“Mesmo com 1.700 soldados formados, Flávio Dino prefere contratar vigilantes para fazer a segurança pública”, condena deputado Wellington ao acionar Ministério Público

Veículo utilizado por vigilantes privados em ações de segurança no Centro da capital maranhense

O deputado estadual Wellington do Curso acionou o Ministério Público nessa terça-feira (16) para investigar os indícios de utilização de vigilância privada para realizar a segurança pública no Maranhão. As imagens demonstram vigilantes uniformizados ao lado de viatura com a marca do Governo do estado e slogan de programa intitulado “Centro Seguro”.

Ao justificar a solicitação, o deputado Wellington mencionou que há 1.700 soldados formados pelo último concurso da PMMA e que não há razão, nem amparo legal, para Flávio Dino utilizar vigilantes.

Vigilante privado rende suspeito em atendimento a ocorrência no Centro Histórico

“Acionei o Ministério Público para que investigue a grave denúncia quanto a utilização de vigilantes para desenvolver atividades referentes à segurança pública. As imagens demonstram vigilantes uniformizados ao lado de viatura com a marca do Governo do estado e slogan de programa intitulado ‘Centro Seguro’. Mesmo com soldados formados, Flávio Dino prefere contratar vigilantes para fazer a segurança pública. Primeiro, que é ilegal a contratação de vigilantes em vez de policiais; segundo que, ainda que fossem contratados para segurança patrimonial, não é o que ocorre, conforme as imagens comprovam”, afirmou o deputado Wellington.

3 comentários em ““Mesmo com 1.700 soldados formados, Flávio Dino prefere contratar vigilantes para fazer a segurança pública”, condena deputado Wellington ao acionar Ministério Público”

  1. Eu li essa notícia no Whatsapp que enviaram para mim, em princípio não acreditei isso é um absurdo até para os padrões de Flávio Dino cujas decisões são questionáveis. E logo a empresa Clasi segurança aquela que as pessoas conentam que pertece a familiares de Edivaldo Holanda jr. Pertencendo ou não o fato é que esta empresa é hegemônica nos órgãos do estado e da prefeitura de São Luís ainda deixada por Edivaldo e o Braide até agora não quebrou este monopólio dela e da Maxtec serviços. Agora, o estado colocá-la para fazer o trabalho preventivo cuja função é da polícia militar só demonstra o quanto Flávio Dino não tem respeito a coisa pública, enquanto terceiriza o serviço, mais de 1000 pessoas esperam ser convocadas para trabalharem como policiais porque já passaram até pelo curso de formação. Espero que em 2022, o eleitorado varra para longe do palácio dos Leões qualquer candidato que tenha vínculo com quem já tem poder de mando no estado. Lamentável, Flávio Dino.

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