado e até registrados pelo próprio estado. Há também fortes indícios de direcionamento da licitação. O processo de dispensa mostra que foram consultadas as entidades Fundação Sousândrade, FAPEAD e o instituto ISEC em 6 de abril, e a Sousândrade entregou a proposta no dia seguinte, ou seja, uma proposta de alta complexidade e de custo estimado de mais de R$ 20 milhões em menos de 24 horas. Onde consta mais de 100 itens como mão de obra, alimentação, passagens, material gráfico, locação de veículo, compra de equipamentos, compra de camisas e mochilas, material didático, entre outros, e fizeram tudo isso em menos de 24 horas. Muito suspeito”, denunciou Andrea.

De acordo com os documentos apurados pela parlamentar, consta o valor de um pen drive de 32 GB por R$ 80,00. Sendo que o governo já registrou esse mesmo item (n° 100/2016 CCL/UEMA) ao custo de R$ 34,00. A mesma constatação foi feita no item camisa em malha, ao custo unitário de R$ 15,00, o dobro do registrado em ata (n° 223/2017 CCL/SAF) de R$ 7,90, portanto, um valor 89,87% mais caro.

Foto: Nestor Bezerra

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Andrea Murad denuncia calamidade no HCM

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A deputada estadual andrea Murad (PMDB) utilizou as redes sociais para denunciar o que chamou de “calamidade” no Hospital Carlos Macieira.

Segundo a parlamentar, além do atraso de salário dos anestesistas, vários equipamentos estão quebrados e sem funcionar.

“O hospital Carlos Macieira está uma calamidade. Além dos salários atrasados dos anestesistas, que paralisaram as atividades, são vários equipamentos essenciais com problemas, denúncia dos próprios pacientes. Endoscopia quebrada, sem previsão de conserto. Tem 2 tomógrafos, 1 está quebrado e o outro não imprime a película. Ecocardiograma está sem contrato com a equipe médica, ou seja, não tem o profissional para operar o equipamento. Em um hospital de alta complexidade onde tem várias UTIS e realiza cirurgia cardíaca, o ecocardiograma precisa estar funcionando”, disse.

Andrea Murad também denunciou que o serviço de hemodinâmica do HCM instalado recentemente, também parou de funcionar.

“O serviço de hemodinâmica, que foi inaugurado em setembro, funcionou um tempinho fazendo apenas angioplastia coronária e cateterismo, e em pouquíssimos casos de pacientes internados. Ora, um laboratório de hemodinâmica, que faz procedimentos no coração, neuro, vascular, arritmia, era totalmente restrito. E quando o governo tem um serviço desse, tem que abrir para a população a marcação ambulatorial. E a população não estava usufruindo do serviço de hemodinâmica. E pior, além de subutilizada, a hemodinâmica, mal inaugurada, quebrou uma peça e também está sem previsão de conserto. Resumindo: tomografia, ecocardiograma, endoscopia, hemodinâmica; tudo ali no Hospital Carlos Macieira, de alta complexidade, todos sem funcionar”, finalizou.

Foto: Divulgação

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Andrea diz que médicos não recebem salários

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A deputada Andrea Murad denunciou nesta terça-feira (31) a situação precária dos médicos que atendem pelo Programa de Saúde Prisional. O instituto responsável pela execução do programa é o INVISA, contratado pela Secretaria de Estado da Saúde, que além de atrasar os salários dos médicos, também deixa os profissionais sem contrato e sem os direitos.

“São 10 médicos sem receber seus salários. Estão trabalhando na saúde prisional do estado sem receber dinheiro. Isso já acontece há muito tempo e outra coisa, além da precariedade nas condições de trabalho e a falta de segurança, não existe uma forma de contratação. Isso resume o que é o governo Flávio Dino, como ele trata a saúde, como trata a classe médica, os profissionais da área da saúde. Venho solicitar ao governo que dê uma atenção especial a esse caso dos médicos da saúde prisional, que efetue os pagamentos dos salários que estão há 3 meses atrasados, e solicitar ainda a regularização desses profissionais junto à INVISA”, denunciou.

A deputada chamou a atenção para os diversos problemas que vem ocorrendo na área da saúde e que o governo Flávio Dino vem tratando com descaso.

“Queremos saber quando esse governo vai começar a se organizar. Isso não pode estar acontecendo no Estado. São 3 anos de governo e esses absurdos continuam. A saúde um desmantelo só. Os médicos reivindicando, lutando, querendo uma posição desses problemas e nada. E as denúncias são constantes. São medicamentos que faltam, como no Hospital Geral, são crianças com microcefalia sem os remédios e ficam só nas promessas. E estamos falando de problemas que duram meses e o governo Flávio Dino só toma providência quando o caso atinge proporções maiores”, alertou Andrea.

Foto: Nestor Bezerra

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Relatório aponta irregularidades na saúde

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A 18ª Promotoria de Justiça Especializada em Defesa da Saúde realizará no próximo dia 6 de novembro uma audiência de mediação sanitária por conta da denúncia de autoria da deputada Andrea Murad sobre o armazenamento inadequado de bebês, que vêm a óbito nas Maternidades Marly Sarney e Benedito Leite.

A parlamentar oficiou a denúncia no Ministério Público no fim de maio deste ano relatando o uso de geladeiras domésticas para guardar os óbitos fetais, sem identificação, sem refrigeração adequada, abrigados em um container na área externa da maternidade Marly Sarney de forma imprópria, irregular e desrespeitosa. A Notícia de Fato apurada pelo Ministério Público, que oficiou a Secretaria de Estado da Saúde, as maternidades Marly Sarney e Benedito Leite, e a Superintendência de Vigilância Sanitária Estadual (SUVISA), e pediu informações acerca do problema.

Um órgão do próprio governo confirmou a denúncia feita pela deputada Andrea Murad. De acordo com o relatório técnico de inspeção, em resposta ao MP, a Superintendência de Vigilância Sanitária Estadual constatou  “que o acondicionamento ocorre em freezer e refrigeradores domésticos, que a unidade não dispõe de câmara fria, que a estrutura física é incompatível com o acondicionamento dos produtos de fecundação sem sinais vitais e não dispõe de morgue [necrotério] e sala de necropsia”, concluindo assim “que as denúncias encaminhadas à SUVISA-MA, são verídicas e faz necessário no prazo de 60 dias a correção das não conformidades descritas anteriormente”.

Além disso, no relatório consta outras exigências sanitárias que não estão sendo cumpridas, infringindo a legislação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

“Um órgão do próprio Estado, a Vigilância Sanitária, confirmou a minha denúncia e exigiu providências para que o secretário de saúde Carlos Lula resolva essas irregularidades que estão acontecendo nas maternidades estaduais Marly Sarney e Benedito Leite, onde são armazenados de forma totalmente inadequada os bebês que vêm a óbito nas unidades. É um verdadeiro absurdo, desumano, desrespeitoso com os familiares, a forma como são tratados, guardados em container, sem o mínimo de estrutura e refrigeração adequada como se exige. Espero que todas as denúncias que tenho feito e encaminhado ao Procurador Geral, Luiz Gonzaga, sejam apuradas e concluídas, e as irregularidades, negligências, omissões e improbidades no governo Flávio Dino sejam combatidas. Continuarei cobrando para que as obrigações impostas pela SUVISA sejam cumpridas nas maternidades”, comentou Andrea Murad.

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