Ex-alunos da Universidade Ceuma assinam pavilhão do Maranhão na 1ª Bienal de Arquitetura Brasileira

Arquitetos maranhenses participam de evento inédito no país, que será realizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, entre 25 de março e 30 de abril

 Larissa Catossi, arquiteta e ex-aluna do Ceuma

Dois ex-alunos da Universidade Ceuma estarão entre os destaques da primeira edição da Bienal de Arquitetura Brasileira, evento inédito que reúne profissionais de todo o país em uma ampla mostra de arquitetura, cultura e inovação. Os arquitetos Larissa Catossi e Guilherme Abreu assinam o Pavilhão do Maranhão, um dos espaços expositivos que integram a programação da bienal, realizada no Parque Ibirapuera, em São Paulo, entre os dias 25 de março e 30 de abril.

A participação dos profissionais representa um marco na trajetória de ambos e também projeta a produção arquitetônica maranhense em um dos principais palcos nacionais do setor. A Bienal de Arquitetura Brasileira surge como uma plataforma de integração entre profissionais, indústria e público, com pavilhões temáticos inspirados na diversidade cultural e territorial do país, além de experiências imersivas e ações voltadas à valorização da arquitetura contemporânea.

No projeto do pavilhão, os arquitetos buscaram traduzir elementos identitários do Maranhão, incorporando referências aos materiais, às cores, às crenças e à cultura local. A proposta dialoga com a diversidade dos biomas e expressões regionais brasileiras, conceito central da bienal, que reúne iniciativas representativas de diferentes estados em uma ocupação de grande escala no espaço urbano paulistano.

“Eu e o Guilherme Abreu, também arquiteto formado aqui na Universidade Ceuma, temos a honra de assinar o Pavilhão do Maranhão na primeira Bienal da Arquitetura Brasileira, que acontecerá em São Paulo, no Parque Ibirapuera. Nesse espaço, buscamos traduzir um pouco da essência do nosso estado — nossos materiais, nossas cores, nossas crenças e nossa cultura”, afirma Larissa Catossi.

Além de destacar a inserção de jovens profissionais em um circuito de relevância nacional, a iniciativa reforça o papel das instituições de ensino na formação de talentos capazes de dialogar com as demandas contemporâneas da arquitetura, conectando identidade regional, inovação e impacto cultural.

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