Othelino defende investigação de denúncia do Fantástico

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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PC do B), pronunciou-se, com indignação, na sessão desta segunda-feira (4), acerca do problema verificado na educação da cidade de Monção, cujas denúncias sobre desvio de verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) foram levadas  ao ar pelo Fantástico da TV Globo, na noite de domingo (3). Em aparte ao deputado Wellington do Curso (PSDB), o parlamentar disse que o problema é da maior gravidade e deixa todo o estado do Maranhão entristecido. 

De acordo com Othelino, a matéria é fruto de denúncia que foi feita por cidadãos daquele município, há cerca de um ano, e encaminhada também à Polícia Federal, ao Ministério Púbico Federal, ao Ministério Público Estadual e Controladoria Geral da União, solicitando a todos que tomassem providências com relação ao grande volume de fraude no censo escolar daquele município. 

O deputado disse ser lamentável que a prefeita daquela cidade, Cláudia Silva, tenha cometido esses atos irregulares. “Acho que o caso tem que ser mesmo apurado e os envolvidos responsabilizados, porque é algo muito grave. A população de Monção não merece isso e o povo do Maranhão não pode passar por uma vergonha nacional como passou ao ver o estado sendo citado dessa forma”, frisou Othelino. 

O presidente do Legislativo maranhense pontuou ainda que isso é o fruto da irresponsabilidade e da falta de seriedade para com a coisa pública, por conta do desejo apenas de arrecadar mais, sem se importar  com o objetivo principal do recurso do Fundeb, que é o de promover a educação de qualidade, fazer com que as crianças possam estudar em escolas dignas e tenham de fato o atendimento que merecem. 

“Os órgãos devem punir exemplarmente os culpados por essa irresponsabilidade, que acabou por provocar uma grande mancha na imagem do Maranhão”, acrescentou.

Othelino Neto afirmou também que, enquanto o governador Flávio Dino promove uma grande revolução na educação estadual, “políticos sem qualquer compromisso com a causa pública agem desta forma, prejudicando as crianças e os maranhenses de um modo geral”.

Foto: Biaman Prado

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Fantástico denuncia desvio de recursos na educação

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O município maranhense de Monção recebeu, em 2018, R$ 40 milhões do governo federal pra investir em educação.

Mas boa parte desse dinheiro pode ter sido desviada, segundo a Polícia Federal e o Ministério Público Federal.

O assunto foi tema de reportagem de Alex Barbosa, no programa Fantástico, neste domingo (3), na TV Globo.

Os recursos do Fundeb são a principal fonte de desvio de recursos públicos federais nos municípios maranhenses.

Segundo as investigações, o golpe é aplicado de duas maneiras: numa delas, os dados de pessoas reais são usados clandestinamente.

A outra fraude é a criação de alunos fantasmas. No total, 137 municípios são investigados no Maranhão.

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Estrada do Maranhão entre as piores do país

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O programa Fantástico, da Rede Globo exibiu mais uma reportagem sobre a situação das estradas brasileiras e encontrou entre as piores uma rodovia do Maranhão. (Veja a reportagem aqui)

Obras que começam, consomem milhões de reais e não terminam nunca. Estradas tão ruins que a viagem vira um teste de resistência.

No segundo episódio da reportagem especial do Fantástico Descaminhos do Brasil, nossos repórteres mostram as piores rodovias do país e descobre que é barro para todo lado.

A MA-006 chama atenção o estudo da CNT apresentado pelo Fantástico concluiu que ela é a pior rodovia do Maranhão. em muitos trechos não há mais asfalto, só terra.

“A estrada está péssima demais meu amigo, só tem buraco ai”, disse o motorista Gilberto Araújo.

O governo do Maranhão diz que quer reconstruir toda a estrada, mas falta a aprovação de um financiamento.

A situação da MA-006 não ajuda ninguém certo? Errado.

O seu Manoel recolhe os grãos que os caminhões deixam no caminho depois de passar pela buraqueira. Ele diz que a soja vai virar ração para porcos e galinhas.

