Na comparação com 2024, todas as Unidades da Federação apresentaram elevação em suas receitas correntes realizadas

O Relatório Resumido de Execução Orçamentária em Foco dos Estados + DF do 6º bimestre de 2025, publicado nesta terça (24/02) pelo Tesouro Nacional, trouxe tornou públicos os principais dados da execução orçamentária das 27 Unidades da Federação, reunindo as informações da execução orçamentária de todos os poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário, incluindo também o Ministério Público e a Defensoria Pública, traçando um comparativo entre os exercícios financeiros de 2024 e 2025. Em meio aos diversos cenários avaliados, o Maranhão se destacou em dois: a aplicação de recursos em investimentos e o percentual da Dívida Consolidada.
O relatório é elaborado com base nos documentos que os próprios entes publicam no Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi), gerido pelo Tesouro Nacional.
No importante subgrupo despesas de investimentos, o Maranhão apresenta o segundo maior nível verificado: 16%. Em primeiro lugar, desponta o Espírito Santo (20%). Já os Estados que tiveram os menores percentuais de suas receitas totais aplicadas em investimentos foram Rio Grande do Norte (4%) e Roraima, Amazonas e Rio de Janeiro, com 5%.
Dívida
No que se refere à Dívida Consolidada (DC) apurada em 2025 em relação à Dívida Consolidada verificada em 31 de dezembro do ano anterior o Maranhão também ocupa o segundo lugar, dessa vez, em um cenário incômodo, que reúne os Estados que tiveram os maiores crescimentos nesse indicador. Rio Grande do Norte (35%) lidera e Roraima aparece em terceiro (27%).
Por outro lado, Sergipe (-15%), Mato Grosso (-14%) e Acre (-11%) foram as Unidades da Federação que mais reduziram a DC no período analisado.
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