Polícia Militar tem novo comando de planejamento

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O tenente-coronel Washington Luís Gaspar Matos é o novo
chefe da Seção de Planejamento da Polícia Militar do Maranhão (PMMA). Ele terá a missão de subsidiar o Comando da PMMA com informações estratégicas para o combate à criminalidade.

O tenente-coronel Washington foi nomeado pelo Comandante Geral, coronel Ismael de Sousa Fonseca, através da Portaria n° 0849/2019-DP/2, publicada no BG, n° 108 de 10 de junho de 2019.

“Ao assumir a Seção de Planejamento – PM/3, faço isso com a missão de contribuir com o comando da nossa corporação no sentido sermos protagonistas em metodologias que irão fortalecer e otimizar, de forma estratégica, o sistema de segurança estadual no combate ao crime”, disse o tenente-coronel.

Anteriormente o oficial exercia a função de Chefe da Divisão de Ensino da Academia de Policia Militar Gonçalves Dias (APMGD.

Foto: Divulgação

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Flávio Dino exonera comandante da Polícia Militar

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O governador Flávio Dino (PCdoB) anunciou na tarde desta terça-feira (16), mudança no comando da Polícia Militar do Maranhão.

O coronel Ismael Fonseca, comandante do Centro Tático Aéreo (CTA) assume na próxima terça-feira (23), no lugar do Coronel Jorge Luongo.

“O coronel Ismael assumirá o Comando Geral da Polícia Militar na próxima terça-feira. Agradeço ao coronel Luongo, que passará a integrar a equipe da SSP”, escreveu Flávio Dino.

COronel Ismael será o quarto comandante da Polícia Militar do Maranhão na gestão do governador Flávio Dino.

O primeiro comandante da PM na gestão de Dino foi o Coronel Marco Antônio Alves, em seguida foi substituído por José Frederico Gomes Pereira, o Coronel Pereirão que deixou o cargo para disputar a eleição no ano passado.

Foto: Reprodução/Twitter

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Aliado de Flávio Dino dá exemplo a deputados

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Um histórico defensor dos trabalhadores da Segurança Pública, o deputado estadual Rildo Amaral (Solidariedade) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa, na manhã de terça-feira (3), para, mais uma vez, ressaltar a importância da criação de um cronograma de chamada dos soldados não nomeados da Polícia Militar do Maranhão (PMMA). O pedido vem em meio a manifestações e um acampamento que já dura sete dias, no impasse entre os soldados não nomeados do último concurso da PMMA e o Governo do Estado.

“Os soldados não nomeados da Polícia Militar do Maranhão têm direito a um cronograma. Eles estão extremamente angustiados. Muitos vieram de outros estados, trouxeram suas famílias, venderam tudo o que tinham, largaram seus empregos e, agora, estão à deriva. Já havia enviado a solicitação do cronograma pelo meu gabinete, ainda como vereador de Imperatriz, e não obtive nenhuma resposta. Agora, como deputado estadual, por meio da Comissão de Segurança Pública, enviei novamente para que essa situação seja resolvida com urgência”, explicou o parlamentar do Solidariedade que apoia o governo Flávio Dino e mesmo assim decidiu cobrar…

O deputado explicou, ainda, que os alunos do curso são considerados Servidores Públicos Militares da ativa, segundo o artigo 2º, §2, I, d) da Lei 6.513/95, do Estatuto da PMMA. Se a administração pública convoca candidatos para participar do Curso de Formação de Soldados, que, segundo as normas que regulam a função policial militar, é a forma de ingresso na Polícia Militar como soldado, presume-se que existem cargos vagos e que candidatos classificados estão dentro do número de vagas oferecidas.

“Os soldados seguem acampados em frente ao Palácio dos Leões. Essa não é uma luta utópica, eles não estão cobrando algo que está longe de ser realizado. Precisamos de uma manifestação por parte do governador. Não podemos deixar esses pais e mães de família sem informação e sem previsão”, destacou Rildo.

De acordo com a última resposta oficial do Governo do Estado, os aprovados em cadastro de reserva serão chamados conforme a disponibilidade financeira e de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Foto: JR Lisboa / Agência Assembleia

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Penha recebe homenagem da Polícia Militar

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O vereador Raimundo Penha (PDT) teve, neste fim de ano, a sua atuação parlamentar em São Luís reconhecida por instituições públicas renomadas e segmentos da sociedade ludovicense.

