O Centro Ecumênico de Estudos Religiosos Superiores do Estado do Maranhão (CEERSEMA), que fica em São Luís, ofereceu cursos ilicitamente “validados” por instituição credenciada no MEC
O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) propôs ação civil pública contra o Centro Ecumênico de Estudos Religiosos Superiores do Estado do Maranhão (Ceersema), localizado em São Luís e a Faculdade de Educação Regional Serrana (FUNPAC), mantida pela Fundação Educacional Padre Cleto Caliman, e localizada no Espírito Santo, por conta da oferta irregular de cursos de graduação, ou seja, sem a autorização e credenciamento do Ministério da Educação e Cultura – MEC.
O Ceeserma não se configura como uma Instituição de Ensino Superior – IES, por não estar credenciado no Sistema Federal de Ensino, portanto a validação de certificados, realizada através da parceria com Funpac,
burla os requisitos para o aproveitamento de estudos de cursos livres de ensino superior. Na prática, os cursos ofertados são ilicitamente “validados” pela instituição credenciada no Ministério da Educação (MEC), no caso a FUNPAC, caracterizando a vedada prática de ‘chancela de certificados’ ou terceirização do ensino superior.
Segundo o MPF, a conduta de oferta irregular de cursos de graduação não apenas fere os objetivos principais do direito social básico à educação, estabelecido na Constituição Federal, mas também constitui prática abusiva em relação aos consumidores, que são impedidos de realizarem atividades profissionais. Por isso, há necessidade de intervenção jurídica.
Na ação, o MPF requer a suspensão imediata das atividades de ensino do Centro Ecumênico de Estudos Religiosos Superiores do Estado do Maranhão (CEERSEMA) e da Faculdade de Educação Regional Serrana (FUNPAC) no Estado do Maranhão; que façam a divulgação da demanda contra si, movida pelo MPF, explicitando os porquês e objetivos de tal ação tanto nos seus próprios sítios eletrônicos, com destaque, quanto em jornais de grande circulação no Maranhão.
Além disso, o MPF pede o ressarcimento dos danos materiais sofridos pelos alunos, consistentes na totalidade de todos os valores pagos individualmente pelos estudantes matriculados tendo em consideração os prejuízos causados a cada um dos alunos penalizados, bem como o pagamento de danos morais coletivos.
PCdoB de Flávio Dino comemorou resultado de pesquisa do Data Ilha que apontou vitória do comunista no primeiro turno, farsa confessada pelo próprio instituto à Justiça Eleitoral
O Instituto Datailha é uma fraude. Uma fraude confessada na justiça. Uma fraude para dizer que Flávio Dino se elegeria em primeiro turno. O que é mentira.
Os donos do Instituto –ou laranjas- informaram oficialmente à Justiça que pesquisariam em 37 municípios. Mas quais? Não disseram. E nem depois, na divulgação dos resultados, esses números e nomes de municípios apareceram. O Datailha não mostrou porque não pesquisou. Porque a pesquisa era uma invenção, uma mentira.
Mais ainda: o tal Datailha informou à Justiça Eleitoral que pesquisaria a intenção de votos, como todos os outros institutos fazem, para presidente. Mas não apresentou nenhum resultado. Nada.
E você sabe por quê? Porque não houve pesquisa nenhuma. Era tudo mentira, uma farsa para lhe iludir.
Agora ficou bem claro que tudo não passou de um plano urdido para enganar a opinião pública e, até (ou principalmente) os próprios aliados. O primeiro objetivo foi passar a falsa impressão que Flávio Dino ganha no primeiro turno. Por isso, apresentou o candidato comunista com 60% das intenções de voto. O que ele não tem de jeito algum.
A segunda, para enrolar o PT. Com a falsa pesquisa na mão, Flávio Dino pôde mostrar aos petistas que sua candidata Elisiane Gama seria favorita para o Senado, quase empatada com Lobão. E que com candidato do PT não teria a menor chance. Mentira deslavada. Farsa grande.
O Datailha foi flagrado na mentira fabricando pesquisas fraudulentas, com o intuito de enganar você, eleitor. E o PT, também.
Mas isso não é novidade num governo que coloca a polícia criminosamente a espionar seus adversários, nomeia 50 pastores como capelães querendo com isso usar a religião para corromper consciências, apreende e manda a leilão carros e motos de pessoas humildes.
Mas Flávio Dino não é só isso: sob o seu governo o número de pobres aumentou no Maranhão, o desemprego disparou, o programa Meu Primeiro Emprego, de Roseana, foi fechado deixando a juventude perigosamente próxima da delinquência e das drogas. Flávio Dino não construiu nenhum conjunto residencial, como Roseana fez com recursos do estado ou através do programa Minha Casa Minha Vida, entregando as residências, com geladeira e fogão a gás. O atual governador fez vista grossa para os escândalos de corrupção campear na Saúde com desvios de milhões. O que levou ao suicídio um dos envolvidos que deixou carta denunciando muita gente grossa do governo.
