Eudes Sampaio abre Jornada Pedagógica em Ribamar

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A Prefeitura de São José de Ribamar, através da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), deu início nesta sexta-feira (17) à Jornada Pedagógica 2020. A solenidade de abertura, realizada no ELIM, espaço de eventos da Igreja Batista do Angelim (MA -201), foi o pontapé da vasta programação voltada para professores, gestores e todos os demais profissionais que atuam na rede municipal de ensino.

O evento tem como objetivo proporcionar o debate, além da ampliação da qualificação dos docentes da rede, a partir da apresentação de novas abordagens, métodos de ensino e avaliação do cenário atual. A jornada pedagógica será realizada até a próxima terça-feira (21) e contará com programações nas unidades de ensino, envolvendo educadores e demais servidores.

Com a realização de palestras, mesas de debate e rodas de conversa, a solenidade de abertura contou com a presença do prefeito Eudes Sampaio, que, para mais de mil professores, enfatizou o crescimento exponencial no padrão de ensino no município à partir de 2017, resultado do trabalho diligente desenvolvido por toda a equipe da Semed.

“Eu acredito que para todos que estão aqui, a educação é uma das políticas públicas mais importantes, que merece de todo gestor prioridade. A educação planta sementes que no futuro irão florescer. E nós temos a certeza que um evento dessa natureza só demonstra o valor que é dado à educação em nosso município”, lembrou Eudes Sampaio.

Para a secretária Joana Marques, a equipe da Semed foi primorosa na organização do evento que certamente vai marcar a educação no município. “Com muito trabalho, estamos fazendo uma história de reconstrução e desenvolvimento em São José de Ribamar. Essa jornada é só mais um exemplo dos muitos trabalhos que tem sido feito com muito êxito por nossa equipe”, destacou a secretária.

Foto: Divulgação

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Moto goleia Matinha em amistoso na Baixada

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No seu único amistoso antes da estreia no Campeonato Maranhense, o Moto goleou a seleção de Matinha, em amistoso na Baixada Maranhense, neste domingo, por 4 a 0.

Os gols rubro-negros foram marcados por Dudu, Luan e Cleicione (2).

O Moto estreia no Campeonato Maranhense no próximo domingo (25), contra o Juventude, às 15h30.

O Juventude também realizou um amistoso neste fim de semana e empatou por 2 a 2, com o Sampaio, neste sábado (18), no Estádio Castelão, em São Luís.

Foto: Divulgação/Moto Club

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BBB20 terá participação de maranhense de Imperatriz

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O maranhense de Imperatriz, Vicor Hugo, de 25 anos será um dos integrantes da 20ª edição do Big Brother Brasil que estreia nesta terça-feira (21), na TV Globo, logo após a novela Amor de Mãe.

O programa terá a participação de nove integrantes “desconhecidos” (pipoca) e nove integrantes “famosos” (camarote). Um dos integrantes da pipoca é o maranhense.

Victor Hugo é psicólogo e cientista de saúde pública e mora em São Paulo. Ele é também compositor, produtor e escritor.

“Sou assexual. É difícil para as pessoas entenderem isso”, diz Victor Hugo que é filho de um empresário de uma banda de forró que fez sucesso no Maranhão.

Foto: Divulgação

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Edivaldo vistoria obra no Mercado das Tulhas

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O prefeito Edivaldo Holanda Junior vistoriou na manhã deste sábado (18) as obras de reforma do Mercado das Tulhas, na Praia Grande, no Centro Histórico de São Luís, que estão avançando dentro do cronograma de trabalho. A requalificação do espaço visa garantir melhores condições de trabalho para os feirantes, bem como um ambiente mais agradável aos frequentadores do local, sejam moradores da cidade ou turistas. Os serviços integram o eixo de recuperação de mercados do programa São Luís em Obras que contam ainda com obras nas áreas de infraestrutura, saúde, educação, limpeza e assistência social, entre outras. 

Durante a vistoria, o prefeito Edivaldo destacou que está em execução em São Luís o maior programa de recuperação de mercados já realizado em São Luís e acrescentou que o Mercado das Tulhas requer um trabalho mais específico. “O Mercado das Tulhas fica na área tombada. Os demais mercados que estão em obras – Coroadinho, Cohab e São Francisco -, foram totalmente demolidos e estão sendo reconstruídos. Mas nas Tulhas nós estamos recuperando toda a estrutura original, respeitando as características arquitetônicas. Ainda assim, será um mercado totalmente novo, pois toda a infraestrutura, rede elétrica, sanitária, piso, telhado, estrutura dos boxes, tudo está sendo modernizado para que feirantes e frequentadores tenham mais conforto”, disse o gestor municipal.