“É perigoso a gente ficar aqui, mas é o jeito a gente precisa”, disse o lavrador.

Veja a reportagem completa

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Fantástico denuncia cobrança ‘irregular’ de pedágio

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Caminhoneiros denunciaram as péssimas condições de infraestrutura e a cobrança irregular de pedágio de uma estrada que liga o município de Carolina, a 860 km de São Luís, a cidade de Goiatins, no Tocantins. O caso foi destaque na edição do Fantástico desse domingo (26).

A cobrança irregular do pedágio é cobrada diariamente aos caminhoneiros que precisam cruzar a estrada de terra, que está em péssimas condições, caso queiram chegar ao Tocantins. Em vez de cancela, uma corrente de ferro foi colocada de ponta a ponta da via, impedindo a passagem dos veículos.

Placas localizadas mostram os valores que são desembolsados por quem precisa passar pelo local. Os preços variam entre R$ 10 a R$ 40 para caminhões vazios e quando os veículos voltam carregados, os caminhoneiros chegam a pagar R$ 90 e além disso, o pedágio cobra R$ 4 por tonelada.

Segundo os funcionários do pedágio, que não foram identificados, o valor pago pelos caminhoneiros serve para a manutenção das estradas. “Na verdade não é um pedágio, isso daqui é uma manutenção de estradas”, disse o funcionário.

O caminhoneiro Joaquim de Souza, que percorre o Brasil fazendo o transporte de cargas pesadas, afirma que estradas como a do sul do Maranhão elevam os custos com manutenção do veículo. “A manutenção nossa aqui fica muito cara”, disse.

De acordo com a prefeitura de Carolina, ninguém está autorizado a fazer cobranças na região e deve tomar as providências necessárias.

Leia no G1

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Fantástico repercute uso político da PM no Maranhão

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O programa Fantástico, da Rede Globo de Televisão, exibiu na sua edição deste domingo (22) reportagem sobre a circular da Polícia Militar que mandava monitorar políticos da oposição no Maranhão.

O Ministério Público Federal (MPF) instautou um procedimento para apura o caso e pediu esclarecimentos ao governo do Maranhão. Segundo a Procuradoria Regional Eleitoral (PGE) o documento fere a Constituição e a ordem pode ser considerada abuso de autoridade porque usa agentes públicos para beneficiar um candidato ou partido político.

“A Polícia Militar do Maranhão foi ordenada pelo governador do Estado do Maranhão a perseguir os opositores, a transformar o Maranhão numa Venezuela, numa Coréia do Norte. Isso é um acinte à democracia.”, destaca o deputado Sousa Neto (PRP).

“Amanhã mesmo apresentarei um requerimento de convocação dos policiais que assinaram esses ofícios para prestar esclarecimentos à Assembleia sobre fatos”, disse o deputado Eduardo Braide (PMN).

“A gente vê uma organização prévia da nossa polícia que é uma política de estado, ela não tem lado político se organizando para ser uma política de governo querendo escolher lado para atuar nas eleições”, Pedro Alencar, vice-presidente da OAB.

Nas redes sociais, o governador Flávio Dino afirmou que a ordem não partiu dele e que mandou demitir o oficial que assinou o documento que assinou que, segundo o governador não tem valor legal.

O secretário de Segurança Pública, Jeferson Portela nega que a ordem tenha partido dele ou do governador.

Veja a reportagem na íntegra

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Fantástico repercute caso IDAC

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Funcionário do IDAC retira dinheiro no banco e coloca dentro da cueca e em um mochila

Ninguém melhor para escancarar o Brasil da roubalheira do que o Repórter Secreto do Fantástico.

Ele já esteve em 37 cidades, onde mais de 100 pessoas acabaram sendo presas por surrupiar dinheiro público. Em todas as denúncias apresentadas até aqui, a soma dos desvios e dos contratos fraudados chega a R$ 5 bilhões.

O Repórter Secreto desta vez esteve em São Luís para investigar o desvio de R$ 1 bilhão da Saúde Pública.