O Maranhão paga um preço muito alto à prepotência, arrogância e incompetência de quem se dizia o novo, mas não passa de uma caricatura assombrosa de quem ressuscitou os métodos mais antigos e detestáveis de fazer política.
O fotojornalista Brawny Meireles lança, na tarde da próxima quarta-feira, dia 13, na livraria do Associação Maranhense do Escritor Independente (Amei), no São Luís Shopping, a terceira edição do livro Nossa São Luís, que contém dezenas de fotografias de ambientes da capital maranhense feitas pelo autor, conhecido pela sensibilidade aguçada e talento para captar imagens com suas lentes.
Brawny convida escritores, poetas, professores, estudantes, jornalistas, fotógrafos e a sociedade em geral para o ato de lançamento do livro, mais uma marco em sua frutífera carreira na fotografia, que já rendeu diversos livros e centenas de fotografias de importante valor estético e histórico publicadas.
O autor enfatiza o motivo pelo qual obras como a sua devem ser prestigiadas pelo público. “Divulgar o que temos de mais precioso é motivo de orgulho para todos aqueles que trabalham e vivem nesta terra”, escreveu Brawny, no convite para o lançamento para o seu mais novo livro.
Serviço:
O que? Lançamento da terceira edição do livro Nossa São Luís, de autoria do fotojornalista Brawny Meireles
Hilton Gonçalo e vereadores de Rosário anunciaram objetivo comum de desenvolver a região do Munim
O presidente do Avante no Maranhão, Hilton Gonçalo, segue avançando na construção de um grupo político forte. O prefeito de Santa Rita recebeu nesta semana, o apoio de quatro vereadores de Rosário. O anúncio consolida o médico como a maior e principal liderança política da região do Munim.
Os parlamentares de Rosário, anunciaram na última quinta-feira (8), durante encontro com Hilton Gonçalo, que a partir de agora estão irmanados para um mesmo objetivo: trazer o desenvolvimento da região do Munim. Dentre as lideranças que anunciaram a adesão estão o presidente da Câmara de Rosário, Luís Carlos Barco de Oliveira, o Kiko (MDB), Agenor Brandão (PRB), Jardson Rocha (PP) e Sandro Marinho (PDT).
A força de Hilton Gonçalo em Rosário vai para além do parlamento, o presidente do Sindicato dos Pescadores de Rosário – SINDIPER, Ademar Cantanhede Ramos, também aderiu ao grupo político.
Com o apoio do presidente da Câmara de Rosário, agora Hilton Gonçalo já possui três chefes do parlamento municipal da região, além do citado ele conta com Fredilson Carvalho (SD) em Santa Rita e Elias Lima, o Tchabal (PROS), em Bacabeira.
Entre os prefeitos, além de Fernanda Gonçalo (Avante), em Bacabeira, Hilton Gonçalo tem ao seu lado o prefeito de Presidente Juscelino, Magno Teixeira (PP). Na cidade de Axixá, o grupo do presidente do Avante, tem apoio da ex-candidata prefeita, Leila Naiva (PHS), presidente do bumba boi que leva o nome da cidade.
Oito cidades fazem parte da região do Munim de acordo com o IBGE: Rosário, Bacabeira, Santa Rita, Presidente Juscelino, Cachoeira Grande, Axixá, Icatu e Morros. No total essas cidades possuem mais de 200 mil habitantes.
Flávio Dino quer limpar a barra com servidores após tentar impedir na Justiça pagamento de diferença salarial
O anúncio feito semana passada pelo governador Flávio Dino (PCdoB) de que a primeira parcela do 13º salário será paga antecipadamente, no próximo dia 14, nada mais é do que uma artimanha do comunista após a derrota da semana passada, no julgamento, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), da ação rescisória que obriga o Estado a ressarcir a diversas categorias do serviço público estadual a diferença salarial de 21,7%, referente a perdas d e remuneração passadas. Com o pagamento adiantado de metade do abono, Dino acredita que limpará sua barra com o funcionalismo, mesmo após travar acirrada disputa nos tribunais locais e na mais alta corte judiciária do país para não pagar o que trabalhadores reivindicavam e o que o governo de fato devia.
Há quase três anos e meio, quando teve início a gestão comunista, servidores públicos amargam uma política cruel de achatamento salarial. Professores do Maranhão jamais receberam o piso nacional da categoria, que lhes é garantido por lei, e deve ser atualizado todo mês de janeiro.
