Flávio Dino sempre silencia quando tem culpa

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A tática do governador Flávio Dino (PCdoB) para administar os problemas que envolvem a sua gestão continua a mesma. Após cinco anos no cargo, o governador do Maranhão sempre silencia quando não tem resposta e se vê acuado em meio à opinião pública.

Como todo mundo já sabe, ontem o Instituto Brasileiro de Geográfica e Estatística (IBGE) divulgou um levantamento onde aponta que o Maranhão segue liderando o ranking de pobreza e extrema pobreza no país.

Em 2016, no segundo ano de gestão de Flávio Dino, o percentual de extrema pobreza no Maranhão era de 16,9% da população, o que corresponde a aproximadamente 1,1 milhão de pessoas.

Em 2018, ao final do primeiro mandato do governador Flávio Dino, o estado apresentou percentual de 19,9% (1,3 milhão), com acréscimo de aproximadamente 223 mil pessoas nessa situação, fazendo com que o Maranhão ocupasse o 1º lugar no ranking nacional, dentre todas as unidades da federação.

Vejam que o número de pobres no Maranhão aumentou entre 2016 e 2018, exatamente no período do governo Flávio Dino.

Sempre muito ativo nas redes sociais, o governador está utilizando mais uma vez a sua tática do silêncio e não deu uma palavra sobre o assunto.
É uma espécie de quem cala consente diante dos números que lhes são desfavoráveis.

É assim que Flávio Dino administra. Segue apostando na memória curta das pessoas, fugindo das respostas e, consequentemente da sua responsabilidade ao atribuir sempre a culpa a outros.

Vamos continuar aguardando o seu posicionamento sobre os dados do IBGE, só espero que não apareçam com a fórmula ainda mais manjada de culpar o Sarney.

Isso não vai mais colar….

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Maranhão lidera ranking de pobreza e extrema pobreza

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O Maranhão segue liderando o ranking de pobreza e extrema pobreza no país. É o que revela o levantamento divulgado nesta quarta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geográfica e Estatística (IBGE).

Em 2016, o percentual de extrema pobreza no Maranhão era de 16,9% da população, o que corresponde a aproximadamente 1,1 milhão de pessoas. Em 2018, ao final do primeiro mandato do governador Flávio Dino (PCdoB), o estado apresentou percentual de 19,9% (1,3 milhão), com acréscimo de aproximadamente 223.000 pessoas nessa situação, fazendo com que o Maranhão ocupasse o 1º lugar no ranking nacional, dentre todas as unidades da federação.

No Brasil, em 2016, esses números eram 5,8%, representando 11,8 milhões de pessoas, aproximadamente. E em 2018, o percentual era de 6,5% (13,5 milhões), apontando aumento de cerca de 1,6 milhão de pessoas nessa situação de vulnerabilidade social.

O rendimento domiciliar per capita médio do Brasil foi de R$ 1.337,00, em 2018. O Maranhão continua sendo a unidade da federação com o menor rendimento domiciliar per capita médio, apresentando R$ 607,00 em 2018, menor que em 2017, quando apresentou R$ 615,00.

Considerando as capitais, São Luís teve o segundo menor valor, R$ 1.043,00 em 2018, mesmo tendo registrado aumento de R$ 138,00 em comparação com 2017.

O Índice de Gini – que mede a concentração de renda e varia de 0 a 1, sendo 0 a distribuição perfeita e 1 a desigualdade máxima – apontou 0,526 para o Maranhão, o mesmo registrado em 2017, o que indica um grau de concentração de rendimento menor que o detectado para o Brasil, índice de 0,545 em 2018, ante 0,538 assinalado em 2017.

De 2012 a 2015, no Brasil, o grau de concentração de rendimento monetário vinha numa curva decrescente. A partir de 2016, voltou a crescer, apresentando em 2018 um Índice de Gini maior que o de 2012. No caso do Maranhão, o Índice de Gini, entre 2012 e 2014, caiu, e começou a subir já a partir de 2015, atingindo um pico máximo em 2017, estabilizando em 2018, num patamar maior que em 2012.

Foto: Divulgação

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Gastão Vieira se diz incomodado com dados do Pnad

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Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (19) revela que o País não atingiu meta de alfabetização. Além do mais, aponta para problemas antigos como a evasão e o atraso escolar. (Clique aqui e veja o vídeo).

Em entrevista, o deputado federal Gastão Vieira (PROS-MA), membro da Comissão de Educação, disse que os números incomodam. “40% da população acima de 25 anos não têm sequer o ensino fundamental. Isso é terrível. Não saiu da primeira etapa da educação, só a outra metade está concluindo o ensino médio. Vamos ter melhoras apenas no ensino superior. Isso é terrível”.

