Wellington denuncia falta de segurança para os próprios agentes de segurança pública do Estado

Wellington relatou denúncia que recebeu de auxiliares penitenciários
Wellington relatou denúncia que recebeu de auxiliares penitenciários

Em pronunciamento na Assembleia Legislativa do Maranhão, o deputado Wellington (PP) utilizou a tribuna, na última sessão nesta quinta-feira (12), para denunciar a falta de segurança dos próprios agentes de segurança pública do Estado, como por exemplo os auxiliares e agentes penitenciários. A denúncia do deputado Wellington remete à visita que o parlamentar recebeu de auxiliares penitenciários que apresentaram diversas reivindicações que foram revigorizadas após o assassinato de um colega de trabalho, no dia 07 de maio.

“Recebemos a visita de agentes e auxiliares penitenciários temporários que nos apresentaram inúmeras denúncias, bem como solicitações, dentre elas, mais segurança. Nossos agentes expõem a vida a risco em defesa de uma segurança que, ao que parece, está sendo negada a eles próprios. Eles não são apenas funcionários. São pessoas que têm família, têm sonhos e são cidadãos. Por isso, aproveito para cobrar a efetividade da segurança em todos os locais: desde o sistema penitenciário, que deveria ser um local de ressocialização, até os espaços públicos em que há o fluxo livre de pessoas.”, afirmou.

Dentre as reivindicações dos auxiliares, tem-se a implantação do adicional de risco de morte; o direito à folga; a disponibilização de documento que identifique os auxiliares como auxiliares e, também, a possibilidade de se liberar o porte de arma, ainda que temporário e limitado, para a categoria.

Pesquisa revela: 42,4% das grávidas não passam pelas mínimas 6 consultas indicadas por médicos

consultasCom o aumento dos casos suspeitos de microcefalia devido à epidemia de zika vírus no Brasil e também no Maranhão, mulheres gestantes devem realizar todos os exames de pré-natal, principalmente a ultrassonografia, fundamental para diagnóstico dos casos. No exame de ultrassom, realizado no segundo trimestre de gestação, é possível saber as medidas da circunferência cefálica (cabeça), do abdômen e dos ossos, detectando a anomalia. O IBGE estima que 42,4% das grávidas não passam pelas mínimas seis consultas indicadas pelos médicos. A pesquisa revela também haver deficiências do acesso à ultrassonografia.

Os médicos sempre dizem que a importância das imagens de ultrassom vai além de revelar o sexo e ouvir as batidas do coração do bebê. A US é imprescindível para diagnosticar malformações e identificar sinais sugestivos de doenças genéticas, como a síndrome de Down. Segundo o radiologista Sylvio Batista, da Clínica i.Medical, em São Luís, os exames de ultrassonografia são indispensáveis para a saúde do feto e da gestante. A partir de um diagnóstico de malformação, por exemplo, é possível direcionar mãe e feto para acompanhamentos específicos, visando sempre o bem-estar de ambos. Os diversos tipos de US realizados durante a gravidez têm funções distintas. “O exame de ecografia obstétrica, por exemplo, é feito várias vezes para confirmar a idade do feto e acompanhar a evolução da gestação”, explica Sylvio Batista.

Durante as consultas de pré-natal, os obstetras orientam as pacientes sobre o período gestacional ideal para a realização da ultrassonografia morfológica. O exame morfológico de primeiro trimestre deve ser solicitado para todas as grávidas, entre a 11ª e 13ª semanas de gestação. Por meio dele, é possível diagnosticar algumas malformações do feto como a anencefalia e a holoprosencefalia, além de rastrear anomalias congênitas, conforme o radiologista.

Fetos portadores de Síndromes de Down habitualmente apresentam sinais como bexiga em tamanho maior que o normal, ausência do osso nasal e o aumento na medida da nuca, chamada de translucência nucal. “Neste caso, a gestante deve avaliar junto com seu médico a necessidade da realização de outros exames para a confirmação do diagnóstico”, diz Sylvio Batista.

Morfológico – De acordo com o médico, entre a 18ª e a 24ª semana, a gestante deve realizar o ultrassom morfológico de segundo trimestre. Esse exame possibilita um estudo detalhado da anatomia fetal, sendo possível identificar diversas malformações, como as cardíacas, do sistema nervoso central, do sistema músculo-esquelético, renais, da face, pulmonares, do sistema digestivo. Ou seja, um estudo detalhado do feto.

O s obstetras recomendam ainda a ecografia com doppler, entre 24 e 32 semanas. O exame avalia a vitalidade do bebê por meio de um estudo do fluxo sanguíneo no cordão umbilical, no cérebro e nas artérias uterinas. O doppler possibilita avaliar o grau de oxigenação e de nutrição fetal, importantes indicadores do funcionamento da placenta.

Por meio do exame de ultrassonografia com doppler é possível identificar sinais de alerta para doenças como hipertensão e pré-eclâmpsia, fatores determinantes na saúde gestacional. Esse é um exame fundamental para o acompanhamento das gestações de alto-risco, auxiliando na identificação do sofrimento fetal e na determinação do melhor momento para a indicação do parto nessas situações.

Sylvio Batista enfatiza que o diagnóstico de uma malformação fetal possibilita um melhor acompanhamento da gravidez. “Diante da confirmação de alguns casos de anomalias como hérnia diafragmática congênita e também da meningomielocele (defeito de fechamento da coluna vertebral), o obstetra pode avaliar a possibilidade de intervenção ou correção do problema ainda durante a gestação, dentro do útero materno”, informou o radiologista.

Ele cita também as anomalias progressivas, como por exemplo em casos de hidrocefalia que apresentem piora com o avançar do período gestacional, que necessitam de antecipação do parto para evitar danos maiores. “Em casos de anomalias associadas, pode-se diagnosticar algumas doenças genéticas que apresentam risco elevado de recorrência (repetição em gestações futuras), permitindo um aconselhamento do casal”, conclui o médico Sylvio Batista.

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