Uma forma de compensar os ganhos a menos era a ação rescisória dos 21,7%, mas estava não foi bem recebida por Flávio Dino, que tentou , a todo custo, barrá-la na Justiça e obteve algumas vitórias em nível estadual, mas foi derrotado pela mobiliação e diligência do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado do Maranhão (Sintsep).
Tabela
Tão logo assumiu o governo, Flávio Dino anunciou a mudança da tabela de pagamento que assegurava o pagamento dos salários dos servidores públicos estaduais dentro do mês trabalhado, o que gerou forte insatisfação na classe e obrigou o comunista a recuar e manter o hábito de antecipar a folha.
Soa estranho que agora, em pleno ano eleitoral, por uma passe de mágica, o Estado passe a ter previsão financeira para pagar antecipadamente a primeira parcela do 13º salário, que, pelo calendário, só seria creditada na conta do funcionalismo em 2 de julho. E a crise constantemente alegada pelo governador para não promover as benfeitorias que o Maranhão tanto precisa e que, inclusive, suscitou a ameaça de atraso da folha em um futuro próximo
Da mesma forma promover gastos diversos de dinheiro público, que em vez de se reverter em benfeitorias para o povo, podem configurar abuso de poder político e econômico, crime que em um passado não tão distante, já levou à cassação do mandato de um governador maranhense.
Fake news, realidade virtual , o poder das mídias sociais para alterar o comportamento das pessoas e até influenciar o voto nas eleições. Esses serão alguns dos temas debatidos no I ENCONTRO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIBERCULTURA – ABCiber, que acontece no Auditório Central da UFMA , nos dias 13 e 14 de junho com apresentações de trabalhos pela manhã e palestras a tarde.
Dez pesquisadores convidados vão debater a vida digital e suas transformações em diversas áreas , além da influência cada vez maior dos computadores e das redes em nosso dia-a-dia. A abertura acontece nesta quarta , às 16 horas, com entrada franca e duas conferências. Na quinta o evento prossegue durante toda a tarde.falando sobre o futuro do jornalismo , as notícias falsas e as novas formas de contar histórias através das narrativas imersivas.
Os grupos de trabalho são divididos em 5 temáticas: jornalismo digital, comunicação organizacional , mídia e poder, design e usabilidade e narrativas e entretenimento. Com exceção das oficinas, todas as sessões do ABCiber são abertas à comunidade, sem necessidade de inscrição.
O ABCiber São Luís tem realização do LABCOM/UFMA e apoio da FAPEMA.
Informações e programação em www.labcomdigital.wixsite.com/abciber
Wellington defendeu acesso à justiça para que direitos sejam respeitados
O deputado Wellington do Curso (PSDB) participou do lançamento do documentário “Novos Caminhos”, no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho. O evento foi aberto ao público e organizado pela Universidade Estadual do Maranhão, por meio do núcleo de pesquisa “Novos Caminhos”, do Curso de Direito.
O documentário é resultado de mais de dois anos de trabalho do núcleo de pesquisa “Novos Caminhos: Núcleo para Educação em Direitos e Acesso à Justiça”, coordenado pelos professores Yuri Michael Pereira Costa e Jean Carlos Nunes Pereira, e realizado em parceria com professores, técnicos e alunos da UEMA.
“Garantir o acesso à justiça é lutar para que direitos sejam respeitados. Como deputado estadual, tenho lutado, diariamente, para que direitos como educação, saúde e segurança sejam respeitados. Cabe a cada um de nós encarar esse desafio e lutar por uma sociedade com mais oportunidades. Parabenizo a inciativa dos professores e estudantes por tamanha sensibilidade acadêmica”, disse o deputado, que é presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Maranhão.
Lojas dos shoppings de São Luís exibem vitrines recheadas de produtos e número de consumidores deve aumentar neste fim de semana
A loja Tommy Hilfiger do São Luís é uma excelente opção para os casais
Com o Dia dos Namorados batendo a porta (12 de junho), as lojas de grifes movimentam o mercado com novidades que fazem a cabeça dos apaixonados. Os empresários festejam o aquecimento nas vendas. Em São Luís, as vitrines exibem uma diversidade de itens e o entra-e-sai de consumidores deve aumentar neste fim de semana.
No São Luís Shopping, uma das lojas que atraem as atenções dos namorados é a Tommy Hilfiger, que exibe vitrines sempre recheadas de cores, estampas e estilos variados. Para a ala masculina, há uma variedade de camisas da moda, além de bermudas e outras opções. Para elas, blusas e acessórios, entre outros.
Camisas masculinas, aliás, sãopeças que saem bastante nesta temporada, pois figuram como úteis opções de presentes. Se o estilo do namorado for tradicional, há opções de tons neutros, como branco, azul ou cinza. Se houver mais flexibilidade, a aposta é nas cores vívidas. Camisas com padronagens fazem sucesso.
