Só pesquisas. E quanto ao resto?

Dino aposta alto nas pesquisas, que parecem ser seu único trunfo na campanha
Dino aposta alto nas pesquisas, que parecem ser seu único trunfo na campanha

O pré-candidato ao governo Flávio Dino (PCdoB) tenta impor seu nome ao eleitorado maranhense única e exclusivamente por meio de pesquisas eleitorais. A mais recente, publicada pelo Instituto Data M, o aponta com 50% de preferência entre os entrevistados. O resultado aumentou a confiança no comitê do comunista, a ponto de aliados mais eufóricos já darem como certa a vitória em outubro.

Mas não é tão simples assim. Há muito mais por fazer em uma campanha. Ainda mais por um candidato que terá contra si a poderosa máquina do Estado e que está obrigado a explicar as denúncias de desvio de recursos na Embratur em sua gestão, conforme atestou auditoria feita pela Controladoria Geral da União (CGU).

Por sua vez, o secretário de Infraestrutura, Luis Fernando Silva, apresentado como pré-candidato da situação ao Palácio dos Leões, segue trabalhando firme e realizando ações concretas, enfim, mostrando serviço, algo impensável para o comunista, tendo em vista sua malfadada passagem pela estatal responsável por promover o turismo brasileiro internamente e mundo afora.

Lógico que qualquer candidato a cargo político deve dar importância às pesquisas, já que a opinião do eleitorado reflete uma tendência – mesmo momentânea – e pode agregar muito a uma campanha. Acontece que Dino tem apenas elas como trunfo, o que sugere falta de estratégia e até mesmo acomodação. A corrida eleitoral não se resume aos números, que podem se mostrar traiçoeiros ao fim da votação.

3 comentários em “Só pesquisas. E quanto ao resto?”

  1. Éééé,mais um de rabo preso,com medo de perder o empreguinho no 4º poder da família Sarney. Pode esperar! Flávio vai mudar esse nosso Maranhão que tú nem nenhum desses séquitos amam de verdade.

  2. Muito Bem Daniel Matos fez o teu papel corretíssimo. Assim que se preserva o emprego de “vassalo” do “rei”, “jornalismo” com “muita credibilidade”.

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