O pedetista recebeu três premiações que, mais uma vez, ratificaram a sua condição de um dos vereadores mais atuantes da capital e presente nas comunidades.

Penha recebeu da Polícia Militar do Maranhão, durante solenidade realizada no auditório da UFMA esta semana, o certificado de amigo do 1º Batalhão da PM, sediado na região Itaqui-Bacanga.

O documento certifica representantes da sociedade que, dentro do seu campo de atuação, contribuem significativamente com a melhoria dos serviços prestados pela Polícia Militar.

Este mês, Raimundo Penha e o comandante-geral da PM, coronel Jorge Luongo, entregaram à comunidade uma viatura nova que já está sendo utilizada pelo 1º Batalhão para a realização exclusiva do serviço de Ronda Escolar. O veículo foi adquirido pela prefeitura com recursos de emenda parlamentar apresentada pelo vereador ano passado.

“O vereador Raimundo Penha é um grande colaborador da Polícia Militar e do setor da Segurança Pública de nosso estado”, disse o tenente-coronel Cláudio André Sousa, comandante do 1º BPM.

Através de votação popular, disponibilizada na Internet, Raimundo Penha recebeu o prêmio de Vereador do Ano concedido pelo Jornal Itaqui-Bacanga. A honraria é um evento tradicional em São Luís e reúne personalidades de vários segmentos. A atuação parlamentar de Raimundo Penha também foi reconhecida fora da capital maranhense.

O vereador da cidade de Morros, Fred Kennedy, entregou ao pedetista o troféu Lençóis de Areia, uma das premiações mais tradicionais da região do Munim.

“Sem dúvida, o Penha é um dos vereadores mais atuantes de São Luís. A homenagem, portanto, é mais do que merecida”, disse Kennedy.

Raimundo Penha agradeceu as homenagens. No entanto, disse que continuará com o pé no chão, mantendo a humildade e trabalhando para melhorar a vida dos moradores de São Luís.

Foto: Divulgação

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Ricardo Murad lança desafio a Flávio Dino

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O ex-secretário de Saúde e candidato a deputado federal pelo PRP, Ricardo Murad lanlou um desafiou nas redes sociais ao governador Flávio Dino.

Segundo Murad, o governador tem afirmado que o efetivo da Polícia Militar é de 15 mil policiais nas ruas no Maranhão. Mas este número seria pouco mais de 10 mil.

Murad prometeu renunciar da sua candidatura se Flávio Dino mosstrar que existem 15 mil policiais no Maranhão.

“Desafio a Flávio Dino. Ele está abusando nas mentiras. Como candidato tenho pouco tempo na TV e não posso debater direto com ele. Mas vou desafia-lo aqui. Um governador não pode mentir. Flávio afirma que a Polícia Militar tem um efetivo de 15 mil policiais nas ruas. Tem apenas 10.137. Renunciarei à minha candidatura de deputado federal se ele provar que tem 15 mil. Um político não pode mentir, e é só o que ele faz”, disse Ricardo Murad.

É claro que o governador já deve ter conhecimento do desafio.

Desafio feito, fica o espaço ao governador Flávio Dino mostrar que o Maranhão tem 15 mil policiais nas ruas.

Foto: Reprodução

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Sargento da PM é morto durante assalto

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O sargento da Polícia Militar do Maranhão identificado como Povoas foi baleado e morreu após ser alvo de um assalto na noite de segunda-feira (20) na Avenida 10, no bairro Maiobão, em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís.

Segundo a polícia, dois criminosos tentaram roubar um veículo na Avenida 10, considerada a via principal do bairro, quando eles descobriram que o carro pertencia ao policial militar. O policial reagiu, houve troca de tiros e o policial militar acabou sendo atingido na cabeça.

O sargento Povoas foi socorrido e levado para o Hospital Clementino Moura (Socorrão 2), no bairro Cidade Operária, e na madrugada de terça-feira (21) foi encaminhado para o Hospital do Servidor. Ele não resistiu a gravidade dos ferimentos e morreu.

Durante o tiroteio, o sargento ainda atingiu um dos criminosos que foi socorrido pelo outro bandido e levado para um hospital no município de São José de Ribamar.

