Sind-UFMA lança campanha de filiação e debate rumos para 2015

Na assembleia foi aprovado o valor da contribuição associativa e realizadas mais de duzentas filiações
Na assembleia, foi aprovado o valor da contribuição associativa e realizadas mais de duzentas filiações

O Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Maranhão – SIND-UFMA lançou, em assembleia realizada na sexta passada, no Centro Pedagógico Paulo Freire, a campanha de filiação ao sindicato. Na ocasião foi aprovado o valor da contribuição associativa e realizadas mais de duzentas filiações.

Segundo o secretário executivo do SIND-UFMA, Cristiano Capovilla, novas ações estão programadas para o início do próximo ano. “Vamos levar a campanha de filiação para os campi do continente e fazer assembleias para debater com os professores os desafios para 2015”, afirmou.

Em maio deste ano, cerca de 400 professores da Universidade Federal do Maranhão manifestaram sua concordância com a criação do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Maranhão, SIND-UFMA. Professores do Bacanga e de todos os campi do continente, ativos e aposentados, foram unânimes em reconhecer a importância desse novo sindicato.

Diretor do Pro Ifes, o professor Gil Vicente Figueiredo, destacou a importância da campanha para o fortalecimento do sindicato. “Estamos aqui para lançar um plano de saúde para os professores e um plano jurídico nacional. Nós, do Pro Ifes e do Sind-UFMA, defendemos, de fato, o interesse dos professores, de uma educação de qualidade para o país como um todo, que leve a soberania nacional, a uma produtividade maior do ponto de vista científico, inclusive social. Esse é o nosso objetivo”, acentuou.

Membro do Fórum Nacional da Educação, Gil Figueiredo também disse considerar um desserviço para a classe o atrelamento do sindicato de docentes a partidos políticos. “Se o sindicato é partidarizado, isso acontecia e acontece com o ANDES, o professor sabe que vai ser manipulado, vai ser usado para uma causa que não é o interesse dele, não é o interesse da educação. No Pro Ifes isso se dá de uma outra forma. Não há um objetivo focado em valorizar o interesse de partidos políticos. Até porque os professores são de todos os partidos e nós temos que respeitar todos eles e não apenas um segmento”, enfatizou.

O SIND-UFMA é um sindicato local, sustentado pela base e organizado nacionalmente na Federação dos Sindicatos dos Professores de Instituições Federais de Ensino Superior – PROIFES. Luta, portanto, para mudar estruturas arcaicas que não correspondem aos reais anseios dos trabalhadores da educação pública superior, por uma renovação do movimento docente e por uma organização que realmente represente seus interesses, tanto nos assuntos relativos à carreira, salário e melhores condições de trabalho, quanto na busca por uma educação nacional de qualidade.

Atraso no pagamento de obras do “Minha Casa Minha Vida” prejudica setor da construção civil

O atraso no pagamento das construtoras pelo Governo Federal referente aos empreendimentos do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) da faixa 1 tem causado grandes prejuízos não somente financeiros das empresas como também para o mercado de trabalho no Maranhão. O atraso vem ocorrendo desde o começo do ano, sempre com promessas de pagamento não concretizadas até o momento. Na tentativa de se manter no mercado, empresas vêm amargando prejuízos e já tiveram inclusive que demitir funcionários. O pagamento é realizado por intermédio da Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, principais operadores do programa. O problema ocorre em todo o país e a tendência é de desaceleração do programa diante da situação. No Maranhão, são mais de 50 empresas operando com o MCMV.

O Sinduscon do Maranhão e de outros estados com apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) estão tentando, há meses resolver o problema junto ao Governo Federal, mas não obtiveram sucesso ainda. Diversas reuniões já foram feitas com a direção do Banco do Brasil e da Caixa e com os ministérios do Planejamento e das Cidades na tentativa de agilizar o pagamento, mas sem sucesso. “A situação é séria e o problema vem ocorrendo no país inteiro. Apesar das muitas tentativas de solucionar o problema, só recebemos promessas de pagamento. As empresas da construção civil cumprem prazos e seus compromissos com o Governo Federal, mas não estamos recebendo o mesmo tratamento. Sem receber pelo serviço prestado fica difícil para as empresas e isso acaba se refletindo em outras áreas, pois é o Minha Casa Minha Vida é hoje o maior programa habitacional do país e voltado para pessoas de renda mais baixa, portanto, fundamental para a sociedade”, afirma o presidente do Sinduscon-MA, Fábio Nahuz. Segundo ele, a impressão que passa é que o Governo Federal priorizou outras áreas e não a habitação, o que é muito ruim para o segmento da construção civil.