O mais impressionante que ele descobriu foi como o grupo sacava o dinheiro da corrupção: na boca do caixa, no banco! Só um operador do esquema sacou R$ 18 milhões.

Então, a gente tem que perguntar: Cadê o Dinheiro Que Tava Aqui?

Veja aqui

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Anna Torres se emociona ao falar de massacre

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annatorres

A cantora maranhense Anna Torres se emocionou nesse domingo (15) ao visitar o Bataclan, um dos alvos dos ataques terroristas em Paris na última sexta-feira (13). No local, mais de 80 pessoas foram executadas.

Anna, que já se apresentou na casa de espetáculos que foi palco de diversos shows em sua história iniciada no Século 19, chorou ao ver o teatro isolado após o banho de sangue. Ela relatou à repórter do Fantástico, Ilze Scamparini, que o marido esteve no local pouco tempo antes dos ataques.

“Meu marido estava na rue de Charonne uma hora antes de acontecer o atentado e ele teve que voltar para casa porque nós tínhamos a festa de aniversário da nossa filha no sábado, mas graças a Deus ele voltou. Voltou a tempo e em vida para festejarmos os seis aninhos da nossa filha”, diz.

No sábado (14), Anna havia gravado um depoimento ao JMTV 2ª Edição, em que conta o estado de pânico na capital francesa.

“Nós aqui na França realmente estamos em estado de douleur, de luto nacional por toda essa barbárie, todo esse absurdo que aconteceu, esse massacre”, contou.

Até o momento, os atentados terroristas reivindicados pelo Estado Islâmico deixaram 129 mortos e 352 feridos.

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Repercussão no Fantástico

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linchamento

O que está acontecendo em São Luís, a capital do Maranhão? Nesta semana, depois de tentar assaltar um bar, um jovem foi espancado até a morte por uma multidão. Uma imagem chocante, vista em todo o Brasil. Em dois anos e meio, já foram 30 linchamentos no Maranhão. Uma triste média de um caso por mês.

Um comércio, agora fechado. Na calçada, ainda as marcas da violência, que chocou o país, esta semana. Os moradores dizem que os rapazes estavam armados e tentaram assaltar o comércio, o dono reagiu e começou uma briga entre eles, as pessoas que passavam pelo local, viram a confusão e chegaram para ajudar o comerciante. Os dois foram desarmados e dominados, um deles foi amarrado em um poste e espancado até a morte.

O homem que aparece na imagem era Cleidenilson Pereira da Silva, de 29 anos. Ele não tinha passagem pela polícia. Um vídeo inédito, mostra a violência dos moradores que antes de agredi-lo, o amarram sem roupa no poste.

“Não era para ter matado. É que o povo ficou revoltado porque a cena que viram”, diz um morador.

“Ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém, mas a população não aguenta mais”, diz outro morador.

Um adolescente de 17 anos, que foi espancado junto com o rapaz que acabou morrendo, ainda está se recuperando.

“Me bateram demais. Até minha boca estava sangrando. Meu nariz estava sangrando, meu olho ficou roxo. Se eu não me fizesse de morto eu acho que eu tinha morrido”, conta o jovem.

Os vídeos do linchamento se espalharam rapidamente. E isso preocupa bastante quem estuda a violência.

“Algo que seria restrito somente ao contexto local, ganha uma dimensão muito maior quando é colocada na internet vista por outras pessoas. E que muitas vezes você vê pelos comentários, eles estão alimentando, aquele tipo de ação, estão incentivando e concordando, o que dá origem há novos ciclos de linchamento”, diz Ariadne Natal, pesquisadora do Núcleo de Estudos de Violência da USP.

Até um PM, em vez de agir como policial, ficou filmando a cena com um celular, depois das agressões. E o menor, deitado no chão, ainda nem tinha sido socorrido.

“Jamais dentro da atividade policial militar há uma recomendação ou uma situação doutrinada para isso. O policial militar que se excede, no caso filmando uma cena de crime, que ele deveria estar agindo e socorrendo pessoas ele está se excedendo e por isso, nós vamos abrir um procedimento legal, que é uma sindicância, para apurar esses fatos”, diz Coronel Pedro Ribeiro, comandante do policiamento metropolitano de São Luís.