Foto: Divulgação

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Que fim levou a sindicância da espionagem?

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A tal transparência bastante propagada pelo Governo Flávio Dino é outra coisa que na gestão comunista só funciona na teoria, mas jamais na prática.

Durante o vergonhoso escândalo da “Polícia Política”, onde o Governo Flávio Dino ordenou o fichamento dos adversários políticos do governador, foi anunciado que seria instalada uma sindicância na Polícia Militar do Maranhão para a “apuração” do caso e “descobrir” os culpados pela inescrupulosa ordem.

Entretanto, já se passaram mais de 30 dias e nenhum resultado da tal sindicância foi publicizado pelo Governo Flávio Dino.

Até onde se sabe, dos depoimentos que foram vazados, foi confirmado a existência de um “coordenador de eleições” e que o responsável pela coleta dos dados era o Coronel Heron Santos, que foi candidato a deputado estadual pelo PCdoB em 2014, “coincidentemente” o mesmo partido do governador e do secretário de Segurança, Jefferson Portela.

Ou seja, não é apenas a Procuradoria Geral da República e a Justiça Eleitoral que precisam se posicionar sobre o assunto, que remete a um claro abuso de poder político, mas também a própria Polícia Militar, até para demonstrar que a instituição centenária não se permitirá ser usada politicamente.

Só que pelo visto a tal transparência propagada no Governo Flávio Dino é apenas para “inglês ver”.

Blog do Jorge Aragão

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Andrea Murad cobra providências sobre o uso da PM

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Pelo menos três iniciativas foram tomadas contra a espionagem que a Polícia Militar vinha promovendo, como revelado através de documentos oficiais da corporação solicitando o monitoramento eleitoral das lideranças de oposição ao governo Flávio Dino.

A deputada Andrea Murad subiu hoje (2) na tribuna da Assembleia Legislativa para cobrar providências imediatas sobre o escândalo e ressaltou o silêncio do governador Flávio Dino e do secretário de segurança, Jefferson Portela, considerados pela parlamentar os mandatários da espionagem.

“Flávio Dino já atacou a imprensa, esculhambou todos que denunciaram esse crime e pediram intervenção federal na segurança pública do MA. Como sempre, ele achou que ganharia no gogó, mas foi desmascarado pelos próprios policiais. Não só se confirmou a espionagem, como deram nomes dos que estavam cobrando monitoramento eleitoral dos opositores do interior. E aí descobrimos que a cobrança estava sendo feita através do Coronel Heron, filiado ao PCdoB, partido do governador, candidato do governador em 2014, do grupo do governador, da cozinha do governador. E quem será que deu essa ordem, não é? Então viram que não tem mais o que contestar. Estão agora calados, o twitter não funciona mais para esse assunto, o governador silenciou. E agora nós vamos aguardar a providência da Procuradoria Geral da República para intervenção imediata no Sistema de Segurança Pública do Maranhão”, disse a deputada.

Uma representação à PGR foi de autoria da Deputada Andrea Murad (PRP), outra medida foi a iniciativa do próprio Procurador Regional Eleitoral, Pedro Henrique, com a instauração do Procedimento Preparatório Eleitoral, e, por fim, a representação de 10 partidos também protocolada na Procuradoria Geral da República.

Foto: Nestor Bezerra

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Flávio Dino é risco real para a democracia

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Por Andrea Murad

Está comprovado o uso da Polícia Militar do Maranhão para benefício eleitoral do PCdoB, partido do governador Flávio Dino. Esse crime eleitoral grave foi confirmado em depoimentos de policiais à sindicância instaurada para investigar de onde partiu a ordem de espionagem das lideranças de oposição ao governo.

Os depoimentos apontam para o Cel. Heron e não para o Ten. Cel. Emerson Farias, como quer o Secretário Jefferson Portela, também filiado ao PCdoB. Antes que os depoimentos dos policiais fossem revelados pela imprensa, eu denunciei a existência de um “coordenador das eleições 2018”, contido no memorando do Cel. Zózimo, comandante do CPI, desfazendo a ordem de monitoramento eleitoral.

