Prédio do CIOPS, que funciona na Secretaria de Segurança Pública
O governador Flávio Dino (PCdoB) tem agendada para hoje uma visita ao Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops), que funciona na Secretaria de Segurança Pública e onde o clima é o pior possível. Com os salários de novembro atrasados e sem ter recebido ainda a primeira parcela do 13º, teleatendentes não têm escondido sua insatisfação, o que pode causar embaraço ao chefe do Executivo estadual durante o compromisso oficial.
O blog apurou que a Secretaria de Segurança Pública (SSP) atualizou, após sucessivos meses de atraso, todas as parcelas do contrato firmado com a empresa Supritech, que opera o Ciops. Ainda assim, a terceirizada não vem pagando a remuneração dos seus trabalhadores até o quinto dia útil de cada mês, como manda a lei. Segundo eles, os vencimentos sempre são pagos no dia 16 ou mesmo depois.
Se antes a justificativa da Supritech para a não quitação da folha na data correta eram os frequentes atrasos no pagamento das mensalidades do contrato por parte da SSP, hoje essa desculpa caiu por terra. O motivo da pendência seria outro agora: a alta soma em indenizações trabalhistas pagas a teleatendentes demitidos nos últimos meses, muitos dos quais dispensados sob a acusação de vazar à imprensa informações sobre a crise no Ciops.
Mas a indisponibilidade de caixa é questionada por muitos funcionários. Segundo eles, o alto investimento feito para a montagem do novo escritório da empresa, na Cohama, e a compra de bens pelos proprietários, entre os quais cinco apartamentos no bairro São Francisco, desmentem a versão propagada.
Espera-se que a visita de Flávio Dino traga a tão esperada solução à crise e resulte na normalização dos serviços prestados ao Ciops, principal canal de comunicação entre a população e as forças de segurança pública.
Wellington citou denúncias que recebeu de munícipes da região de Bacabal
O deputado estadual Wellington do Curso (PPS) denunciou, durante pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa, na última quinta-feira (3), o a situação da saúde pública no município de Bacabal.
Ao discursar, o parlamentar fez referência às denúncias que recebeu dos munícipes da região, nas quais relatam a falta de atendimento, procedimentos cirúrgicos e os atrasos salariais de funcionários da saúde do município e, na ocasião, reafirmou o seu apoio incondicional à população de Bacabal.
“Recebemos várias denúncias da cidade de Bacabal sobre a falta de saúde na cidade e, principalmente, de que os procedimentos cirúrgicos foram suspensos no município; além de relatos que funcionários permanecem com salários atrasados. Então, hoje faço a defesa da população de Bacabal, somo minha voz às vozes dos bacabalenses e, enquanto deputado de todos os maranhenses, solicito ao prefeito da cidade que possa dar atenção à saúde, que é um direito constitucionado de qualquer ser humano, e, em caráter de urgência, possa voltar os procedimentos cirúrgicos no município, visto que aqueles que necessitam de atendimento e procedimentos cirúrgicos têm tido os seus direitos à dignidade ultrajados e desrespeitados pelo poder público de Bacabal”, lamentou o deputado.
Pedro Lucas diisse que é importante que o custo não recaia sobre os usuários do transporte público
“A emenda apresentada não apontou o impacto financeiro na tabela de custos para o benefício”, afirma o vereador Pedro Lucas sobre ar-condicionado em ônibus. O assunto foi tratado durante a licitação do transporte público, em sessão realizada nesta quarta-feira (2), na Câmara Municipal.
“É importante que esse custo não recaia sobre os usuários do transporte público”. Foi com essa justificativa que o vereador Pedro Lucas Fernandes (PTB) defendeu sua posição a respeito da implantação de ar-condicionado em cerca de 50% da frota dos ônibus que fazem o transporte público em São Luís.
“Não somos e nunca seremos contra qualquer conforto e benefício para a população de São Luís. O que queríamos saber e acabamos sem resposta, é de onde sairá o recurso para que a metade dos ônibus possa ter ar-condicionado, já que na emenda apresentada não foram apontados impactos na tabela de custos”, completou o vereador.
A licitação do transporte público foi discutida em sessão extraordinária nesta quarta-feira (2). O vereador Pedro Lucas, que participou de toda a discussão, afirma que toda melhoria no serviço precisa seguir um planejamento, principalmente orçamentário. “Não há outra possibilidade de oferecer esse e outros benefícios a quem utiliza o transporte público sem planejamento. Por isso, iremos lutar para que o edital contemple essa situação de forma consciente e consistente. O que não pode, é a população ser sacrificada para que tenha e faça uso de seus direitos”, finalizou o vereador.