Segundo o relatório do IBGE, permanecem os problemas do atraso escolar e da evasão, mais característicos do ensino médio (15 a 17 anos), onde foi registrada, em 2018, taxa de frequência líquida de 69,3%, ou seja, 30,7% dos alunos estavam atrasados ou tinham deixado a escola. Em 2018, cerca de 17,6% dos homens e 28,4% das mulheres não trabalham, nem estudavam ou se qualificavam.

“Nós temos mais de 11 milhões de analfabetos entre os adultos brasileiros. Nós já temos um ensino em que a qualidade do ensino é extremamente duvidosa e cada vez mais os alunos passam menos tempo na escola. Dados que incomodam, principalmente o jovem nem-nem. Que nem estuda e nem trabalha, ou seja, aquele que a qualquer momento poderá ser recolhido pelo tráfico. Esses dados nos deixam extremamente tristes”.

O seminário

A Comissão de Educação da Câmara aprovou o Requerimento 168/19 de autoria de Gastão Vieira (MA) que propõe a realização do seminário “O Futuro do Financiamento da Educação” (PEC 15/15, do Fundeb), a ser realizado no dia 28 de agosto, a partir das 9h, na Câmara dos Deputados.

Foto: Divulgação

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Senadora Eliziane faz visita institucional ao IBGE

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Em agenda no Maranhão, a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) realizou visita institucional, nesta terça-feira (30), ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Unidade do Maranhão (IBGE-MA).

Na pauta, o chefe da Unidade, Marcelo Virgínio de Melo, e analista do IBGE e supervisor de documentação e disseminação de informações, João Ricardo Costa Silva, apresentaram dados pertinentes à economia nacional e maranhense, além de perspectivas para o futuro.

“Com estes dados, o Senado pode analisar melhor medidas de forma estrutural e a longo prazo para viabilizar emendas para o Estado”, destacou Eliziane na reunião.

Foto: Divulgação

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São Luís tem a maior inflação do país em março

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São Luís registrou no mês de março, o maior Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) com 1,36%.

A alta coincide com a entrada em vigor do aumento de ICMS encaminhado pelo governador Flávio Dino e aprovado pela Assembleia Legislativa no ano passado.

Segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice nacional foi de 0,75%,

No acumulado dos últimos 11 Meses, o índice chegou a 4,58% em São Luís.

O acumulado para o mesmo período no país é de 4,35%.

Veja a inflação de março por região:

São Luís: 1,36%
Aracaju: 1,21%
Porto Alegre: 1,18%
Fortaleza: 1,04%
Brasília: 0,93%
Rio de Janeiro: 0,83%
Curitiba: 0,83%
Recife: 0,82%
Rio Branco: 0,78%
São Paulo: 0,78%
Salvador: 0,76%
Campo Grande: 0,70%
Belém: 0,49%
Vitória: 0,39%
Belo Horizonte: 0,29%
Goiânia: 0,12%

Foto: reprodução/ TV Mirante

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Maranhão tem 6 cidades com menor PIB per capita

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Das 10 cidades com menor per capita no Brasil, seis são do Maranhão, segundo levantamento divulgado na sexta-feira (!4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com destaque para o município de Nina Rodrigues (R$ 4.282), que é o segundo colocado, perdendo apenas para a cidade baiana de Novo Triunfo (R$ 3.190).

Os outros municípios maranhenses que estão no top 10 de menor PIB per capita no Brasil são Penalva (R$ 4.530), Santana do Maranhão (R$ 4.586), Cajapió (R$ 4.689), Satubinha (R$ 4.766) e Matões do Norte (R$ 4.803).

Esses e outros municípios maranhenses integram a lista de 571 cidades que possuem os menores PIBs per capita (todos acima da posição 5.000 no ranking). E de acordo com o IBGE, dois destes municípios, não tiveram a administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social como principal atividade econômica. São eles: Barra do Corda e Paço do Lumiar, ambos no Maranhão.

Já os cinco maiores PIB per capita no Maranhão correspondem aos municípios de Santo Antônio dos Lopes (R$ 89.607,91), Tasso Fragoso (R$ 58.403,77), Davinópolis (R$ 56.655,59), Imperatriz (R$ 27.482,99) e São Luís (R$ 26.154,25). Segundo análise do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográcos (Imesc), no caso do Davinópolis, houve um aumento expressivo do PIB per capita nesse período devido ao crescimento significativo no Valor Adcionado (VA) da atividade Comércio.