O Cel. Heron, como apontado nos depoimentos dos policiais, só pode ser o “coordenador” citado por Zózimo, se não, este sabe com toda a certeza quem é o dito cujo. Cel. Heron é filiado ao PCdoB, foi candidato a deputado estadual em 2014, promovido a Coronel pelo governador Flávio Dino em 2015, numa clara troca de favores políticos e eleitorais. E mais, possui ligações estreitas e íntimas com a cúpula do partido, com Flávio Dino, Márcio Jerry e com o ex- deputado Rubens Pereira.

Essa teia comunista revela o risco real que estamos vivenciando no Maranhão de supressão das liberdade e da democracia. Não há que se falar em eleições livres e limpas com Flávio Dino chefe da Polícia Militar como assegurado pela Constituição da República. São evidentes os sinais de abuso de poder com o uso indevido da corporação, transformada em polícia política no Maranhão, sob o comando de um governador determinado a ter o controle absoluto do estado — este se confunde com o partido — suprimindo as liberdades individuais.

A quebra da legalidade com o uso político da Polícia Militar é agravada pela atuação do secretário de Segurança, homem com nítidos problemas mentais, desequilibrado, violento, partidário, sem as condições de neutralidade exigidas para coordenar as eleições num pleito que se prevê muito conflitado. Tudo isso ao arrepio da Justiça Eleitoral.

O pedido de intervenção federal na Segurança Pública do Maranhão é medida inadiável e essencial, pra agora e não apenas no período eleitoral de 45 dias antes do pleito. Porque, como comprovado, a polícia já está na campanha sob as ordens do “coordenador político das eleições 2018”, Coronel Heron.

A verdade, esta à vista de todos, é que Flávio Dino estruturou o seu governo para aniquilar seus adversários visando sua perpetuação no poder. Como nem tudo sai como planejado, ele hoje ostenta altos índices de rejeição e pode perder a eleição. Esse fato o tem levado a adotar práticas cada vez mais repulsivas. Basta acompanhar o noticiário para atestar a cooptação de políticos, de partidos, de deputados em trocas vergonhosas de “votos” por um “pedaço do governo”. A Secretaria de Saúde é um exemplo, e até um médico se enforcou após ter sido preso e confessado o esquema que envolve o próprio governador.

As provas do uso de forças policiais nas eleições de prefeito em 2016 começam a vir à tona em profusão. Em Coroatá, Mirinzal, Pinheiro, Caxias, Balsas, São Luís e em muitos outros, a vontade popular foi subvertida através dessa violência. Hoje se sabe que a conta bancária pessoal do médico Mariano era um verdadeiro “caixa 2” para pagamento que ia de caixão funerário para dirigente nacional do PCdoB, até dinheiro vivo para a compra de votos nas eleições 2016, e pronta para operar em 2018, sob a proteção da polícia política do governador Flávio Dino. INTERVENÇÃO JÁ.

*Andrea Murad é deputada estadual (PRP)

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Flávio Dino precisa explicar

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O episódio da espionagem de adversários políticos usando a Polícia Militar (PM) do Maranhão ainda está longe de terminar. Com as novas revelações de que o coordenador da eleição 2018 de dentro da corporação é o coronel Heron Santos, o governador Flávio Dino (PCdoB) tem muito o que explicar.

E não basta dizer que ele não determinou. A sociedade precisa de explicações mais específicas.

Entre essas explicações, a primeira deveria ser a resposta a uma pergunta: para que a PM estava reunindo dados de adversários políticos do governo estadual? E mais: para qual missão as informações seriam necessárias? E por que elas deveriam ser colhidas com urgência?

Nas primeiras versões sobre o caso, o governador Flávio Dino e seu secretário da área, Jefferson Portela, não conseguiram explicar. Pelo contrário, preferiram tentar negar a existência do documento que determinava a espionagem no interior.

Na versão seguinte, admitiram a existência da circular, mas disseram ser ato isolado de subordinados. Depois, como o ato não foi isolado – chegou a comandos no interior –, os governistas decidiram dizer que foi uma armação para prejudicar o governo. A velha e boa “teoria da conspiração”.

Com a participação de Heron Santos, os dedos apontados para a oposição não servem mais.

Como dito antes, o governador precisa dar explicações. Justificar a atitude de um membro da PM e seu correligionário. Se assim não fizer, deixará a insegurança fazer parte da República do Maranhão, fundada pelos comunistas em janeiro de 2015.

Estado Maior

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