Marcial Lima denuncia falta de infraestrutura e risco de violência em travessa no Turu

Marcial Lima mostra buraqueira que deixa travessa intrafegável e expõe comunidade ao risco de violência

Atendendo a um apelo da comunidade, o vereador Marcial Lima (Podemos) conferiu in loco a buraqueira na Travessa Boa Esperança, única via de acesso ao conjunto residencial Farol de São Marcos e bairros vizinhos, e não hesitou em denunciar o problema. Marcial também alertou para a insegurança causada pela precariedade da via, que expõe as pessoas ao risco de assaltos e outros atos de violência, principalmente à noite.

O vereador ouviu motoristas que passavam pelo local e todos relataram os múltiplos transtornos que sofrem toda vez que precisam trafegar na via, que a cada dia torna-se mais intrafegável.

Marcial Lima solicitou à administração pública municipal que inclua a Travessa Boa Esperança no conjunto de obras de infraestrutura em execução na capital e lamentou a situação, afirmando que essa região da cidade há anos está esquecida.

Assista:

Mesmo com isolamento social e viagens restritas na pandemia, governo Flávio Dino já gastou quase R$ 6,5 milhões em diárias este ano

Governador Flávio Dino em viagem a São Paulo para conceder entrevista a programa de TV

Dados do Portal da Transparência do Estado do Maranhão revelam que o governo Flávio Dino (PCdoB) já gastou exatos R$ 6.485.199,17 (seis milhões, quatrocentos e oitenta e cinco mil, cento e noventa e nove reais e dezessete centavos) em diárias este ano, apesar da limitação de mobilidade imposta pela pandemia do novo coronavírus. A quantia é bem menor do que o volume de recursos públicos destinados ao pagamento de diárias nos últimos anos, mas chama atenção porque foi liberada, em sua maior parte, em pleno período de isolamento social, iniciado em março, quando entrou em vigor o decreto que restringiu a maioria das atividades econômicas e sociais em todo o estado.

Se em janeiro e em fevereiro, quando o novo coronavírus ainda não produzia seus efeitos trágicos no Maranhão, os custos com diárias somaram pouco mais de R$ 2 milhões, à medida que o ano foi avançando – e a pandemia também – as despesas com viagens de membros do governo comunista foram aumentando. Em março, por exemplo, mês em que foi registrado o primeiro caso de Covid-19 no estado, o montante destinado às diárias foi de R$ 2.091.077,15, quase o mesmo valor liberado nos dois meses anteriores somados.

Em abril, mês mais crítico da pandemia para os maranhenses, houve queda expressiva dos custos com diárias no governo Flávio Dino. A quantia liberada foi de R$ 751.184.19, bem abaixo da média, mas, ainda assim, elevada, tendo em vista as circunstâncias, que levaram ao grau máximo de isolamento, inclusive, com a decretação de lockdown por 13 dias, seguidos por semanas consecutivas de reclusão, tamanha a força com que ecoou a recomendação para ficar em casa.

A tendência de queda dos gastos com diárias se manteve em maio e junho, pois o cenário da pandemia ainda era de total descontrole. Em julho, os cofres voltaram a se escancarar para os viajantes do governo e as cifras novamente superaram R$ 1 milhão, totalizando praticamente o dobro em relação ao mês anterior. Em agosto, a despesa com diárias, até ontem, era de R$ 144.760,11.

Secretarias

Entre as secretarias, as cinco que mais utilizaram diárias, até agora, e, consequentemente, apresentam maiores gastos com essa finalidade, são Administração Penitenciária (R$ 564.874,30), Educação (R$ 582.208,00), Governo (R$ 329.592,50), Segurança Pública (292.502,50) e Fazenda (R$ 270.053,00).

Em tempo

O governador Flávio Dino, sozinho, já gastou quase R$ 9 mil em diárias este ano, oficialmente. Só a título de comparação, no ano eleitoral de 2018, quando ele dividiu seu tempo entre a obrigação de governar e a campanha à reeleição, a despesa individual foi de R$ 35.716,80, de um total de R$ 43.887.873,83 pago em diárias por sua gestão e de R$ 1.229.982,30 liberados pela Secretaria de Estado de Governo (Segov), pasta responsável por atender as necessidades logísticas do principal gabinete palaciano.

Zé Inácio classifica 100 mil mortes por Covid-19 no Brasil como tragédia do tamanho do desgoverno Bolsonaro

Deputado Zé Inácio fez novamente duras críticas ao Governo Federal por avano da pandemia no país

“Subo mais uma vez a esta tribuna, desta vez para lamentar, para registrar, de forma consternada, que, no último sábado, dia 08 de agosto, o Brasil chegou a triste marca de 100 mil brasileiros mortos por conta do coronavírus. O consórcio de veículos de imprensa que tem monitorado os casos no Brasil anunciou no último sábado que o Brasil chegou a marca de 100.240 vítimas. Com essa marca o Brasil é o segundo país no mundo a atingir essa triste marca. Hoje, nós já temos mais de 101.800 mortes, mais de 3 milhões de   infectados e   são  números que chamam a atenção de  todos  nós,  brasileiros, e  de  todo o  mundo”. Assim o deputado Zé Inácio começou seu discurso na Assembleia Legislativa esta terça-feira (11).

o coronavírus no Brasil já matou mais do que a gripe espanhola, mais de que a guerra do Paraguai, matou mais  do que a  guerra  do Vietnã, que é  considerada  uma  das  guerras  que mais marcou a  história  mundial.  Em  dez  anos  de  guerra,  no Vietnã, morreram  59 mil  pessoas e  no Brasil  em apenas  5  meses são mais de  cem mil brasileiros  mortos, entre homens, mulheres, jovens,  crianças, idosos, na  sua  maioria pobres da  periferia,  negros que  não têm a  mesma  oportunidade  de  conseguir  um  bom  tratamento  de  saúde.

