Senadora Eliziane faz visita institucional ao IBGE

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Em agenda no Maranhão, a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) realizou visita institucional, nesta terça-feira (30), ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Unidade do Maranhão (IBGE-MA).

Na pauta, o chefe da Unidade, Marcelo Virgínio de Melo, e analista do IBGE e supervisor de documentação e disseminação de informações, João Ricardo Costa Silva, apresentaram dados pertinentes à economia nacional e maranhense, além de perspectivas para o futuro.

“Com estes dados, o Senado pode analisar melhor medidas de forma estrutural e a longo prazo para viabilizar emendas para o Estado”, destacou Eliziane na reunião.

Foto: Divulgação

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São Luís tem a maior inflação do país em março

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São Luís registrou no mês de março, o maior Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) com 1,36%.

A alta coincide com a entrada em vigor do aumento de ICMS encaminhado pelo governador Flávio Dino e aprovado pela Assembleia Legislativa no ano passado.

Segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice nacional foi de 0,75%,

No acumulado dos últimos 11 Meses, o índice chegou a 4,58% em São Luís.

O acumulado para o mesmo período no país é de 4,35%.

Veja a inflação de março por região:

São Luís: 1,36%
Aracaju: 1,21%
Porto Alegre: 1,18%
Fortaleza: 1,04%
Brasília: 0,93%
Rio de Janeiro: 0,83%
Curitiba: 0,83%
Recife: 0,82%
Rio Branco: 0,78%
São Paulo: 0,78%
Salvador: 0,76%
Campo Grande: 0,70%
Belém: 0,49%
Vitória: 0,39%
Belo Horizonte: 0,29%
Goiânia: 0,12%

Foto: reprodução/ TV Mirante

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Maranhão tem 6 cidades com menor PIB per capita

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Das 10 cidades com menor per capita no Brasil, seis são do Maranhão, segundo levantamento divulgado na sexta-feira (!4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com destaque para o município de Nina Rodrigues (R$ 4.282), que é o segundo colocado, perdendo apenas para a cidade baiana de Novo Triunfo (R$ 3.190).

Os outros municípios maranhenses que estão no top 10 de menor PIB per capita no Brasil são Penalva (R$ 4.530), Santana do Maranhão (R$ 4.586), Cajapió (R$ 4.689), Satubinha (R$ 4.766) e Matões do Norte (R$ 4.803).

Esses e outros municípios maranhenses integram a lista de 571 cidades que possuem os menores PIBs per capita (todos acima da posição 5.000 no ranking). E de acordo com o IBGE, dois destes municípios, não tiveram a administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social como principal atividade econômica. São eles: Barra do Corda e Paço do Lumiar, ambos no Maranhão.

Já os cinco maiores PIB per capita no Maranhão correspondem aos municípios de Santo Antônio dos Lopes (R$ 89.607,91), Tasso Fragoso (R$ 58.403,77), Davinópolis (R$ 56.655,59), Imperatriz (R$ 27.482,99) e São Luís (R$ 26.154,25). Segundo análise do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográcos (Imesc), no caso do Davinópolis, houve um aumento expressivo do PIB per capita nesse período devido ao crescimento significativo no Valor Adcionado (VA) da atividade Comércio.

Entre as capitais, a primeira posição ficou com Brasília, com PIB per capita de R$ 79,1 mil por pessoa. Em último lugar aparece Macapá, com R$ 19,9 mil. Dentre as 27 Unidades da Federação, oito registraram PIB per capita maior que o do Brasil em 2016, enquanto os outros 19 ficaram abaixo do nacional.

Os números do IBGE confirmam ainda que apenas seis dos 217 municípios maranhenses – São Luís, Imperatriz, Balsas, Açailândia, São José de Ribamar e Caxias – concentram 50,72% da economia do estado. A capital, com 33,21% de participação do PIB do estado em 2016, ocupa o 1° lugar no ranking, tendo como destaque em sua composição, as participações dos segmentos de serviços (76,0%), indústria (23,9%) e agropecuária (0,1%).