Entre as capitais, a primeira posição ficou com Brasília, com PIB per capita de R$ 79,1 mil por pessoa. Em último lugar aparece Macapá, com R$ 19,9 mil. Dentre as 27 Unidades da Federação, oito registraram PIB per capita maior que o do Brasil em 2016, enquanto os outros 19 ficaram abaixo do nacional.

Os números do IBGE confirmam ainda que apenas seis dos 217 municípios maranhenses – São Luís, Imperatriz, Balsas, Açailândia, São José de Ribamar e Caxias – concentram 50,72% da economia do estado. A capital, com 33,21% de participação do PIB do estado em 2016, ocupa o 1° lugar no ranking, tendo como destaque em sua composição, as participações dos segmentos de serviços (76,0%), indústria (23,9%) e agropecuária (0,1%).

O Estado

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Sem argumentos

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Os números oficiais sobre a realidade de estados brasileiros são as assombrações mais constantes do governo de Flávio Dino (PCdoB) após seu primeiro mandato.

IBGE, CGU e Sebrae, por exemplo, destacam dados de que em nada o governo comunista pode se orgulhar, já que os números confrontam a realidade apresentada em propagandas institucionais pelo governo estadual e também na campanha eleitoral.

O comunista chegou a traçar um cenário perfeito do Maranhão que não tinha como pano de fundo aumento de impostos, fundo de pagamento de pensão e aposentadoria quase zerado e nem a previsão de falta de verba até para pagar funcionalismo público. Saúde não estava em crise, com pagamentos salariais atrasados e nem fechamento de unidades de saúde.

Em confronto ao que as peças publicitárias mostram, os números de órgãos como o IBGE apresentam uma realidade do Maranhão nada boa. Mais da metade da população passou a viver abaixo da linha da extrema pobreza.

O Sebrae também demonstra ineficiência da cara pasta de Indústria e Comércio, que na prática não apresentou dado algum que mostrasse um desenvolvimento econômico.

O que mais chama atenção é que nem o governador Flávio Dino e nem seus auxiliares chegaram a fazer qualquer defesa dos dados negativos.

Motivo? Não há justificativas convincentes. Existe apenas o silêncio, a única estratégia usada pelos comunistas quando não conseguem explicar os dados ruins que sua gestão provocou nos últimos quatro anos.

Estado Maior

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Maior proporção de pobres do país está no Maranhão

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O Maranhão possui o maior número de pessoas vivendo em situação de pobreza, segundo revela a Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Cerca de 54,1% dos maranhenses vivem com menos de R$ 406 por mês, que é considerado o valor estipulado pela pesquisa.

Ainda segundo o IBGE, mais de 81% dos maranhenses não possui saneamento básico adequado, e a média nacional é de 35,9% da população. Além disso, 32,7% das pessoas não tem acesso à coleta direta ou indireta de lixo e para 29,2% não há abastecimento de água.

Cerca de 3% da população vive sem nenhum tipo de renda no Maranhão, quando a média nacional é de 2,4%. Além disso, 24,3% vive com renda de um quarto a meio salário e outros 27,4 % vive com renda entre meio a um salário-mínimo no estado.

O levantamento que foi realizado em 2017, mostra que a Região Nordeste é a que possui o maior percentual de pessoas nesta condição, com cerca de 14,7% da população. Atrás do Maranhão ficam os estados de Alagoas (48,9%) e Piauí (45,3%).

O estado de Santa Catarina possui o menor percentual de pobres (8,5%) de sua população está abaixo da linha da pobreza. Logo em seguida, aparecem os estados do Rio Grande do Sul (13,5%) e Distrito Federal (13,9%).

Em comparação com o ano anterior, o Maranhão apresentou crescimento no percentual de pessoas em condições de extrema pobreza. Em 2016, o índice era de 52,4%. Nos últimos dois anos, o estado continua sendo o único a atingir mais da metade da população nas condições de extrema pobreza.

Leia no G1

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Maranhão tem a pior expectativa de vida do país

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O Maranhão é o estado com a pior expectativa de vida e a segunda pior taxa de mortalidade infantil do país, segundo o último dado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta quinta-feira (29).

Os dados são referentes ao ano de 2017, quando o país conseguiu crescer a expectativa de vida para 76 anos, o que representa um acréscimo de 3 meses e 11 dias em relação a 2016.

A mortalidade infantil também declinou neste período. Em 2016, de cada mil nascidos vivos, 15,5 não completavam os 5 anos de idade no país. Em 2017, esta taxa foi de 14,9 por mil, representando um declínio de 3,9% em relação ao ano anterior.

