São Luís pode ganhar roda-gigante como atração turística

Roda-gigante pode ser nova atração turística da capital maranhense

Um projeto de instalação de uma roda-gigante semelhante às que existem em diversas cidades, como atrações turísticas, foi apresentado para São Luís. A ideia foi discutida e encaminhada em reunião do Conselho de Administração da Empresa Maranhão Parcerias (MAPA), realizada em 16 de dezembro de 2025, cuja ata foi publicada no Diário Oficial do Estado no dia 14 deste mês.

A proposta de instalação da roda-gigante turística na capital maranhense partiu do diretor de Negócios Mobiliários e Serviços da MAPA, Diego Robert Santos Maranhão. Após discussão da viabilidade do projeto, foi aprovada a realização de estudos técnicos visando à implementação do empreendimento.

Também foi aprovado um estudo voltados à execução de outros projetos, como a montagem de um “Hop on Hop Off – serviço de ônibus turístico que permite aos passageiros embarcar (hop-on) e desembarcar (hop-off) livremente em paradas designadas ao longo de rotas que cobrem os principais pontos turísticos de uma cidade. A ideia foi apresentada pelo diretor-presidente da MAPA, Rafael de Carvalho Borges.

Modernização da Península

A MAPA estudará, ainda, os projetos de modernização da Península da Ponta d’Areia e a ampliação da Avenida Litorânea, ideias do diretor Aníbal Verri Pinheiro.

ONG vai financiar quase R$ 9 milhões para restauração de reserva biológica no Maranhão

Em parceria com a WCS Brasil e outras instituições, unidade de pesquisa vinculada ao MCTI será a responsável técnica pela restauração de 260 hectares da Rebio Gurupi

Vista aérea da Reserva Biológica do Gurupi

A restauração de 260 hectares da Reserva Biológica do Gurupi, no Maranhão, unidade de conservação, conta com a coordenação técnica e científica do Museu Paraense Emílio Goeldi. A Rebio Gurupi, como é conhecida, tem 271,4 mil hectares e é formada por amostras representativas de florestas tropicais úmidas da Amazônia Maranhense.

O projeto custará cerca de R$ 8.982.490 e foi proposto pela Associação Conservação da Vida Silvestre (WCS Brasil), uma organização sem fins lucrativos que, desde 2004, concentra suas ações na conservação colaborativa, em parceria com povos indígenas e comunidades afrodescendentes e tradicionais. Os trabalhos terão duração de quatro anos e estão previstos para começar no primeiro trimestre de 2026.

A reserva está inserida na chamada Área de Endemismo Belém (AEB), considerada a mais desmatada ecorregião do bioma, onde estão espécies ameaçadas de extinção, como os primatas cairara kaapor (Cebus kaapori) e cuxiú (Chiropotes satanas) e as aves mutum-pinima (Crax fasciolata pinima) e jacamim-de-costas-escura (Psophia obscura).

A Rebio Gurupi também compõe o Arco do Desmatamento, uma área de 500 mil km² que concentra cerca de 75% do desmatamento da Amazônia e que se estende do oeste do Maranhão (MA) e sul do Pará (PA) até o Acre (AC), passando por Tocantins (TO), Mato Grosso (MT) e Rondônia (RO).

Delimitação da Reserva Biológica do Gurupi

Coordenadora de Pesquisa e Pós-graduação do Museu Goeldi, a ecóloga Marlúcia Martins representa o Museu Emília Goeldi nesse trabalho e vai coordenar a equipe da instituição no projeto. “A participação dos analistas da Rebio e a nossa, do museu, se dará por suporte técnico nas metodologias de restauração e também em algumas atividades de pesquisa de monitoramento que serão desenvolvidas com a participação de outros membros do conselho, da comunidade, principalmente da Escola Familiar Rural, e de outros atores que já são parceiros nessa construção”, explica Marlúcia. O museu é uma unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Seundo ela, com a experiência da WCS Brasil na formação de cadeias produtivas, a ideia é criar uma cadeia da restauração, com a contratação e a capacitação de moradores locais para atuar no projeto. “Vamos apoiar a Casa Familiar Rural na formação de local de semente qualificada, que possa ser reconhecida pelo Ministério da Agricultura [e Pecuária], para que, no futuro, produza e comercialize mudas e sementes”, projeta Marlúcia. Os viveiros desenvolvidos na Terra Indígena Araribóia, ao sul da Rebio, também serão fomentados, conforme explicou. “Vamos apoiar a iniciativa das mulheres que já estão formando viveiros para que possam ser fornecedoras de mudas e de sementes, além de outras iniciativas, como cooperativas da região”, disse a coordenadora.

“A participação dos analistas da Rebio e nossa, do Museu, será dando suporte técnico nas metodologias de restauração e também em algumas atividades de pesquisa de monitoramento que vamos desenvolver com a participação de membros do conselho, da comunidade, principalmente da Escola Familiar Rural, e de outros atores que já são parceiros nessa construção”, afirma Marlúcia.

Integrantes do Conselho Consultivo da Rebio Gurupi. Foto: divulgação.

Produção científica e soluções tecnológicas

A produção científica — com a documentação das etapas — e a aplicação de tecnologias para superar possíveis obstáculos ficarão a cargo da coordenação do Museu Emílio Goeldi. Para isso, estarão disponíveis os 11 laboratórios dos Centro Integrado de Pesquisa em Restauração Ecológica e Produtiva da unidade vinculada ao MCTI. “Queremos construir um modelo de restauração que seja replicável em outras áreas”, afirmou Marlúcia.