Para o presidente da Ademi-MA, Cláudio Calzavara, um dos grandes prejuízos é exatamente para o mercado de trabalho, com a perda do emprego. “Para tentar se manter, empresas estão tendo que demitir e esse quadro deve se agravar daqui para a frente, caso o Governo Federal mantenha tal postura e não priorize o pagamento das empresas que construíram empreendimentos do Minha Casa Minha Vida. As perspectivas se continuar desse jeito são as piores possíveis”, analisa ele.

Em nota, o presidente da CBIC, José Carlos Martins, enviado ao Governo Federal, demonstra a preocupação com os atrasos no pagamento do Programa Minha Casa Minha Vida, que segundo ele, se tornaram constantes e insuportáveis para o segmento da construção. “ As construtoras estão sem recursos para quitar a segunda parcela do 13º salário no próximo dia 20 de dezembro e, por conta desses atrasos, já tiveram dificuldades para pagar a primeira parcela no dia 30 de novembro”, diz ele no documento.

A falta de pagamento deve gerar protestos e demissões imediatas, alerta José Carlos Martins. Atualmente, cerca de 500 mil trabalhadores estão diretamente ligados à construção de unidades do MCMV. “Estamos extremamente preocupados com a repercussão desses fatos. Existe até ameaças de paralisações e confrontos, tendo em vista a proximidade das festas de final de ano”, afirma o presidente da CBIC.

Festa “Sexta Mix” agitará o Mandamentos Hall

Bruno Shinoda é uma das atrações do "Sexta Mix"
Bruno Shinoda é uma das atrações do “Sexta Mix”

A festa nesta sexta-feira no Mandamentos Hall contará com o encontro das principais atrações musicais de São Luís para uma noite bastante ousada e com muitas surpresas, a partir das 22h.

O forró das antigas será muito bem representado pelo o grupo “Forró Top” com clássicos de bandas consagradas como “Limão com Mel”, “Caviar com Rapadura”, “Mastruz com Leite”, “Magníficos”, entre outras. Já o sertanejo universitário, ganha o talento e romantismo da dupla, Stanley & Cristan.

Para quem curte o pagode, axé e arrocha a festa receberá também o cantor Bruno Shinoda com sua banda Swingart. Na house music a pista terá assinatura do DJ Júnior Bulacha.

Os ingressos estão à venda nas Óticas da Gente (Shopping da Ilha e São Luís Shopping), Aleatory (Rio Anil Shopping), Lacoste (Holandeses) e Bilheteria Digital online e no WH Rio Poty Hotel. A pista custa R$ 30 e o camarote R$ 50. Com a lista amiga tem desconte de R$ 10 até 1h.

A dupla Stanley e Cristian cantará sucessos das bandas Limão com Mel”, “Caviar com Rapadura”, “Mastruz com Leite”, “Magníficos”
A dupla Stanley e Cristian cantará sucessos das bandas Limão com Mel”, “Mastruz com Leite” e “Magníficos”

SERVIÇO

O QUÊ? Festa Sexta Mix

QUANDO? Sexta, 12 de dezembro, a partir das 22h.

ONDE? Mandamentos Hall, Lagoa

ATRAÇÕES: Forró Top, Bruno Shinoda, Stanley & Cristian e DJ Jr Bulacha.

REALIZAÇÃO: Mandamentos Hall

Em Paço do Lumiar, campanha alerta para violência contra mulher

Ação foi marcada por distribuição de panfletos e orientação a pedestres e motoristas em ruas e avenidas do Maiobão
Ação foi marcada por distribuição de panfletos e orientação a pedestres e motoristas em ruas e avenidas do Maiobão

Com o objetivo de orientar a população sobre os direitos humanos das mulheres, a Secretaria Municipal Extraordinária de Políticas para a Mulher – SEMUP, realizou na manhã desta quarta-feira, 10, várias intervenções de transito, no conjunto Maiobão, para marcar o encerramento da campanha de “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”.

A ação contou ainda, com a distribuição de panfletos e orientação a pedestres e motoristas. Servidores da SEMUP expuseram faixas com mensagens de alerta, e uma assistência social prestou informações sobre como, quando e onde denunciar casos de agressão às mulheres.

Ações visam promover debate entre homens e mulheres, sobre as formas de violência e políticas de proteção
Ações visam promover debate entre homens e mulheres, sobre as formas de violência e políticas de proteção

“As ações da Secretaria da Mulher, em quaisquer que sejam as campanhas, visam promover o debate entre homens e mulheres, sobre as formas de violência e políticas de proteção. Em aproximadamente um mês, promovemos uma serie de ações, como seminário, palestras, com ênfase na garantia dos direitos das mulheres e no amparo das mesmas”, contou a secretária Carla Sousa.

A campanha “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres” foi criada em 1991 por 23 feministas de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (CWGL), nos Estados Unidos. Trata-se de uma mobilização educativa e de massa, que luta pela erradicação desse tipo de violência e pela garantia dos direitos humanos das mulheres. A campanha é realizada em 159 países.

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