Vitória do comunista no Supremo inibe investimentos do setor de alimentação e abre caminho para mais desemprego no Maranhão
Flávio Dino: intervenção na importação de camarão e prejuízos ao setor de alimentação
Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em favor do governador Flávio Dino (PCdoB), proferida no último dia 5 pela presidente da corte, ministra Cármen Lúcia, tem tudo para causar impacto negativo na economia do Maranhão, mais precisamente no setor de alimentação. O comunista recorreu à mais alta instância da Justiça brasileira para restringir a importação de camarões do Equador, alternativa buscada por empresas do setor para a queda drástica da produção do crustáceo no mercado nacional em razão do vírus conhecido como mancha branca, doença que vem dizimando criadouros da iguaria em todo o país.
Redes de restaurantes especializadas em servir frutos do mar, com unidades instaladas no Maranhão, a exemplo de Coco Bambu e Vivenda do Camarão, foram gravemente prejudicadas pela decisão do STF favorável a Flávio Dino. Agora, estão obrigadas a replanejar investimentos e a barrar seus projetos de expansão, o que pode representar queda de receita tributária para o próprio Estado, desemprego e o fim de uma fonte de renda que vinha garantindo a sobrevivência de um número expressivo de famílias maranhenses.
Mesmo antes do vírus, a produção nacional de camarão não era suficiente para atender o mercado interno, que tem demanda três a quatro vezes maior, de acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). A opção seria a importação da especie equatoriana, agora dificultada por intervenção do governador maranhense, que, mais uma vez, prova que se opõe a qualquer iniciativa do empresariado que não esteja subjugada aos seus interesses e à mão pesada do Estado.
Argumento comunista
Ao atender o pleito de Flávio Dino, a presidente do STF suspendeu decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) que permitiu a importação do camarão marinho da espécie Litopenaeus vannamei, originário do Equador, sem a Análise de Risco de Importação (ARI). Ao deferir pedido de Suspensão de Liminar (SL 1154), a ministra levou em conta supostos impactos nas áreas da saúde, economia e do meio ambiente, alegados pelo governo comunista, e restabeleceu a decisão de primeira instância da Justiça Federal que condiciona o ingresso do crustáceo em território nacional à realização da ARI.
No pedido de suspensão da decisão do TRF-1, o Estado do Maranhão afirma que a importação do camarão equatoriano causará “danos e transtornos ambientais irreparáveis em território brasileiro e prejuízos à saúde da população, à ordem pública e à economia estatal”. Entre outros pontos, o Estado assinala os riscos sanitários e biológicos expostos em nota técnica (NT 11/2016) da Secretaria de Agricultura e Pesca (SAP), do próprio Ministério da Agricultura, que aponta 10 doenças presentes no camarão equatoriano e ausentes no Brasil e apresenta relatos de especialistas sobre os riscos da importação desse crustáceo. Sustenta, ainda, risco de lesão à economia maranhense, argumentando que a entrada de enfermidades no Brasil poderá dizimar a produção de camarão no estado.
Perdas e danos
Vírus da mancha branca e restrição à importação de camarão inibem investimentos, geram desemprego e deixam pratos ainda mais caros
O impasse quanto à importação de camarão, agregado à recessão, provocou demissão em massa na rede Vivenda do Camarão. A empresa dispensou 1,2 mil funcionários e fechou 23 operações entre 2016 e 2017. Com a decisão do STF em favor de Flávio Dino, a previsão é ainda mais sombria. A insegurança jurídica no setor também afetou o faturamento e os planos de expansão da rede de comida nordestina Coco Bambu, que tem o camarão como carro-chefe e mantém um dos restaurantes mais bem frequentados de São Luís, no bairro Calhau. O grupo reduziu a projeção de novas lojas no Brasil – de oito em 2016 para apenas quatro ano passado. Com o recente posicionamento do Supremo, o freio nos investimentos continua.
O sócio-fundador do Coco Bambu, Afrânio Barreira, expõe um fato que reduz a atitude de Flávio Dino contrária à importação de camarão do Equador a mera implicância, motivada por razões que podem estar bem distantes da preocupação com a saúde pública e com a economia do Maranhão.“O camarão que foi liberado é descascado e sem cabeça, impossibilitando qualquer risco de contaminação”, explica o empresário.
As consequências da interferência de Flávio Dino no mercado de alimentação são trágicas para a economia do Maranhão. Além da inibição de investimentos já planejados pelas redes de restaurantes, da extinção de vagas de trabalho e da inviabilidade de geração de novos empregos, o recurso deferido pelo STF em favor do comunista diminuirá a oferta de camarão e tornará os pratos ainda mais caros, bem distantes da realidade da maioria maciça da população, e acessíveis apenas a um grupo seleto de afortunados.
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