Casos de linchamento tem se tornado comuns no Maranhão. Desde 2013, já foram 30 mortes por linchamento somente na Região Metropolitana de São Luís. Uma média de um caso por mês, mas o que explicaria esses números? O que passa na cabeça das pessoas que participam dessas “execuções em praça pública”?

Só nesta semana, aconteceram pelo menos outras duas tentativas de linchamento na região de São Luís. Na quarta-feira (8), um policial impediu que um rapaz acusado de tentar roubar uma moto fosse espancado. E, na quinta-feira (9), uma equipe da TV Mirante passava pela rua no momento que um suspeito de roubar um celular ia ser agredido pela população. A presença dos jornalistas acabou salvando o rapaz

“No momento em que você tem baixos indicadores de desenvolvimento humano, você também favorece com que essas pessoas não percebam a melhor forma, ou alternativas diferenciadas para resolver conflitos, ou para resolver situações de medo ou de violência. Então o que vai acontecer, elas vão tender a resolver à sua maneira”, diz Artenira da Silva e Silva, coordenadora do Observatório de Segurança e Sistema de Justiça- UFMA.

“Uma percepção da ausência do estado ou da incapacidade do estado de dar respostas para questões de segurança e justiça. Então, você gera uma percepção de impunidade e isso estimula ações dessa natureza”, diz Ariadne Natal do Núcleo de Estudos de Violência da USP.

Outro ponto, segundo os especialistas, é que faltam policiais nas ruas maranhenses: o Maranhão tem, proporcionalmente, o menor efetivo do país. Uma média de um policial para cada 892 habitantes, aproximadamente metade da média nacional: 472 habitantes por policial.

“O governo maranhense entende que não é só aumentar o efetivo, mas estar fazendo isso no sentido de corrigir a falha histórica do menor contingente do país. Todos os casos de homicídios, seja qual for a modalidade, passarão por uma avaliação para chegarmos a autoria e consequente punição dos envolvidos”, afirma o secretário de segurança pública do Maranhão, Jefferson Portela.

A Polícia Civil diz que já identificou os envolvidos no caso de segunda-feira (6) e que todos, tendo ou não antecedentes, vão responder por homicídio.

“O que se verifica é que pessoas, até sem registro criminal, sem antecedente penal acaba sendo levado a participar daquela situação. Mas isso para nós é irrelevante”, diz Claudio Santos Barros, delegado.

Os pais do jovem morto lamentam que o filho não tenha tido nem a chance de se defender.

“Deveriam ter entregado a polícia, que a justiça toma conta dos casos, se ele já estava amarrado. Ele foi um bandido nesse caso, mas mais bandido foi quem tirou a vida dele”, diz Antônio Pereira da Silva, pai de Cledenilson.

“Eu acho que é para isso que nós temos lei. É para isso que nós temos polícia, para isso que nós temos juiz. Eu não sei o que dizer, não sei para onde foi, não sei para onde vai. Eu só sei que eu perdi”, diz Maria José Gonçalves Pires, mãe de Cledenilson.

Veja a reportagem do Fantástico

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Falta esclarecimento

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A deputada estadual Andrea Murad (PMDB) não ficou nem um pouco convencida com as ações do governo para justificar o crime ocorrido em Vitória do Mearim. As notas truncadas, as prisões dos suspeitos e a ‘avalanche’ de ações policiais nos últimos dias para reverter a opinião sobre a segurança pública no estado não vão abafar a história assim tão fácil.

Após a reportagem exibida ontem, no Fantástico, na Rede Globo sobre o caso ela reagiu “incrédula” ao ocorrido e também não encontrou todas as repostas que precisava. Ao comentar o assunto em rede social, a deputada vai cobrar mais esclarecimentos do governo. Afinal, por que um zelador estava trabalhando em uma blitz militar, com arma em punho, como se fosse policial? Fato ainda mal esclarecido pela cúpula da segurança

AndreaMurad

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Repercussão no Fantástico

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IrialdoUm crime inacreditável. Como pode um zelador municipal participar de uma blitz da PM e acabar executando uma pessoa na frente de todo mundo, em plena luz do dia?

