Depois do Canadá, Julia Nina compete em Palmas

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Depois da excelente participação na etapa do Circuito Mundial de Maratonas Aquáticas integrando a Seleção Brasileira, Julia Nina segue agora para competir na 4ª etapa do Campeonato Brasileiro de Maratonas Aquáticas, a ser disputado em Palmas. Ao lado dela estarão os maranhenses Carol Hertel e Átila Brandão. Antes de chegar lá, ela faz uma avaliação do trabalho realizado no Lago Mégantic/Canadá, na dura prova de 10km em águas abertas, em meio a 30 atletas de 18 países. Nessa elite mundial estavam sete das 10 atletas já classificadas para as Olimpíadas em Tóquio/2020.

“Sem dúvida foi uma excelente chance de estar frente a frente com as melhores atletas da modalidade em todo mundo”, comentou Julia, que terminou em 11º lugar.

A prova foi duríssima, principalmente nos seis primeiros quilômetros, segundo avaliação do treinador Alexandre Nina. “Nunca tínhamos tido essa vivência. Mas isso é maratona aquática. É sair do previsível. Esperávamos uma calmaria, mas havia muito vento e muitas ondas. O lago parecia mais uma espécie de ‘liquidificador’, turbinado pela disputa dos espaços na água pelas nadadoras. Essas dificuldades fazem parte da maratona. Ainda precisamos evoluir, principalmente no quesito força”.

Novo desafio – Julia Nina, Carol Hertel e Átila Brandão já se preparam para a 4ª etapa do Campeonato Brasileiro de Maratonas Aquáticas, a ser disputado em Palmas. Após um grande resultado na Etapa de Fortaleza, e duas atletas no top 3 do ranking nacional, os nadadores preparam as malas para enfrentar as águas do Lago de Palmas, na semana que vem. A competição – que faz parte do calendário nacional da modalidade e premia os melhores da temporada – reunirá mais de 300 atletas de todo país. A expectativa da equipe maranhense é manter-se no topo. “Estamos brigando pelas melhores colocações no ranking nacional. A possibilidade de estarmos nesse pódio nos credencia a convocações e melhores condições para a carreira. Para nós é certeza de continuidade no trabalho”, afirmou otimista o técnico.

A equipe patrocinada pelo Grupo Equatorial Energia/Cemar e Governo do Estado do Maranhão – através da Lei de Incentivo ao Esporte, fará todo o circuito nacional (que finaliza em dezembro) e tentará trazer para o nosso estado mais títulos.

Foto: Divulgação

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GE Comenta participação de maranhenses no Brasileiro

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A terceira edição do programa GE Comenta está no ar! Fique à vontade para assistir e deixar seu comentário também sobre os maranhenses em ação no Campeonato Brasileiro. O GE Comenta vai ao ar toda segunda-feira pela manhã.

Neste edição, Afonso Diniz e João Ricardo, repórteres do GloboEsporte.com, e Zeca Soares, editor do GloboEsporte.com, tiveram a companhia de Thiago Amorim, da TV Mirante.

O Moto no mata-mata da Série D do Campeonato Brasileiro, o fim da temporada do Maranhão, e as campanhas de Sampaio e Imperatriz, na Série C, são a pauta desta edição.

Clique e veja a nossa participação no programa.

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Maranhão pode sediar etapa da Superliga de Vôlei

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O secretário de Estado do Esporte e Lazer, Hewerton Pereira, esteve em reunião na terça-feira (30) com representantes da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e da Federação Maranhense de Voleibol (FMV), a fim de buscar parcerias para o calendário anual de jogos do ano que vem.

Na conversa, os gestores abordaram o trabalho realizado pela Secretaria durante o ano de 2018, e também trataram sobre a possibilidade de o Maranhão sediar uma das etapas do Campeonato Brasileiro de Vôlei, que ocorrerá em 2019.

“Nossa gestão tem investido no desenvolvimento do esporte, feito esse que pode ser visto por meio do grande número de atletas e modalidades que contam com o apoio do Estado”, enfatizou o secretário Hewerton Pereira.

A iniciativa de sediar uma etapa brasileira visa o fomento à pratica esportiva no Estado. “É uma iniciativa fundamental para o esporte do Maranhão, além de ajudar nossos atletas e incentivar a prática esportiva no Estado”, garantiu Hewerton.

Também conhecido como Superliga de Vôlei Brasileiro, o campeonato é um torneio anual realizado pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e que dá acesso ao Campeonato Sul-Americano de Clubes.

Foto: Divulgação

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TSE divulga perfil do eleitorado brasileiro

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta quarta-feira (1º) que o eleitorado cresceu neste ano em relação a 2014, mas que caiu o número de jovens eleitores (de 16 e 17 anos).

Na eleição de outubro, os eleitores escolherão presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais (ou distritais, no caso do Distrito Federal).

De acordo com o TSE, o número de eleitores cresceu 3,14% – nas eleições de 2014 eram 142.822.046 e agora 147.302.354.

O número de jovens eleitores, porém, caiu 14,53% – em 2014, eram 1.638.751 e neste ano serão 1.400.617.

Segundo dados do TSE, os jovens de 16 e 17 anos representam 0,95% do eleitorado brasileiro.

Os técnicos explicaram também que a população de 16 e 17 anos conforme o IBGE em 2014 era de 7.024.770, quando 1.638.751 era eleitores – 23% dos jovens optaram por tirar o título.

Neste ano, a população dessa faixa etária é de 6.489.062 e 1.400.617 tiraram o título – 21% dos jovens nessa faixa etária.

Antes da divulgação dos dados, o presidente do TSE, ministro Luiz Fux, deu uma declaração sobre os dados e chamou de “avanço” o número de eleitores cadastrados com a biometria e o nome social de transexuais impresso no título.

O TSE divulgou que 6.280 eleitores transexuais e travestis terão nome impresso no título – é a primeira vez que isso acontece na eleição. O maior número de pedidos foi feito em São Paulo, 1.805. Cinco eleitores optaram por um nome social no exterior.

Leia no G1

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Situação financeira dos clubes é grave

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Público de Sampaio, Moto e Maranhão tem sido muito pequeno no Castelão no Brasileirão

A situação financeira das quatro equipes que disputam o Campeonato Brasileiro Série C é bastante preocupante.

Sem a liberação da Lei de Incentivo ao Esporte e sem qualquer tipo de patrocínio, as equipes apostam na força da sua torcida para tentar arcar com o compromisso com atletas e comissão técnica, mas até a presença do torcedor no estádio está deixando a desejar.

O público nos jogos de Sampaio, Moto e Maranhão tem sido decepcionante no Castelão. E pelo jeito, sem público e sem patrocíno, a situação pode se complicar muito nas próximas rodadas.

O torcedor maranhense geralmente só vai ao estádio quando o seu time está bem, mesmo assim não vem comparecedo nos jogos do Sampaio e Maranhão, por exemplo que fazem melhor campanha do que o Moto.

Para piorar a situação, o mesmo torcedor que não vai ao estádio é aquele que cobra times melhores e mais competitivos. Mas como fazer times mais fortes sem dinheiro? Não quero aqui defender dirigente de time nenhum, apenas coloco essa questão para reflexão de todos nós.

Mas o Brasileirão só está começando e com a presença maior do torcedor no Castelão, além de melhorar a situação financeira dos nossos times vai incentivar ainda mais nossos representantes a alcançar melhores resultados.

Que os torcedores entendam que somente eles podem melhorar a situação dos seus times indo ao estádio em maior número, pois não vejo outra saída para Sampaio, Moto e MAC.

Foto: Biaman Prado

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