Segundo turno

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A manipulação dos números da pesquisa Data Ilha – cujas irregularidades foram confessadas pelo próprio instituto à Justiça Eleitoral – deu uma certeza mais clara no Maranhão: o segundo turno das eleições para governador está definido no estado. E o governador Flávio Dino (PCdoB) de tudo faz para evitar esta possibilidade.

E o segundo turno não se define apenas pelos números manipulados do Data Ilha – apenas um entre vários com os mesmos problemas divulgados a partir do Palácio dos Leões. Essa definição se dá pelo potencial de crescimento dos principais adversários do governador comunista.

A ex-governadora Roseana Sarney (MDB), por exemplo, não sai da disputa em primeiro turno com menos de 40% das intenções de voto, segundo todas as previsões. Além dela, é provável que tanto o senador Roberto Rocha (PSDB) quanto a ex-prefeita Maura Jorge (PSL), também tenham crescimento significativo, por conta, sobretudo, da força de seus candidatos a presidente – Geraldo Alckimin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL), respectivamente.

Numa outra ponta, está o ex-secretário Ricardo Murad (PRP), que também se movimenta forte como pré-candidato e já decidiu levar a candidatura até o fim. E se o deputado Eduardo Braide (PMN) decidir mesmo entrar na disputa, o quadro de segundo turno se consolida definitivamente.

Talvez até por esta característica deste pleito é que Flávio Dino decidiu usar números manipulados para catapultar sua candidatura. E acabou denunciado na Justiça Eleitoral.

Reclamação

O governador Flávio Dino tem reclamado nos bastidores da pressão do ex-secretário Márcio Jardim por uma vaga ao PT na chapa majoritária.

Jardim quer porque quer ser candidato a senador, mesmo com o comunista já tendo definido seus preferidos.

Para Dino, Jardim está atrapalhando o cronograma de definições dos nomes para a disputa dentro da base governista.

Estado Maior

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Lula lidera pesquisa DataFolha com 30%

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Uma pesquisa do Instituto Datafolha foi divulgada neste domingo (10) pelo jornal “Folha de S.Paulo” com índices de intenção de voto para a eleição presidencial de 2018.

Foram feitas 2.824 entrevistas entre 6 e 7 de junho, em 174 municípios.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Veja os resultados dos 4 cenários pesquisados no 1º turno:

Cenário 1 (Se Lula for candidato)

Lula (PT): 30%
Jair Bolsonaro (PSL): 17%
Marina Silva (Rede): 10%
Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
Ciro Gomes (PDT): 6%
Alvaro Dias (Podemos): 4%
Manuela D’Ávila (PC do B): oscila entre 1% e 2%
Rodrigo Maia (DEM): oscila entre 1% e 2%
Aldo Rebelo (SDD): oscila entre 0% e 1%
Fernando Collor de Mello (PTC): oscila entre 0% e 1%
Flávio Rocha (PRB): oscila entre 0% e 1%
Guilherme Afif Domingos (PSD): oscila entre 0% e 1%
Guilherme Boulos (PSOL): oscila entre 0% e 1%
Henrique Meirelles (MDB): oscila entre 0% e 1%
João Amoêdo (Novo): oscila entre 0% e 1%
João Goulart Filho (PPL): oscila entre 0% e 1%
Josué Alencar (PR): oscila entre 0% e 1%
Levy Fidelix (PRTB): oscila entre 0% e 1%
Paulo Rabello de Castro (PSC): não alcança 1% em nenhum cenário
Sem candidato: 21%<

Cenário 2 (Se o PT lançar Fernando Haddad no lugar de Lula)

Jair Bolsonaro (PSL): 19%
Marina Silva (Rede): 15%
Ciro Gomes (PDT): 10%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
Alvaro Dias (Podemos): 4%
Fernando Haddad (PT): 1%
Sem candidato: 33%

Cenário 2 (Se o PT lançar Fernando Haddad no lugar de Lula)

Jair Bolsonaro (PSL): 19%
Marina Silva (Rede): 15%
Ciro Gomes (PDT): 10%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
Alvaro Dias (Podemos): 4%
Fernando Haddad (PT): 1%
Sem candidato: 33%
Cenário 4 (Se o PT ficar fora da eleição):

Jair Bolsonaro (PSL): 19%
Marina Silva (Rede): 15%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
Alvaro Dias (Podemos): 4%
Sem candidato: 34%

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Escutec aponta equilíbrio na disputa do governo

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A Escutec divulgou nesta sexta-feira (22), os números da pesquisa de intenções de votos para as eleições de 2018 no Maranhão.

