Deputado Wellington manteve agenda intensa de trabalho durante o recesso parlamentar

Durante o recesso, o deputado Wellington manteve atuação permanente, tanto nos municípios, quanto na Assembleia Legislativa

Mesmo durante o recesso parlamentar da Assembleia Legislativa do Maranhão, que ocorre de 18 de dezembro a 2 de fevereiro, o deputado estadual Wellington do Curso manteve uma agenda intensa de trabalho, amparado pela Resolução Administrativa nº 1206/2025, da Mesa Diretora da Casa, que instituiu a Comissão de Representação Interna para atuar durante o recesso. Tradicionalmente, o parlamentar abre mão do período de descanso para seguir trabalhando em defesa das demandas da população maranhense.

Durante o recesso, o deputado manteve atuação permanente, tanto nos municípios, quanto na Assembleia Legislativa, com agendas externas, reuniões institucionais, fiscalizações e atendimento direto à população.

“Nosso mandato não entra em recesso porque os problemas do Maranhão não param. Eu sempre faço a opção de continuar trabalhando, visitando comunidades, ouvindo as pessoas, fiscalizando a aplicação dos recursos públicos e cobrando soluções. Defendemos vagas em escolas próximas das casas das crianças, valorização dos profissionais da segurança pública, concursos, promoções, reajustes, infraestrutura de qualidade e respeito ao dinheiro do povo”, afirmou o deputado Wellington do Curso.

Entre as atividades desenvolvidas, o parlamentar realizou reuniões com pais de alunos para defender a ampliação de vagas em escolas públicas próximas às residências das crianças; esteve em comunidades como o Porto Grande, na zona rural de São Luís, por meio do projeto “Ouvindo o Maranhão”, que leva o gabinete móvel aos municípios; defendeu reajustes, concursos e promoções para policiais; participou de reuniões com policiais militares sub judice, cobrando nomeações; fiscalizou o pagamento de precatórios do Fundef e a correta aplicação das sobras do Fundeb; denunciou casos de violência; cobrou a recuperação da rodovia estadual MA-016; e se manifestou sobre o caso do município de Turilândia, defendendo que um eventual interventor seja membro do Ministério Público, como forma de garantir legalidade e imparcialidade.

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