Adriano Sarney discutiu ações e parcerias para o meio rural no Maranhão com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, em Brasília
O deputado estadual Adriano Sarney (PV-MA) reuniu-se nesta sexta-feira (4) com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, em Brasília (DF). Eles discutiram ações e parcerias em prol do desenvolvimento das cadeias produtivas do setor agrícola, da pesca e da piscicultura no Maranhão.
Garrafas de whisky de marcas caras e famosas apreendidas em fábrica clandestina
A Polícia Civil estourou hoje uma fábrica clandestina de whisky falsificado, conhecido popularmente como “baleado”, no bairro Sá Viana (Rua Militana Ferreira, nº 45). Foram apreendidas várias garrafas de marcas famosas, como Johnny Walker, Old Par e Chivas.
Caixa e dezenas de garrafas de whisky “baleado” da marca Old Par, uma das mais caras do mercado
A operação foi realizada pela Superintendência de Polícia Civil da Capital, por meio da Supervisão de Áreas Integradas de Segurança Pública (Saiso) da área oeste. O delegado Artur Benazzi comandou os trabalhos.
Fábrica clandestino tinha até depósito com centenas de embalagem prontas para adulteração
Também foram apreendidas na fábrica clandestina garrafas de vodka, das marcas Absolut e Sky, duas das mais caras e mais consumidas nas baladas.
Membros da facção criminosa Bonde dos 40 invadiram ontem, por engano, a casa de um empresário no Parque Vitória e fizeram estrago dentro da residência. Pensando que o imóvel pertencia a um policial, os bandidos roubaram vários objetos, incendiaram móveis e eletrodomésticos e picharam paredes com mensagens ameaçadoras.
A invasão ocorreu no período da tarde, pelo telhado, segundo a proprietária, esposa do empresário, que atua no ramo de vidro. Aterrorizada com a audácia e a crueldade da facção, a família preferiu não se identificar.
Uma vez dentro da casa, situada na Rua 6, eles passaram a destruir e a roubar vários pertences que encontravam. Os criminosos atearam fogo até mesmo na cama do casal.
Em uma das pichações, os bandidos escreveram a seguinte mensagem, com o intuito de intimidar as vítimas: “Vai morrer. Roubei tua casa e levei joia da tua filha”. Outra píchação confirma que os ladrões invadiram a casa errada: “Vai morrer o PM que mora nessa casa”.
A dona da casa disse acreditar que os bandidos se enganaram porque na sua rua mora um delegado, cuja casa é muito semelhante à da sua família. Assista ao vídeo:
Pela modificação, instrutores e intérpretes da Seduc devem submeter-se a prova prática de Libras
O Ministério Público do Maranhão (MPMA) requereu, em Ação Civil Pública (ACP) contra o Governo do Estado e a Fundação Sousândrade, em 2 de dezembro, a imediata inclusão no edital do concurso para professores da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) a exigência de prova prática de Língua Brasileira de Sinais (Libras) para os cargos de instrutor e intérprete.
A alteração no edital Segep nº 001, de 6 de novembro de 2015, já havia sido acordada em audiência pública, realizada pelo MPMA, em 26 de novembro, com a participação de representantes da Seduc, da Secretaria de Estado de Gestão e Previdência (Segep) e da Fundação Sousândrade (realizadora do certame). Entretanto, o prazo de 24h para a inclusão do requisito foi descumprido pelos três órgãos.
A ACP foi formulada pelos promotores de justiça Maria Luciane Lisboa Belo (Educação), Ronald Pereira dos Santos (Pessoa com Deficiência) e Lindonjonson Gonçalves de Sousa (Patrimônio Público e da Probidade Administrativa).
“Alguém se arrisca a recorrer a um médico que nunca demonstrou seus conhecimentos práticos? Ou a um engenheiro que nunca realizou uma obra? Por que então os alunos surdos devem submeter sua formação educacional a um profissional que não demonstrou, na prática, suas competências e habilidades?”, questionam os promotores, na ação.
Com a alteração solicitada, a prova prática deve ser realizada por uma banca examinadora com amplo conhecimento em Libras, composta por docentes surdos e linguistas de instituições de educação superior.