Os números da pesquisa estimulada apontam equilíbrio na disputa para o  governo. O governador Flávio Dino tem 36%, enquanto a ex-governadora Roseana Sarney aparece com 32,4%.

Mesmo sem confirmar a sua pré-candidatura, o deputado estadual Eduardo Braide é o terceiro com 9,8%. O senador Roberto Rocha 5,2%, a ex-prefeita de Lago da Pedra Maura Jorge 3,2% e o ex-deputado estadual Ricardo Murad 3%. Disseram não votar em nenhum deles 4,1% e não souberam ou não responderam em quem irão votar 6,2%.

Na disputa para o Senado, o ministro do Meio-AmbienteSarney Filho tem 17,8%, o senador Edison Lobão 14,4%, a deputada Eliziane Gama tem 12,6%, Zé Reinaldo Tavares aparece com 11,2%, Waldir Maranhão 6,6% e Weverton Rocha com 5,4%. Nenhum deles 7,6% e não souberam ou não responderam foram 24,4%..

A pesquisa Escutec foi contratada por Cordeiro Filho Consultoria e realizada entre os dias 9 e 13 de dezembro. Foram entrevistados 2 mil eleitores e a margem de erro é de 2% para mais ou para menos.

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Propaganda e pesquisa

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Por Joaquim Haickel

A análise e a previsão de cenários políticos podem não parecer importantes para algumas pessoas, mas possibilitam a antevisão e a preparação de ações para consubstanciar ou prevenir aquilo que possa vir a acontecer, podendo ser de crucial importância para o sucesso ou o fracasso de um projeto.

As pesquisas qualitativas e quantitativas são instrumentos de enorme importância para que se tenha uma visão clara e cientifica, não só do cenário, mas também das possíveis modificações que possam vir a acontecer.

Nem todo mundo está capacitado para entender e dominar esse poderoso instrumento de informação e conhecimento. Por outro lado há aqueles que as usam como mero instrumento midiático de propaganda.

Confesso que eu não sou a melhor pessoa para analisar uma pesquisa, pois não tenho o conhecimento técnico adequado para isso. Entretanto, por viver há tanto tempo no ambiente político, sou capaz de perceber pontos de convergência e de incongruência em uma pesquisa. Somando isso ao conhecimento prático dos cenários eleitorais e do ambiente político, sou capaz de olhar uma pesquisa e saber quando ela faz sentido e quando ela é uma mera peça de propaganda.

Mesmo sem acesso a pesquisas, faço análise de cenários já faz muito tempo, usando como principal ferramenta as informações que coleto, uma mercadoria que eu trato de checar, pesar e contrabalançar de forma a extrair delas a maior confiabilidade possível.

Na análise de cenários políticos, bem como de qualquer outro tipo, como econômico ou social de qualquer natureza e para qualquer fim, o analista precisa, o mais possível, abstrair as suas crenças pessoais, as suas vontades, os seus pontos de vista, coisa que é muito difícil de conseguir, por causa de nossa indissociável condição humana.

Dizem que os melhores analistas são os mais cartesianos e matemáticos, verdadeiras almas sherloquianas, capazes de dissecar os fatos e ver através das evidências de forma totalmente fria e desapaixonada. Concordo em parte com isso, mas um pouco de inteligência emocional, de conhecimento psicológico, entendimento sociológico, até de informações antropológicas e análise econômica, são de suma importância para que se chegue a um resultado o mais perto possível da verdade, e não apenas de um mero ponto de vista.

Sobre pontos de vista e verdade, é bom que se diga que o primeiro tem um valor imobiliário, pois depende do local onde seu agente se encontra. Já a verdade, essa pode ser ou não vista de qualquer lugar que esteja ele.

