Ceuma promove Semana Acadêmica de Administração com foco em dados, IA e inovação

Evento será realizado de 11 a 13 de maio, em São Luís, reunindo estudantes, professores, egressos e especialistas para debater os desafios da gestão na economia da atenção

Campus Renascença sediará a Semana Acadêmica do Curso de Administração e dos Cursos Superiores de Tecnologia em Gestão (SEMEAD)

A Universidade Ceuma realiza, entre os dias 11 e 13 de maio, em São Luís, a Semana Acadêmica do Curso de Administração e dos Cursos Superiores de Tecnologia em Gestão (SEMEAD). Consolidado como um dos principais eventos acadêmicos da área na instituição, o encontro reunirá estudantes, professores, egressos, pesquisadores e profissionais para discutir tendências, desafios e transformações que vêm redesenhando o mundo dos negócios.

Com o tema “Dados como Ativo Estratégico, Governança, Inteligência Artificial e o Novo Marketing na Economia da Atenção”, a programação propõe uma reflexão aprofundada sobre as novas dinâmicas organizacionais em um cenário marcado pela transformação digital, pela inovação e pelo uso estratégico da informação. O evento será realizado no Campus Renascença, nos auditórios Expedito Bacelar e Josué Montello, com uma agenda diversificada de palestras, painéis e atividades acadêmicas.

De caráter científico e interdisciplinar, a SEMEAD busca promover a integração entre teoria e prática, aproximando a comunidade acadêmica das discussões mais atuais sobre gestão, liderança, tecnologia e inovação. A iniciativa também fortalece o diálogo entre universidade e mercado, contribuindo para a formação de profissionais preparados para atuar em ambientes cada vez mais complexos, dinâmicos e orientados por dados.

Para a reitora da Universidade Ceuma, Cristina Nitz, o evento reforça o compromisso institucional com uma formação alinhada às demandas contemporâneas do mercado e da sociedade. “Vivemos um momento em que a capacidade de interpretar dados, compreender novas tecnologias e liderar processos de transformação se tornou essencial. A SEMEAD oferece aos nossos estudantes uma oportunidade valiosa de ampliar repertórios, desenvolver pensamento crítico e se conectar com as principais tendências da gestão contemporânea”, afirma.

A programação também destaca a importância da governança, da inteligência artificial e das estratégias de comunicação e marketing em um ambiente cada vez mais competitivo e disputado pela atenção dos consumidores. “A Universidade Ceuma tem como missão formar profissionais capazes de inovar, empreender e gerar impacto positivo nas organizações e na sociedade. Eventos como a SEMEAD ampliam horizontes e estimulam a construção de soluções criativas para os desafios do presente e do futuro”, acrescenta Cristina Nitz.

Além do conteúdo acadêmico, a semana representa uma importante oportunidade de networking, troca de experiências e aproximação com especialistas e lideranças do mercado. Os participantes também poderão contabilizar 30 horas de atividades complementares.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pela plataforma Even3, no endereço: https://www.even3.com.br/17-semead-ceuma/. A participação é aberta a estudantes, profissionais, egressos e demais interessados nas áreas de administração, gestão, inovação e negócios.

PF, Receita Federal e MPF desarticulam organização criminosa especializada em fraudes fiscais com atuação no Maranhão

Operações Títulos Podres e Consulesa II cumprem 79 mandados em cinco estados: Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Maranhão; prejuízos aos cofres públicos são estimados em cerca de R$ 770 milhões

Investigação detectou uso de créditos fiscais fraudulentos, conhecidos como títulos podres, para a compensação indevida de tributos federais

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Receita Federal do Brasil e o Ministério Público Federal, nesta quinta-feira (7/5), deflagrou, concomitantemente, as operações Títulos Podres e Consulesa (fase 2), ambas com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada na utilização de créditos fiscais fraudulentos, conhecidos como títulos podres, para a compensação indevida de tributos federais. Foi identificada a atuação do grupo criminoso em vários estados, entre eles o Maranhão.

Os indícios revelaram existência de fraude envolvendo empresas e prefeituras, causando prejuízo ao erário público. O grupo atuava mediante escritórios de advocacia, consultorias tributárias e empresas de fachada, oferecendo supostas soluções tributárias para redução ou quitação de débitos fiscais. A associação criminosa passou a contar com servidores públicos para prática de estelionato, gerando prejuízos aos cofres públicos e a empresas.

As investigações revelaram uma estrutura, com divisão de tarefas, com captação ativa de clientes, com utilização de procurações eletrônicas, além de mecanismos de ocultação e de dissimulação de valores, por meio de empresas interpostas, de contas de terceiros e de movimentações pulverizadas, caracterizando também prática do crime de lavagem de dinheiro.

Mais de 200 policiais federais e 43 auditores fiscais e analistas tributários da Receita Federal foram empenhados diretamente na execução de ambas as ações. A Operação Consulesa cumpre 29 mandados de busca e apreensão e 4 de prisão preventiva em Minas Gerais (Belo Horizonte, Formiga, Capim Branco, Contagem e Nova Lima), em São Paulo (São Paulo) e no Rio de Janeiro (Rio de Janeiro e Maricá), visando ao sequestro e ao bloqueio de bens, ao afastamento da função pública e ao cumprimento de medidas cautelares pessoais, com desvios estimados da ordem de R$ 670 milhões.

Já a operação Títulos Podres cumpre 40 mandados de busca e apreensão e 6 de prisão temporária também em Minas Gerais (Belo Horizonte, Nova Lima, Contagem, Campo Belo, Pouso Alegre e Itamarandiba), em São Paulo (São Paulo, Osasco, São José dos Campos, Caraguatatuba e Praia Grande), no Espírito Santo (Cachoeiro do Itapemirim) e no Maranhão (Açailândia), em desfavor de lideranças e de operadores financeiros do esquema, havendo ao menos dez advogados entre os investigados, com prejuízo estimado em R$ 100 milhões aos cofres públicos.

A Justiça Federal determinou o bloqueio de bens e de valores no montante aproximado de R$ 32 milhões, com o objetivo de assegurar o ressarcimento dos danos causados ao erário.

União e Dnit são condenados por morte de motociclista em colisão com animal na BR-135

A 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) manteve a condenação da União e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) ao pagamento de indenização por danos morais à mãe de um motociclista que faleceu após colidir com um animal solto na BR-135, no município de Colônia do Gurguéia (PI). A indenização foi fixada em R$ 150 mil.

De acordo com o processo, o laudo pericial apontou que a colisão foi a causa determinante do acidente fatal.

Ao analisar o caso, o relator, desembargador federal João Carlos Mayer Soares, destacou que a presença de animais soltos na rodovia evidencia falha do poder público no dever de garantir a segurança e a trafegabilidade das vias federais.

Segundo o magistrado, a omissão estatal ficou caracterizada, uma vez que cabia aos órgãos responsáveis adotarem medidas para impedir a circulação de animais na pista. “A inércia da Administração Pública em mitigar um risco previsível e inerente à gestão da malha viária enseja a sua responsabilidade civil e o consequente dever de indenizar, nos termos do art. 37, § 6.º, da CF/88”, afirmou o desembargador federal.

Por fim, o relator também entendeu que o sofrimento da mãe em razão da morte do filho configura dano moral presumido, sendo devida a reparação.

Com isso, o Colegiado, por unanimidade, negou provimento aos recursos da União e do Dnit e manteve integralmente a sentença do Juízo da 2ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal (SJDF).

Processo: 1028237-07.2024.4.01.3400

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