A reforma do mercado está sendo executada pela Prefeitura de São Luís em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). “O projeto que está sendo executado no Mercado das Tulhas foi aprovado pelo instituto, que tem dado todas as orientações técnicas necessárias para que o mercado seja modernizado, preservando suas características históricas. Esta é mais uma obra onde Prefeitura e IPHAN são parceiros para garantir a requalificação urbanística do Centro Histórico e seu entorno”, afirmou o superintendente do órgão no Maranhão, Maurício Itapary.

Segundo o secretário de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Ivaldo Rodrigues, a obra do Mercado das Tulhas vai agregar também ao turismo local. “Esta é uma obra muito importante porque tem também um forte apelo turístico, já que é um mercado que vende produtos típicos da nossa cultura. Com o Mercado das Tulhas e os demais em obras, a gestão do prefeito Edivaldo vai deixar como legado o maior volume de obras em feiras e mercados da capital”, afirmou.

Foto: Honório Moreira

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Como era o Maranhão

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Por José Sarney

Em 1966, ao assumir o Governo do Maranhão, constatei de que não podíamos debitar somente aos governadores, meus antecessores, a situação de bagunça em que estava a administração do Estado. Na verdade ela não existia.

Basta, como exemplo, dizer que a contabilidade era feita à mão, num daqueles velhos e grandes livros iguais aos do comércio de “deve” e “haver”. Meu primeiro ato foi ir ao Tesouro e, com um lápis vermelho, encerrar esse livro e escrever: “Aqui começa um novo Maranhão.” Já citei uma vez o grande chefe político maranhense Marcelino Machado, que marcou época quando disse que o Maranhão era um “burgo pobre”.

Em matéria da máquina de governo vivíamos com as práticas do Século 19. Resumia-se a Polícia e Coletoria. Uma para assegurar o comando político, outra para controlar o dinheiro dos impostos e completar o domínio do primeiro. No interior, a estrutura era formada pelo Delegado, pelo Subdelegado e pelo Inspetor de Quarteirão. Ao primeiro competia prender e soltar. Ao ser preso, o indivíduo tinha de pagar a carceragem, o que rendia um bom dinheiro ao Delegado. O Subdelegado dividia as funções com o Delegado. Nos povoados o Inspetor de Quarteirão prendia, soltava e tinha poder sobre todas as coisas. Era a maior autoridade.

Muitos Municípios não tinham cadeia — a prisão era o tronco a que se amarrava o preso com correntes. Todos nomeados pelo Governador e indicados pelo chefe político municipal. A metade dos Municípios não tinha Juiz; a função de julgar era exercida por três suplentes de Juiz, 1º, 2º e 3º, nomeados pelos Governador.

O Coletor cobrava o imposto, perseguindo uns e dispensando outros. O Delegado e o Coletor eram assim o Estado, e o Juiz Suplente, a Justiça.

Mas havia um gancho que dava grande poder político ao Coletor: ele arrecadava, mas não mandava o dinheiro para o Tesouro em São Luís, pois não havia banco nem outra maneira de fazer o envio. Assim o Coletor vinha todo mês trazer o dinheiro à repartição do Tesouro em São Luís e, entre duas vindas, manobrava esse dinheiro, favorecendo ou prejudicando os comerciantes com o dia de pagar ou de não pagar. Fiscalização: nenhuma!

Na minha campanha de Governador, sabendo que esse sistema era as pernas do coronelismo (quem quiser se aprofundar no tema leia o livro clássico deVictor Nunes Lea, Coronelismo, Enxada e voto), prometi — e cumpri — que, eleito Governador, o Delegado seria nomeado por concurso público e o Coletor, sem vinculação com politicagem.

Minha primeira aparição na televisão como Governador foi mostrando as correntes dos troncos medievais no Maranhão — acabei logo com todos eles.

Vi logo que tínhamos que organizar o Estado e fazê-lo funcionar realizando imediatamente uma grande reforma administrativa. Trouxemos técnicos da Sudene, fizemos convênios com o Instituto de Serviço Público da Bahia, expert no ramo, e com a Universidade de Miami. Fundamos a Sudema, órgão de planejamento, com gente nova, cheia de idealismo e sintonizada comigo. Gente como Tribuzzi, Fialho, Haroldo Tavares, Emiliano Macieira, Eliezer Moreira, Itapary, Buzar e tantos outros de grande talento. Começamos a grande mudança — modernização e planejamento — para fazer o Maranhão Novo. Sair da estagnação.

Novos ventos e mentalidade sopraram. Saímos do zero e abrimos caminhos para deixarmos de ser o Maranhão estagnado.

Primeiro passo: organizar para transformar. O navio sai do porto!

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