O Estado

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Os números oficiais sobre a realidade de estados brasileiros são as assombrações mais constantes do governo de Flávio Dino (PCdoB) após seu primeiro mandato.

IBGE, CGU e Sebrae, por exemplo, destacam dados de que em nada o governo comunista pode se orgulhar, já que os números confrontam a realidade apresentada em propagandas institucionais pelo governo estadual e também na campanha eleitoral.

O comunista chegou a traçar um cenário perfeito do Maranhão que não tinha como pano de fundo aumento de impostos, fundo de pagamento de pensão e aposentadoria quase zerado e nem a previsão de falta de verba até para pagar funcionalismo público. Saúde não estava em crise, com pagamentos salariais atrasados e nem fechamento de unidades de saúde.

Em confronto ao que as peças publicitárias mostram, os números de órgãos como o IBGE apresentam uma realidade do Maranhão nada boa. Mais da metade da população passou a viver abaixo da linha da extrema pobreza.

O Sebrae também demonstra ineficiência da cara pasta de Indústria e Comércio, que na prática não apresentou dado algum que mostrasse um desenvolvimento econômico.

O que mais chama atenção é que nem o governador Flávio Dino e nem seus auxiliares chegaram a fazer qualquer defesa dos dados negativos.

Motivo? Não há justificativas convincentes. Existe apenas o silêncio, a única estratégia usada pelos comunistas quando não conseguem explicar os dados ruins que sua gestão provocou nos últimos quatro anos.

Estado Maior

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Maior proporção de pobres do país está no Maranhão

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O Maranhão possui o maior número de pessoas vivendo em situação de pobreza, segundo revela a Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Cerca de 54,1% dos maranhenses vivem com menos de R$ 406 por mês, que é considerado o valor estipulado pela pesquisa.

Ainda segundo o IBGE, mais de 81% dos maranhenses não possui saneamento básico adequado, e a média nacional é de 35,9% da população. Além disso, 32,7% das pessoas não tem acesso à coleta direta ou indireta de lixo e para 29,2% não há abastecimento de água.

Cerca de 3% da população vive sem nenhum tipo de renda no Maranhão, quando a média nacional é de 2,4%. Além disso, 24,3% vive com renda de um quarto a meio salário e outros 27,4 % vive com renda entre meio a um salário-mínimo no estado.

O levantamento que foi realizado em 2017, mostra que a Região Nordeste é a que possui o maior percentual de pessoas nesta condição, com cerca de 14,7% da população. Atrás do Maranhão ficam os estados de Alagoas (48,9%) e Piauí (45,3%).

O estado de Santa Catarina possui o menor percentual de pobres (8,5%) de sua população está abaixo da linha da pobreza. Logo em seguida, aparecem os estados do Rio Grande do Sul (13,5%) e Distrito Federal (13,9%).

Em comparação com o ano anterior, o Maranhão apresentou crescimento no percentual de pessoas em condições de extrema pobreza. Em 2016, o índice era de 52,4%. Nos últimos dois anos, o estado continua sendo o único a atingir mais da metade da população nas condições de extrema pobreza.

Leia no G1

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Maranhão tem a pior expectativa de vida do país

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O Maranhão é o estado com a pior expectativa de vida e a segunda pior taxa de mortalidade infantil do país, segundo o último dado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta quinta-feira (29).

Os dados são referentes ao ano de 2017, quando o país conseguiu crescer a expectativa de vida para 76 anos, o que representa um acréscimo de 3 meses e 11 dias em relação a 2016.

A mortalidade infantil também declinou neste período. Em 2016, de cada mil nascidos vivos, 15,5 não completavam os 5 anos de idade no país. Em 2017, esta taxa foi de 14,9 por mil, representando um declínio de 3,9% em relação ao ano anterior.

