
Uma denúncia grave envolvendo a coordenadora Thaís Coutinho tem causado revolta entre familiares de pacientes que dependem do serviço público de saúde. Segundo relatos, uma ordem direta da gestora estaria impedindo que exames de tomografia sejam marcados por terceiros, mesmo em situações em que o paciente está acamado ou impossibilitado de se deslocar.
O caso mais recente envolve a prima de uma paciente que vive a quase 30 quilômetros do Hospital Microrregional. Ela afirma que tentou marcar o exame em nome da familiar, mas foi impedida.
A denunciante relata que, apesar de explicar que a paciente está acamada e sem condições mínimas de locomoção, a equipe afirmou que, por determinação de Thaís Coutinho, a marcação só poderia ser feita presencialmente pelo próprio paciente.
“Eu iria marcar, mas não deixaram por ordem da Thaís Coutinho. Minha prima está acamada e não pode vir, mas mesmo assim me negaram a marcação do exame. Iria falar com ela pessoalmente, mas disseram que ela só chega 9h30 para as 10h. Um absurdo”, relatou a familiar.
Segundo ela, outros pacientes estariam enfrentando a mesma dificuldade, e muitos seguem sem realizar o exame por não conseguirem se deslocar até o setor de marcação.
A situação tem levantado questionamentos sobre a falta de sensibilidade com pacientes vulneráveis e acamados, que dependem exclusivamente do sistema público para ter acesso a exames essenciais. Também há críticas ao fato de uma orientação interna se sobrepor a necessidades urgentes de saúde.
Até o momento, familiares aguardam que a gestão revise a medida e garanta atendimento humanizado e acessível, especialmente para quem mais precisa.