Deputado Wellington recebeu familiares dos dois PMs em seu gabinete
Durante sessão plenária na Assembleia Legislativa do Maranhão, o deputado estadual Wellington do Curso (PP) fez referência ao caso que resultou no desaparecimento dos policiais Alberto Sousa e Júlio Pereira do Maranhão. Os policiais estão desaparecidos desde o dia 17 de novembro e, após quase seis meses, os familiares reclamam da omissão do Governo do Estado quanto à elucidação do caso.
O pronunciamento do deputado Wellington foi motivado após visita de familiares dos policiais a seu gabinete, cobrando uma posição do Governo do Estado.
“Estamos diante de um clima de insegurança e de prática de crimes que, quase sempre, resulta na impunidade. Nossos policiais, de forma corajosa, defendem a sociedade, expondo a própria vida a risco. Já passaram seis meses e os familiares de policiais desaparecidos não tem sequer uma explicação. Estamos encaminhando ofício à Secretaria de Segurança Pública cobrando uma explicação sobre o caso. Os familiares merecem uma resposta”, disse Wellington.
Os familiares dos policiais cobram ainda que seja dado conhecimento sobre o caso à Comissão de Direitos Humanos da OAB e apreciam a possibilidade de denunciar o caso à Organização das Nações Unidas (ONU) e à Organização dos Estados Americanos-OEA.
Segue indicação encaminhada por Wellington à SSP cobrando a elucidação do crime:
Sousa Neto (à esquerda) denunciou a situação dos 640 novos soldados, formados no último mês de março, que foram transferidos do interior para a capital, por perseguição do comando da SSP
O deputado estadual Sousa Neto (PROS), na sessão plenária desta quinta-feira (4), voltou a cobrar do Governo Flávio Dino (PCdoB) a convocação dos 1.432 candidatos sub judice da Polícia Militar. Ele denunciou, também, a retaliação do Comando da PM aos 640 novos soldados do interior do Estado.
“É inaceitável, nos dias de hoje, em que a sociedade clama por segurança pública, que o Governador ditador Flávio Dino queira fazer um novo concurso público para chamar 1.600 policiais, tendo 1.500 sub judice, prontos para o Curso de Formação. Todos trazem consigo uma história. São relatos emocionantes de pessoas que já gastaram o que não tinham, para chegarem até aqui. A única coisa que eles querem e estão aptos, é vestir a farda da Polícia Militar e defender a vida de cada um de nós. É uma guerra que nós entramos, e tenho certeza de que vamos vencê-la. Vamos para cima até o fim, enquanto vocês não vestirem a farda de vocês, não vamos recuar”, exaltou, sob aplausos dos candidatos que ocupavam a galeria da Assembleia.
Sousa falou da reunião da Comissão de Segurança da Casa, ocorrida durante a manhã, com a participação dos deputados Júnior Verde (Presidente) e Cabo Campos, em que ficou acertada para o dia 18 de maio, uma audiência pública com representantes da Secretaria de Segurança Pública (SSP), Procuradoria do Estado, Ministério Público, Poder Judiciário e OAB, para tratar da questão. “É a última vez que eu vou a audiência pública de Segurança, até porque eu já marquei várias, e nenhum representante do Governo veio. Eles não gostam de desgastes. Estamos na luta, e dia 18, sairemos da audiência direto para alguma instância que resolva realmente o problema”.
Governo persegue novos soldados do interior – Na oportunidade, o deputado denunciou a situação dos 640 novos soldados, formados no último mês de março, que foram transferidos do interior para a capital, por perseguição do comando da SSP.
“Aqui é o relato de um soldado barra 16. Esses policiais militares vieram do interior, por determinação do Comandante Geral, para entregar a documentação e resolver pendências administrativas. Passaram dias no CEFAP e nos batalhões, sem comida, sem roupa e até sem materiais de higiene. Depois, providenciaram os uniformes deles para fazer aquela propaganda midiática do Governo que vocês veem todo dia na TV. Agora, eles ficaram sabendo que vão ter que trabalhar em São Luis. E olha o recado do comandante geral para eles: Vocês vão aprender a não entrar mais na Justiça”.
O parlamentar lembrou que, pelo edital do concurso público, ocorrido no ano de 2012, as vagas eram regionalizadas. “O concurso tinha vagas de acordo com as cidades e os batalhões da PM, no estado. Como retaliação, o comando determinou que eles prestem serviço na capital. O que mais me preocupa é a irresponsabilidade desse Governo, querer que um policial que foi formado no 7º Batalhão de Pindaré, por exemplo, que mora em Santa Inês, seja colocado para fazer policiamento, vamos supor, lá no Coroadinho ou no Anjo da Guarda, a maioria sem nunca ter pisado em São Luís do Maranhão”.