Expectativa de vida no MA

Segundo o IBGE, a expectativa de vida ao nascer de uma criança no Maranhão é de 70,9 anos, a pior dentre todos os estados do país. O estado mais bem colocado é Santa Catarina, com 79,4 anos. Para o IBGE, uma criança nascida no Maranhão esperaria viver, em média, aproximadamente 8,5 anos a menos que uma criança nascida em Santa Catarina. A média nacional é de 76 anos.

No caso dos homens, a média nacional é de 72,5 anos. Nesse quesito, o Maranhão está empatado com o Piauí com a pior expectativa de vida, que atinge 67,1 anos.

Mortalidade infantil no MA

De acordo com o IBGE, o Maranhão tem a segunda pior taxa de mortalidade infantil do país, com 20,3 óbitos de crianças menores de 1 ano para cada 1.000 nascidos vivos.

A menor taxa de mortalidade infantil foi encontrada no Estado do Espírito Santo, com 8,4 óbitos. A maior pertenceu ao Estado Amapá, com 23 por mil. A média nacional da taxa de mortalidade infantil é de 12,8 óbitos de crianças menores de 1 ano para cada 1.000 nascidos vivos.

Por meio de nota, o Governo do Maranhão disse que as taxa de mortalidade tem apresentado queda e que a expectativa de vida tem aumentado nos últimos anos. Veja abaixo a nota completa.

“A Secretaria de Estado Extraordinária de Políticas Públicas (Seepp) esclarece que, os indicadores de redução da mortalidade infantil mostram tendência de queda persistente e significativa no Maranhão, saindo de 23,4 em 2014, para 20,3 em 2017, conforme mostram os números do IBGE dos últimos anos: 2017 20,3/ 2016 21,3/ 2015 22,3 e 2014 23,4. Portanto, a tendência da taxa é diminuir ainda mais em relação à média nacional nos próximos anos, reflexo de um amplo trabalho focado na atenção básica em saúde e políticas públicas desenvolvidas desde 2015. Sobre a expectativa de vida no Maranhão, a taxa cresceu/melhorou de 70 anos em 2014 para 70,9 anos em 2017, também de acordo com o IBGE. Por sua vez, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que a amostra utilizada pelo IBGE, por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, que apontou tal levantamento não é mesma utilizada para a saúde, que segue os parâmetros do banco oficial do Ministério Saúde. Sobre a Taxa de Mortalidade Infantil, a SES comunica que o Maranhão apresentou uma queda de 4,3 óbitos infantis quando comparados os anos de 2013 e 2017. A base deste apontamento é a metodologia de busca ativa do Ministério da Saúde que permite o dado mais aproximado para análises técnicas coerentes com a realidade das informações na área da saúde. Já o IBGE apresenta resultados baseados em outras metodologias”, diz a nota.

Leia no G1

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Maranhão tem o menor PIB per capita, aponta IBGE

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O Maranhão teve o menor Produto Interno Bruto (PIB) per capita do país no ano de 2016, segundo segundo o Sistema de Contas Regionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta sexta (16).

O PIB per capita é a divisão do PIB pelo número de habitantes. De acordo com o IBGE, os números do Maranhão atingiram R$ 12.264,28 por pessoa. O maior PIB per capita foi o do Distrito Federal, com R$ 79.099,77.

O Sistema de Contas Regionais 2016 é elaborado em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

PIB

Com -5,6 de variação negativa em relação ao ano anterior, o Maranhão ficou em 23º dentre todos os estados do país no Produto Interno Bruto, que apresentou valor corrente de R$ 85,29 bilhões.

O Maranhão também está entre os 10 estados onde a variação negativa esteve acima da média nacional, que ficou em -3,3%. Dentre todos os estados, apenas Roraima teve resultado positivo no PIB em 2016.

Em nota, o Governo do Maranhão disse que a economia maranhense foi bastante pressionada pelos efeitos combinados da reversão do super ciclo de commodities no plano internacional, a recessão e a crise fiscal e político-institucional no plano nacional, além de graves impactos da estiagem que afetou o Nordeste e o Estado.

O Governo também afirmou que o Maranhão manteve a 17ª posição na participação do PIB nacional, cujo peso aumentou de 1,3% para 1,4%.