O projeto Restaura Gurupi integra as iniciativas contempladas por editais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com o objetivo de transformar o Arco do Desmatamento no Arco da Restauração. Os recursos do projeto são do Fundo Amazônia, e os esforços serão coordenados pela gestora parceira Conservação Internacional (CI-Brasil).

Entenda de quem é a responsabilidade da Iluminação Pública

Como funciona o serviço de iluminação em ruas, praças e avenidas

Entender como funciona os serviços e a gestão da Iluminação Pública ajudam a agilizar as solicitações

Quando uma via apresenta iluminação insuficiente ou pontos que não estão funcionando adequadamente, é comum surgir a dúvida sobre a quem cabe a responsabilidade pelo serviço.

No Maranhão, assim como em todo o país, essa definição está amparada por legislação específica e por normas do setor elétrico que nem sempre são de conhecimento da população.

A iluminação pública, responsável por contribuir com a visibilidade, a mobilidade urbana e a segurança em ruas, praças e avenidas, é uma atribuição dos municípios desde a Constituição Federal de 1988. Portanto, não cabe às distribuidoras de energia elétrica a responsabilidade por esse serviço.

Esse entendimento foi reforçado em 2010, quando a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), por meio da Resolução Normativa nº 414, estabeleceu a transferência dos ativos de iluminação pública às prefeituras, incluindo luminárias, braços de luz e demais equipamentos instalados nos postes.

Na prática, isso significa que, no Maranhão, embora a Equatorial Maranhão seja a empresa responsável pela distribuição de energia elétrica para residências, comércios e indústrias em todo o Estado, a iluminação pública é de competência das prefeituras municipais.

Segundo a gerente de Relacionamento com o Cliente da Equatorial Maranhão, Vanessa Soares, o papel da distribuidora nesse tema é bem definido. “As distribuidoras de energia atuam como agentes arrecadadores da Contribuição de Iluminação Pública (CIP). Os valores pagos pelos consumidores na conta de energia são repassados integralmente às prefeituras, que aplicam esses recursos na manutenção e na ampliação da iluminação dos espaços públicos”, afirma.

A iluminação pública é uma atribuição dos municípios desde a Constituição Federal de 1988

Solicitação de manutenção da iluminação pública

Quando uma lâmpada de poste não está funcionando adequadamente, quando há necessidade de ajustes em determinado trecho da via ou quando existe demanda por ampliação da iluminação em um bairro, o atendimento deve ser buscado junto à prefeitura do município.

Cabe ao poder público municipal realizar a troca de lâmpadas, o reparo de equipamentos, a manutenção dos pontos de iluminação pública e a implantação de novos sistemas, conforme o planejamento local.

Muitos municípios disponibilizam canais próprios para esse tipo de solicitação. Em geral, os pedidos não passam pela distribuidora de energia, uma vez que os equipamentos de iluminação pública não integram mais o patrimônio das concessionárias.

Operadora Maxx patrocina camarote no Carnaval da Av. Litorânea com ações de ativação de marca e brindes

Os promotores da operadora Maxx aguardam os convidados do Camarote Orla com muitos brindes e ações no stand da Maxx no período da folia na Av. Litorânea

Depois do sucesso da ação de ativação de marca realizada no Réveillon, a empresa volta à Avenida Litorânea, no Circuito Vem pro Mar; nessa temporada de pré-carnaval e carnaval, dentro do Camarote Premium Orla — espaço do qual é uma das patrocinadoras.

Instalado dentro desse super camarote, o estande da Maxx convida os foliões a participar de um desafio simples e lúdico: testar a pontaria em três arremessos de basquete. Quem consegue acertar duas das três tentativas é premiado com um copo térmico personalizado da operadora.

Para ganhar o copo térmica da Maxx basta participar do desfaio do basquete e acertar no mínimo duas das três tentativas de arremesso

A dinâmica fez sucesso junto ao público no Revéillon, e tem tudo para repetir o sucesso de engajamento, na temprada de folia que começa nesse domingo (18.01).

Mais do que distribuir brindes, a ação carrega uma mensagem alinhada a pautas contemporâneas. Ao oferecer copos térmicos reutilizáveis, a Maxx reforça um discurso de apoio à sustentabilidade, incentivando a redução do uso de copos plásticos e descartáveis durante os eventos de grande concentração popular.

O público do Camarote Orla já tem o stand da Maxx como parada obrigatória nos dias de folia

Em um período marcado pelo aumento expressivo da geração de resíduos como o carbaval, a iniciativa dialoga com a preocupação ambiental que começa a ganhar espaço também no universo do entretenimento e do marketing de experiência.

A presença da operadora no Camarote Orla integra ainda uma estratégia mais ampla de visibilidade de marca, que busca associar a Maxx a momentos de lazer, convivência e celebração coletiva, nos quais tem tudo a ver a missão da empresa, que é garantir tecnologia de ponta para que as pessoas se mantenham conectadas.

Além de promover conexões, a Maxx acertou no brinde. Ao oferecer copos térmicos reutilizáveis, a empresa apoia a sustentabilidade e ajuda na redução do uso de copos plásticos na folia

Para quem vai trabalhar ou se divertir na folia, e quiser compartilhar seus melhores momentos com qualidade e velocidade máximas, a dica é apostar no novo pacote premium de internet 100% Fibra “1000 Mega Maxx”.

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