Timon perde de virada e está fora da Copa São Paulo

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O Timon está desclassificado da Copa São Paulo, após perder de Virada para o Londrina, por 2 a 1, no Estádio Brenão, em Osvaldo Cruz, na Região Oeste do estado de São Paulo.

Os maranhenses abriram o placar no primeiro tempo com gol do meia Luis Gustavo, aos 33 minutos.

O Londrina voltou com tudo do intervalo e com menos de 1 minuto empatou com Juan.

O time paranaense continuou pressionando até virar o jogo aos 26 minutos novamente com Juan.

O Londrina enfrenta na próxima fase a Ponte Preta-SP que desclassificou o Santos.

Foto: Rian Santos

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Sampaio vira jogo e vence amistoso em Teresina

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O Sampaio venceu o Ríver-PI de virada, por 3 a 2, no Estádio Albertão, em Teresina, no primeiro teste do novo time comandado pelo técnico João Brigatti.

Mais do que a vitória, o placar foi importante para o Sampaio pois a equipe mostrou reação e foi buscar o resultado mesmo fora de casa.

O Ríver começou o jogo melhor e chegou a abrir vantagem de 2 a 0, no primeiro tempo.

Na etapa final, o Sampaio reagiu e foi buscar o placar. O atacante Luan que entrou no intervalo diminuiu logo aos 6 minutos.

O gol de empate foi marcado por Joãozinho, aos 13 minutos e novamente Luan, cobrando pênalti marcou o gol da virada, aos 41 minutos.

O Sampaio deve realizar mais um amistoso no próximo fim de semana. O Tricolor estreia no Campeonato Maranhense contra o São José, na segunda-feira (27).

Foto: Lucas Almeida/L17 Comunicação

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Nhozinho Santos entra na reta final da reforma

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Estive hoje cedo no Estádio Nhozinho Santos e acompanhei a visita do prefeito Edivaldo Holanda Júnior a convite da sua assessoria.

Muita coisa já foi feita e a obra entra na reta final. Agora não adianta mais marcar uma data para a entrega do estádio com alguma coisa por fazer. O importante nesta reta final é fazer o que falta bem feito.

Faltam alguns reparos finais nas rachaduras nos setores de arquibancadas, mas pouca coisa, pois o que estava pior e com risco até de desabamento já foi feito.

O prefeito pretende colocar dois novos placares eletrônicos (um de cada lado), pois o que está lá foi comprometido com o tempo.

Tive a oportunidade de andar pelo campo de jogo e alertei que dois pontos ainda tem acúmulo de agua (na parte de fora logo na saída dos dois vestiários). A nova grama é boa e com a compactação final vai melhorar muito.

O novo alambrado em vidro garante o aspecto de modernidade, mas o torcedor maranhense terá que ser reeducado. O alambrado é mais baixo do que o antigo e permite o acesso do torcedor mais fácil. Mas a sua colocação possibilita um visual melhor e mais bacana do gramado de jogo. Basta o torcedor entender que é preciso ver o jogo sentado. Se o torcedor daqui fosse educado, nem alambrado seria necessário.

Os vestiários estão muito bons, assim como os banheiros e bares. Falta melhorar o vestiário dos árbitros. Os acessos foram todos recuperados e vão funcionar em todos os setores.

São pequenos aspectos que ainda restam e que o prefeito Edivaldo quer entregar o estádio funcionando em toda a sua plenitude.

O estádio passará por uma pintura totalmente nova nas cores branca e azul e a sinalização das arquibancadas em amarelo.

Pelo que pude apurar tudo deve ficar pronto e entregue no início do mês de março, mas será necessário um esforço da Prefeitura de São Luís no sentido de colocar mais gente para trabalhar para que o estádio possa ficar pronto.

Realmente essa é a grande reforma que o estádio precisava, pois antes o que era feito era apenas maquiagem através de pintura. Neste sentido, mesmo com atraso este será um legado da gestão de Edivaldo a São Luís.

Vai ficar muito bom no final…

Foto: Zeca Soares

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Preconceito que mata

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Por Adriano Sarney

Julgar alguém pela sua orientação sexual ou identidade de gênero é um preconceito que pode gerar discriminação. O Brasil é o país que mais mata homossexuais no mundo. Travestis e transexuais são os mais atingidos, perdem a vida de forma violenta. A legislação avança de forma lenta contra atos de discriminação sexual. Já o preconceito, por se tratar de uma crença pessoal, ainda é forte entre os brasileiros e na maioria das vezes existe dentro de casa e nas escolas.