Sousa Neto comentou, por fim, a decisão judicial que afastou Jefferson Portela do comando da Segurança Pública. “Esse Governador da mentira, Governador midiático, que, ontem (3), por birra, o Secretário de Segurança Pública foi, por meio de uma ação judicial, colocado para fora do seu lugar, por não cumprir uma decisão judicial, porque eles pensam que eles são donos até do Judiciário e do Legislativo. Aqui, no meu mandato, eles não mandam. Não vou recuar com medo deste comunista que aí está de passagem pelo Governo do Estado do Maranhão”, finalizou.
Jefferson Portela agiu certo ao romper contrato com empresa que massacrou trabalhadores
O secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, teve motivos justos para rescindir o contrato de prestação de serviço firmado, via licitação, com a Supritech Comércio e Serviços, responsável pela operação do Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops), acionado pelos números 190 e 193.
Duas razões principais legitimam a medida drástica adotada pelo gestor: os frequentes atrasos de salários, do plano de saúde e dos tíquetes-alimentação dos trabalhadores com vínculo com a terceirizada e a má qualidade do teleatendimento às ocorrências policiais decorrente da desmotivação das equipes devido a tamanho desrespeito.
Como bem frisou Portela em texto que publicou em seu perfil no Facebook, os erros cometidos pela Supritech na execução do contrato são conhecidos e foram noticiados. Sem citar a fonte, o secretário refere-se às sucessivas matérias publicadas por este Blog (recorde aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui) e pelo jornal O Estado do Maranhão denunciando o massacre promovido pela empresa contra os teleatendentes do Ciops.
Temendo a instabilidade que seria gerada pelo afastamento de Portela, caso desobedecesse a ordem judicial, o governador Flávio Dino (PCdoB) resolveu cumpri-la e assim livrou-se do risco de uma crise institucional e até mesmo de um imbróglio político, com consequências imprevisíveis.
Restabelecido o contrato com a Supritech, cabe agora à Justiça assumir para si o ônus pelos possíveis transtornos causados aos trabalhadores e à população se a empresa repetir os maus procedimentos. Seguem as considerações do secretário:
Jamais deixarei de cumprir o meu dever. Princípios regem a minha prática profissional. Deles jamais me afastarei. Na minha gestão como Secretário de Segurança nenhuma empresa humilhará servidores. Essa Empresa Supritech deixou os terceirizados sem salários por três meses seguidos , deixando ainda de cumprir as suas obrigações quanto ao plano de saúde e vale transporte dos servidores. Pelo descumprimento do contrato, sofreu as penalidades contratuais, após as devidas advertências e notificações.
Foi afastada e a Empresa Logos, segunda colocada na licitação, assumiu a prestação dos serviços de atendimento de urgência e emergência no CIOPS. A Supritech ganhou uma liminar concedida pelo Juiz Carlos Veloso, da segunda vara da Fazenda Pública da Capital, para voltar a operar no CIOPS.
Temos que cumprir a decisão judicial, mas os conhecidos e noticiados erros da Supritech não serão aceitos. Se voltar a errar, aplicarei as penalidades cabíveis. Se errar mil vezes, aplicarei mil penalidades, pois não posso permitir prejuízos à segurança da Sociedade Maranhense. Aviso dado, previamente. Bom dia a todos e obrigado pela solidariedade.
O deputado estadual Wellington do Curso (PP) convida, toda a população e autoridades, para uma discussão em Audiência Pública para tratar sobre a real situação dos vendedores ambulantes de São Luís. A Audiência irá acontecer às 15h, desta quinta-feira (04), no Auditório Plenarinho da Assembleia Legislativa.
Foram convidados para a Audiência Pública a Prefeitura de São Luís, Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB), Ministério Público, Defensoria Pública, Consórcio Administrador dos Terminais, Sindicato dos Vendedores e a Sociedade Civil.
Na última semana, o deputado Wellington recebeu os vendedores ambulantes na Assembleia. E contaram que foram expulsos há cerca de dois meses dos Terminais. A reunião teve por objetivo ouvir as principais reclamações dos vendedores. Após ouvi-los, o deputado Wellington foi solicitado a realizar uma Audiência Pública com todos os órgãos competentes.