“A omissão da exigência inviabiliza a comunicação eficiente dos professores com os alunos surdos ou com deficiência auditiva. Isso arruína o processo ensino/aprendizagem, comprometendo a formação, o futuro profissional e a inclusão social desses estudantes”, sustentam os promotores.
Na ação, o MPMA solicita que seja estabelecida multa por descumprimento no valor de R$ 5 mil diários, sem prejuízo de outras providências judiciais.
Para Fábio Câmara, aprovação de 180 placas para “carros-lotação” é um contrassenso total
O vereador Fábio Câmara (PMDB) criticou ontem uma emenda à Lei nº 402, de 28 de maio de 2015, promulgada pela Câmara de São Luís, que concede a permissão de 180 placas de táxi, destinados aos detentores de “carros-lotação” da área Itaqui-Bacanga. O parlamentar alertou que a aprovação da proposta é algo desleal, pois, segundo ele, transforma os trabalhadores do transporte clandestino em taxistas.
“A aprovação de 180 placas para os detentores de ‘carro-lotação’ é um contrassenso total. O que está sendo proposto aqui, além de um erro e um crime, é algo desleal aos taxistas que exercem sua profissão dentro da legislação em vigor”, afirmou.
Fábio Câmara, que é presidente da Comissão de Transporte, disse ainda que não é contra o trabalho dos detentores de “carros-lotação”, mas afirmou que não poderia concordar com a matéria que estava em votação por entender que não era de competência da Câmara.
“Não sou contra os trabalhadores dos ‘carrinhos’, mas não posso concordar com isso. A Câmara Municipal não tem competência de regulamentar profissão. Esse assunto cabe ao Congresso Nacional. O que temos de fazer é propor leis municipais especificas para resolver o problema do transporte clandestino”, declarou.
O peemedebista encerrou seu pronunciamento destacando que tanto a Câmara quanto a Prefeitura não têm o direito dar a coisa pública. Segundo ele, no máximo que pode ser feito em relação a isso é dar uma autorização para a realização de uma licitação.
“Volto a repetir: a Câmara cometeu um grande erro quando fez isso. No máximo que a Casa poderia fazer é dar autorização para a licitação do transporte. Uma placa de táxi hoje custa aproximadamente R$ 40 mil agora imagina quanto custa 180 placas? Nós tínhamos que ter critérios. Placa de táxi é para os taxistas e defensores”, concluiu.
E mais
A Lei nº 402, promulgada pela Câmara de São Luís, no dia 28 de maio de 2015 teve sua redação alterada com a aprovação de duas emendas: uma de autoria do vereador Osmar Filho (PDT) que beneficia os detentores de “carros-lotação” com 180 placas de táxi e outra proposta pelo vereador Marlon Garcia (PTdoB) que visa regularizar a situação de 10 taxistas que estão trabalhando através de liminares da justiça.
O que diz a lei?
No ano de 2011, foi sancionada a Lei nº 12.468 que regulamenta a profissão de taxistas. Ela define os direitos e deveres destes profissionais com o objetivo de promover maior estabilidade profissional aos taxistas e segurança aos funcionários. Além da habilitação para conduzir veículo automotor, em uma das categorias B, C, D ou E, eles deverão fazer cursos de relações humanas, direção defensiva, primeiros socorros, mecânica e elétrica básica de veículos e ter certificação específica para exercer a profissão, emitida pelo órgão competente da localidade da prestação do serviço. A legislação também garante aos profissionais, inscrição como segurado do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), ainda que exerça a profissão na condição de taxista autônomo, taxista auxiliar de condutor autônomo ou taxista locatário; e Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), para o profissional taxista empregado. Os veículos deverão contar com as características exigidas pelas autoridades de trânsito.
Como identificar?
Para fugir dos táxis piratas, os passageiros devem estar atentos a algumas características do veículo. São elas:
– Placa: tem que ser vermelha, com as letras e os números em branco;
– Selo do Ipem (Instituto de Pesos e Medidas): fica colado no vidro dianteiro, com o ano da aferição e o número de identificação;
– Selo do órgão local (geralmente, a Secretaria Municipal de Transportes Lei nº 12.468 – inciso IV do artigo 3°): colado no vidro dianteiro, mostra que o táxi está regular na prefeitura;
– Identificação: o cartão de identificação deve ficar em local de fácil visualização, com a foto e os dados do motorista;
– Taxímetro: tem que ter um lacre do órgão local competente, mostrando que não houve adulteração, e o selo do Inmetro;
– Bigurrilho: os veículos devem ter a sinalização no teto. Se estiver acesa, o táxi está vazio. Se estiver piscando, ele não está disponível, mesmo que esteja sem passageiro.