No vídeo, um homem no chão acabou de ser baleado em uma blitz da PM em Vitória do Mearim, interior do Maranhão. Ele está cercado por curiosos.

No meio da aglomeração está um homem uniformizado. Repare nos trajes dele: calça de estampa militar, colete à prova de balas. Parece um policial. Ele inclusive segura uma arma.

O homem pisa na cabeça da vítima e atira duas vezes. Depois da execução, o assassino e um policial colocam o corpo no carro da PM e vão embora.

Tudo aconteceu em uma rodovia. Os dois jovens seguiam de moto para uma festa. Quando fizeram uma curva deram de cara com uma blitz. O piloto da moto diz que não conseguiu frear imediatamente e, segundo as investigações, os policiais começaram a atirar. Acertaram o garupa da moto que caiu, mas ainda estava vivo.

O garupa era o homem que acabou sendo executado: Irialdo Batalha, um mecânico de 35 anos que não tinha passagens pela polícia.

Quem pilotava a moto era um amigo de infância, Diego Fernandes, que levou um tiro no pé. Diego diz que a moto está com um problema no freio e por isso ele não conseguiu parar na blitz. “Quando eles viram que eu não ia conseguir parar, já começaram atirar”, diz Diego Fernandes.

A moto ainda vai ser periciada. Com base no depoimento dos PMs que estavam na blitz, a secretaria de Segurança Pública do Maranhão afirmou que houve troca de tiros durante uma perseguição a suspeitos de realizarem assalto a comércio.

Para o delegado que investiga o caso, não houve troca de tiros. “Segundo as testemunhas do lugar do crime, as duas vítimas não estavam armadas”, afirma o delegado Guilherme Souza Filho.

A PM então reconheceu o erro e prendeu os dois PMs que fizeram a blitz, identificados apenas como sargento Miguel e soldado Gomes.

vigilanteE quem é o assassino?

O homem que aparece no vídeo atirando era contratado como zelador pela prefeitura da cidade e estava cedido para prestar serviços à polícia, mesmo respondendo a um processo por homicídio e de não ter sequer autorização para usar uma arma, ele participava de operações policiais. Ele se chama Luís Carlos Machado de Almeida e foi preso na quinta-feira passada.

“Ele era pago pelos cofres do município para trabalhar de vigilante e eu não sei porque cargas d´água ele estava trabalhando, usurpando a função de policial militar”, diz o delegado.

Pior: segundo o delegado, esse não foi o primeiro crime de Luís Carlos cometido em uma blitz. “Ele inclusive aqui na comarca de Vitória do Mearim responde a outro homicídio com as mesmas características”, afirma o delegado.

O comando da PM diz que não sabia que Luís Carlos participava clandestinamente de operações da PM. “A informação que tenho do comando local é que era uma pessoa colocada pela prefeitura para a parte administrativa e não tinha como fim desenvolver operações policiais”, diz o comandante geral da PM do Maranhão, Marco Antonio Alves.

Segundo a apuração da PM, Luís Carlos foi convocado para participar da blitz por um dos policiais que agora estão presos. “O sargento Miguel que era o comandante naquele momento é que fez a solicitação”, diz o comandante.

Irialdo foi levado já morto para o hospital da cidade. O corpo foi periciado, mas o laudo ainda não ficou pronto. Depois da divulgação das imagens, a Secretaria de Segurança emitiu uma nova nota.

Essa nota chama Irialdo de suspeito de participar do assalto, mas reconhece que ele foi executado. A nota afirma ainda que o governo do estado adotará todas as medidas para punir todos os responsáveis pelo crime.

Na sexta-feira passada, houve manifestação em Arari, cidade onde Irialdo morava. “Naquele momento em que ele estava atirando nele ali, ele não estava matando só ele: estava matando todos nós que estamos aqui”, afirma Izanilton Batalha, irmão da vítima.

Fantástico

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