Expectativa de vida no MA

Segundo o IBGE, a expectativa de vida ao nascer de uma criança no Maranhão é de 70,9 anos, a pior dentre todos os estados do país. O estado mais bem colocado é Santa Catarina, com 79,4 anos. Para o IBGE, uma criança nascida no Maranhão esperaria viver, em média, aproximadamente 8,5 anos a menos que uma criança nascida em Santa Catarina. A média nacional é de 76 anos.

No caso dos homens, a média nacional é de 72,5 anos. Nesse quesito, o Maranhão está empatado com o Piauí com a pior expectativa de vida, que atinge 67,1 anos.

Mortalidade infantil no MA

De acordo com o IBGE, o Maranhão tem a segunda pior taxa de mortalidade infantil do país, com 20,3 óbitos de crianças menores de 1 ano para cada 1.000 nascidos vivos.

A menor taxa de mortalidade infantil foi encontrada no Estado do Espírito Santo, com 8,4 óbitos. A maior pertenceu ao Estado Amapá, com 23 por mil. A média nacional da taxa de mortalidade infantil é de 12,8 óbitos de crianças menores de 1 ano para cada 1.000 nascidos vivos.

Por meio de nota, o Governo do Maranhão disse que as taxa de mortalidade tem apresentado queda e que a expectativa de vida tem aumentado nos últimos anos. Veja abaixo a nota completa.

“A Secretaria de Estado Extraordinária de Políticas Públicas (Seepp) esclarece que, os indicadores de redução da mortalidade infantil mostram tendência de queda persistente e significativa no Maranhão, saindo de 23,4 em 2014, para 20,3 em 2017, conforme mostram os números do IBGE dos últimos anos: 2017 20,3/ 2016 21,3/ 2015 22,3 e 2014 23,4. Portanto, a tendência da taxa é diminuir ainda mais em relação à média nacional nos próximos anos, reflexo de um amplo trabalho focado na atenção básica em saúde e políticas públicas desenvolvidas desde 2015. Sobre a expectativa de vida no Maranhão, a taxa cresceu/melhorou de 70 anos em 2014 para 70,9 anos em 2017, também de acordo com o IBGE. Por sua vez, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que a amostra utilizada pelo IBGE, por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, que apontou tal levantamento não é mesma utilizada para a saúde, que segue os parâmetros do banco oficial do Ministério Saúde. Sobre a Taxa de Mortalidade Infantil, a SES comunica que o Maranhão apresentou uma queda de 4,3 óbitos infantis quando comparados os anos de 2013 e 2017. A base deste apontamento é a metodologia de busca ativa do Ministério da Saúde que permite o dado mais aproximado para análises técnicas coerentes com a realidade das informações na área da saúde. Já o IBGE apresenta resultados baseados em outras metodologias”, diz a nota.

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Maranhão tem o menor PIB per capita, aponta IBGE

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O Maranhão teve o menor Produto Interno Bruto (PIB) per capita do país no ano de 2016, segundo segundo o Sistema de Contas Regionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta sexta (16).

O PIB per capita é a divisão do PIB pelo número de habitantes. De acordo com o IBGE, os números do Maranhão atingiram R$ 12.264,28 por pessoa. O maior PIB per capita foi o do Distrito Federal, com R$ 79.099,77.

O Sistema de Contas Regionais 2016 é elaborado em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

PIB

Com -5,6 de variação negativa em relação ao ano anterior, o Maranhão ficou em 23º dentre todos os estados do país no Produto Interno Bruto, que apresentou valor corrente de R$ 85,29 bilhões.

O Maranhão também está entre os 10 estados onde a variação negativa esteve acima da média nacional, que ficou em -3,3%. Dentre todos os estados, apenas Roraima teve resultado positivo no PIB em 2016.

Em nota, o Governo do Maranhão disse que a economia maranhense foi bastante pressionada pelos efeitos combinados da reversão do super ciclo de commodities no plano internacional, a recessão e a crise fiscal e político-institucional no plano nacional, além de graves impactos da estiagem que afetou o Nordeste e o Estado.

O Governo também afirmou que o Maranhão manteve a 17ª posição na participação do PIB nacional, cujo peso aumentou de 1,3% para 1,4%.

Por fim, apontou que medidas de ampliação da oferta de serviços públicos para a população, principalmente nos setores da educação, saúde e segurança, assim como o realinhamento salarial de categorias do funcionalismo, contribuíram para atenuar os efeitos da crise nacional em 2016. Como efeitos positivos de tais políticas, as estimativas do Imesc e do IBGE estariam apontando um crescimento de 4,8% do PIB em 2017.

Leia no G1

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