“É triste a situação. Eu sei o que esses pais de famílias estão passando, eu já fui vendedor ambulante, e quando esse é o nosso único meio de sustento da família e somos despejados, de uma forma bruta, sem explicações, sem outra solução, ficamos sem direção. O que os vendedores ambulantes querem, é apenas ser ouvidos pela Prefeitura, pelas autoridades. Eles estão em busca de uma solução, para onde irão? Sei que não posso resolver esse problema, mas, por conhecer de perto seus trabalhos no dia a dia, quero intermediar essa conversa com as autoridades e assim, entrarmos em um denominador comum”, disse Wellington.
SERVIÇO
O QUÊ: Audiência Pública com os Vendedores Ambulantes dos Terminais de Integração de São Luís
DATA: 04 de maio de 2017
HORA: 15h
ONDE? Auditório Plenarinho – Assembleia Legislativa do Maranhão
Marcial Lima demonstrou preocupação com a insegurança no bairro e fez apelo a autoridades policiais
Em busca de diminuir os índices de criminalidade nos bairros do Filipinho, Redenção, Sítio Leal e adjacências, o vereador Marcial Lima (PEN) promoveu um encontro entre moradores e líderes comunitários dessas áreas com autoridades de segurança pública do Estado e de São Luís. O objetivo do encontro, que contou com a participação do delegado-adjunto da Superintendência da Polícia Civil da Capital (SPCC), Rodson Almeida, e do coronel Pedro Ribeiro, comandante do Comando de Policiamento de Área Metropolitana (Cpam I), foi discutir medidas viáveis que possam ser adotadas para reduzir a ação de bandidos na região o mais rápido possível.
“Acho fundamental este tipo de encontro porque você congrega as pessoas do próprio bairro, pessoas de várias idades interessadas em resolver o problema. Não adianta o vereador se interessar pelo tema, em discutir o problema. O importante é que as pessoas venham e conversem com as autoridades”, explicou Marcial Lima.
Ao aproximar a comunidade das autoridades de segurança, Marcial Lima explica que seu objetivo foi ajudar os moradores dos bairros do Filipinho, Redenção e Sítio Leal, que não escondem o medo com os assaltos diários. A comunidade foi unânime ao solicitar mais presença policial na região que possui, além de residências e estabelecimentos comerciais, várias instituições de ensino.
“Em vez das pessoas irem até o quartel, aqui as autoridades puderam vir e ouvir os reclames da população, o que o povo está querendo dizer, que é sobre a casa que foi arrombada, ou o jovem que foi assaltado três vezes, ou o caso da senhora que foi seguida até dentro de um ônibus onde foi assaltada, e o ladrão ainda a ameaçou por saber onde ela morava. Então, aqui estamos discutindo os problemas da comunidade. E, assim, vamos tentar fazer nas comunidades permanentemente”, destacou o vereador.
Autoridades das polícias Civil e Militar atenderam ao convite feito pelo vereador e ouviram o clamor da comunidade
Após ouvir as explanações dos moradores, o comandante do Cpam I, coronel Pedro Ribeiro, garantiu maior presença policial na região com a utilização de policiais em motocicletas e, posteriormente, a região deverá contar com um carro próprio. De acordo com o coronel, que parabenizou a iniciativa do vereador Marcial Lima, o policiamento ostensivo irá retornar à área do Filipinho e adjacências.
“Autoridade pública não pode ter medo de nada. Eu vi e ouvi o que a comunidade está sentindo. Vamos construir uma melhoria para os bairros e buscar meios para que esta realidade mude”, disse o comandante do Cpam I.
O delegado-adjunto da Superintendência da Policia Civil da Capital (SPCC), Rodson Almeida, garantiu que a Secretaria Estadual de Segurança Pública irá sempre estar à disposição da comunidade.
“Parabenizo o vereador Marcial Lima pela iniciativa. A segurança pública é responsabilidade de todos. Somos parceiros e entendemos as angústias da população. Estamos à disposição da comunidade para tomar medidas que diminuam estes problemas”, afirmou.
Um dos shows mais descontraídos da atualidade, “Só Love, o Baile” celebrará em São Luís um dos ritmos mais envolventes do Brasil, dia 13, às 21h, na Casa das Dunas
Buchecha fará o show “Só Love, o Baile”
A Casa das Dunas (Avenida Litorânea) abrirá as portas para o projeto “Soul Black”, trazendo para a estreia, dia 13 de maio, às 21h, um dos cantores mais queridos do Brasil. Buchecha, aplaudida atração nacional na linha do “funk glamuroso” desembarcará em São Luís para fazer o público mexer com o show “Só Love, o Baile”. O MC que fazia par com Claudinho na década de 1990 está emplacando carreira solo desde 2003.