Alguém poderia dizer que o fato de eu ser ligado a um dos lados envolvidos na disputa política do Maranhão me desqualifica como um analista confiável, mas quem se der ao trabalho de ler as análises que eu fiz antes e as que eu tenho feito verá que não poupo ninguém, que não coloco panos quentes em quem quer que seja, que eu aponto, independentemente do agente, os erros de cada um e de todos.

Sobre as recentes pesquisas, o que posso dizer é que a realizada pela Exata, é apenas e tão somente uma peça de propaganda contratada pelo governo. Quanto a da Vox Populi, mais confiável, apresenta todas as deficiências características de um levantamento feito a pouco menos de um ano da eleição. Ela mostra apenas a tendência das intenções do eleitorado. Reflete o sentimento do eleitor maranhense, tendo por base o que está acontecendo neste momento, o que não pode também ser visto como uma verdade imutável, pois outras e decisivas ações irão definir o que acontecerá no dia da eleição.

No entanto, uma coisa é possível dizer-se com alguma certeza. Se o quadro permanecer assim e se todos os candidatos postos até aqui continuarem candidatos, a eleição só será decidida no segundo turno. Quanto à disputa do Senado, acredito que pela primeira vez na nossa história, os eleitos pertencerão a grupos políticos diferentes.

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CNT diz que estradas são péssimas no MA

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Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (7), revelou que as condições das estradas do país estão piores. No Maranhão, segundo a Confederação Nacional do Transporte(CNT), as rodovias estaduais estão em situação ainda mais crítica.

A “pesquisa CNT de rodovias” analisou 4.647 km de estradas que cortam o Maranhão. O resultado apontou que 44% estão em estado geral de conservação ruim ou péssimo, 26% estão em situação regular e em 30% a situação é boa ou ótima. No total, são mais 1.042 Km ruins ou péssimos.

A pavimentação das estradas também foi avaliada. Na análise, 29,2% da extensão foi considerada ruim ou péssima; 27,8% regular e 43% boa ou ótima. Quase metade (48%) das estradas do maranhão tiveram a sinalização avaliada como ruim ou péssima, 35,2% regular e apenas 16,8% boa ou ótima.

A situação piora quando a avaliação leva em conta somente as rodovias estaduais. Nesse tipo de rodovia, 91,6% têm o estado geral ruim ou péssimo, 8,4% estão regular ou bom e nenhuma está ótima, segundo a pesquisa.

Foto: Reprodução /TV Mirante

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Hilton aparece bem posicionado em pesquisa

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Um estudo desenvolvido pelo Instituto Conceito aponta que o prefeito Hilton Gonçalo aparece bem posicionado para as disputas de governador e senador na cidade de Rosário. Em ambas as disputas, o médico aparece em terceiro lugar bem na frente de nomes tradicionais da política e que já anunciaram a pré-candidatura aos cargos majoritários.

Em um primeiro cenário estimulado para a disputa de governador, Hilton Gonçalo aparece com 17,1% à frente dele estão em primeiro lugar Roseana Sarney com 32,2% e o governador Flávio Dino em segundo com 29,5%.
Neste cenário o senador Roberto Rocha aparece com 6,2% e a ex-prefeita Maura Jorge com 1,4%. Nulos somam 8,2% ou não sabem e não responderam 5,5%.

No segundo cenário que é retirado o nome de Hilton Gonçalo e colocado do deputado estadual Eduardo Braide, os números ficam dessa forma: Flávio Dino com 33,6%; Roseana Sarney com 32,9%; Roberto Rocha com 8,9%; Eduardo Braide 7,5% e Maura Jorge com 2,1%. Nulos somam 9,6% e não sabem ou não responderam 5,5%.

Na disputa ao Senado, o Instituto Conceito desenvolve duas simulações, uma de primeira opção de voto e outra de segundo nome para a disputa, uma vez que vão ser disputadas duas vagas.

Na primeira opção, Eliziane Gama fica com 27,4%, seguida por João Alberto com 23,3% e Hilton Gonçalo com 17,1%. O trio é seguido por Sarney Filho com 8,2%; Zé Reinaldo 4,8%; Gastão Vieira 4,1%; Waldir Maranhão 4,1%; Lobão Filho 1,4% e Weverton Rocha com 0,7%. Nulo e Não sabem ou não responderam somam 8,9%.