Foi apenas em junho de 2019 que o Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento da ADO 26 e MI 4733, determinou que a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero fosse considerada crime no Brasil. Conforme a decisão do STF, “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito” em razão da orientação sexual da pessoa poderá ser considerado crime. Contudo, a aplicação das penas valerá até o Congresso Nacional aprovar uma lei sobre o tema. Com efeito, os maiores avanços se deram pela via do Judiciário. Em 2011, houve o reconhecimento pelo STF da união homoafetiva estável como entidade familiar, garantindo a casais de mesmo sexo direitos como herança, benefícios da previdência e inclusão como dependente em plano de saúde. O STF também entendeu ser possível a alteração de prenome e gênero no registro civil mediante averbação no registro original.

No nosso exemplo de hoje relato o caso da Dona Maria que tem uma filha transexual. Na confraternização do final de ano com os funcionários do meu gabinete contratei a Maria para fazer a feijoada. Antes de começar o evento li o meu primeiro artigo sobre o preconceito, o “Dedo na Ferida”, e perguntei se eles já tinham sido vítimas do problema. Ela relatou que seu filho, hoje filha, é transexual e ambos sofrem com o preconceito. Disse que aceita a natureza do filho, mas enfrentam a rejeição do pai. Como se não bastasse o que sua filha passa em casa, ainda teve que deixar a escola e enfrenta muita dificuldade de encontrar emprego. A nossa heroína relatou que sua família sofre com a cisma de vizinhos, familiares e amigos. Seus olhos encheram de lágrimas e pediu que eu escrevesse sobre isso.

As dificuldades encaradas pela filha de Dona Maria são compartilhadas com uma parcela significativa da população. Segundo a professora de direito da Universidade Brasil-MG Claudia Mara, “há de se notar que o desprezo e o desrespeito às pessoas LGBTTIs- lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis e intersexuais – é notório e evidente, notadamente, no âmbito do trabalho, variando desde a total exclusão, à discriminação e perturbação diária, em razão de sua orientação sexual ou identidade de gênero.” Em comum existe o fato de que sofrem preconceito e discriminação e, por isso, encontram-se, muitas vezes, em situações de vulnerabilidade. A fragilidade ou até rompimento dos vínculos familiares, a exclusão do convívio na comunidade, a discriminação sofrida nas escolas que, em vários casos, provoca o abandono dos estudos, a dificuldade ou impedimento do acesso ao mercado de trabalho, entre outros.

Assim como em outros exemplos já relatados nesta coluna, em outros artigos, precisamos também desconstruir as ideias equivocadas sobre a população LGBTTIs que estão arraigadas em nossa sociedade. A Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU), reconhece em cada indivíduo o direito à liberdade e à dignidade. A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 também adota o princípio da dignidade humana, e afirma como objetivo fundamental, entre outros, “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.

Falar sobre o assunto é a melhor forma de conscientizar e educar as pessoas sobre os malefícios do preconceito. Semana que vem continuarei abordando o tema.

Foto: Agência Assembleia

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Nosso objetivo é combater a impunidade, diz Eliziane

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A senadora Eliziane Gama integrou nesta sexta-feira(10/01) a comitiva composta pelos deputados federais Jôenia Wapichana(REDE), Nilto Tatto(PT) e Bira do Pindaré(PSB) que realizou uma diligência nas terras indígenas Arariboia para averiguar in loco a situação de conflitos na região, principalmente após os recentes assassinatos de índios.

“Nosso objetivo é combater a impunidade. É inaceitável e inadmissível que os nossos índios estejam sendo dizimados. Tão grave quanto isso é deixar os autores dessas barbaridades fiquem sem nenhuma punição. Nós iremos encaminhar esse relatório. Podem contar conosco”, afirmou Eliziane Gama durante a diligência no território Arariboia.

Os parlamentares foram acompanhados pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB, o advogado Rafael Silva; presidente do Conselho Estadual de Direitos Humanos, Mari Silva Maia; Tenente Coronel Araújo que é o comandante 34 BPM da cidade de Amarante-MA e também pela representante da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Andréa Barbosa.

Entre as lideranças indígenas presentes na audiência está o Cacique Zezé da Aldeia Juçaral, o atual coordenador Geral da Comissão dos Caciques e Lideranças da Terra Indígena Araribóia (CCOCALITIA-MA), Elias Sousa Guajajara, o representante dos Guardiões da Florestas, Silvio Guajajara que é da Coordenação das Organizações e Articulações dos Povos Indígenas do Maranhão (COAPIMA). As lideranças indígenas presentes pediram mais investimentos em equipamentos de segurança para ajudar na proteção das reservas.

A comitiva ouviu a mãe de Laércio Guajajara que lamentou a situação do filho. Ele está no Programa de Proteção a Defensores de Diretos Humanos por ter sido vítima na mesma emboscada que foi assassinado Paulo Paulino Guajajara.

Entre os encaminhamentos está a solicitação da cópia do inquérito sobre a morte do Guardião da Floresta, Paulo Paulino Guajajara, também será feito um relatório sobre a diligência para subsidiar as ações na Câmara dos Deputados e Senado Federal. Os parlamentares se comprometeram a contribuir com a regularização das associações indígenas.

Foto: Divulgação

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