Por fim, apontou que medidas de ampliação da oferta de serviços públicos para a população, principalmente nos setores da educação, saúde e segurança, assim como o realinhamento salarial de categorias do funcionalismo, contribuíram para atenuar os efeitos da crise nacional em 2016. Como efeitos positivos de tais políticas, as estimativas do Imesc e do IBGE estariam apontando um crescimento de 4,8% do PIB em 2017.

Leia no G1

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A culpa é de quem?

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O governador Flávio Dino ainda não se manifestou sobre o resultado do PIB do Maranhão em 2016. Segundo o IBGE, houve queda de 5,6%, a segunda seguida – em 2015 já havia caído 4,1%.

Conhecendo o perfil do comunista, no entanto, é possível imaginar o que ele dirá sobre o assunto.

Deve apontar como culpados o governo anterior, a conjuntura nacional, o governo Temer, a guerra fiscal entre Estados Unidos e China…

Podem ser vários os “culpados”, no modo Dino de ver as coisas. Mas nunca será culpa do inchaço da folha de pagamento, dos aumentos de impostos, da pressão sobre empresários, que foram obrigados a fechar as portas. Não pode ser culpa, também, dos gastos com asfalto de qualidade duvidosa às vésperas de eleições – em alguns casos bancados com recursos que deveriam ser usados para pagar aposentados.

Nada disso. A culpa não é da gestão que comanda o Palácio dos Leões. Porque, para o comunismo maranhense, a culpa nunca é do seu governo.

Estado Maior

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População do Maranhão é de 7.035.055, diz IBGE

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A população do Maranhão foi estimada em 7.035.055 habitantes, conforme divulgação nesta quarta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As estimativas da população para estados e municípios, com data de referência em 1º de julho de 2018 foram publicadas no “Diário Oficial da União”. A população do país foi estimada em 208,5 milhões de habitantes.

Em relação ao ano passado, o número de habitantes no Maranhão subiu quase 35 mil. Em São Luís a população também aumentou e agora atinge 1.094.667 pessoas. A segunda cidade mais populosa é Imperatriz, com 258.016 habitantes. Já a cidade menos populosa é Junco do Maranhão, que tem 33.506 pessoas. Confira a lista abaixo:

População maranhense em 2018: 7.035.055
População maranhense em 2017: 7.000.229

Sete cidades mais populosas:
São Luís: 1.094.667 habitantes
Imperatriz: 258.016 habitantes
São José de Ribamar: 176.321 habitantes
Timon: 167.973 habitantes
Caxias – 164.224 habitantes
Codó – 122.597 habitantes
Paço do Lumiar: 120.621 habitantes

Sete cidades menos populosas:
Junco do Maranhão: 3.506 habitantes
São Félix de Balsas – 4.609 habitantes
São Pedro dos Crentes – 4.651 habitantes
Nova Iorque – 4.683 habitantes
Nova Colinas – 5.340 habitantes
São Raimundo do Doca Bezerra – 5.345 habitantes
Bacurituba – 5.617 habitantes

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PIB do MA teve queda de 11% em 2016 e 2017

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A queda acumulada do PIB nacional em 2016 e 2017 chegou a 6,9%, de acordo com dados da consultoria Tendência a partir de dados do IBGE. Mas, nesse período, alguns estados tiveram resultados ainda piores: Espírito Santo (-12,3%), Sergipe (-11,8%), Maranhão (-11,5%), Amapá (-11,1%), Pernambuco (-10,5%), Amazonas (-10,2%), Bahia (-9,9%) e Piauí (-9,3%).

Segundo a consultoria Tendências, o resultado capixaba foi fortemente influenciado pelo desastre da mineradora Samarco. Ainda assim, o estado conseguiu manter o equilíbrio das contas públicas. De acordo com o secretário da Fazenda, Bruno Funchal, o estado investirá R$ 1 bilhão em 2018, sendo que metade desses recursos sairá do governo.

A informação é da Coluna Expresso, da Época.

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