Na segunda opção de voto, João Alberto assume a ponta com 21,2% contra 14,4% de Eliziane Gama, 10,3% de Waldir Maranhão e Hilton Gonçalo. Logo em seguida aparecem Zé Reinaldo e Lobão Filho empatados com 7,5%; Sarney Filho com 6,8%; Gastão Vieira com 5,5% e Weverton Rocha com 3,4%. Nulo e não sabem ou não responderam somam 13%.

O Instituto Conceito realizou a pesquisa na cidade de Rosário no dia 17 de setembro de 2017, ouviu 400 eleitores e tem uma margem de erro de 3% para mais ou para menos.

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Luciano tem quase 90% de aprovação

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Uma nova pesquisa do Instituto Perfil ratificou o bom trabalho realizado pelo prefeito Luciano Genésio à frente da prefeitura de Pinheiro,maior município da Baixada maranhense. 87% dos pinheirenses aprovam o governo Genésio.

O resultado do novo levantamento confirma o que o próprio Instituto divulgou em maio deste ano em uma primeira pesquisa realizada na cidade.

Na ocasião, 80% dos entrevistados afirmaram aprovar a administração executada por Genésio.

A nova pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 16 deste mês. Apenas 5,5% dos entrevistados disseram não aprovar a atual gestão. 7,3% não souberam ou não responderam.

O levantamento também avaliou o governo municipal apresentando aos entrevistados os conceitos ótimo e péssimo.

58,2% das pessoas ouvidas o classificaram como ótimo; 10% disseram ser bom; e 7,3% regular.

A aprovação, quase que unânime, da administração Luciano Genésio em Pinheiro é fruto de ações bem planejadas e que estão beneficiando o cidadão em todos os setores.

Um deles é a saúde, onde o prefeito vem promovendo significativos investimentos, sempre recebendo o total apoio de sua esposa e primeira-dama, Thaíza Hortegal, que é médica e demonstra, além do companheirismo para com o marido, total afinco para contribuir e mudar a realidade de um setor tão importante para o crescimento do município e melhora da qualidade de vida do povo.

A pesquisa Perfil tem margem de 4,5% — para mais ou para menos – e grau de confiabilidade de 95%.

Foto: Divulgação

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Sarney Filho e Zé Reinaldo lideram pesquisa

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A pesquisa Escutec divulgada nesta quarta-feira (21), também aponta os números da corrida para o Senado e mostra bastante equilíbrio na disputa. O levantamento também aponta os números para o Governo do Maranhão.

O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho (PV) e o deputado federal José Reinaldo Tavares (PSB) lideram a disputa. Sarney Filho tem 13% das intenções de votos e José Reinaldo Tavares 10,8%. Na terceira colocação em empate técnico está Gastão Viera (Pros) com 10%.

Com percentual abaixo de 10% aparecem Lobão Filho (PMDB) com 9,2%, seguido do deputado federal Waldir Maranhão (PP) que tem 6,3%. O sexto colocado é o também deputado federal Weverton Rocha (PDT) que aparece com 6,2% e Clóvis Fecury tem 2,1%. Nenhum deles aparece com o maior percentual 28,5% e não sabe;não responderam 13,9%.

A pesquisa foi encomendada pelo PMDB e realizada no início deste mês.

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O velho antídoto

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Governador Flávio Dino  viajará de férias para o exterior entre os dias 3 e 11 de janeiro

Pesquisa divulgada pelo Instituto Exata aponta 61% de aprovação popular do governador

Jornais, blogs e programas de rádio alinhados ao governador Flávio Dino (PCdoB) amanheceram na sexta-feira,23, fazendo festa para uma pesquisa do Instituto Exata que apontou 61% de aprovação popular ao governo comunista do Maranhão. Chamou atenção o fato de a pesquisa ser divulgada, de uma hora para outra, logo após informações de que o Palácio dos Leões já tinha em mãos números do desgaste de Flávio Dino por causa do aumento dos impostos.

Mas o impacto do levantamento Exata não surtiu o efeito esperado por uma questão simples: já é conhecido esse antídoto usado pelo comunista sempre que se vê em posição desfavorável em termos de popularidade. Nesses momentos, ele se utiliza de dois expedientes já notórios em sua gestão: uma entrevista de repercussão nacional ou uma pesquisa que mostra números favoráveis.

