Waldir Maranhão nega que autor de agressão a casal de irmãos na Expoema seja seu sobrinho

Waldir Maranhão nega parentesco com autor de agressão na Expoema

O deputado federal divulgou nota à impren sa, por meio de sua assessoria, na qual nega que Jean Vitor Maia Maranhão, um dos autores da agressão ao casal de irmãos Carlos Tadeu Diniz Oliveira e Letícia Diniz Oliveira, filhas do secretário municipal de Orçamento e Gestão, Eduardo Castelo Branco, seja seu sobrinho. As duas vítimas foram barbaramente espancadas após uma discussão de trânsito, no Parque Independência, no último domingo.

Segundo o parlamentar, as notícias publicadas em blogs e sites de São Luís não são verdadeiras. Segue a íntegra da nota: 

O deputado federal Waldir Maranhão, vice-líder do governo e presidente do diretório estadual do Partido Progressista do Maranhão, afirma que Jean Vitor Maia Maranhão não é seu sobrinho e que nenhum parente seu esteve envolvido em brigas de trânsito no último domingo. As notícias publicadas em blogs e sites de São Luís, portanto, não correspondem com a verdade.
 
Por outro lado, o parlamentar manifesta solidariedade à família de Carlos Tadeu Oliveira, vítima de violenta agressão protagonizada por um grupo de jovens no estacionamento da Expoema, em São Luís.

Foto: arquivo/O Estado do Maranhão

IPTU: Castelo joga toalha e anula tabela com valores abusivos

O prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB), finalmente admitiu o erro que cometeu ao elaborar, no início deste ano, uma tabela que resultou em reajuste de até 8.000% nos valores do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Por meio de decreto, o tucano revogou a cobrança, que está suspensa desde maio por decisão do Tribunal de Justiça, e anunciou que preticará os valores do ano passado.

Segundo o prefeito, a medida resultará em um déficit de receita de aproximadamente R$ 200 milhões aos cofres municipais. Por outro lado, milhares de cidadãos, que com a nova planilha estavam sujeitos a grave prejuízo devido aos valores absurdos, voltarão a pagar um IPTU condizente com seu padrão financeiro.

 Ao baixar o decreto, mesmo que contrariado, Castelo reconhece o equívoco que cometeu ao buscar aumento de arrecadação à base de uma medida tão impopular e esdrúxula. Resta saber agora como o prefeito agirá em relação aos membros de sua equipe que o induziram a erro tão grosseiro.

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