O primeiro disco do artista em carreira solo chama-se “MC Buchecha”. Ele lançou também o elogiado “Buchecha Acústico”, revisitando hits e contando com a participação de Lulu Santos e Latino. Em 2014, Buchecha lançou “Adesivo” e, com o single “Frutilly (Praia, sol e mar, luzes de verão refuge em mim, quero te encontrar, te ovacionar te quero sim… )”, reafirmou sua capacidade de fazer versos dançantes.
O disco “Funk Pop”, de 2015, tem “Vem cá fazer um love”, que entrou na trilha sonora do filme “Vai que cola”. Além disso, o Mc reafirmou sua ligação com as origens na regravação do pungente “Rap do Silva”. A atual música de trabalho é intitulada “Se eu pedir”, lançada este ano e que está “incendiando” as casas de shows por onde o artista tem passado.
Serviço
O quê
“Só Love, o Baile”, com Buchecha
Quando
Dia 13 de maio, às 21h
Onde
Casa das Dunas (Avenida Litorânea)
Ingressos: R$ 40,00 (pista) e R$ 60,00 (frontstage), à venda na Bilheteria Digital (Rio Poty Hotel, Shopping da Ilha e Rio Anil Shopping) e na Casa das Dunas
Cão farejador Vinny em ação durante operação policial da Senarc: animal fará demonstração na Exposegma
O cão farejador da Superintendência Estadual de Narcóticos (Senarc), conhecido como Vinny, está cotado para participar da Exposição de Segurança Pública do Maranhão (Exposegma), evento que será realizado no município de Raposa, nesta sexta-feira (5), com início marcado para as 9h. O cão farejador tem sido usado pela equipe da Senarc para o combate ao crime de entorpecentes, tanto na região metropolitana de São Luís, como no interior.
O cão farejador, o Vinny, fará uma apresentação, demonstrando as suas proezas no combate ao crime. O animal só vem somar-se às ações da Polícia Civil, como verdadeiro soldado na guerra contra o tráfico de drogas. Em menos de 30 dias, entre abril e março, a Senarc já realizou uma apreensão recorde de quase 1,6 tonelada de entorpecentes. Em 2017, já foram apreendidos quase três toneladas de drogas, material esse retirado do seio da sociedade.
O projeto Exposegma visa divulgar as ações das forças de segurança no Estado e ainda aproximar a comunidade dos órgãos policiais, ajudando, assim, as comunidades a resolver suas demandas no quesito segurança pública. O projeto Exposegma conta com o apoio das igrejas e do sistema de segurança pública.
A Exposegma iniciará, ainda, no transcorrer da semana, uma campanha de combate às drogas e à violência, na qual serão ministradas palestras educacionais. A campanha será direcionada a escolas, associações de moradores, donos de bares, restaurantes e será focada na prevenção a incêndios e palestras com outras temas relacionados à segurança pública.
Adriano ingressará com Requerimento à Mesa Diretora da Assembleia com a finalidade de mobilizar o Legislativo a apoiar o pleito da entidade
O deputado estadual Adriano Sarney (PV) parabenizou, em discurso na tribuna da Assembleia, nesta quarta-feira (3), a prefeita Karla Batista, de Vila Nova dos Martírios, pela reeleição à presidência do Consórcio dos Municípios dos Corredores Multimodais do Maranhão (COMEFC), bem como toda a nova diretoria. O parlamentar também destacou a eficiente articulação da entidade com o Governo do Estado e o BNDES para movimentar recursos de aproximadamente R$ 60 milhões, originários do processo de desestatização da Vale, para que sejam investidos nos municípios integrantes do Consórcio.
Na oportunidade, Adriano declarou que ingressará com Requerimento à Mesa Diretora da Assembleia, com a finalidade de mobilizar o Legislativo a apoiar o pleito da entidade, a fim de transferir para o Consórcio a responsabilidade pela gestão dos referidos recursos. “O COMEFC é a melhor opção para administrar adequadamente esses recursos, porque conhece bem a realidade de todos os municípios integrantes”, explicou o deputado.