Ou os dois juntos. É sempre assim que o Palácio dos Leões se posiciona nos maus momentos do governador.

O fato é que o aumento intempestivo do ICMS – com incidência em combustíveis, bebidas, energia elétrica e comunicações – causou forte impacto negativo na imagem do governador, que se elegeu prometendo não aumentar impostos no Maranhão.

Não é a primeira vez que o Instituto Exata saca do bolso pesquisas de popularidade feitas a pedido do Palácio dos Leões – que mantém contrato institucional com a empresa – e sempre em horas difíceis para Flávio Dino.

Os números chegaram de forma tão abrupta às mãos dos agentes de mídia vinculados ao comunista que nem eles tiveram coragem de fazer o estardalhaço esperado pelo governador. Que, aliás, já havia aparecido com uma matéria publicada no jornal espanhol El País, no início da semana, outro de seus expedientes anticrise na imagem.

Coluna estado Maior/ O Estado

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Ibope esclarece sobre pesquisas eleitorais

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IbopeInteligenciaesclareceO Ibope Inteligência é uma empresa de pesquisa privada, que atua há mais de 70 anos no Brasil e recentemente também na América Latina.

É a empresa de pesquisa que há mais tempo trabalha em nosso país e também a mais diversificada. Além de pesquisas eleitorais, realizamos pesquisas sobre diferentes temas relacionados à opinião pública, além de pesquisas de mercado e comunicação, estudos para expansão de lojas e shoppings, pesquisas online sobre os mais diferentes assuntos e estudos de marketing de relacionamento, entre tantos outros. Nossos clientes são diferentes partidos políticos, organizações governamentais, instituições de ensino, governos, veículos de comunicação, agencias de publicidade e empresas que atuam em diferentes segmentos, inclusive concorrentes. O objetivo de quem nos contrata é receber informação correta, de credibilidade, que auxilia nossos clientes e a população a tomar decisões. É para isso que o Ibope trabalha.

Durante todos os anos em que está no mercado, o Ibope tem cumprido rigorosamente os códigos de ética relacionados à pesquisa e as legislações vigentes em nosso país.

Especificamente a legislação eleitoral, que orienta, entre outros assuntos, a realização de pesquisas eleitorais, é bastante completa e transparente, permitindo a todos os eleitores acessarem detalhes da pesquisa, como questionário e relatório, que ficam disponíveis no site www.ibopeinteligencia.com.

O papel das pesquisas durante o processo eleitoral não é adiantar o resultado da urna, mas sim contar a história da eleição, medindo como se comporta a opinião dos eleitores durante as campanhas, quando surgem novos fatos, denúncias, debates etc. Opinião pública é dinâmica e por isso mudanças fazem parte do processo.

Em 2014, por exemplo, A última pesquisa foi realizada pelo Ibope Inteligência no Maranhão entre 30 de setembro e 1º de outubro e apontou corretamente a eleição de Flávio Dino no primeiro turno. Entretanto, essa pesquisa mostrava que 11% dos eleitores declaravam-se indecisos para o governo do estado e 22% para o Senado. Entre a finalização da pesquisa e o dia da eleição houve debate e outros acontecimentos que influenciaram nas decisões dos eleitores, principalmente em relação ao Senado, por isso a diferença entre os percentuais coletados até o dia 1º de outubro e o resultado da urna.

Pesquisa, nesse contexto, é mais uma informação que o eleitor tem o direito de ter em mãos em um estado democrático, entre outras que podem ser usadas para a tomada de decisão de voto.

Nossa experiência em campanhas eleitorais nos ensinou que no jogo político é comum candidatos que estão na frente das pesquisas usarem nossos números a seu favor, enquanto alguns que estão atrás preferem investir tempo e esforços para desqualificar os institutos de pesquisa ao invés de corrigir suas campanhas. Ainda assim, acusações levianas e sem provas, como as que vêm sendo feitas em São Luis, são lamentáveis e em nada contribuem para o processo democrático e para o direito constitucional da população de ter acesso a informação de qualidade e credibilidade.

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