Maranhão foi o estado que mais destinou receita a investimentos no 1º bimestre de 2026, aponta Tesouro Nacional

O Maranhão aplicou 12% das suas receitas totais em investimentos e foi o estado que mais se destacou nesse quesito no primeiro bimestre de 2026. Os dados estão no Relatório Resumido de Execução Orçamentária em Foco dos Estados + DF do 1º bimestre de 2026, publicado nesta quarta-feira (22/04) pelo Tesouro Nacional. Na comparação entre os bimestres, 11 dos 27 estados apresentaram um crescimento das receitas maior do que das despesas.

O resultado demonstra que o Maranhão tem situação financeira favorável e que tem autonomia para utilizar recursos próprios em obras de infraestrutura, implementação e aprimoramento de serviços públicos e outras melhorias para a população.

Na segunda posição do grupo dos entes subnacionais com.maior volume de gastos com investimentos ficou o vizinho Piauí. Já três estados tiveram percentuais próximos de nulo de suas receitas totais aplicadas em investimentos: Rondônia, Rio Grande Do Sul e Amapá. Isso demonstra que a capacidade do estado investir está relacionada com a capacidade de acumular poupança (receitas maiores que as despesas).

A Poupança Corrente equivale ao valor das receitas correntes menos as despesas correntes liquidadas: é indicador da autonomia para realizar investimentos com recursos próprios ou, quando negativa, da dependência de receitas de capital para realizá-los.

RREO em Foco                                                                                                                   

O RREO em Foco – Estados e DF é uma publicação bimestral que traz os principais dados da execução orçamentária das 27 Unidades da Federação, reunindo as informações da execução orçamentária de todos os poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário, incluindo também o Ministério Público e a Defensoria Pública.

O relatório é elaborado com base nos documentos que os próprios entes publicam no Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi), gerido pelo Tesouro Nacional.

Saiba mais aqui.

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