Considerada uma das bandas mais respeitadas no atual cenário forrozeiro, o grupo Solteirões do Forró se apresenta em São Luís neste sábado, dia 05 de dezembro, na boate Kathedral, a partir das 22h. A festa intitulada de “Balada do Solteirões”, recebe também o cantor Bruno Shinoda e o DJ Flávio Durans.
Os ingressos estão à venda na Bilheteria Digital no Shopping da Ilha e Rio Poty Hotel, com o lote promocional no valor de R$ 50.
O Solteirões do Forró surgiu com o objetivo de atingir o público forrozeiro que gosta de dançar e curtir um forró de qualidade. A Banda que ao longo dos anos tornou-se conhecida pela tradição, aprimora-se diariamente em diversos aspectos com o objetivo de agradar seu público sempre presente nos shows.
Com uma proposta moderna e inovadora, Solteirões uniu o autêntico forró nordestino ao contemporâneo, os instrumentos antigos harmonizaram-se com os eletrônicos e esta foi a formula para produzir música de qualidade sem esquecer as raízes.
Surgimento
A banda foi criada em 2005 e desde seu início conta com a presença do respeitável vocalista Zé Cantor. Durante os longos anos de existência tem arrastado multidões onde quer que se apresente. Em seu histórico consta a participação obrigatória nas principais vaquejadas de diversos estados do nordeste.
Por onde passa a Banda contagia, anima e alegra, pela sua trajetória, é notável que o sucesso não para. Solteirões têm a proposta de transmitir ao público a riqueza do forró de forma alegre, inovadora e contagiante, pelo prazer de fazer parte do casting da A3 Entretenimento.
O DVD
Na estrada desde 2005, o grupo está em clima de festa e a todo vapor na divulgação de seu novo DVD. Considerada pela crítica como uma das bandas que representa o autêntico forró nordestino, o grupo cearense aproveita a melhor fase de sua carreira para mostrar um resumo de seu repertório, além de novidades desta turnê que já percorreu todos os estados do nordeste e agora é mostrada ao público em DVD. Assista ao clipe da música “O que falta em você sou eu”:
Wellington denunciou abandono da UEB Professor João de Sousa Guimarães, na Divineia
O vice-presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, deputado Wellington do Curso (PPS), utilizou a tribuna, na manhã desta quinta-feira (3), para denunciar a situação de abandono e a falta de segurança nas escolas de São Luís.
Durante o pronunciamento, Wellington relatou a situação de abandono em que a Unidade Básica de Ensino Prof. João de Sousa Guimarães, localizada no bairro Divinéia, se encontra, e denunciou, também, que a instituição está sendo alvo de vandalismo e não possui sequer água, o que implica na impossibilidade de se ter aulas regulares, segundo ele.
O parlamentar solicitou, ainda, que a Secretaria Municipal de Educação e a de Segurança com Cidadania da capital adotem providências, a fim de solucionar as exorbitantes problemáticas observadas na escola em questão. “Estamos vivenciando um período em que a violência tornou-se protagonista em um cenário marcado pela morte e banalização da vida. Infelizmente, nós, enquanto cidadãos, estamos à mercê do cumprimento de tal direito. A escola, que deveria ser um local propulsor de conhecimento, tornou-se alvo de vândalos, expondo a vida a risco. Não estamos nos referindo a um ou outro caso de vandalismo”, disse.
O parlamentar declarou que “a Prefeitura, de maneira negligente e irresponsável, tem ignorado as demandas escolares e, como resultado, nossas crianças estão sem ter, sequer, água e tampouco aulas. Estão matando os sonhos das crianças, já que sem a educação a possibilidade de realizá-los é ínfima ou inexistente. Não podemos admitir que o futuro de nosso estado seja assassinado. Não podemos banalizar a vida ao ponto de considerar a insegurança como algo normal”.
Wellington diz esperar que a Prefeitura adote medidas quanto às denúncias. “Por isso, denunciamos hoje essa triste realidade e esperamos que a Prefeitura, por meio das Secretarias, adote providências que atenuem a situação caótica e façam jus ao cumprimento dos direitos à segurança e à educação”, disparou o parlamentar.
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