Zé Inácio destacou a importância do Sistema Único de Saúde (SUS) em meio a pandemia, que muito contribuiu para que centenas de vidas pudessem ser salvas, principalmente a dos mais pobres e que não dispõem de plano de saúde.

E criticou a forma como o governo federal tem tratado a pandemia. Com um posicionamento negacionista, Jair Bolsonaro não segue as orientações das instituições mundiais de saúde, como a OMS, além do mais, promover aglomerações, mostrando não ter nenhuma  preocupação e responsabilidade no enfrentamento dessa pandemia.

“O resultado do governo do presidente Jair Bolsonaro está aí, uma tragédia do tamanho do seu desgoverno. Ele não reconhecer  a dimensão da pandemia que estamos enfrentando, não tomou as medidas necessárias para fazer o enfrentamento e que pudesse ter evitado de  nesse momento termos tantas vítimas no nosso país. Esse momento é um momento de se lamentar, os recursos públicos que o Congresso Nacional aprovou na ordem de 39 bilhões de reais para o combate ao coronavírus, não foram aplicados sequer 30%. Dos 46 milhões de testes para que pudéssemos detectar no Brasil o número de infectados, foram feitos pouco mais de 12 milhões, uma falta de compromisso, com o povo brasileiro, uma falta de compromisso com a saúde pública do nosso País”, disse o deputado.

Minuto de silêncio

Por fim o parlamentar pediu que fosse feito um minuto de silêncio em homenagem aos mais de 100 mil brasileiros que perderam a vida por conta da Covid-19. 

“Senhor Presidente, para concluir, eu queria com a sua permissão e dos demais pares, que nós possamos fazer um minuto de silêncio em homenagem aos familiares e as mais de cem mil vítimas da covid-19. Há um levantamento que diz, que das mais de cem mil mortes, aí se envolve de cinco a dez pessoas em cada família. Nós estamos falando de mais de 600 mil pessoas, familiares, entre irmãos, primos, avós, pais, filhos que sofreram e sofrem com esse momento tão doloroso para todos nós”.

Prefeitura de Paço do Lumiar amplia horário para regularização fundiária

A Prefeitura de Paço do Lumiar ampliou o horário de atendimento ao público na Coordenação de Regularização Fundiária do Município. Os interessados em efetuar o processo para regularizar os terrenos ocupados por seus imóveis podem se dirigir ao Centro Administrativo, no conjunto Tambaú, das 8h às 17h, se segunda a sexta-feira.

Ginásio da APCEF-MA já tem nova cobertura após desabamento

Nova cobertura do Ginásio Poliesportivo Charles Robert, da APCEF-MA, já foi instalada

A cobertura da Ginásio Poliesportivo Charles Robert, da Associação do Pessoal da Caixa do Estado do Maranhão (APCEF-MA), no Calhau, já está totalmente refeita, após ter desabado, em 30 de julho do ano passado, durante uma forte chuva, acompanhada de ventania. A conclusão da obra é mais um feito de extrema relevância da gestão da presidente da entidade, Giselle Menezes, e beneficia centenas de associados e visitantes do tradicional clube recreativo, um dos mais bem estruturados de São Luís.

O novo telhado, fabricado em material metálico, restabeleceu as condições do ginásio de sediar competições esportivas de modalidades como futsal, vôlei, basquete e handebol, além de outros eventos.

Construído dentro dos melhores padrões para a prática do esporte com qualidade e de forma segura, o Ginásio Charles Robert, da APCEF-MA, sempre foi, desde sua inauguração, uma excelente opção à carência de espaços públicos do gênero na capital maranhense, a exemplo do Ginásio Geogeana Pflueger, o Castelinho, que também desabou, durante um temporal, há quase um ano e meio, e hoje está abandonado.

Autorização

Complexo exportivo da APCE-MA voltou a ter capacidade plena para sediar jogos

Tão logo o governo autorize a prática desportiva em clubes sociais, os jogos deverão ser liberados, com cumprimento de todos os protocolos sanitários pela Diretoria da APCEF-MA.

Histórico

Inaugurado há 10 anos, o Ginásio Charles Robert é um marco na história da APCEF-MA e contemplou uma antiga reivindicação dos quase 1.800 associados da entidade.

O nome do ginásio é uma homenagem a Charles Robert Rabelo Campos, ex-presidente da APCEF-MA e conselheiro da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), que morreu em 27 de novembro de 2007, em um acidente automobilístico, no interior do Maranhão.

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