O COMEFC surgiu da união dos gestores dos municípios localizados ao longo da Estrada de Ferro Carajás (EFC). Compõem o Consórcio: Açailândia, Alto Alegre do Pindaré, Anajatuba, Arari, Bacabeira, Bom Jardim, Bom Jesus das Selvas, Buriticupu, Cidelândia, Igarapé do Meio, Itapecuru Mirim, Itinga do Maranhão, Miranda do Norte, Monção, Pindaré-Mirim, Santa Inês, Santa Rita, São Francisco do Brejão, São Luís, São Pedro da Água Branca, Tufilândia, Vila Nova dos Martírios e Vitória do Mearim.
Integram a nova diretoria COMEFC, além da presidente Karla Batista Cabral Souza, prefeita de Vila Nova dos Martírios; o 1º vice-presidente: Adão de Sousa Carneiro, prefeito de São Francisco do Brejão; o 2º vice-presidente: Vildimar Alves Ricardo, prefeito de Tufilândia; o 1º secretário: Luís Fernando Lopes Coelho, prefeito de Bom Jesus das Selvas; o 2º secretário: Klautenis Deline Oliveira Nussrala, prefeito de Monção; o 1º Tesoureiro: Henrique Caldeira Salgado, prefeito de Pindaré Mirim; e o 2º Tesoureiro: José Gomes, prefeito de Buriticupu.18:26 03/05/2017
Jefferson Portela recuou e retomou contrato para não ser afastado do cargo
A Justiça determinou ao governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que afaste o delegado de Polícia Civil Jefferson Portela do comando da Secretaria de Segurança Pública do Estado. A decisão foi motivada pelo descumprimento de uma liminar favorável a uma empresa terceirizada que teve o contrato de prestação de serviço rompido unilateralmente pela pasta.
A ordem para afastar Portela foi do juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública, Carlos Henrique Rodrigues Veloso. A determinação é para que Flávio Dino retire o secretário do cargo imediatamente.
Liminar
A liminar descumprida por Jefferson Portela favoreceu a Supritech Comércio e Serviços LTDA., que operava as centrais de teleatendimento do Disque Denúncia e do Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops). Desde o início do atual governo, a empresa vinha prestando o serviço precariamente, em razão de sucessivos atrasos dos salários e de outros benefícios dos teleatendentes, como tíquete-alimentação e plano de saúde. Devido às pendências, muitos trabalhadores a faltar aos plantões e desfalcar as equipes de atendimento às ocorrências pelos números 190 e 193.
Apesar das deficiências na execução do contrato, a SSP decidiu renová-lo, o que ocorreu em meados do ano passado. Posteriormente, houve a rescisão unilateral, o que levou a Supritech a ingressar com ação judicial contra o secretário.
Em sua decisão, Carlos Henrique impôs a Portela “multa processual diária de R$ 100.000,00 (cem mil reais), caso venha praticar qualquer ato específico do cargo e prejudicial a autora, no período de suspensão, bem como a multa diária de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), acaso o Estado do Maranhão venha a aceitar o ato por ele praticado como legitimo”.
SSP retoma contrato para evitar afastamento de secretário
A respeito de decisão judicial, a Procuradoria Geral do Estado esclarece que:
1. A decisão do juiz Carlos Henrique Rodrigues Veloso visa o cumprimento de liminar determinando a retomada de contrato com a empresa Supritech Comércio e Serviços Ltda.
2. A empresa havia sido afastada por entendimento da Secretaria de Segurança Pública de que não estava cumprindo o contrato.
3. No entanto, com base na decisão judicial, será retomado o contrato, não subexistindo o afastamento de secretário.
A primeira-dama e secretária municipal de Administração, Planejamento, Articulação e Fazenda de Paço do Lumiar, Núbia Feitosa (ex-Núbia Dutra), mandou instalar câmeras de videomonitoramento em todas as salas,corredores e demais espaços da pasta, que comanda com mão de ferro. A intenção é vigiar todos os passos de quem entra e sai do prédio, a fim de identificar pessoas e procedimentos que não estejam de acordo com os princípios da gestão.
A vigilância determinada pela super secretária é audiovisual, ou seja, serão captados imagens e sons produzidos dentro da secretaria, em qualquer circunstância e de todo e por todo indivíduo que circular pelo prédio.
Alerta bem humorado propagado em redes sociais chama o sistema de câmeras encomendado pela esposa do prefeito Domingos Dutra (PCdoB) de “Big Brother Paço do Lumiar”, versão mal acabada do programa de estrondosa audiência exibido há 15 anos pela Rede Globo.
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